Yellow

5 Mãos de Éter


Notas iniciais
Por que tenho a leve impressão de que só atualizo essa fic uma vez por mês...? *apanha* ah, gomenasai, mas tá aí o cap lindo e pimposo, cheio de lemon (ou não u.u),em relação a BL, desculpem o atraso, na verdade, vai demorar mais do que eu esperava (gomene Ari-chan :/). Ah, comecei uma nova fic SasuNaru/GaaNaru/SasoDei/ItaDei e bla bla bla... Quem quiser, ler, o link vai estar no fim do cap~ Espero que gostem do cap! By: Tia Nuke

"Só porque estou sofrendo
Não significa que estou ferido
Não significa que eu não tenho o que eu mereço.
Nem o melhor e nem o pior..."

– Coldplay (Lost!)

–... E então ele me beijou e me deixou em casa. – terminei de contar.

Renato sorria com a mais descarada expressão pervertida que conseguia fazer.

– Só isso? – o sorriso alargou-se. – não teve algo mais?

– Claro que não! – acertei-o com um travesseiro. — Seu pervertido!

– Pervertido? Eu? – segurou o travesseiro antes que o mesmo atingisse seu rosto. – não fui eu quem só chegou em casa de uma hora da manhã após sair com o Bryan! – riu sadicamente.

– Não foi de uma da manhã, foi de meia noite!

– Pra mim é a mesma coisa! – Renato se atirou ao meu lado, na cama. – fale a verdade, foi só isso que aconteceu?

– Foi! Por que não acredita em mim?!

– Acho difícil o Bryan se controlar com toda essa gostosura nas mãos dele! – apertou descaradamente minha bunda. – porra Michael, você é uma delicia!

– Não me toque seu tarado! – dei várias tapas em seu braço.

– Ai, ai, ai, calma aí estressadinho! – Renato ria euforicamente. – só por que é irresistível, não significa que pode sair batendo em quem quiser!

– E-Eu n-não sou... – tentei dizer, sentindo meu rosto esquentar.

– É sim. – de repente, Renato parou de rir e me fitou sério. – você é muito atraente Michael, eu quero te comer.

– AN?!

Ele continuou a me encarar, com uma expressão extremamente séria.

– Pff... – do nada, desatou a rir. – AI MEU DEUS! VOCÊ ACREDITOU?! HAHAHAHA, COITADO!

– MORRA! – atirei-me sobre ele, acertando socos em seu peito.

– Isso dói Michaeeel!!! – reclamava, mas não parava de rir.

– Você é pior que o Bryan! – reclamei com o rosto completamente vermelho.

– Ah – Renato sorriu, com uma expressão vitoriosa. — então quer dizer que o Bryan já falou que quer comer essa sua bunda gostosa?

– Arg! Não mude de assunto!!!

Renato fez uma falsa expressão magoada e, rapidamente, inverteu as posições, se colocando acima de mim e prendendo meus pulsos com uma única mão acima de minha cabeça.

– Hmm, assim eu fico enciumado! – disse ele com um sorriso sarcástico. – acho que merece uma punição Michael... – agarrou minha coxa com a outra mão, puxando-a até que ficasse colada em seu quadril.

– E-EI! SEU TARADO! – berrei tentando me soltar, até meu pescoço já deveria estar vermelho!

– Não sou tarado. – seus olhos cor de carvão me observavam de maneira lasciva. – estou apenas punindo meu priminho mal educado! – empurrou um dos joelhos entre minhas pernas. – vou deixar a marquinha de meus dedos nessa bundinha macia... – começou a puxar o cós de minha bermuda para baixo.

– R-Renato, v-você está m-me assustando... – falei já sentindo todo o meu rosto febril. – pare com isso, i-idiota!

– Parar? – estalou a língua, sorrindo maliciosamente. – por que parar? Ah, meu pequeno Michael, eu vou te foder até que você não consiga mais andar amanhã....

O RENATO VAI LONGE DEMAIS COM ESSAS BRINCADEIRAS!!!

– P-Pare... – gaguejei, sentindo-o movimentar o joelho e descer ainda mais os dedos por minha pele, deixando quase toda a minha bunda de fora.

PAREM O MUNDO QUE EU QUERO DESCEEEEEEEEEER...!!!

– Michael...

BAM

– KYAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!

Arregalei os olhos, logo reconhecendo aquela voz. Renato virou tão rápido o rosto em direção à porta que não sei como ele não o deslocou.

– BRENDA?! – falamos/berramos ao mesmo tempo.

A garota sorria de uma maneira psicopata, com as mãos se contorcendo ao lado do rosto e dando pulinhos alegres.

– KYAAAAAAAAAAAA!!! EU SABIA, EU SABIA!!! TIA KATIA DISSE QUE ERA IMPOSSÍVEL, MAS EU SABIA QUE VOCÊS SE COMIAM!!! Own, ignorem minha presença, vou ficar quietinha assistindo!

...

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ERROR 404 NOT FOUND

– SÁI DE CIMA DE MIM!!! – berrei, acertado uma joelhada no meio das pernas de Renato.

Ele soltou um grito mudo, e caiu se contorcendo na cama.

– MEU PAU! PUTA QUE PARIU VOCÊ ME DEIXOU ESTÉRIL! – berrava ele enquanto se contorcia e esfregava a, er.. Área afetada. – EU NUNCA VOU TER FILHOS, PORRA!

– COMO SE VOCÊ GOSTASSE MAIS DE MULHER DO QUE DE HOMEM, SEU PERVERTIDO! – gritei morrendo de vergonha.

– Não briguem! – Brenda disse num tom choroso. – pra vocês são praticamente um Kanon!

– Um o que?! – olhei para ela, abismado.

– Um Kanon ué! Vocês são tão shippáveis!

– Chip de quem?!

– Esquece... – ela revirou os olhos. – ah, vocês vem jantar ou não? Vou comer a pizza todinha!

– VOCÊ NÃO SE ATREVERIA!!! – a comida pareceu despertar todos os sentidos de Renato em relação à dor.

– QUER APOSTAR?! – ela deu uma risada sádica e saiu correndo.

– VOLTE AQUI SUA FILHA DA PUTA! – ele se levantou e correu atrás dela.

Eu já falei que eles são irmãos...? Então...

– QUEM FOI QUE VOCÊ CHAMOU DE PUTA, SEU MAL EDUCADO?! – berrou tia Katia do andar de baixo. – FALA ISSO DE NOVO QUE EU VOU DEFORMAR A SUA CARA!

– DESCULPA ‘MAINHA’, AI, NÃO FAZ ISSO QUE DÓI!

Eu conseguia escutar o barulho da chinela lá em baixo, com certeza tia Katia devia estar acertando sabe-se lá quantas vezes o braço de Renato.

É... Isso que dá chamar, indiretamente, a própria mãe de puta...

Assim que a gritaria parou, resolvi descer.

Renato estava com parte do braço um tanto inchado e com os olhos vermelhos, resmungando com Brenda “isso é tudo culpa sua!”, enquanto a garota ria e falava “bem feito”!

Irmãos... Acho que seria divertido ter um... (n/a: HAHAHAHAHAHAHA no.)

– Não vai comer Michael? – tia Katia ergue uma sobrancelha.

– Ah, vou sim… — falei sentando-me a mesa. – é que não estou com muita fome.

Realmente, meu estomago estava um pouco embrulhado.

É normal ficar sem fome, melancólico, apenas suspirando e divagando?

– Michael, você ‘tá afim de alguém? – tia Katia e sua forma discreta de fazer perguntas.

Renato desatou a rir e eu engasguei com a pizza.

– O QUÊ?!

– Pela sua cara você gosta! – ela parecia se divertir com aquilo.

Já falei que a minha Tia Katia tem quarenta e dois anos, é solteira, tem dois filhos e cinco gatos?

Bem, ela é assim, sutil mesmo...

– Me fala quem é! É gostosa, tem peitos grandes, ou uma bunda durinha?

– O Michael gosta de outra coisa durinha ‘mainha... – riu meu primo.

– R-RENATO!!! – repreendi-o.

– AH! – Tia Katia arregalou os olhos, mas depois olhou para mim, sorrindo maliciosamente. – Por que nunca me contou isso Michael? Eu podia te ajudar a fisgar o cara, ele é muito gostoso?

– T-TIA! – meu rosto já estava todo vermelho. – e-eu não preciso de ajuda!

– Então está admitindo que quer ele?! – Renato alfinetou.

– Não falei nada disso! ARG! – puxei meus próprios cabelos. – vocês fazem muita pressão psicológica!

– É de família! – Brenda riu.

– EI, ESSE PEDAÇO QUE VOCÊ COMEU ERA O MEU! – Renato gritou.

– AGORA JÁ ERA! BUHAHAHAHAHAHA!

– MAINHE, ESSA PUTA COMEU O MEU PEDAÇO!

– CALEM A BOCA QUE EU NÃO ACEITO PALAVRÃO NESSA CASA, PORRA! OS DOIS PRO QUARTO, AGORA!

E assim se seguiu mais uma tranquila noite na casa de Tia Katia...

***

– Fique parado Michael... – Eric dizia, pela milésima vez.

– Desculpa, acho que eu sou meio hiperativo… — falei cocando a nuca.

Era o final da aula, Eric havia ido atrás de mim, afinal, havíamos combinado de que ele me desenharia (na verdade, ele combinou sem me consultar, mas ok né...), então estávamos na Sala de Artes do terceiro andar.

Além de nós, não havia mais ninguém ali, e a porta estava encostada, apenas a janela aberta, deixando uma brisa suave entrar, estava fazendo muito calor, eu estava começando a suar.

Estava com fome, era hora do almoço, mas Eric não dava sinal de que queria parar de desenhar.

– Eric ‘tá muito quente! Não tem como ligar o ar-condicionado?

– Hm? Não, ele está quebrado. – falou, sem nem piscar. – tsk, não estou conseguindo direito... – fez uma expressão frustrada. – pode tirar a camisa, se quiser, vou desenhar seu torso.

Suspirei um tanto aliviado, e a retirei, largando-a no braço do pequeno sofá

Olhou novamente para mim, e vi seus lábios se entreabrirem por um segundo, e logo foram tomados por um quase invisível sorriso.

– Tive uma ideia melhor, Michael.

Foi até mim, me ajeitando no sofá.

– Posso fazer uma escultura sua? Vai ficar tão bonita.

– Escultura? – tá aí, esse cara é doido. – acho que não tem problema...

– Sério?- novamente, aquele sorriso puro que apenas Eric conseguia fazer adornou seus lábios. – obrigado.

Ergueu ambas as mãos, as levando até meu abdômen e o acariciando.

MAS O QUÊ...

– O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO?! – berrei, saltando para trás e caindo deitado no sofá.

– Apalpando meu modelo, obviamente – ele disse, com uma expressão calma. – como quer que eu o esculpa, se não souber como você é?

– M-Mas...

– Fique quietinho, ok? – inclinou-se sobre mim, pondo um joelho apoiado no sofá.

Continuou a percorrer meu abdômen, sinuosamente, não deixando escapar nenhum único pedacinho e subindo para o peito, rodeando-o.

Mordi o lábio inferior e virei o rosto, envergonhado.

Senti seus dedos roçarem suavemente meus mamilos róseos e prendi a respiração, sentindo todo o meu corpo tencionar-se.

– Eric... – murmurrei. – j-já está bom…

– Claro que não, eu nem comecei. – seu tom de voz continuava calmo, agora mais baixo e manhoso. – olha, sua clavícula é tão suave, certamente que seu torso esculpido ficaria lindo... – subiu os dedos por meu pescoço, parando-os no pé de minha orelha e ficando ali por alguns segundos. – sim, será incrível representa-lo numa obra de arte!

Arregalei os olhos quando sua outra mão passou a descer por meu peito, abdômen, parando na barra de minha calça.

– Quer ser minha nova ‘musa’, Michael...? – disse ele, com um tom de voz ingênuo.

– E-Eu...

BAM

– MICHAEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEL!!!

A porta da sala havia sido bruscamente aperta por uma gazela saltitante, popularmente conhecida como Thiago.

– ESTAVAMOS TE PROCURAN-

Calou-se.

Marco, que estava logo atrás dele, arregalou minimamente os olhos, enquanto Thiago estava absolutamente chocado.

– O que... – disse ele num tom de voz excitante. – o que vocês dois estão fazendo...?

Meu rosto ficou completamente vermelho, e minha voz simplesmente não saia.

COMO SE EXPLICA UMA SITUAÇÃO DESSAS?!

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TróiaYaoi — Naruto (+18)