Wrong Love
5 Capítulo 5
POV Kurt
Estava no meu camarim pensando em como falar para o Axl que eu gosto dele.
– Se eu não falar com ele, eu vou me arrepender...
Fui para o camarim de Axl, bati na porta e em poucos segundos ele abriu a porta:
– Eu te amo – o beijei – e eu não me importo com mais nada, eu só preciso de você. Eu te amo, Axl Rose.
– Eu também te amo, Kurt Cobain.
Três semanas depois – POV Axl
Faz três semanas que eu e Kurt estamos juntos, posso dizer que essas semanas foram as melhores semanas da minha vida.
As únicas pessoas que sabiam eram os garotos do Guns e do Nirvana. O único problema era Slash; sempre que eu e Kurt estávamos juntos, ele tentava atrapalhar. Eu tentava não ligar, mas a minha paciência tem limite e ele estava conseguindo atingi-lo.
#FLASBACK TRÊS DIAS ANTES
Eu estava com o Kurt na minha cama no ônibus de turnê, eu estava em cima dele e as coisas estavam começando a esquentar. Eu ia tirar a blusa dele e um solo de guitarra começou de repente, me assustando, e eu cai no chão por causa do susto. Kurt começou a rir:
– Ri mesmo, não é com você! – Eu disse.
– Foi engraçado.
– Eu não achei engraçado.
– Eu também achei engraçado – Slash falou com uma guitarra na mão.
– Você fez isso de propósito.
– Claro que não, por que eu faria uma coisa dessas? – falou cínico.
– Desgraçado!
– Calma, Axl, por que você está tão estressado?
– Slash, você pode, por favor, deixar a gente em paz? – Kurt perguntou.
– Só por que você pediu meu amor. – Eu ia bater nele, mas Kurt me segurou.
– Não bate nele. É isso que ele quer.
– Ele te chamou de “meu amor”. Você é só MEU amor.
FLASHBACK OFF
– Então, como vai ficar o namoro depois da turnê? – Izzy perguntou pra mim.
Hoje seria o ultimo show e eu estava muito nervoso com isso. Eu não sabia se o Kurt ainda iria querer ficar comigo mesmo depois da turnê.
– Eu não sei, eu quero continuar, mas não sei se ele vai querer.
– Eu duvido que ele vá querer continuar com você, ele não te ama. – Slash disse. – Ele só está te usando, como ele fez comigo. Daqui a pouco vai aparecer outro cara e ele vai atrás dele igual ao puto que ele é.
Não aguentei depois dessa e dei um soco nele. Ele cambaleou pra trás e eu lancei outro soco, fazendo-o cair no chão. Sentei na barriga dele e comecei a dar vários socos nele, descontando toda a minha raiva. Ele puxou meu cabelo, conseguiu ficar por cima, começou a me socar e depois tudo ficou escuro.
POV Kurt
Eu estava conversando com o Dave e Krist sobre a setlist do show quando vários seguranças passaram por nós. Escutei um deles falando sobre uma briga e os nomes “Axl” e “Slash”.
Olhei para Krist e Dave e fui atrás dos seguranças. Em poucos segundos, vi o corpo de Axl no chão e seu rosto todo machucado e uns seguranças segurando Slash. Tentei chegar perto do corpo de Axl, mas os seguranças me impediram.
DOIS DIAS DEPOIS – POV Kurt
Em todas as revistas, jornais e noticiários falavam sobre a briga de Axl e Slash. Axl estava no hospital e Slash tinha sumido.
Eu estava no quarto do hospital em que Axl estava, olhando pela janela que dava pros fundos do hospital, esperando Axl acordar. Eu olhei para a cama e o mesmo estava de olhos abertos, olhando para o teto.
Cheguei perto da cama e toquei a mão dele, ele me olhou.
POV Axl
Senti um toque na minha mão e abri meus olhos, vi o Kurt e sorri.
– Como você está se sentindo, meu amor? – Ele perguntou.
– Com um pouco de dor.
– Eu tenho que chamar o médico, já volto. – Me deu um beijo e saiu.
Depois de um tempo ele voltou com um médico, este me perguntou como eu estava e me levou para fazer alguns exames.
CINCO DIAS DEPOIS
Eu estava no meu apartamento, tinha acabado de chegar do hospital e Kurt tinha ido a farmácia comprar os remédios que o medico tinha mandado.
Recebi um telefonema do meu empresário, ele falou que eu podia descansar em paz e que o Slash não queria mais tocar no Guns.
Eu queria beber para comemorar, mas o medico tinha me proibido de beber qualquer coisa que tivesse álcool e, mesmo que eu tentasse beber alguma coisa, o Kurt não ia deixar.
MEIA HORA DEPOIS
Estava deitado no sofá, minha cabeça doía um pouco pela posição em que se encontrava. Meus pensamentos estavam longe, mais precisamente em um homem que eu nunca imaginei que iria tomar tanto assim de meu tempo. Kurt.
A campanhinha tocou, fui lentamente até a porta, abri e vi que era Kurt.
– O que aconteceu? Você demorou. – Eu falei.
– Axl, você sabe que eu te amo.
– Sim, mas o que aconteceu?
– Eu tenho que ir pra Seattle.
– Pra que?
– Tenho que resolver algumas coisas com a minha ex-mulher, mas volto no máximo em duas semanas.
– O que aconteceu?
– Nada de mais, é só uns papéis que eu tenho que assinar. E eu quero passar um tempo com a minha família... Prometo não demorar. – Ele falou se aproximando e me deu um selinho. – Axl...
– O que?
– Não acredito que vou falar isso... Quero-te dentro de mim, Axl! – Logo ele tomou minha boca em um beijo urgente, sua língua explorava cada canto de minha boca, chupei seu lábio inferior e ele suspirou.
Lentamente tirei sua blusa e ele fez o mesmo com a minha. Ainda o beijando, fui guiando-o até o meu quarto, onde o deitei em minha cama e subi por cima dele.
Sua mão foi descendo lentamente pela minha barriga até chegar a minha bermuda, onde rapidamente a desabotoou e, como se fosse fácil, a retirou com os pés. Desci meus beijos para o seu pescoço onde eu deixei beijos, mordidas, lambidas e chupões. Ele deu um gemido alto quando eu chupei seu pescoço o lambendo logo em seguida.
Logo um sorriso malicioso apareceu em seus lábios. Ele tocou a barra de minha cueca box, logo sua mão invadiu minha cueca pegando em membro ereto, foi impossível controlar o urro de prazer. Ele me masturbava com maestria, logo eu tirei sua calça e sua cueca. Ele inverteu as posições e sua boca foi direto ao meu membro.
– Kurt, você quer me matar! – Grunhi, gemendo.
– Mas eu ainda nem comecei. – Ele sorriu.
Não aguentando mais!
Eu o puxei e fiquei em cima novamente, lentamente fui o penetrando. Kurt fechou os olhos com força e mordeu o lábio.
– Te machuquei? – Ele negou com a cabeça.
Logo eu não conseguia mais me controlar, o ritmo era rápido, nossas respirações estavam ofegantes. Logo um gemido alto foi ouvido, Kurt havia chegado ao seu ápice. Investi mais algumas vezes e logo gozei também.
DIA SEGUINTE
– Promete voltar pra mim? – Perguntei depois de um beijo intenso, nós estávamos no banheiro do aeroporto.
– Sim.
– Kurt...? Namora comigo?
– Namorar?
– Sim, eu quero que todos saibam que você é só meu.
– Eu quero, mas vamos esperar mais um pouco pra sair contando pra deus e o mundo.
– Ok...
Beijamos-nos pela ultima vez e ele se foi.
FIM
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