Passaram 4 meses e o quadro de Regina não obteve melhoras os médicos cogitaram hipótese de desligarem os aparelhos já que não viam possibilidades de melhorias mas Robin com todo obtinha esperança e por isso intervil. O mesmo fora na delegacia em busca de encontrar algo sobre a "Mulher misteriosa" como costuma chamar, mas não obteve sucesso sempre que podia no dia-dia ia até o hospital lhe fazer companhia.

—Milady, hoje trouxe companhia(Disse Robin adentrando o quarto com um pequeno garoto que estava grudado em uma de suas perna)

—Roland, não precisa se esconder(Disse puxando para seus braços no intuito de pega-lo no colo)

—Mamãe não quer que eu fique perto dela papa(Alertou Roland constrangido)

—Não ligue para o que sua mãe diz, você não queria conhece-la?(O mesmo acente positivamente com a cabeça) -Então não se preocupe irei fala sobre isso com sua mãe(Assegurou ele se aproximando da cama onde Regina se encontrava com Roland em seus braços)

—Ela é muito bonita papa(Declarou Roland descendo de seus braços e indo em direção a cadeira que havia ao lado da cama para ficar mais próximo)

Robin tinha a Guarda compartilhada de Roland mas não tinha uma relação agradável com Marian, a mãe de Roland. A mesma sempre dava um jeito para que Roland ficasse contra o pai colocava coisas na cabeça do menino no intuito de deixar uma má imagem de Robin já que o mesmo havia pedido o divórcio pela falta de amor e paz já que Marian sempre envernizava sua vida do jeito que conseguia sempre ciumenta, intrigada, desconfiada nunca o apoiava. O relacionamento não acabou muito bem Marian ainda tem dificuldades para aceitar o fim do casamento, já vez inúmeras tentativas para um reconciliação mas o mesmo sempre negou a final a mesma continua sendo a mesma mulher pela qual desejou está longe. E agora que descobriu que ele ia sempre ao hospital fazer visista para uma certa paciente, Marian não poderia está pior sempre que ligava era para interrogações e acabavam sempre em discussão isso afetava e muito em Roland o mesmo odiava ficar com sua mãe já que a mesma não ligava para ele e só o usava para está próximo de Robin.

-Com licença soube que estava aqui e bom poderia ter um minutinho do senhor? Prometo que será rapido(Assegurou Lindsay, uma das enfermeiras que estava ali parada no vão da porta entre aberta)

—Claro, Roland vou ali e já volto não sai daqui estou no corredor(Acrescentou Robin passando a palma de sua mão nós fios castanhos do mesmo que parecia vitrado na morena a sua frente, que aparentava serenidade)

—Ok, papa(Concordou sem tirar o olhos de Regina)

Robin se retirou juntamente com a enfermeira onde ficaram no corredor a pedido do mesmo que não queria deixar Roland "sozinho".

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Enquanto em Storybrooke a rotina da família Mills e Nolan havia voltado a ser a mesma de antes. David retomou o trabalho agora sem sua sócia e amiga. Tentava lidar com as coisas naturalmente por mais difícil que fosse assim como todos.
Graham se afastou da família Mills só se falavam para saber se havia alguma notícia de Regina. Todos ainda se sentiam culpados pelo que aconteceu, ainda tinham esperança de que Regina pudesse está viva em algum lugar, tinham esperança de revela.

—David?(Indagou Emma preocupada)

—Sim?(Disse o mesmo saindo de seus devaneios)

—Falei com Mary hoje e adivinha? ela quer ver o Henry(Disse entusiasmada o que não ocorria a alguns meses)

—Mary?A tia de Henry?(Perguntou surpreso)

—A mesma, parece que ela vai morar aqui. Não é incrível?(Indagou o fitando em procura de uma resposta)

—Uhum(Murmurou sem muito ânimo)

—Ela vai vim jantar aqui hoje a noite(Comunicou se levantando sem receber algum comentário do mesmo)

Mary Margaret é a irmã mais velha de Neal o pai de Henry. Neal sempre falava da irmã, elogiava e fazia questão de dizer o quanto a admirava e a amava. Haviam perdido o contanto a muito tempo já que a mesma morava no exterior e não ia em Storybrooke deis da morte de seu irmão. Viu Henry apenas uma única vez quando ele ainda era um bebê, depois disso o tempo passou e só sabia sobre o sobrinho por e-mail e fotos que Emma fazia questão de mandar já que ambas já foram muito próximas e Mary fora a única da família de Neal que se importava com ambos.

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Assim que Robin entrou sem ser notado parou admirando o jeito a qual Roland se interagia com a "Mulher misteriosa".

"Como é possível se encantar Por ela sem ao menos conhece-la?"-Pensará Robin.

—Roland?(Disse se aproximando do mesmo que se virou para ve-lo)

—Estávamos conversando(Disse sorrindo)

—Estou vendo(Disse retribuindo o sorriso)

—Papa, posso vir aqui de novo para fazer companhia para ela?(Indagou com os olhos pidoes)

—Claro, mas não se acostuma e não fale para sua mãe assim ela não vai ficar falando coisas ruins, OK?(Perguntou levantando uma de suas Palmas para que o mesmo tocasse)

—Ok. Posso vim amanhã?(Perguntou animado)

—Amanhã?Você gostou tanto assim?(Indagou surpreso arqueado uma das sobrancelhas)

—Sim. Gosto da Bela adormecida(Disse nomeando a morena a sua frente que continuava da mesma maneira que havia chegado. Dormindo tranquilamente)

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Passaram 3 meses..


David e Mary estavam cada vez mais próximos o loiro via a mulher como uma grande amiga mas claro nada comparado a Regina. Mas Mary era uma boa companhia fazia por hora se esquecer de seus problemas e tristeza mas mesmo assim ainda não conseguia tirar Regina de seus pensamentos, ainda mais agora com todos dizendo que ela morreu e que não podem mas vê-la o que lhe tirava do sério.


Por outro lado Mary o via como outros olhos não o via como amigo e sim como um futuro compromisso por mais que soubesse que ele ainda nutria sentimentos por sua sócia que havia sumido e agora dada como morta. Mas não desistiria sabia dos sentimentos de David afinal o mesmo sempre fazia questão de deixar claro.

No Hospital de Miami Medical

O dia estava quente e sol estava escaldante. Fazia exatamente 08h07 quando uma das enfermeiras que acompanhava o quadro de Regina fora examina-la como fazia todos os dias. Mas ao chegar no quarto teve uma grande surpresa

—O que ouve?Onde estou?Quem é você?(Perguntou Regina desnorteada saindo do transe que se encontrava, ainda fraca)

—Se acalme, precisamos te examinar você sofreu um acidente(Alertou a enfermeira próxima da cama)

—O que?(Perguntou franzino os cenhos)

—Vou lhe fazer algumas perguntas são simples, por favor me resposta.Sei que está assustada mas se acalme o pior já passou(Disse a enfermeira a "tranquilizando")

A mesma assentiu com a cabeça

—Como se chama?(Indagou a enfermeira)

—Eu..eu não sei.. não sei(Disse confusa)

Sem dizer nenhuma palavra Ingrid apertou um botão vermelho que havia ao lado da cama de Regina, logo depois de uns 2 minutos aparecerá a médica responsável pelo quadro de Regina junto com um enterno. Fizeram diversas perguntas e nenhuma Regina sabia responder. E claro todos estavam muitos chocados pela repentina melhora da mesma, para quem estava a ponto de morrer. Os médicos não sabia se era algo para se comemora ou para ficarem triste pelo simples fato da mesma, ter pedido seu filho, peder suas memórias e não tem nenhum famíliar por perto num momento onde precisa tanto de apoio.


Robin assim que soube da notícia saiu imediatamente para o hospital mas claro estava apreensivo, nervoso e receoso afinal ela não o conhecia, nem sabia se das inúmeras vezes que falou com ela, a mesma havia lhe escutado. E ele também não a conhecia.

—Como está se sentindo?(Indagou uma das enfermeiras examinado sua pressão arterial)

—Em branco(Disse em meio ao um sorriso triste)

—Sabe enquanto a Senhora estava em estado terminal sempre vinha um homem alto, loiro e muito bonito ele todo dia vinha e coloca essas rosas(Disse direcionando ao vaso que tinha rosas brancas que havia no quarto, alguns centímetros distante da cama)

—Um homem?Ele disse quem era?(perguntou franzino o cenho em surpresa)

—Na verdade não sei o nome mas sei que foi ele que te encontrou e lhe trouxe para cá(Disse a enfermeira ajeitando o soro fisiológico)

—Ele me conhece?(Indagou curiosa)

—Não, ele só a encontrou na estrada e lhe ajudou(Respondeu por fim terminando de examina-la)

—Uhum(Murmurou)

Robin chegará ao hospital mas havia se trancando no banheiro tudo porque não se sentia preparado para encara-la e pior não sabia o que dizer. Seus sentimentos estavam tão conturbado que finalmente havia se dado conta do que aquilo significa todos falam que ele poderia está apaixonado, até seu filho já lhe dizera isso mas o mesmo não acreditava ou melhor não queira acreditar. Como um homem poderia se apaixonada em 7 meses por uma mulher na qual nunca viu e não a conhece nem mesmo seu nome ele sabia.
Depois de um tempo decidiu sair e ir até o quarto onde Regina se encontrava

—Licença(Disse tímido adentrando o quarto com receio)

Regina o fitava mas não transparecia nada, nenhuma feição ou emoção, nada. Apenas o olhava sem transparece qualquer coisa que fosse reagir. Robin foi em direção ao vaso com flores e as tirou colocando outras no lugar. Agora as rosas era vermelhas e não brancas.

—É muito gentil de sua parte(Disse por fim depois de examina-lo com seus olhos)

Robin deu de ombros

—Qual é seu nome afinal?(Indagou arqueado a sobrancelhas)

—Robin Of Locksley. Mas me chame só de Robin(Deu um sorriso sem graça)

—Poderia dizer o meu se soubesse qual é(Disse rindo ironicamente)

—Fico feliz que estaja acordada(Disse tomando coragem e permitindo se Peder naqueles olhos castanhos)

A mesma esboçou um sorriso triste

—Feliz não seria a palavra ideal para mim depois de sair de um coma e agora ter perdido minhas memórias..(Exalou profundamente o ar com certa dificuldade) -E minha vida. Sou um livro em branco, estou igual a um bebe que acabara de vim ao mundo(Disse recebendo toda a atenção de Robin)

—Um livro em branco pode ser escrito, e um bebe vai apreendendo aquilo que se tem de aprender(Disse se aproximando da cama)

—Mas ambos precisa de uma segunda pessoa(Disse referindo-se a sua possível família)

—Por isso estou aqui(Afirmou ele a surpreendendo)

• • •

—Bom agora que estão todos presentes, gostaria de avisar que iremos suspender as buscas pela Srt.Mills(Disse calmamente esperando o que viria a seguir)

—Como?(Indagou Graham irritado)

—Vocês não podem fazer isso(Disse David incrédulo)

—Você não pode esta falando sério?(Indagou Zelena descrente)

—Não iria brincar com algo sério, como vocês já sabem Srt.Mills não apareceu e tudo indica que a mesma poder não..(Engoliu seco ao ser cortando por Cora)

—Meça suas palavras!(Disse a mesma perdendo a calma que tentará manter)

—Isso é uma barbaridade, minha filha está viva!(Protestou Sr.Henry já irritado)

—Bom nosso trabalho foi feito agora se vocês querem continuar a busca pode contratar alguém para isso(Disse sem se importar com os comentários)

—Com certeza!(Exclamou Cora)

—Bom já estou de saída, passar bem(Disse educadamente se levantando)

—O mesmo(Disse Sr. Henry formalmente, fechado a porta um pouco forte der mais)

—Polícias xinfrim não serviram para nada(Bufa Zelena)

—Continuaremos a busca sem a ajuda deles nem que leve anos mas irei encontra-la..nem que seja em um necrotério(Disse Cora com o rosto banhado pelas lágrimas)

Mal sabem eles que muito ainda está por vim.

(...)