Wrong Person

11 Continuando a História


Notas iniciais
titulo podre... mas cap. importante! leiam e me contem o que acham, please!

-Havia nove. Nove cupcakes. Nove deliciosos cupcakes preparados especificamente para você. E apenas um, apenas um iria te fazer desmaiar. O roxo, o que tinha o moranguinho em cima. E você pega exatamente esse. Sinceramente, Senhorita Hoppas, você não é a pessoa certa.

Aquelas palavras com um fundo de irritação de Sir Hopkins me fizeram pensar alguns instantes, estava começando a realmente acreditar que tinha algo de errado comigo.

-Eu estava contando a minha história, abrindo a minha vida para a senhorita, e desmaia?

-Desculpe Sir... –minha voz ainda estava meio abatida- Mas eu te entendi... Entendi o que você fez...

-E quem disse que eu terminei? Você só ouviu até a parte que consegui chegar à Rússia fingindo ser um soldado nazista.

Me ajeitei na poltrona, ainda estava na sala dele. Fiquei pensando, será que eu tinha passado a noite lá? Olhei para ele, me encarava de um jeito estranho. Não sei se estava indiferente ou irritado.

-Por que não continua sua história agora?

-Bem, refugiei-me na casa de um parente distante até o fim da guerra. Depois, voltei a Inglaterra para tentar reencontrar meus pais. Recebi a noticia da morte deles de um antigo vizinho. Acha que eu fiquei abalado?

Ia fazer que sim com a cabeça, mas achei melhor não. Eu duvidava um pouco daquela frase.

-Não. Permaneci na antiga casa deles até completar 35 anos. Foi durante esse período que planejei o que estou realizando agora, minha agencia. Minha agencia de modelos. Mas, vou contar-lhe um segredo, não conte a ninguém ouviu?

Fiz que sim com a cabeça.

-Não é uma agencia de modelos de verdade. É uma agencia de espiões. –ele sorriu daquele jeito psicopático novamente.

Então era isso, espiões. Ele treina espiões?

-Desenvolvi varias armas secretas enquanto estava no Reino Unido. Viajei para a América e tentei vendê-las para o governo dos Estados Unidos. Eles não aceitaram, dizendo serem falsas.

“Eu estava revoltado contra aqueles norte-americanos arrogantes. Tinha decidido ajuda-los, eu, um russo, em plena Guerra Fria e eles viram as costas para mim. Foi nessa viagem que conheci Jennyfer. Seu pai era um dos homens mais poderosos no FBI, um dos que recusou minhas invenções. Mas ela, uma garotinha de apenas 12 anos, ficou encantada com o que viu. Tentou convencer o pai, que recusou mais uma vez.

-Como entrou nos EUA sendo russo?

-Sou cidadão inglês, na verdade, sou Sir. E tem uma algo muito prático chamado indentidade falsa.

Fiquei espantada em ver que ele era oficialmente nomeado Sir. Nesse momento, alguém bateu na porta, nos interrompendo. Era Jennyfer.

-Senhor? –Hopkins olhou para ela, um tanto quanto irritado por ter sido interrompido- Preciso de sua permissão para integrar Hoppas.

Notas finais
espero que tenham gostado e pretendo escrever bastante nas férias, que estao chegando. adios!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.