Notas iniciais
Então gente, me inspirei na música XO da diwa Beyoncé pra fazer essa merda aqui. Não foi betada, por tanto sorry qualquer erro aí, okay? Meu primeiro lemon, então relevem.
ENJOOOOOOOY PORRA ♥
P.s.: o Hale aqui fica bêbado SIM se não não teria graça, convivam com isso euheua

Isso já é sacanagem.

Faziam mais de trinta minutos que eu estava escorado naquela parede só aproveitando a bela vista de um Derek que vestia apenas uma calça jeans – justa como sempre – e dançando em cima de uma mesa. Aquela cena era o tipo de coisa que eu nunca pensei que iria presenciar em toda a minha vida, mas lá estava ele, se remexendo sobre a superfície da mesa, dançando alguma música aleatória, segurando uma garrafa de vodka e olhando para mim com o olhar mais malicioso que eu já vira. De vez em vez seus lábios faziam contato com o gargalo da garrafa, sugando o liquido que havia dentro. Seus olhos estagnados em mim, sua mão direita sendo levantada e a regata branca que outrora moldava seu peitoral rodando no ar. Um sorriso escapou por meus lábios e eu consegui impedir que um filete de baba escorresse por eles.

Your love is bright as ever
Even in the shadows
Baby, kiss me
Before they turn the lights out

Desencostei da parede, entrando no balanço da nova música que enchia o ambiente e sorri mais ainda quando vi a figura grande e musculosa pular da mesa, causando um muxoxo audível das pessoas que admiravam aquela cena dos deuses. Derek veio caminhando até mim, seus passos tão lentos quanto os meus. Virei de costas, perdendo a visão dele, mas sentindo o calor do seu corpo se encontrar com o meu e seu corpo chocar contra minhas costas. Arranquei a garrafa de suas mãos, dando uma bela golada no liquido e sentindo o mesmo descer queimando por minha garganta. Joguei a garrafa vazia em algum canto da sala colorida pelas luzes e puxei as mãos do homem em direção à minha cintura, suspirando com o forte aperto que ele me deu.

Remexia-me na pista com lentidão, sentindo cada pedacinho do corpo de Derek esfregando-se em mim, recebendo as carícias de seus dedos em minha cintura e as mordidas que o mesmo depositava em meu pescoço.

Your heart is glowing
And I'm crashing into you
Baby, kiss me
Before they turn the lights out
Before they turn the lights out
Baby, love me lights out

- Certeza de que quer isso?

O sussurro em meu ouvido foi a gota d’água para que todos os pelos do meu corpo se arrepiassem e eu me ver completamente entregue ao homem colado em minhas costas. Virei meu corpo, dando de cara com um sorriso torto e os olhos verdes quase penetrando minha alma. Espalmei minha mão acima do cós da sua calça, subindo devagar, prosseguindo sobre a curva do pescoço e chegando finalmente à nuca. Apanhei um punhado do cabelo negro do homem e o puxei para mim, minha boca ficando na altura de sua orelha.

- Está ouvindo essa música? – disse.

Um silêncio nos envolveu e a concentração do Derek na música que enchia os quatro cantos da balada era quase palpável.

In the darkest night, I'll
I'll search through the crowd
Your face is all that I see
I'll give you everything
Baby, love me lights out
Baby, love me lights out
You can turn my light down

O sorriso que se apossou dos lábios do moreno acendeu uma chama dentro de mim. Senti ser calorosamente enlaçado pelos braços fortes de Derek, cedendo a vontade de fazer companhia a minha outra mão em sua nuca.

- Nós não temos a eternidade... — agarrei sua orelha entre meus dentes – É melhor você me beijar.

O homem mordeu devagarzinho o meu queixo, arrancando-me um suspiro abafado e agarrou minha mão, puxando-me corredor adentro de um dos cantos daquele local.

Os versos da música dançante ainda ressoava em meus ouvidos, e a língua do moreno fazia a festa em minha boca, combinando com o barulho avassalador das batidas do meu coração.

Nobody sees what we see
They're just hopelessly gazing
Baby take me, me
Before they turn the lights out
Before our time is run out
Baby love me lights out

- O seu objetivo é me deixar louco, é isso? – perguntei entre arfadas e sorrisos que, por mais que eu tentasse, não saiam de meus lábios.

- E se for? – o mais velho insistia em continuar sussurrando ao pé do meu ouvido, deixando tudo mais quente ao meu redor.

- Se for, meu amor... Você está conseguindo. – encerrei o papo ali, alcancei o botão de sua calça jeans, desfazendo-o logo em seguida junto com o zíper. Derek agarrou minhas coxas, pondo minhas pernas envolta de sua cintura. Gemi com o contato repentino entre nossos sexos. Prendeu-me mais fortemente contra a parede fria, minhas costas deslizando para cima e baixo enquanto o homem simulava estocadas, friccionando seu corpo ao meu.

Todo o calor obtido pelo contato entre nossos corpos já estava me deixando louco e eu dei um fim aquela agonia. Impulsionei-me para frente, tomando cuidado para manter o equilíbrio no colo do homem e não fazer com que nós dois caíssemos. Ataquei seus lábios com voracidade, o gosto do álcool ainda presente em toda extensão de sua língua. Derek deslizou suas mãos por minhas costas, encontrando a barra da camiseta e adentrando ela. A pele grossa de suas mãos apalparam todo pedaço de carne que ele encontrava em minhas costas, meu quadril, meu abdômen, meus ombros. Afastei meu rosto o suficiente, vasculhando com os olhos aquele corredor deserto e escuro. Uma porta apareceu no campo de minha visão e um sorriso imediatamente se apossou de meus lábios. Desci do colo de Derek, reclamando internamente pelo contato perdido, e corri até aquela porta, dando a sorte de encontra-la destrancada. Adentrei a sala, encontrando nada mais do que um sofá velho em um canto, várias estantes com discos que, provavelmente, não eram utilizados há muito tempo, algumas pick-ups quebradas amontoadas em um canto, muita poeira e artigos que normalmente se encontram numa balada fuleira como aquela a qual eu tinha encontrado um Derek insanamente quase nu e sem aquela carranca habitual.

Caminhei até uma mesa, jogando as coisas que nela haviam no chão e sentando na mesma. Observei quando a sombra do homem adentrou a sala e fechou a porta. Uma pequena janela jazia num canto da sala, o que não fazia muita diferença, já que a luz que ela fornecia dava-me para ver apenas o rosto do mais velho. Mas falando a verdade, aquilo já estava de bom tamanho para mim.

Seu corpo encostou-se com o meu novamente, dessa vez botando força para que eu me deitasse na mesa, e foi exatamente o que eu fiz.

Seus lábios grudaram em meu pescoço, mordendo, chupando e lambendo. Cada ato do Derek me deixava cada vez mais necessitado, mais excitado. Cravei minhas unhas em cada lado de sua barriga, arranhando até embaixo, onde eu consegui abaixar seus jeans até que eles descansassem sobre seus pés e a visão de sua boxer preta com uma interessante elevação no centro encher minha boca de água.

Derek sorriu pra mim, beijando-me novamente e desfazendo-me com pressa de todas as minhas roupas. Não tive muito tempo de reagir ou até mesmo pensar quando minha cueca foi puxada sem cerimônia alguma para baixo e meu pênis saltar alegre para fora. Eu ri da expressão quase esfomeada que o homem fez e ele me olhou confuso.

- Vá em frente, lobão. – ronronei.

O moreno ajeitou-se mais para perto de mim, abaixando a cabeça tão lentamente quanto pôde, não desgrudando seu olhar do meu, o que só tornou a situação mais tentadora.

Um beijo casto foi dado bem na cabecinha do meu pau e Derek fez questão de assopra-la, o ar quente saindo de sua boca diretamente pro meu membro, causando um frisson gostoso.

Sua língua correu toda extensão do meu pau, da base até a ponta, quando ele finalmente agarrou-o na mão e o pôs quase inteiro na boca. Eu não era lá essas coisas, mas posso muito bem dizer que em questão de tamanho eu dou de 10 no Kid Bengala.

Minha cabeça, que antes pendia para poder contemplar toda aquela cena, caiu sobre a mesa e eu revirei meus olhos, o prazer consumindo toda a energia que ainda restava em meu corpo.

Agarrei o cabelo de Derek, forçando-o a ir mais fundo, mas o mesmo permanecia em seu próprio ritmo, tentador e insuportavelmente lento. Me enraivei com a velocidade e a provocação do mais velho, empurrando o quadril para cima, recebendo graças aos Deuses o que eu queria. Continuei naquele mesmo processo de subir e descer o quadril durante o que deveria ser dois minutos, até o Derek me segurar contra a mesa e impedir-me de prosseguir.

- PORRA DEREK! MAIS RÁPIDO CARALHO! EU QUERO MAIS! – gritei sem cautela para o homem, que apenas riu e continuou sua administração.

Sofri com a provocação até decidir que já dava e puxei o moreno pra cima, segurei seu rosto e tomei seus lábios nos meus. Desci minhas mãos mais uma vez por seu corpo, provando daqueles músculos maravilhosamente construídos. Cheguei à sua cueca, espalmando minha mão sobre a enorme protuberância. Abaixei a cueca num ato só e contemplei a vista.

Pessoal, conheçam a causa da minha morte.

O pinto de Derek Hale.

- Vai ficar aí só no “observo” ou vai logo fazer o que eu sei que você tá doido pra... – não o deixei continuar, a última coisa que eu precisava agora era do deboche do homem. Avancei na direção do seu baixo-ventre, sentindo o cheiro impregnar meu nariz e minha boca salivar de ansiedade. Abocanhei o membro em um só segundo, sofrendo com o tamanho e a ânsia de vômito repentina, mas pouco me fodendo pra isso.

Tentei arrumar uma posição que não me desse uma dor de coluna, e acabei deitado na mesa novamente, porém com um Derek sentado em meu torso e um pau mais que gostoso enfiado em minha boca. Lambi, mordi, masturbei-o até lambuzar toda a minha mão e boca com o seu pré-gozo e senti-o começar a ter espasmos acima de mim.

- Não agora, baby. – murmurei, trocando de posição rapidamente, fazendo-o ficar sentado na mesa comigo em seu colo. Fiz o que pude para não pirar com a fricção entre nossos membros, porém isso não funcionou muito.

- Como você quer isso? – o moreno disse.

- Não está meio óbvio? – respondi-lhe.

Derek torto para mim, cravando suas unhas em meus quadris e levantando meu corpo, encostando sua glande em minha entrada.

- Oh meu Deus... – as palavras quase não saíram e a provocação do Derek só piorava a situação. – Ande logo com isso, mete logo Derek!

- Calma Stiles... Calma... – o homem disse ainda com aquele puto daquele sorriso no rosto.

- Calma é o caralho, não tá vendo que a situação está critica? Me fode logo ou eu saio daqui e procuro outro cara gostoso que satisfaça minhas necessidades!

O aperto em meu quadril aumentou. O hálito, agora fraco, do álcool inundou meus sentidos e a boca do moreno fez contato com meu ouvido.

- Você não ousaria.

E ele entrou.

O grito gutural que escapou dos meus lábios foi inevitável, mas nem a minha expressão de pura dor fez Derek ter pena de mim e ir com a “calma” que o mesmo falara há instantes.

- Vamos lá, Stiles! Não era você que queria que suas necessidades fossem satisfeitas? Aproveite! – o homem rosnou, marcando minha bunda com o tapa que foi deferido

- Puta que pariu! – gritei, pulando no colo do homem, aproveitando a dor que se esvaia dando lugar a mistura de sensações prazerosas que se apossava por todo o meu corpo.

Lambi o pescoço suado de Derek, o gosto salgado tomando minha língua. Os pequenos gemidos e suspiros que o moreno davam acendiam uma fogueira dentro de mim, me deixando ainda mais excitado. Já eu, meu bem, controlar esse tipo de coisa nunca foi meu forte e o que eu mais fazia era xingar e gemer pra ele meter mais forte.

- Cristo, Derek, mais rápido! – impulsionava mais ainda meus quadris para cima e para baixo, gemendo com o atrito do meu membro com o abdômen gostoso de Derek.

- Cala a boca, Stiles! – o homem rosnou atacando minha boca e me calando. Minha língua dançava em sua boca quase no mesmo ritmo de suas estocadas, se isso era mesmo possível. Derek mordia meus lábios sem cuidado algum, deixando-os latejantes.

Segurei em seus ombros firmemente, me mantendo equilibrado em cima dele. A madeira da mesa velha fazia um barulho estranho e balança a todo momento.

- Merda, to vindo... Isso... Oh! – senti a mão pesada de Derek agarrar meu pau, masturbando-me. Enfiei meu rosto em seu pescoço, mordendo a pele com toda a minha força enquanto em vinha num orgasmo delicioso. Os jatos do meu gozo voaram até aterrissarem em meu abdômen, sujando também o do moreno e sua mão que administrava meu pau. Derek não demorou muito para vir também, me assustando com o grito que o mesmo deu e o aperto que seus braços me deram.

Permanecemos naquela posição por no máximo cinco minutos, apenas estabilizando nossas respirações e desfrutando a sensação gostosa da brisa que vinha daquela janela que esfriava o suor de nossos corpos.

- Melhor ideia que eu já tive na minha vida foi sair da minha caminha confortável para vir pra essa balada idiota. – confessei e recebi silêncio em troca. Afastei-me o suficiente de Derek para olhar em seu rosto e o ver de olhos fechados e ressonando baixinho. O imbecil estava dormindo! Não sabia se ficava com raiva ou apenas ficava lá observando aquela cena tão meiga. Suspirei e fiz pressão para baixo, deita-nos na mesa lentamente. Saí de cima do moreno, procurando minhas roupas e vestindo-as em seguida. Olhei para o homem nu que dormia tranquilamente e decidi que não poderia ir embora assim depois de um sexo tão maravilhoso com o lobo. Procurei por aquela sala alguma coisa a qual eu pudesse deixar um recado para o homem e assim que encontrei me apressei em fazer o que estava em minha mente e ir embora dali.

Dei uma última olhada naquela cena que ficaria para sempre em minha mente e sorri, saindo da sala e sendo surpreendido pelas batidas fortes do som alto da balada. Segui meu caminho, nunca deixando que o sorriso escapasse de meus lábios.

^^

Derek acordou desorientado e com tudo quanto era parte do seu corpo doendo, inclusive sua cabeça. Espantou-se com o fato de estar numa sala escura, deitado em cima de uma mesa e pior, completamente nu e com uma substância seca – porém ainda um pouco pegajosa – em sua barriga. Coçou os olhos e vasculhou o lugar a procura de suas roupas, chegando à conclusão de que, provavelmente, ele havia bebido demais e foi abusado por um estuprador. Não se lembrava de porra nenhuma, mas sabia que seu tio não sairia ileso por convencê-lo a “ser mais social e se divertir um pouco”. Estava pronto para sair da sala, porém seus olhos pararam num pequeno pedaço de papel manchado em cima da mesa, o qual ele não havia notado. Pegou o papel e leu com dificuldade o que estava escrito, já que a dor de cabeça causada pela ressaca mexia um pouco com a visão do lobo.

I love it like XO

I love you like XO

Notas finais
E AI? COMO FOI? FOI BOM? FOI HORRÍVEL? FOI RIDICULO, PODRE, COISA MAIS FEIA DA VIDA DE VOCÊS?? EU SEI!
Digam o que acharam, babys.
E você, lalla, faça o favor de comentar se não eu te mato sua viada!
Um beijo crianças '3'
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!