Notas iniciais
Voltei! e desculpem o erro por não tem postado antes**

David havia acabado de sair do avião já estava na sala de embarque quando seu celular começou a vibrar o alertando de que alguém o ligava. Andou em passos largos e rápidos até o banco mais próximo afim de se sentar. Assim que pegou o celular que continuara a vibrar e soa a música já conhecida. Reconhecendo o número e o nome de seu amigo na tela, imediatamente deslizou o dedo na tela atendendo a ligação.

Ligação On

—Alô!David?(Indagou Robin amigável, contendo sua irritação)

—Acabei de desembarca, já está aqui?(Perguntou percorrendo seu olhar por todo o espaço a sua volta, afim de encontra-lo)

Robin soltou o ar que nem percebera prender, buscando não se irritar é acabar descontando em David

—Aconteceu algo?(Perguntou percebendo a agitação do mesmo, do outro lado da linha)

—Infelizmente sim, Marian(Pronunciou com certa raiva, o que deu para David notar pelo seu tom rude)

—Roland? ..Olha Robin, eu posso pegar um taxi e ir para o apê que arrumei, vejo que está com problema e não quero lhe atrapalhar, não precisa se incomoda(Disse se levantando do banco ao qual estava, se direcionando a saída do aeroporto)

—Apê? Pensei que ficaria na minha casa(Disse cemi cerrando os olhos, ato que David não poderia ver)

—Não quero incomoda(Disse timidamente, em um curto sorriso)

—Você não incomoda(Retrucou em tom descontraído)

David não resistiu e soltou uma risada roca e baixa balançando a cabeça de um lado para o outro em negação

—Tem certeza? Será bem vindo(insistiu)

—Total, agora tenho que desligar(Comunicou adentrando um dos vários taxi que havia na saída do aeroporto)

—Tudo bem, mas não deixe de me ligar e mande para mim o endereço do hotel que está hospedado(Proferiu em derrota)

—Pode deixar, até mais!(Disse já pronto para desligar a ligação)

—Ah, antes que me esqueça bem vindo a Miami!(Disse por fim encerrando a ligação antes de qualquer reposta)

Ligação Of

FLASH BLACK

Era começo de primavera e final do inverno, as folhas e flores dava lugar ao florescimento. A paisagem se sobressaia, com a beleza da natureza. Mas para David ainda era inverno, e não sairia tão cedo dessa estação.

Seu coração estava partido em vários cacos, era tantos que sabia que não voltaria tão cedo a se unir e reforma aquilo que batia descontroladamente quando via aquela que conseguia ser tão e mais perfeita paisagem na primavera. Ela havia se casado e pior não teve a mínima chance de revelar seus sentimentos e dizer que a ama. Não conseguiu sair dos espinhos que o prendia e o impedia de ficar com a mulher amada. Agora podia sentir os espinhos perfurarem sua alma e partir mais ainda aquilo que chamava de coração.

Com tudo sabia que já perdera a muito tempo mas agora era oficial e para sempre. Mas seria mesmo para sempre? Seria tudo para sempre? Se a vida não era, haveria possibilidades do casamento dela vir a falecer?

Depois de beber tudo que conseguiria, o mesmo já não tinha forças nem lagrimas para serem derramadas. Fora ai que perceberá, não poderia ficar assim. Ninguém merecia. Seu estado era deplorável assim como seu interior, mas se levantaria e aos poucos construiria muros para que ninguém viesse machuca-lo novamente. Reconstruiria seu coração.

E foi isso que fizera voltou à ativa. Fora em algumas curtas viagens a trabalho, quando aparecerá outra de ultima hora, não recitou e foi a Miami, mas claro a trabalho. Foi o que achou para ocupar sua mente e tempo. Era perfeito para se curar de Regina Mills, seu amor proibido, sua ruina e sofrimento, mas também sua amiga e parceira de trabalho.

Assim que chegará em Miami, tratou de agilizar seu trabalho. E acabou que além de um novo contrato, conseguira um amigo .Robin of Lockesley, um grande e requisitado empresário. Se deram bem logo de cara e logo viraram amigos. David conhecerá a mulher de Robin, Marian que se encontrava gravida de apenas algumas semanas. Ambos pareciam animados com a vinda de um filhos, mas não pareciam si amar. Marian sempre reclamava e Robin parecia se esforça ao máximo afim de evitar, brigas, e estresses para a mesma que não poderia se aborrecer, mas era algo extremamente difícil.

Robin confidenciou sua real situação, em relação ao seu casamento. E David se sentiu a vontade de compartilha sua vida também não muito feliz. E foi ai que ambos perceberá que realmente estavam se tornando grandes amigos.

FLAHS BLACK OF

David pensará na ultima vez que esteve em Miami e como se tornou amigo de Robin, que antes era casado e a espera de seu filho, agora estava divorciado e com Roland já um rapaz. Mas a sua também havia mudado a mulher que havia se casado, partido seu coração agora se encontrava morta. Agora iria se casar, com uma mulher maravilhosa. Mas algo não mudou ainda sofria por ela Regina Mills. Seria possível continuar amando alguém que já morrerá faz tempo? O tempo realmente teria passado para um amor puro e verdadeiro?

E assim David permitiu se perder nas inúmeras memorias dela. Ele nunca a esqueceria por mais que tentasse, ela continuaria viva em suas lembranças e coração. O mesmo fechou os olhos e uma lagrima escorreu de seus olhos, rapidamente abriu os olhos e a secou, voltando sua atenção a congestionamento, para sua infelicidade. Bufou em descontentamento e passou a observar as pessoas que andavam apressadamente pelas caudas, outras apenas caminhava lentamente falando no celular, e ouvindo músicas, até que congelou. Seria delírio? Estaria vendo mesmo ela em sua frente? Não poderia ser? Poderia?
—Regina?(Sussurrou em um som quase inaudível)

—Quem?(Indagou o taxista voltando sua atenção para o mesmo que parecia perplexo)

—Regin..(Tornou a repedir incrédulo, mas antes mesmo que terminasse a fala saiu do taxi com lentidão)

—Hei! Onde você vai?!Rapaz!(Gritou o taxista inutilmente sendo totalmente ignorado)

Assim que David saiu do carro, vendo que Eva(Regina) estava se afastando, tratou de sair rapidamente do taxi que andar apressadamente atrás da mesma que desapareceu no meio do aglomerado de pessoas que acabara de vim da faixa de pedestre e dos comercio, o deixando perdido no meio daquela multidão que desvia e empurrava o mesmo que permanecia no mesmo lugar a procura dela.

Depois do que se fora 10 minutos, David voltou aonde o taxi permanecia imóvel assim como os demais, adentrou o automóvel, ainda atordoado não sabia se fora sua imaginação ou realmente era a mesma. Impossível, essa era a palavra que o mesmo repedia em seu sobe consciente, Cora havia entrado naquela maldita sala onde se encontrava o corpo ou melhor o que sobrou de Regina. Não dava para reconhece-la mas sabiam que era a mesma, pelo menos fora o que os policiais e pericia disseram, mas deveriam ter acreditado? E se não fosse? Seria possível? Não, definitivamente não, com certeza fora um surto de sua cabeça, era o que o mesmo pensava, mas mal sabia ele que realmente era aquela que ele tanto desejava ver nem que fosse pela ultima vez.

• • •

Eva(Regina) desfrutava de seu pouco tempo de descanso. Robin acabara de sair com Roland e Tinker, bom essa apareceu interrompendo o sono da mesma, que não se incomodo afinal gostava da companhia da loira, que durante esses 4 anos se tornara sua melhor amiga quase uma irmã. As duas compartilhava tudo uma com a outra e sempre estavam juntas o que enciumava Robin. As duas pareciam ser conhecer a anos o que era incrível.

—Evy! Sabe, estou pensando em dar uma passadinha no hospital, sabe se o Chris está por lá?(Perguntou a loira se aproximando da cama onde Regina se encontrava sentada com um livro em mãos)

—Pensei que fosse para “seu trabalho voluntario?”, por que não estou surpresa?(disse irônica arqueando as sobrancelhas ainda com os olhos sobre o livro)

Tinker começara a ir ao hospital para “seu trabalho voluntario”, mas não era bem isso que fazia e sim ia só para aproveitar os intervalos dos médicos ao qual se encontrava e aproveitava com Chris, ao qual começara um “romance”, não era bem a palavra apropriada para a relação de ambos afinal se envolviam com outras pessoas e sempre ficavam, o que era satisfatórios para ambas que não reclamava e nem se incomodava, pensavam, igual o que era maravilhoso. Não queriam compromissos e curtir um ao outro. O que Robin não sabia e sim Regina que pegara os dois na sala da enfermagem aos beijos e claro Tinker não escondeu nada da sua cuinhada ao qual costumava chamar.

—Ok, já entendi, bom de qualquer forma eu vou(Disse sorrindo )

—Não me surpreende.(deu um sorriso sarcástico, mas logo mudou sua expressão facial dando lugar a preocupação) -Quando chegar lá pode passar no quarto do Sr.Morgan para saber como ele está e se vez o que eu mandei e não saiu da cama?(Perguntou finalmente fitando a loira em um olhar intenso e pidão)

—Tudo bem eu vou ver o senhor rabugento, qual é o problema daquele velho?(Disse recebendo um olhar de reprovação da morena a sua frente, que não parecia impaciente com as palavra da mesma) -Ok,ok não precisa falar já sei a resposta, mas saiba você é a única que consegue não levar patadas daquele homem ele realmente te adora, Robin deveria se preocupa?(Indagou divertida fazendo a expressão da morena se suavizar e forma um doce sorriso em seus lábios)

—Talvez(Respondeu, entrando na brincadeira)

Sr.Morgan, era o senhor ao qual Eva(Regina) havia ajudado, quando estava no hospital como paciente, por incrível que pareça depois de Eva(Regina) o ajudar o mesmo se encantou de primeira bela pela morena, sentia necessidade de está perto da mesma, ela havia lhe dando aquilo que ele já não tinha mais esperança encontra sua filha. Era incrível como Eva(Regina) conseguia em cada detalhe lhe fazer lembra de sua adorável esposa falecida, sem conta nos olhos que a mesma possuía, parecia está olhando novamente para aquele par de castanhos que era onde encontrava seu refugio. Sua vida novamente ganhara cor, e recuperava aquele homem que um dia fora ao lado dela.

Depois do que se fora alguns minutos Tinker finalmente saiu de casa rumo ao Hospital deixando Eva(Regina) a sós e livre para descansar. Quando a mesma já estava com suas pálpebras cansadas e pesadas já bocejando indicando o sono presente, se aconchegou na cama macia deixando o livro que lera ao lado. Toda havia quando se passara exatos 15 minutos a campainha começou a soar por todo cômodo, lhe fazendo despertar em um pulo, pelo tamanho susto que lhe causara, rapidamente causou os chilenos, xingando mentalmente seja lá quem fora que interrompera seu sono. Assim que já se encontrava enfrente a porta respirou fundo fechando os olhos em busca de paciência. Quando abriu a porta vislumbrou uma mulher morena que aparentava cinismo e raiva assim que a viu. Sentia o olhar cortante sobre si. Ficara assim por alguns meros segundos, até que a mulher desconhecida até então se pronunciou

—Vim pegar o meu filho(Informou adentrando o lugar quase esbarrando em Regina que desvia)

—Posso saber de quem se trata?(Indagou fechado a porta tentando se manter educada)

—Óbvio, não? Roland. Sou Marian, e vejo que você é a mulher do tal acidente. Ou devo dizer amante do meu marido?(Disse desgostosa)

—Como?(Proferiu arqueando uma das sobrancelhas admirada pela petulância da mesma)

—Onde está Robin?(Disse olhando para todos os lados em buscar de achar vestígios da presença do mesmo)

—Robin não está(Informou cruzando os braços em sinal de impaciência, afinal era para está dormindo e não tendo de aturar Marian)

—Então vou espera(Disse se sentando no grande sofá espaçosos com um sorriso debochado nós lábios)

—Eu acho que não, Robin não está e não estou afim de ficar olhando para sua cara, porque não volta depois, de preferencia quando ele estiver(Disse irritada sua paciência já havia se esvaído)

—Como? Essa casa é do meu marido e filho, e você é apenas uma vagabunda qualquer(Proferiu se levantado do sofá com o indicador apontando para Regina)

Eva(Regina) engoliu seu orgulho e foi em direção a porta abrindo-a para que a mesma se retirasse, ignorando as ofensas e antes que pudesse fazer algo que se arrependesse depois.

—Saia!(Disse calmamente)

—Quem deve sair dessa casa aqui é você, afinal você não faz parte dessa casa da vida do Robin nem de nada que você ache que faça afinal você não tem passado, família, casa, se está aqui é porque Robin tem pena de você e...(Antes que pudesse continuar sentiu sua cabeça ir brutalmente para o lado sentindo um terrível formigamento em sua bochecha que agora se encontrava vermelha, a mesma colocou a mão no local do tapa, está incrédula, não esperava receber essa atitude)

—O que está acontecendo aqui?(Manifestou Robin que até então estava em frente a porta com Rolando adormecidos em seus braços, havia presenciado a cena toda)

Eva(Regina) rapidamente se virou fitando o loiro, o mesmo a olhou por breve segundos e logo votou sua atenção para Marian que tinha um sorriso presunçoso em seus lábios.

—O que faz aqui?(Indagou com um olhar severo)

—Vim buscar nosso filho(Declarou se aproximando do mesmo)

O loiro a olhou incrédulo rindo baixo negando com a cabeça

—Vou levar Roland para o quarto, me espere no escritório(Comunicou se direcionando para a escada)

Assim Marian vez, passou por Eva(Regina) lhe olhando de cima a baixo, e indo em direção a porta do escritório o que não passou despercebido por Robin.

—Robin!(Chamou Regina apreensiva)

—Não acho que devemos conversa aqui(Disse o mesmo, continuando a subir os degraus da escada)

Eva(Regina) longo foi atrás do mesmo o seguindo. Assim que Robin colocou Roland na cama o cobrindo com uma das mantas que havia no cômodo, se voltou para a morena que se encontrava no vão da porta, parada o esperando, o mesmo se aproximou depositando ambas as mão na cintura da mesma.

—Robin, eu não vou me desculpas se é isso que espera, mas sei que não agir corretamente, Mar..(Parou de falar assim que sentiu os lábios de Robin encostarem no seus lhe fazendo sorrir)

—Não quero que de ouvindo ao que Marian disse, e não estou decepcionado por você te feito o que eu não posso fazer(sussurrou contra os seus lábios róseos da morena que lhe retribuiu com um curto selinho)-Não sabia que havia uma Eva assim tão irritada, sempre manteve a calma.

A mesma alargou o sorriso acariciando a barba bem feita do loiro

—E o que achou dessa nova Eva?(Indagou se aproximando mais do corpo do mesmo, distribuindo beijos pelo pescoço do mesmo)

—Incrível. Quando acho que você não tem mais nada para me surpreende, você sempre tem outra carta da manga, e é ai que perceber que não posso viver sem você, isso seria um crime. Tem mais quantas Eva ai, que eu precisa descobrir?(Indagou recebendo uma incrível e maravilhosa gargalhada da mesma)

—Porque você não descobre por si só?(Disse com duplo sentindo fitando o par de oceanos intenso a sua frente)

—Eu adoraria, por toda minha vida te desvenda(Sugeriu fazendo a mesma franzir levemente o cenho)

—Isso por acaso é um pedido?(Indagou um pouco tensa tentando não revelar as lagrimas que queria ser fazer presente)

—Eu te amo! E eu..(fora interrompido pela pessoa mais indesejada naquele momento Marian)

—Robin! Eu não tenho o dia todo!(Gritou a mesma do andar de baixo)

Os dois suspiraram ao mesmo tempo

—Eu também te amo!(Completou Regina ignorando Marian)

Robin se aproximou com um grande sorriso nós lábios, tomando os de Eva(Regina) para si em um beijo calmo e intenso, compartilhavam da mesma dança em sintonia e sincronia esquecendo do mundo e de tudo a sua volta, aproveitando cada canto já explorado da boca de cada um, só se separando ainda relutantes quando o ar realmente fora necessários para ambos, que se encontrava eufóricos com a necessidade do ar que parecia ter se esvaído

• • •

Eva(Regina) andava apresada, está atrasada e muito não havia visto o tempo passar e tudo por conta de um certo loiro ao qual teve a sorte um uma noite maravilhosa o que era difícil já que trabalhava a todo estante, mas gostava do que fazia e não se incomodava e ter que está sempre disponível e preparada para ir salvar alguma vidas o que é o caso de agora, mas dessa vez não estava preparada seu bipe tocou interrompendo seu sono e teve que sair correndo de casa. Se passava das 05h00 da manhã e a mesma não via a hora de chegar no hospital, assim que um dos vagões que infelizmente não era o seu apareceu, esperou mentalmente para que o próximo fosse o seu. Robin já havia saído sem que perceberá e consequentemente teve que ir de metro como estava acostumada.

Eva(Regina)estava tão perdida em seus devaneios que mal percebeu quando um homem se aproximou tomando seu celular e a emburrando para a linhas do trem por sorte sentiu mãos fortes segurarem em sua cintura a impedindo de cair. Antes que pudesse visualizar o rosto do anjo que salvara sua vida um guarda apareceu segurando pelo antebraço do homem que lhe roubara, lhe estregando seu celular. Mau conseguia raciocinar direito fora todo muito rápido e assim que a fixa caiu de tudo ao qual aconteceu o guarda e assaltante já se encontrava longe de seu campo de vista e o único a sua frente era uma homem pálido igual um papel, cabelos claros, olhos azuis, parecia familiar, o mesmo se encontrava em estado de choque suas mãos tremia e começara a suar.

—É obrigada por..(Antes que dissesse mais alguma palavra o homem a sua frente se aproximou)

—Regina?!Oh meu deus é você..não..pode ser(Disse David atordoado segurando gentilmente no branco da mesma)

—Quem?(Indagou confusa se afastando do mesmo)

David não sabia o que falar, como agir, tudo parecia ser tão real e ao mesmo tempo um sonho, ou seria outra ilusão? Sem pensa duas vezes se aproximou da mesma que o fitava totalmente alheia, a envolvendo em seus braços fazendo aquilo que tanto desejou senti-la novamente, mas logo a mesma se afastou assustada.

—O que pensa que está fazendo?(Indagou furiosa)

Não sabia o porque de está assim mas o olhar daquele homem fazia sentir algo ao qual não queria, parecia familiar, mas não sabia de onde e isso a irritava.

—Regina..

—Para de me chamar assim!(Gritou a mesma se afastando e voltando a andar)

—Espere!(Foi até a mesma que continuava andando só que agora mais rápido)

—Pare de me seguir(Alertou a mesma)

—Só se você para e me escutar(Rebateu)

A mesma já se encontrava furiosa percorreu seu olhar por todo o espaço em buscar de se livrar do mesmo que continuava lhe seguindo, conseguiu avistar uma viatura não muito longe o que era perfeito, parou de andar se aproximou do mesmo que vez o mesmo

—Fale(Disse secamente)

—Você precisa..(Fora cortado pela mesma que se aproximava)

—De onde me conhece?(Indagou fingido interesse)-Já sei não precisa disser(Sussurrou contra os lábios do loiro)

David não resistiu e pressionou seus lábios no dela que o empurrou brutalmente gritando. David a segurou pelo braço tentando faze-la parar o que só piorou logo todos os observava e imediatamente dois policias apareceram o algemando. Assim que olhou para a morena a sua frente via o cinismo na cara da mesma que fingia chorar e dizer que estava sendo violentada o que vez David rir e negar com a cabeça. Implorou para que Eva(Regina) falasse a verdade para que os policiais não o levasse para a delegacia mas a mesma o ignorou e voltou a andar agora sorrindo.

Notas finais
até mais, bjs meu amores♥