Yes, I (love you) do
8 It's not just a girl. It's my best friend.
Notas iniciais
Como vão? Não demorou dessa vez, Bears ♥
Queria agradecer aos comentários! 50 comentários em poucos capítulos! E ainda 1 recomendação! Agradeço vocês! Isso me deixa extremamente feliz!
Aliás hoje estou bem feliz! Ontem estreou "Gold" *-* é muito bom! Hoje vazou um monte de demo do BTR, e estreou o clipe de 24/seven! O Kendall está com um corte e uma tatuagem nova! E estão dizendo que o BTR vem em março do próximo ano *-* OH JOSH!
É. É muita coisa para um só dia!
Esse caps vocês vão curtir :3
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Love all ♥
AS GANHADORAS DO CONCURSO LEIAM AS NOTAS FINAIS! :)
Nathalie.
Ai, ai.
Nem creio que estou em LA...
O lugar é realmente magnífico! O melhor é que estou com minha melhor amiga.
Los Angeles é uma ótima cidade. É tão bom... praia, sol, muita música, celebridades...
Mas, nada também se compara a minha terra natal, Londres, Inglaterra. Frio, agasalhos, café... neve!
É um bom dia. Ótimo, na verdade.
– Nathalie? NATHALIE! NATHY! — Gabbe gritava no meu ouvido, voltando a vida real.
– O que? — perguntei.
– Nada não. Só estava te perguntando se você queria ir na Starbucks, mas acho que você está meio... hã... ocupada. — ela deu ombros.
– Você disse Starbucks? — perguntei, e ela riu. — Desculpa, Gabbe. Só estava pensando o quanto estar aqui é bom.
– Ok. — ela sorriu. — Então, topa ir na Starbucks?
– O que você acha? — rimos.
O celular de Gabbe tocou.
– Alô? — ela falou. — Oi. Você não está incomodando. Você quer fazer alguma coisa? Ok. A gente pode se encontrar na Starbucks! É daí mesmo! Ok. Beijos.
– Quem era?
– Uma fã que eu conheci ontem, ela é um amor, aí passei meu número para ela.
– Awn, que fofo, Gabbe. — fiz uma cara fofa.
– Vamos logo! Quero um frapuccino de morango agora!
– E eu quero um chocolate quente!
– Eu sei! — rimos.
Nos despedimos de sua vó, e saímos.
Eu estava dirigindo o carro. É estranho Gabbe não tirar a carteira. Acho que é pelo fato, sabe. Melhor não.
– Quer escutar alguma música? — ela perguntou, pegando uns cds guardados.
– Tem quais?
– Você sabe. As de sempre. — ela sorriu, e retribuí o sorriso. Gabbe era encantadora, ela podia ser meio rebelde, mas ela havia um coração de ouro.
– Sabe que eu te amo, né? — perguntei, e um grande sorriso abriu em sua face.
– Sabia. Também te amo. — sorri. — Mas, por que a pergunta? Está carente?
– Não, é que... eu noto o quanto você é legal e forte.
– O que?
– É. Sabe. — suspirei. — Você é rebelde, meio rabugenta, muito louca, mas nem todos notam o que você pode ser por dentro. Você é tão especial. É forte, pois já passou por coisas difíceis. — falei, e ela sorriu.
– Nathy, você não sabe quantas vezes, eu já quis ser você. — ela riu, e eu a encarei. — Você é definitivamente perfeita! Tem ótimas notas, desenha muito melhor do que eu, é tão fiel com si. Acredita em tudo só para poder fazer a diferença! É tão bondosa, que até me surpreendo o quanto de amor pode caber em uma mulher como você. — ela sorriu.
– Isso é sério? Você me acha perfeita?
– Não acho. — ela falou, e fiquei perplexa. Ela gargalhou. — Você É perfeita! — sorri. — Se lembra como nos conhecemos?
– Óbvio. — sorri, mas logo o desfiz, e Gabbe fechou um pouco a cara.
Flashback ON
Havia acabado de sair da aula da Sra. Monroe. Definitivamente, ela é a melhor professora.
Chegando ao pátio, via várias pessoas rindo. Fui perto da roda que estava ali.
– O que aconteceu? — perguntei a uma das alunas.
– Aprontaram com a novata de novo. — ela falou.
Fui lá no meio, e vi o que havia acontecido.
Como eles têm coragem de fazer isso com ela? Coitada. Eram cartazes falando mal dela. A chamavam de coisas ruins, havia fotos delas, e as estragaram.
A menina não estava lá.
Saí dali, esquecendo o que havia acontecido. Queria poder ajuda-lá.
Fui ao banheiro, e joguei água no meu rosto.
Escutei barulhos de uma garota chorando. Fui até um dos banheiros e abri a porta.
Era a menina. Estava sentada no chão, encostada na parede. Ela olhou para mim, e se assustou. Seus olhos estavam inchados e vermelhos.
– Por favor, não faça nada comigo. — ela falou e se afastou.
– Eu não vou fazer nada. — suspirei. — Você está bem?
– N-não. — ela gaguejou. Começou a chorar mais.
– Vem. — estendi minha mão, e ela me encarou. — Confie em mim. — falei, e ela pegou minha mão. A ajudei levantar.
Levei ela perto das pias. E a ajudei a lavar o rosto, e sequei suas lágrimas.
– Obrigada — ela suspirou, um pouco mais calma. -, pensei que você ia fazer piadinha comigo.
– Por que?
– Todo mundo faz isso.
– Não sou todo mundo. — falei, e ela sorriu. — Não tenho motivos para te julgar. Você só é nova. E deve ser estranho para eles, pois você é americana.
– Eu acho que deveria ter ficado em Minnessota... — ela falou, e olhou para seu colar. Deveria ser de alguma amiga, ou amigo.
– Londres também é um lugar legal, só que existem pessoas nesse colégio que se acham superiores. — falei. — Você ganhou bolsa? — perguntei e ela assentiu. — Wow. Que sorte! Seus desenhos devem ser muito bons para entrar aqui. — falei, e ela sorriu.
– Eu não os acho bons. Deve só ser sorte. — ela suspirou.
– Dúvido. As pessoas que ganharam bolsa são os melhores, devia se orgulhar. — sorri, e ela retribuiu. — Sou Nathalie. — estendi minha mão.
– Gabbe. — ela a segurou. Sorrimos, sabendo que seríamos inseparáveis.
Flashback OFF
– Eu acho, que se eu não tivesse sofrido. Passado por aquilo, nem teria te conhecido. — ela falou. — Minha vida foi destinada para eu sofrer naquele tempo, só tendo você a me entender.
– Não fala isso, Gabbe — falei. -, você tem uma boa família, tem amigos que te amam, é uma das melhores estilistas que já vi. Você tem abrigo, sobrevivência, uma família, amigos, e tem amor. Tem gente que não tem isso.
– Ok... — ela suspirou. — A Starbucks é ali. — ela apontou para o local, e estacionei lá.
Saímos do carro. E logo pedimos, o de sempre. Frapuccino, chocolate quente, e dois muffins.
– Isso lembra a gente com 14 anos. Quando coemçamos a ficar viciada em Starbucks. — Gabbe sorriu.
– Aham. — falei.
Flashback ON
– Vamos logo, Nathalie! — Gabbe saiu correndo feito uma doida.
– Estou indo! — corri atrás dela. Até que ela parou.
– Ah não! A fila está enorme. — ela bufou.
– Vamos comer em outro lugar. Você tem que parar de comer Burger King toda hora! — falei.
– Ok. Onde você quer ir?
– Vamos lá na Starbucks. Meu pai me levou um dia lá, e a comida e as bebidas são maravilhosas! — falei, e ela sorriu.
A levei a Starbucks, sem tanta pressa. Havia uma fila, mas logo fomos atendidas.
Eu pedi chocolate quente, e ela pediu um frappucino de morango, mais um muffin.
– Meu Deus! Nathalie! Isso é a maravilha! — ela falou com os olhos brilhando.
– Eu disse para você.
– Acho que vou pegar tudo para mim. — ela falou, e eu ri.
– A gente pode vir aqui depois das aulas. — falei, e ela sorriu. — Mas só as sextas, ok?
– Ok... — ela falou. — Ei, posso te contar uma piada?
– Ai meu Deus... — falei, e ri. — Vai lá.
– Toc toc.
– Quem é?
– Toc toc.
– Quem é?
– TOC TOC.
– Quem é?
– TOOOOC TOOOOC!
– Eu já perguntei! QUEM É?
– Ah, deixa, você não sabe. — ela falou, e ri.
Flashback OFF
– Nossa vida foi bem divertida quando nos conhecemos... — falei.
– Eu achei uma pessoa que não faça me meter em encrenca!
– Mas, você ficou com várias detenções!
– Eu sei! — ela sorriu.
– E eu tive uma com você.
– Eu seu! — ela riu. E minha cara fechou. — Sua cara! — ela ficou rindo como uma doida.
Flashback ON
– Não acredito que você me meteu nessa, Gabbe! — falei, quando o professor saiu da sala.
– Calma. Só foi uma brincadeirinha! Só ficamos uns 30 minutos aqui na detenção, e pronto. Simples. — ela falou, e suspirei. — Sei que seus pais vão ficar meio bravos, mas você tem que curtir um pouco. Ok?
– Ok. — sorri. — Isso é uma coisa sua, não posso julga-lá.
– Vamos jogar um jogo.
– Qual?
– Verdade ou desafio. — ela falou. — Ou melhor: interrogatório ou sacanagem.
– Gabbe. Se você me fizer meter em encrenca de novo...
– Por favor!
Assenti, e começamos a jogar. Foi bem engraçado, pois a desafiei a fazer coisas bem estranhas.
Eu e Gabbe sempre estaremos juntas. Sempre.
Flashback OFF
– Nathy... — ela falou baixo.
– O que?
– Promete que você nunca vai me deixar?
– Se eu prometo? — eu ri, e ela ficou perplexa. — Gabbe, não preciso prometer, é meu dever fazer isso. Você não é minha melhor amiga, é minha irmã. Eu te amo, e eu tenho uma missão como amiga sua, ou melhor irmã: Te fazer feliz. — falei, e um grande sorriso dela se abriu, suas covinhas ficaram enormes. A abracei.
Gabbe é minha. Minha melhor amiga. Minha irmã. Meu tudo.
Somos apenas "nós".
Notas finais
Então, as meninas que ganharam o concurso, minhas fofuxas ♥
Perguntando aqui: Vocês querem que suas personagens falem palavrão, bebam e tal?
É que tem pessoas que não curtem muito.
Eu tentarei responder os reviews, mas não tenho tempo agora.
xxxxxx,
Sofia
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