Notas iniciais
Como eu prometi aqui e está o capítulo.
Como sempre, eu espero que gostem.

Lucy's P.O.V.

Aos poucos vou recobrando a consciência e começo a pensar sobre o que aconteceu. Sinto a luz do sol quente batendo na minha pele e a grama macia embaixo do meu corpo. De alguma forma aquela luz tinha feito com que eu e, provavelmente, os outros desmaiassem. Espera. Sol? Grama? Nós não estávamos em um templo?

Eu abro os olhos assustada sentando imediatamente para ver melhor a paisagem ao meu redor. Uma planície muito bonita se estendia por uns duzentos metros, a partir daí ela dava lugar a uma cidade e no centro desta havia um enorme castelo negro que parecia reluzir por causa do sol. E, o mais impressionante, dragões de todos os tipos e tamanhos iam e vinham voando para todos os lados, algumas vezes era possível ver os dragões se transformando em suas formas humanas e vice-versa.

Subitamente, eu sinto um peso no meu ombro, me fazendo dar um pulo, ficar de pé e virar rapidamente com a chave da Virgo em mãos. Pisco e coro quando noto que é o Rogue.

- Gomen, eu estava distraída e você me assustou. — Digo envergonhada.

- Tudo bem, eu devia ter imaginado que não podia fazer aquilo tão de repente, não precisa se desculpar.

Eu, então, percebo que os outros estão acordados, olhando para nós dois com sorrisos maliciosos e coro novamente. Mas vejo também alguém estranho para mim. Era um homem com cabelos e olhos vermelhos, vestido com uma camisa vermelha com detalhes pretos e dourados, uma calça branca e botas pretas. Natsu percebe que eu estou olhando para o novo integrante do grupo e diz:

- Luce, esse aqui é o Igneel, o Rei do Dragões de Fogo e meu pai.

- É um prazer conhecê-lo senhor Igneel, o Natsu fala muito de você. — Falo e sorrio educadamente.

- Por favor me chame somente de Igneel, eu nunca gostei muito de formalidades, Luce. — Ele pega a minha mão e beija — E devo dizer que o prazer é meu por conhecer tão deslumbrante dama.

- Obrigada.

- Por que você está aqui, Igneel? — Ouço uma voz fria atrás de mim dizer.

Ao me virar vejo o que pareciam ser guardas reais, eles usavam um uniforme que só variava nas cores. Na frente de todos os outros havia uma mulher, ou eu deveria dizer dragoa?, que eu assumi ser a fonte da voz. Ela era loira e tinha olhos pretos, o uniforme dela era das mesmas cores que o cabelo e os olhos e na cintura estava um cinto com uma espada embainhada.

- Ellie! Que bom te ver. — Ela estreita os olhos para ele — Bem, você vê, eu estava muito ansioso para encontrar com o meu filho depois de todos esses torturantes anos, então, eu resolvi encontrá-lo aqui.

- Você devia ter esperado na sua casa pela convocação do Rei Supremo como todos os outros.

-Mas eu não sou eles, eu sou o grande, magnífico e poderoso Igneel!

- Você tem sorte de eu estar com vontade de preencher os relatórios hoje, se não eu iria te prender por desobedecer ordens do rei.

- Ainda bem que eu tenho muita sorte. — Ele dá um sorriso vencedor a ela.

- Agora será que vocês podem nos acompanhar, o Rei Supremo de Todas as Espécies de Dragões, Acnologia, convida os humanos recém chegados para almoçarem com ele e os dragões convocados no Palácio da Coragem.

- Será um prazer. — Erza diz.

A dragoa acena com a cabeça e começa a andar em direção à cidade.

Enquanto passamos pelas ruas, os dragões sussurravam uns para os outro, eu não consegui ouvi, mas tinha certeza que era sobre nós.

Ao chegarmos ao Palácio da Coragem, que na verdade era o castelo que eu tinha visto mais cedo, fomos recebidos por uma criada de cabelos castanhos curtos e olhos dourados. Os guardas voltaram a suas tarefas normais, menos a Ellie continuou nos acompanhando.

Eu um corredor havia uma porta dupla com vários padrões desenhados com tinta dourada, nós fomos em direção a ela e a criada entrou nos mandando esperar.

Depois de um minuto ou dois, as portas se abrem revelando um homem alto com cabelos negros e olhos azuis celestes com roupas ricamente adornadas e uma coroa negra com pedras de um branco pálido e sem vida em sua cabeça, sentado em um trono. A criada estava em um canto da sala perto de um dos muitos guardas. Nós damos uma desajeitada reverencia ao rei.

- Acnologia, vejo que está vivo. — Fala Igneel — Depois de tanto tempo sem te ver ou receber uma das suas misteriosas cartas, devo dizer que presumi que o pior podia ter acontecido e você não estivesse mais entre nós.

- Rei Supremo — A dragoa loira fala ajoelhada — Me desculpe, quando eu cheguei ele já estava lá. Eu falhei com a minha missão.

- Eu já disse para parar com essas besteiras, Ellectra. Agora saia daqui e vá fazer algo de útil.

- Imediatamente. — Ela diz indo embora, mas eu percebo no olhar dela algo como raiva.

- Já você Igneel, eu queria muito te matar, mas como você é um dos Reis Dragões eu não posso fazer isso, assim a única opção é te ignorar e por isso não recebeu noticias minhas.

- Isso machuca, sabia?

- Filhotes, como eu prometi os Dragon Slayer irão reencontrar os seus pais. — Ele faz um gesto com a mão para o ruivo — Os outros devem chegar a qualquer minuto e todos nós iremos almoçar juntos.

- Você poderia responder algumas perguntas nossas, Rei Supremo? — Wendy pergunta.

- Eu não sou rei de humanos, me chamem de Acnologia e todas as suas perguntas serão respondidas mais tarde, filhote.

Ao terminar de falar, as portas se abrem de repente e um homem entra. Ele tinha cabelo preto e olhos cinzas, vestia uma camisa branca, um colete cinza, uma calça também cinza e sapatos marrons.

- Metalicana?! — Gajeel exclama.

- Meu filho é muito bom ver você. — Ele tenta abraçar o Dragon Slayer do Ferro, mas o mesmo desvia.

- Muito bom? Você me abandona e depois vem com essa de que é muito bom me ver? Não é assim que as coisas são.

Igneel começa a rir e Acnologia suspira. Então uma mulher pequena com cabelo branco que is escurecendo para o azul escura e olhos lilases, com um vestido branco e uma sapatilha branca entra.

- Wendy, como é bom te ver.

- Mãe! — Diz a azulada chorando e sendo confortada pela dragoa.

- M- Mas foi a mesma coisa que eu disse. — Metalicana murmura, fazendo o dragão do fogo rir mais ainda.

- Como eu suspeitei. Só vocês três para armar uma comoção tão grande. — Diz um homem com a expressão divertida, ele era loiro e tinha olhos azuis claros, usava uma roupa parecida com a doa guardas reais som uma capa nas cores branca e dourada e botas marrons.

- Olha quem fala, o mestre do drama Weisslogia. — Igneel fala, já recuperado do ataque de risos.

- W- W- We- Weiss- Weissl- Weisslogia! — Sting consegue falar quase desmaiando.

- Olá, Sting, eu sei que você tem muitas perguntas e eu irei responder todas elas depois do almoço, O.K.? — Diz colocando uma das mãos no ombro do filho que só consegue acenar positivamente com a cabeça.

- Agora que está todo mundo aqui, nós podemos comer! — Exclama o Natsu quase pulando de alegria.

O dragão branco olha para o rosado de uma maneira estranha, quando ele está preste a falar algo, a porta se abre novamente.

- Eu estou atrasada, gomen. — Uma mulher fala, ela tinha cabelos negros e olhos vermelhos e usava um vestido de um azul tão escuro que parecia preto, no final do corpete na parte da frente de cada um dos dois lados saiam correntes de ferro que se prendiam novamente na parte de trás e um sapato de salto alto preto.

Weisslogia sorri quando a vê e diz:

- Você chegou na hora certa, Skiadrum.

Notas finais
Antes de mais nada, eu sei que Skiadrum é macho, mas antes de saber eu sempre pensei que o Rogue foi criado por uma fêmea, pois eu acho que se encaixa melhor na personalidade dele, então quando eu comecei a escrever a fic eu resolvi que Skiadrum seria fêmea.
Então o que acharam?
Kissus,
Jya ne.