Notas iniciais
O desenho do começo foi feito por mim, sei que tem alguns erros de concordância da imagem com o texto, a causa disso é que desenhei isso bem antes de imaginar criar a estória, mudando um pouco os personagens, mas de qualquer forma não o salve sem a minha permissão.

Muitos muitos anos no futuro os humanos criaram os Loids para saciar sua vontade de ter algo ou alguem para fazer seus afazeres, o porque disso? Simples, a preguiça é maior que a vontade.

Já não existe mais a "terra", depois de uma enorme guerra chamada END na qual todos os continentes foram devastados por uma enorme bomba nuclear, de quem era essa bomba? Bem, eu não estava lá pra saber.

A terra estava em total destruição, e quase todos os humanos mortos, apenas os cientistas que previram oque aconteceria conseguiram sobreviver, a terra tinha virado um "sol em miniatura".

Felizmente, essa destruição trouxe muitas informações, como o descobrimento de novas galáxias, que em longos anos foram populadas tanto por humanos (uma otima função que eles tem: a reprodução) quanto por Loids.

Então você se pergunta "os humanos evoluiram? Ficaram mais inteligentes?" A resposta é simples:
Não, ainda temos todos os defeitos que a terra tinha, mas, é como se fala, quando se trata de humanos, se trata de erros e imperfeições

"Oque diabos são Loids?"
São como os androids, mas com um corpo real humano, geralmente de um ente querido que morreu, algumas memorias dessa pessoa permanece, parecendo igual Ou até mesmo identicos ao dono do corpo, bem, é isso que dizem as empresas que fazem os Loids, pois a maior parte dos loids tem seus proprios pensamentos, criando um enorme preconceito com eles, até porque os "androids" tem uma grande quantidade de habilidades, e os mesmos não podem ser mortos como os humanos que são frágeis.

Loids não tem senrimentos, mas eles podem criar eles na base da pesquisa, ou seja, sabem agir mas não sabem oque realmente são.

"Loids não querem exterminar os humanos?"
Muito pelo contrario, os androids adoram os humanos, até porque os humanos são descontrolados, podem fazer oque bem entendem, os Loids querem isso, querem poder ser oque quiserem, por isso admiram eles....alguns pelo menos.

Existe um tipo de Loid que é caracterizado como criminoso, não porque faz coisas más, mas sim porque sua criação é proibida; os eroids são filhos de um humano com um loid; eroids, quando nasce a criança Eroid ela é morta na hora sem mais nem menos.

Eu não tenho nome, e nem mesmo um gênero, não faço a minima ideia quando eu nasci mas sei que tenho entre 20 a 21 anos, mas pode me chamar de nameless (sem nome) ou apenas less, trabalho para uma organização mercenaria.

Essa organização se chama Y7, tendo como lider um provavelmente humano que deseja a paz para todas as galaxias e todas as raças, seus membros são 4 humanos, 4 Loids e eu, cada humano tem um loid como meio de "proteção" até porque somos muito mais resistentes que os mesmo

Nosso quartel general fica na quinta galáxia ; sold, aonde fica a parte mais perigosa, aonde existe violencia, roubos, protituição, esse tipo de coisa, o casebre se localiza em um beco comprido com paredes de cimento cinza, contratando com a frente do estabelecimento; uma casa de madeira com grandes janelas parecendo vitrines, mas com cortinas fechadas, com apenas alguns planfetos grudados sobre o vidro, a maioria deles eram de numeros de detetives particulares (alguns membros faziam bico para se sustentar) ou planfletos de pessoas desaparecidas, duas grandes portas de carvalho, massanetas e juntamete com trancas de mesma cor.

Entrando no estabelecimento uma grande quantidade de livros era aparentes em enormes pratileiras, algumas mesas espalhas pelo comodo junto com sofás que se localizavam encostadas na parede.

Indo mais para frente ficavam um balcão de madeira escura, uma enorme quantidade de bebidas se encontrava na parede atras do mesmo.

Um pouco distante avia um quadro com algumas missões, como assinatos não resolvidos, procurados ou entregas perigosas.

As pessoas que trabalhavam lá eram mercenarias, trabalhavam tanto pra policia quanto pras gangs, estavam cientes que trabalhavam um pro outro, mas deixavam passar pois faziam as tarefas mais perigosas, ou seja, quem desse mais dinheiro ganhava.

Aviam algumas portas espalhadas pelo primeiro andar, lá tinha 3 portas uma com uma placa em dourada com duas letras, igual a porta que tinha em sua frente, e o banheiro era a 3 porta

No segundo andar na qual podia-se chegar a ele por duas escadas que ficavam lado a lado do bar, encima era uma estrutura que ficava acima do bar com apenas algumas cercas impedindo a queda de qualquer um lá de cima, apenas três portas havia no local, uma central que diferemte das outras que era feita de carvalho, a mesma era completamente preta, e mais duas portas que ficavam de cada lado da porta negra, iguais as do primeiro andar.

"Porque esse bar?"
A maioria das pessoas que trabalham lá passam 24 horas do seu dia lá, vendo isso o chefe decidiu criar o bar para assim as pessoas poderem relaxar, e não tem apenas bebidas alcoólicas lá, o cara que trabalha lá tambem fornece comida, bem, se não aceitar ele ficaria chateado

Era noite, estava frio, o planeta que estava localizado a base sempre nevava, mas dentro do estabelecimento estava aconchegante e uma leve musica de ambiente estava tocando.

Estava deitada no sofá do lado esquerdo, como estava deitada na metade do sofá meus pés ficavam na frente de uma das portas, chutava a mesma de forma ignorantemente forte, fazendo todo o ambiente tranquilo ficar insuportável com o alto "BAM BAM BAM".

O barman que estava no local ilustrava uma taça como se não estivesse limpa o suficiente, felizmente o homem estava acostumado com o som, o mesmo me olhou de relance e disse;

— Ele vai ficar bravo, pare antes que aconteça algum acidente...denovo

Quando o mais velho disse "denovo" paro de chutar a porta me sentando no sofá em seguida, o nome do maior era claude.

Usava uma camisa social com mangas longas brancas, um colete preto e uma gravata borboleta vermelha, junto com calça social preta com um sapato também sociais, continha cabelos negros, sua pele era um pouco morena, seus olhos sempre estavam fechados, não fazia ideia como conseguia enxergar.

Olhando para a direita vejo meu jaleco branco, arrumo rapidamente meus cabelos curtos rosados, deixando o mesmo mais bagunçado, coloco minha boina negra com um simbolo dourado, coloco meus cuturnos marrons, me levanto e logo em seguida me alongo deixando meu corpo estalar, colocando o jaleco amarrado em minha cintura em seguida.

Caminho até o balcão sentando em um dos bancos, o homem coloca um prato pequeno com fritas, em cima tinha uma grande quantidade de katchup picante, meu favorito.

— Não sei como consegue comer tanto molho picante — disse o homen na qual tinha uma aparencia de mais velho, seus cabelos pretos brilhavam com a luz ambiente, mesmo definindo como velho, o mesmo tinha aparencia de jovem, mas não se engane, o mesmo tinha 53 anos.

— É porque quando eu era pequena, o deus do ka... — falava eu em tom animado mas logo fui interrompida pelo homem.

— Você já contou essa -disse o mesmo voltando a ilustrar a taça.

— E já contei que eu na verdade sou um tomate em forma... -fui novamente interrompida.

— Acho que o molho está fazendo você ficar com alguma doença mental. — o homen segura a risada parado de mexer na taça pra tapar sua boca.

Um alto som de coisas quebrando ecoa pelo local, o barulho vinha do segundo andar, e em seguida um estrondo de vidro se espatifando no chão, coloco a mão no meu rosto pensando em seguida "ta viva"

— Ela acordou — disse o mais velho dando suspiro pesado, rapidamente me levanto indo para a escada, mas antes de começar a subir o velhote joga um frasco de plastico com muitas pilulas dentro. — mande ela tomar o remedio como uma pessoa normal e não tomar todas de uma vez.

— Não prometo~ — digo cantarolando enquanto jogava o frasco de remedio para cima pegando em seguida novamente o mesmo, começo a subir as escadas logo chegando no andar, fico de frente pra porta e suspiro.

Abro a porta e estava uma sala basica, dois sofás de veludo vermelho, uma pequena mesa de centro que continha alguns consoles novos e dois celulares, me aproximo pegando o meu.

Alguns papeis derrubados no chão, duas escrivaninhas negras,uma do lado da porta e outra na frente da janela.

A vista era de uma grande quantidade de casas entre becos, como se fosse um labirinto, geralmente lá ficavam prostitutas, e tabacarias.

Mais pra frente ficava a vista de a grande estrada principal, aonde tinha bordeis chamativos, mansões aonde ficava familias mafiosas e até mesmo organizações policiais como a nossa.

Do lado dessa janela tinha o quarto que tinha uma enorme cama com outra janela, do outro lado da fala tinha o banheiro.

Eu usava mais aquele local pois não tinha casa, então basicamente morava lá.

No chão avia muitas garrafas de vidro mas apenas uma quebrada (causadora do barulho), ao lado dela uma garota de cabelos compridos beges com uma camisa social amassada sem calça, apenas de calsinha.

Me aproximo do corpo e chuto o mesmo fazendo a garota dar um grunido como se fosse um animal, depois de algum tempo a mulher se levanta com dificuldade deixando amostra sua franja bagunçada e seus olhos que eram metade azul e metade vemelho, ela pega o frasco de minhas mãos tomando metade das pilulas lá dentro fechando em seguida.

— você bebeu mesmo em? Me pergunto se ficou assim por causa da bebida ou porque ficou vendo porno na internet — digo me sentando no sofá de modo jogado, falo a ultima parte brincando, pois aquela mulher era muito séria.

A mulher começa a fazer sinais com as mãos, ela fazia isso rapidamente e com destreza.

— "As coisas que eu vejo e que eu faço não são da sua conta" -a mulher informa isso usando libras.

— Eu sei disso Ciel, e também Claude disse para você não tomar as pilulas de geito retardado como sempre faz — digo mostrando a lingua, eu conseguia entender perfeitamente os movimentos da mesma.

Ciel é surda, era uma humana que foi feita pra matar, ela é muitas vezes fria e seria, seu rosto tem sempre uma cara de brava e cansada, deixando algumas pessoas muitas vezes com medo, Ciel consegue entender oque a pessoa diz só pelo movimento dos labios, mesmo que sua audição seja uma merda seus olhos são muito afiados.

— "Aconteceu algo enquanto estava pré-morta?" — a mesma perguta, não pude de deixar de rir da ultima parte.

— ND estão em uma missão da policia, fazendo uma ronda geral, logo vão voltar, Claude me deu comida mas não pude comer por sua culpa.- digo, ND era uma sigla para Noisy e Dimitri, uma das duplas.

— "Vamos trabalhar" — a mulher simboliza colocando o casaco azul, e em seguida sua calça preta social.

— Depende, alguma aposta? — digo abrindo um largo sorriso enquanto esfregava uma mão na outra.

— "Não" — quando vejo seus movimentos começo a rir de forma sarcástica botando a mão na frente da boca e outra na cintura

— Medo de perder...denovo? — dou uma risada maligna, quando olho novamente para a mulher era um rosto completamente sem expressão.

Ciel me ignora completamente se virando de costas indo em seguida para a porta, sabendo que não adiantava falar nada pois ela não escutava apenas suspiro seguindo a mesma escada abaixo.

Chegando lá uma mulher alta, tinha cabelo loiros chanel com uma franja que cobria seu olho esquerdo, seu olho que estava amostra era de cor roxa escura, usava uma grande casaco de pelos, uma camisa social branca com uma saia lapis preta e saltos altos, seu nome era Lala, estava em pé com os braços cruzados olhando o quadro de quest.

Quando percebe nossa presença, ela pega um dos papeis e coloca bem na frente do meu rosto.

"Chefe da turquesa está causando problemas, matar todos.
A policia irá limpar tudo e levar os corpos"

Ciel pega o papel, olho para ela, enquanto a mesma ainda olhava o papel, a mais velha apenas confirma com a cabeça.

Pego o celular que estava no bolso do meu short, o celular dessa epoca eram transparentes, completamente blindados, digito rapidamente um número, coloco o celular em meu ouvido.

— 'Mezzo falando, quem é?' — um homem com voz grossa fala de forma cansada.

— Meu sorvete favorito — digo contente, escuto um suspiro soar do outro lado da linha — seu suspiro é realmente sen..- sou interrompida quando Ciel me da um soco na costela. — desculpa desculpa.

— 'Vá direto ao ponto.' — fala o maia velho, ele estava começando a ficar com raiva, eu gostava de deixar os outros irritados.

— Bem..eu vou "passear" com os turquesas, eu vi seu anúncio, ou seja, cuide da sujeira~ — digo cantarolando

— 'HEY, não suje demais a cidade, e nem brique com os corp...' — interrompo a fala do mesmo.

— É claro que eu VOU sujar~ bye bye ♡ — desligo na cara do mesmo.

Olho para a Ciel, eu estava animada, dava pulinhos enquanto olhava o rosto serio da mulher, enquanto isso Lala coloca a mão em minha cabeça me obrigando a parar de pular.

Seu telefone toca, a mesma pega rapidamente começando a falar.

— Oh, querido. Sim estou disponivel essa noite. ok, te vejo essa noite~ — ela desliga o celular rapidamente guardando o mesmo em seu casaco.

— Era a Mama? — diz Claude que estava quieto até agora pouco, quando olho para o balcão percebo que as fritas ainda estavam lá, vou correndo até o banquinho sentando no mesmo começando a comer.

— Sim era, apenas um trabalho de guarda-costas — diz Lala dando um fraco suspiro.

— "Não gosta das mulheres falando de como você é incrivel batendo nos homens bêbados?" — Ciel faz sinais com as mãos, Lala apenas da um pequeno suspiro.

— Não é isso, eu fiz minhas unhas ontem, isso não é trabalho para uma dama como eu. — ela diz jogando sua franja para cima deixando uma cicatriz no olho direito ficar amostra.

— só ativar seu homen interior — digo terminando de comer.

— Assim as mulheres de lá vão babar por mim — diz ela dando de costas começando a caminhar até a porta enquanto ria. — bem, tenho mais coisas a fazer, até mais crianças e velho.

Ela sai e o som da porta se fechando ecoa pelo local, depois de algum tempo com um silencio Claude fala.

— É agradavel ver ela se encontrando. -diz o mesmo com orgulho, como se tivesse vendo um filho alcançar as expectativas de um pai.

— "Antes ele tinha uma cara de maluco, está até mais feminina que Less" — Ciel faz movimentos com as mãos, claude coloca a mão na boca segurando o riso.

— EU SOU UMA PESSOA SEM GÊNERO, ME RESPEITA — grito, dou um suspiro cruzando os braços virando o rosto.

Você se pregunta lala é "ele" e não "ela"? Bem, isso é algo para outra hora, e essa hora não é agora.

Me levanto da banqueta em que estava sentada, Ciel começa a caminhar para a porta, começo a seguir a mesma, levanto a mão esquerda para Claude.

— Temos trabalho a fazer também, até mais clau~ -digo cantarolando.

Vou até uma gaveta que tinha do lado da porta tirando duas pistolas da mesma escondendo as duas atrás do meu sobretudo.

Enquanto isso Ciel arrumava uma espada coberta em sua cintura, olho para a mesma, a mulher apenas afirma com a cabeça.

Saimos da residência fechando a porta em seguida, eu estacalo o QG seguidamente com Ciel atrás de mim.

O dia estava completamente sem nuvens, já era 7:00 da manha, mesmo com o céu aberto o dia ainda fazia frio.

Começamos a pular de telhado em telhado, mesmo o local sendo famoso por ser perigoso não era bom chamar muita atenção.

Faltava algumas casas para chegarmos até uma mansão que ficava perto da estrada principal, a mesma continha bastante janelas, era bem chamativa, na frente da residência estavam homens conversando, na qual um estava na frente de todos com duas mulheres que eram Loids.

Como Ciel lia labios, conseguia entender os homens, depois que a conversa dos mesmos acabaram, 3 homens entraram em um carro preto, enquanto o "lider" e mais 3 pessoas entraram em um carro branco.

— "Vão para o beco de negociações" — faz os simbolos com as mãos.

Logo sorrio de orelha-a-orelha sabendo oque viria a seguir.

Notas finais
Muito obrigada por lerem até aqui, qualquer erro me avisem.