Worlds

2 Realidade com um toque de fantasia Parte 1


Notas iniciais
Como no outro, leiam e depois eu perturbo voces. Espero que gostem ^^

– É impossível! É totalmente impossível!

Arthur resmungou adentrando a Gakuen Hetalia, o colégio que estudava já fazia dois anos e dois meses e do qual nunca tinha tido nenhum problema que não pudesse resolver ou fugir rápido até a repentina tarde chuvosa do dia anterior. A escola estava como sempre, ela era dividida entre dois prédios, um que ficava a direita do espaço e era onde ficava os clubes, um local colorido e do qual Arthur nunca passara durante seu tempo ali. Do lado esquerdo ficava a quadra e a piscina que ele sempre ignorara também e ao centro o local que passava maior parte da manhã. O prédio central continha quatro andares e um total de 600 alunos que estudavam naquele edifício. Esse numero, dividido entre primeiro, segundo e terceiro ano. Mais mesmo dividido em três, era impossível que Alfred, o garoto doido do dia anterior o encontrasse entre os 200 alunos do 3º ano situados entre o terceiro e quarto andar.

– A única forma de acreditar no impossível é acreditar que é possível. — Arthur disse para si entrando dando um passo para dentro da escola e ao chegar no meio do caminho rumo ao prédio principal soltou um suspiro. — Então se eu to dizendo que é impossível, é impossível!Ele não tem como me achar aqui...

– Alfred ? Chegando cedo, voce ?

Arthur ouviu uma voz e se virou para trás vendo dois jovens que ele não parou para identificar como eram, apenas correu por reflexo para dentro da escola assustando quem estava no espaço e quando ficou entre os armário do primeiro ano, situado no corredor do primeiro andar, começou a respirar rápido como se tivesse acabado de correr uns 10 quilometros.

– Foi só impressão minha. Desde de manhã você tá com esse complexo de perseguição Arthur. Não seja idiota!

– Arthur ?

Ele se virou rapido assustado com quem tinha chamado, ele tinha o achado, não podia encontrar com o garoto doido de novo, se preparou para o empurrar e sair correndo, mais quando se virou a única coisa que fez foi enrugar a cara. A sua frente estava um loiro como ele mais seu cabelo era escorrido e maior e por causa da barba mal feita e do estilo desleixado que vestia o uniforme parecia ser um aluno bêbado ou drogado. Arthur agradeceu mentalmente mais ao mesmo tempo pediu para se matar antes de finalmente pronunciar o nome do que estava a sua frente.

– Francis.

– Falando sozinho Mon amor ? Os livros estão começando a te afetar ?

Ele respondeu abrindo um sorriso meia boca que apenas fez Arthur se irritar mais, não estava com cabeça para o enfrentar.

– É você que esta ouvindo coisas Francis. Vai enfiar a cara em alguma garrafa vai! Não to com paciência hoje...

– Paciência é algo que você nunca teve pelo que eu saiba senhorzinho...

– Vá a merda Francis. Tenho que ir pra sala. — Arthur disse seguindo caminho pelo corredor mais quando dobrou o caminho, ele voltou atrás, correndo de volta para onde Francis ainda estava. No fim do corredor tinha um loiro de tamanho igual ao de Alfred e ele sem pensar duas vezes correu do local e Francis olhou para ele sorrindo.

– Gosta de estar perto de mim Monsier ? Sei que sou lindo mais...

– Para de bancar o francês. Eu só... preciso ir no banheiro. — Ele resmungou correndo para o banheiro que havia entre os armários e foi até o espelho onde se encarou vendo ele com um feição apavorada. — Qual o meu problema ? É só um garoto retardado que esqueceu de crescer... Tá! Crescer mentalmente só. Mais não é ele que vai desmanchar minha vida. Eu sou Arthur Kir...

Antes que terminasse de falar uma das portas dos inodoros se abriu, mostrando um loiro alto, mais ele tinha o cabelo curto e bem arrumado para trás e tinha um olhar sério que fez Arthur recuar, estava falando sozinho no local errado, mais não era por isso que iria se sentir intimidado. Isso nunca tinha acontecido antes, já que ele nunca tinha dado motivo para isso.

– Tá olhando o que ? Parece que viu alguém que conversa sozinho!

Arthur resmungou saindo do banheiro e logo saiu correndo para o elevador que era no fim do corredor e apertou o botão ficando a aguardar o portão de metal abrir. Não tinha com o que se preocupar, pelo que lembrava, Alfred tinha dito que era do primeiro ano, quando ele chegasse a sua sala no quarto andar, não teria mais como ele o encontrar. Na verdade, não conseguia uma resposta do motivo de tanto medo de o encontrar. Não era como se ele pudesse lhe fazer alguma diferença.

– Voce viu aquele quadrinho que saiu ontem ?

– O do super-homem ? Eu vi sim.

Duas vozes vieram do fim do corredor e fizeram Arthur dar um pulo e olhar para os números do elevador que ainda estava no terceiro andar. Estava falando de super heróis e isso o fez lembrar da conversa que tivera no dia anterior e teve a louca dedução de que Alfred estava no fim do corredor. Voltou a olhar o elevador que chegara agora no segundo andar.

– Não gostei muito não. Eu poderia ter feito muito melhor do que ele.

A voz estava mais perto, e o que a voz tinha dito só fez que sua dedução praticamente impossível de estar certa o perturbasse por dentro, olhou mais uma vez para o elevador e acabou desistindo e correndo para as escadas subindo até o quarto andar correndo, porem quase morrendo de falta de ar.

– Arthur ?

Uma voz feminina falou e ele olhou para frente, vendo uma garota morena com a cabeça para o lado o que fazia suas marias chiquinhas de tom castanho pressas com duas fitas vermelhas também irem um pouco para o lado, e seu olhos castanhos mostravam estar preocupados com ele que como sempre fizera, a ignorou enquanto respirava fundo e se recuperava da situação idiota que passava.

– Bom dia Amy...

– Voce acabou de vir pelas escadas ? Está bem ?

– Mesmo se não estivesse, você não iria saber.

Arthur respondeu seguindo pelo corredor e não ligando em a deixar para trás mais isso não foi possível por ela o seguiu, já que eram da mesma sala.

– Já estamos no terceiro ano. Voce devia ser um pouco mais sociável não ?

– E você devia aprender que ninguém muda porque você quer.

– Mais elas podem aprender a ver o mundo de uma forma difente.

Arthur virou para ela sem pensar duas vezes a assustando.

– Essa conversa de mundo de novo não!

– De novo ? — Amy falou e Arthur levou um susto consigo mesmo, até ali o garoto doido do dia de antes o perseguia. Entrou sem dar uma resposta para a garota e sem prestar atenção a ninguém na sala sentou em sua carteira na frente da sala. Era um aluno exemplar, só não tinha ninguém que considerasse amigo ali. Nunca se importou com isso e não seria agora depois de dois anos e alguns meses ali que isso mudaria. Nada iria mudar, e ninguém iria fuxicar sua vida.

– Ta tudo bem Alfred ?

Alfred virou seu rosto para o lado vendo um garoto que poderia ser considerado seu irmão gemeo se não fosse pela mecha que se exaltava de seu cabelo loiro que era um pouco maior que ele, Mais não era isso que ele se preocupava.

– Hum ? Tá sim Matthew. Só to com o pressentimento de que esqueci alguma coisa...

– Se for seu caderno de matemática eu o coloquei na sua maleta.

– Ah! Obrigado mais não era isso não. Era algo mais importante...

– Então minha matéria não é importante... — Os dois se viraram assustados vendo o homem mais alto que os dois conheciam o encararem com seus olhos lilases brilhando por um momento. — É bom saber disso.

– Se-senhor Braginski...

Matthew falou começando a tremer e o professor abriu um sorriso para ele.

– Melhor você ir se sentar não achar ?

O garoto obedeceu e foi para seu lugar enquanto Alfred ficou centrado no assunto que o perturbava desde de manhã. Sua memoria não era muito boa especialmente com coisas que não achava interessante mais tinha a sensação que algo importante estava fugindo de sua mente. Algo que não devia esquecer de jeito nenhum.

– Ei você viram ? Passou o filme ontem do senhor dos anéis. — Uma voz qualquer na sala falou e normalmente ele se meteria na conversa mais queria lembrar de qualquer jeito.

– Ah! Vi sim. Adoro as cenas daquele mago, como fala o nome dele mesmo ?

– Artie!

Alfred gritou e insconscientemente se levantou da carteira assustando todos que estavam na sala e fazendo com que uma aura negra cobrisse o professor que estava na frente da sala.

– Quem é Arthur senhor Jones ?

– Ninguem que o senhor conheça... Devia continuar com a aula...

– Sente-se.

Alfred se sentou sem falar mais nada e no terceiro andar no mesmo instante Arthur sentiu um arrepio do nada que fez ele bater a cabeça na carteira e assustar Amy, que estava na carteira do lado dele, e assim permaneceu a maior parte do tempo até o fim das aulas. O incidente do dia anterior o assombrava até no período de aula, certo que as aulas daquele professor oriental com o nome estranho e fácil de lembrar, Yao eram chatas mais sempre prestara atenção nelas mesmo assim. Pelo menos até aquela manhã e isso durou até o fim das aulas do dia.

Como sempre ele foi o ultimo a sair da sala, desde que se lembre é assim, não fazia parte de clube nenhum então não precisava correr e se fosse embora com os outros, eles iriam puxar assunto o que odiava e para evitar totalmente isso, passava um bom tempo na biblioteca que era no primeiro andar. Desceu as escadas com calma, diferente do que tinha feito de manhã, e quando chegou ao térreo parou para olhar o corredor que já estava vazio. Todos os alunos já deviam ter ido para seus devidos clubes ou ido para casa. O tal do Alfred também já devia ter ido para seu destino o que fez ele parar no meio do corredor e segurar uma risada.

– Como fui um idiota. Tava me preocupando a toa, sempre foi impossivel! Nenhum super herói idiota iria me encontrar...

– Alguém me chamou ?

Alfred falou saindo de uma das salas e Arthur deu um pulo jogando sua maleta para o alto enquanto ia contra a parede, ficando a o encarar parecendo estar vendo um fantasma.

– Arthie! Estava indo agora te...

– Como você apareceu assim ?

– Hum ? — Alfred ficou um minuto em silencio mais logo começou a rir. — Ah! Certo. Com minha super audição eu te escutei e pude usar meu teletransporte hahaha.

– Esta é a sua sala né ? Voce apenas deu sorte de novo... Mais perai ? Voce só ia me procurar agora na saída ?

Alfred parou de rir e coçou a cabeça parecendo se sentir culpado com alguma coisa.

– Um super herói é uma pessoa muito ocupada...

– Sei... então não era você na entrada e nem no corredor.

– Heim ? Ah! Isso... Eram meus clones.

– Pare de se aproveitar de sua sorte por favor. — Arthur se afastou da parede e pegou sua maleta que havia derrubado no chão e encarou o garoto a sua frente sem mostrar nenhuma emoção. — Bom! Já me encontrou, tchau que eu tenho compromissos.

– Compromissos de mago ? Vou junto.

Alfred respondeu dando um pulo para o lado de Arthur que se afastou dele rápido.

– Nem pensar. Voce não tem que salvar o mundo agora não ?

– O homem invisível tá cuidando disso.

– Quem ?

– O homem invisível. É meu irmão gêmeo hahaha!

– Melhor eu não dizer nada... — Arthur resmungou dando alguns passos pelo corredor e Alfred foi atras.

– Mais então. O que o grande mago vai fazer ?

– Algo que reles mortais não podem participar. Agora vá embora.

Arthur resmungou apertando o passo até chegar ao outro lado do primeiro andar onde havia uma porta com ornamentações diferente das outras e do lado dela estava escrito em itálico a palavra biblioteca. Desde que entrara naquela escola, era o lugar que mais frequentava, se possível poderia morar logo ali e não ter nenhum idiota atras dele.

– Eu já disse que reles mortais...

– Eu sou um super herói com genes alienígenas. Eu sobrevivo.

– Tem algum meio de te mandar embora ?

Arthur disse abrindo a porta da biblioteca e pode ver varias mesas com apenas livros como companhia, atras delas, varias estantes repletas de livros e perto da entrada havia um balcão onde um garoto oriental de cabelos pretos lisinho curto e vestia um jaleco branco que era a única coisa que o diferenciava de um aluno já que parecia ter a mesma altura do mago que agora ia até ele com um super herói, o que o fez abrir um pequeno sorriso.

– Arthur-san ? Veio com um amigo hoje ?

– Este idiota não é meu amigo. Pode me dar aquele livro que te falei ?

– Claro. Só um instante. -

– Arthier-san ? Ele fala estranho...- Alfred falou enquanto se apoiava no balcão e Arthur o olhou feio.

– Ele é um estagiário e veio do japão, seu nome é Kiku, agora, você pode ir embora.

– Mais você só trocou um livro...

– Um livro muito importante. – Na verdade era apenas o livro de Senhor dos anéis mais o garoto não precisava saber disso. — Agora vai embora.

– Kiku! Me ajude! — Uma voz gritou do nada e quando o dono dela quase pulou a bancada assustou os dois. Do lado deles agora havia um garoto que vestia o mesmo uniforme que eles, um estudante, que tinha o cabelo castanho claro e um ahoge que ressaltava no cabelo e balançava de um lado para o outro . Logo o garoto se virou mostrando olhos castanhos e um sorriso que apareceu do nada em uma face assustada. — Ah! Desculpe. Tem que fazer silencio né ?

– Mesmo se não tiver pessoas Feliciano-san. Você tem que ficar quieto....

Kiku falou voltando a aparecer na bancada com um livro grosso que entregou a Arthur enquanto o garoto começou a resmungar algo em uma língua estranha para eles dois.

– Vee... mais é urgente. Podemos conversar ?

– Espera só um instante. Assine aqui Arthur-san.

Arthur se virou para o papel e começou a assinar enquanto Alfred chegou perto de Feliciano que se assustou com o gesto.

– Ta com problemas ? Um super herói poderia resolver... — Antes que terminasse ele viu Arthur correndo para fora da biblioteca e foi atras deixando o garoto com problema agora confuso. — Ei! Arthie não vá embora assim.

Era sua chance de fugir daquele maluco, Arthur abriu a porta da biblioteca correndo e quando estava no corredor só se preocupou eu sumir dali o mais rápido possível, o que fez com que batesse em algo e fizesse papeis voarem ao redor dele e o impedirem de ver no que tinha esbarrado.

– Arthie! Não sai correndo assim... — Alfred apareceu atras dele e pegou um dos folhetos no ar enquanto Arthur se virou para ele irritado porem sentando no chão.

– Para de me chamar assim!

– Ai ai! Mais o que foi isso ?

Os dois viraram para frente vendo uma garota caída no meio dos papeis que logo se levantou e se virou para eles, ela vestia o uniforme da escola, seu cabelos eram ondulados e castanhos indo até o meio da cintura e seus olhos verdes esmeralda agora mostravam estar avaliando os dois a sua frente.

– Grupo de teatro ?

Alfred falou fazendo os outros dois olharem para ele que estava centrado na folha de papel que segurava e a garota abriu um sorriso.

– Sim! Eu junto de uns amigos estamos reabrindo o grupo de teatro. Pelo que to vendo voces são de nenhum clube. Querem participar ?

Ela falou estendendo o braço para Arthur que aceitou e se levantou, ela estava certa e não tinha nem como desmentir. Se estivesse em algum clube não estaria ali. Se virou para Alfred que abriu um sorriso de satisfação.

– Não tinha nenhum clube para o super herói aqui. Mais esse parece legal.

– Legal! Basta voces assinarem o nome de voces nessa folha aqui. Vamos ter uma reunião daqui a pouco no teatro da escola.

Ela falou pegando uma folha no meio da papelada no chão e entregou na mão de Alfred junto de uma caneta. Arthur pensou que aquela era outra chance de meter o pé dali e logo se virou pegando a maleta dele.

– Sinto muito mais sou uma pessoa muito ocupada e...

– Alfred F.Jones e Arthur Kirkland certo ?

Arthur se virou assustado e voltou para o lado da garota que agora tinha uma lista em mãos com seu nome escrito no fim. Impossível, ninguém naquele espaço sabia de seu sobrenome. Ele não tinha dito só o havia escrito na biblioteca. Olhou para Alfred que deixava um sorriso animado na face, ele o viu assinar e se perguntasse provavelmente diria que tinha lido sua mente ou algo assim. Ele o tinha pego dessa vez.

– Bom, eu me chamo Elizaveta. Com voces dois acho que podemos começar a reunião de hoje no teatro. Me sigam.

– Apaga o meu... — Arthur antes de completar a frase sua boca foi pressionada por Alfred que ainda o segurou contra ele com força o tentando impedir por um tempo até ele se soltar e esquecer o que ia dizer, apenas se virou irritado.

– Qual é o seu problema ?

– Voce ia ir embora né ? Vamos ficar vai ser divertido. E depois podemos conversar sobre meus atos heroicos hahaha

– Não! Magos não participam de teatros. E quem disse que eu quero ouvir...

– Voce pode ser o primeiro a participar! O que você tem a perder ?

Arthur ia dizer, “tempo para ler o livro que tinha na sua maleta” mais provavelmente ele iria responder até o convencer a ficar. Talvez no teatro ele pudesse finalmente escapar dele enquanto ele estivesse entretido. Soltou um suspiro de derrota.

– Tudo bem. Eu vou só hoje.

– Nice!

Alfred exclamou o pegando pelo pulso e saindo correndo pelo corredor atrás da Elizaveta. Seria apenas uma reunião de teatro. Nada poderia acontecer ali, amanhã a vida de Arthur voltaria ao normal. Ele acreditava que isso era possível.

Notas finais
Quando eu vi o prologo tava enorme e este capitulo também '-' mais pelo menos a partir do outro vai melhorar. Vai começar a ter GerIta pra quem gosta como eu XD Por acaso a frase que Arthur fala no começo ( A única forma de acreditar no impossível é acreditar que é possível.) é do livro Alice no Pais das maravilhas. E avisando logo, a fic vai se dividir em historias, por isso essa parada de parte 1, parte 2 e por ai vai...( não é por preguiça de criar titulos não tá gente >.< ) tirando o USUK que é a historia central, pretendo fazer com que a maioria das historia termine entre parte 3 ou 4 ^^ Mais me digam... sera que esta historia merece review elogiando ? Ou um review criticando talvez ^^ Ja ia esquecendo de avisar que esta historia não tem data de post certo por que minha vida em off é um caos, mais pelo menos de uma semana em meia a uma semana e meia vai ter um post, claro, se voces tambem me derem um apoio com reviews, se não fica complicado. Minha creatividade funciona a partir de reviews sabe =P