X-MEN Origens: Vampira

7 A ajuda bate á porta


Finalmente chegamos no prédio, subimos as escadas animadamente, rindo e fazendo brincadeiras umas com as outras. Ao chegar no apartamento, começamos a conversar sobre o acontecido e outras coisas que envolviam as nossas "habilidades".

Tabitha tinha ido tomar banho, então eu e Kitty ficamos sentadas na sala, tagarelando incessantemente.

A campainha tocou após 10 minutos do início da conversa. Aquilo silenciou todas nós.. Quem sabe, poderiam ser os Tiras procurando pelas responsáveis da briga na Rua Woodscane.
Ou poderiam ser apenas os meninos de dez anos que moram no apartamento em frente, já seria a quarta vez que eles tocam-na e saem correndo como se nunca fossemos descobrir que são eles.

Kitty estava sentada no sofá e instantâneamente me encarou, e eu fiquei sentada quieta e imóvel no tapete felpudo, até que Tabitha, que estava tomando banho, gritasse:

– Cês não vão atender essa campainha ai?

Então, Kitty levantou-se do sofá e gritou com a voz trêmula e fina:

– Q-Quem é?

Ninguém respondeu, na verdade estava tudo silencioso, (exceto o chiado do chuveiro ligado e Tabitha cantarolando Backstreet Boys), então levantei cuidadosamente e fui até a porta para ver quem era.

Respirei fundo, encarei a porta e então abri.

Era um homem, um homem careca com olhos claros e sobrancelhas grossas, usava um terno muito sofisticado e estava em uma cadeira de rodas...
Junto á ele, estava uma garota ruiva, alta e esbelta com olhos verdes, vestindo uma roupa despojada e estilosamente unica.. devia ter 19 anos no máximo.

O homem me sondou com o seu olhar profundo, e então se apresentou:

–Olá Anna, meu nome é Charles, Charles Xavier. — dizendo seu nome com uma intensidade fora do comum.

–Sou professor da Escola para Jovens Superdotados de Bayville, essa moça ao meu lado se chama Jean Grey, ela está aqui comigo pois precisamos conversar com você e com suas amigas.– fez uma pausa e continuou.

–Podemos entrar? — perguntou ele educadamente.

Dei espaço para ele e Jean entrarem no apartamento...
Kitty os cumprimentou com muita educação e curiosidade, e Tabitha (que saia do banheiro no mesmo instante) deu um tchauzinho envergonhado, quase deixando a sua toalha cair no chão e correndo para seu quarto.

Quando Tabitha sentou-se conosco no sofá, Charles começou a explicar o porque de sua visita. Ele disse que nos localizou por um tipo de mega-computador que rastreia atividades mutantes em todo o mundo, chamado Cérebro, e que já sabia que nós três éramos mutantes pelo uso dos nossos poderes há poucas horas atrás.

Ficamos tensas, mas a foi tudo se esclarecendo de acordo com que ele explicava a situação, de forma que poderíamos correr perigo se não estivéssemos em um local onde nos permitissem usar nossos dons sem qualquer receio ou reprovação, incluindo que não deveríamos nos preocupar pois ele e Jean eram mutantes também, e queriam que fossemos com eles até Bayville para podermos aprimorar e controlar nossas habilidades em sua escola.

Eu não sabia o que dizer, mas todas nós acabamos concordando pois todo aquele papo nos fez sentir de certa maneira "unicas" (até porque Charles e Jean passaram muita confiança para todas nós durante a longa conversa).

Não havia motivos para não tentar.


Arrumamos nossas mochilas depressa, enquanto os dois esperavam na base escadaria do prédio.
Descemos e quando saímos do prédio, algo nos estonteou.
–Meninas! — Jean estava acenando para nós ao lado de uma Limousine preta.

Ficamos ansiosas e então partimos para Bayville ao melhor estilo Las Vegas.

Notas finais
No momento em que Charles e Jean aparecem na porta das garotas, você deve se perguntar: Como diabos ele subiu as escadas com a cadeira de rodas? Simples, Jean com seus poderes telecinéticos levitou Professor até o andar correto.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.