Work
1 Capítulo Único
Notas iniciais
Após um bom tempo sem escrever para o fandom de Haikyuu, aqui estou, novamente, escrevendo sobre esses “voleiros” mais amados, hehehe!
Fanfic dedicada totalmente a dona Lótus, porque é o OTP dela, porque KurooTsukki é bom e, para finalizar, só deixo um aviso: “Work, work, work, work, work, work (...)” (rebolando a raba intensivamente, (but not) XD)
Boa leitura ^^
Hora extra, o trainee de Administração de Empresas, de uma empresa de contabilidade de médio porte, Kei Tsukishima terminava de colocar seu relatório final na mesa do chefe. Profissional exemplar, Kei entrou como estagiário há dois anos e após trabalhar duro, foi promovido a trainee.
Relatório posto e uma gratificante sensação de dever cumprido, Tsukishima somente pensava em sair dali e descansar. Voltar para o apartamento onde mora, ficar largado na cama do quarto, comendo algumas besteiras, notebook ligado e assistindo o seu seriado estrangeiro favorito, Orphan Black, seguidos de alguns filmes ruins no Netflix para distrair, afinal estava com as temporadas da série em dia.
Caminhou até a porta, abriu-a e viu uma das cenas mais esdrúxulas e ao mesmo tentadora de toda sua vida.
“(...) I been work, work, work, work, work, work
You see me I be work, work, work, work, work, work
You see me do me dirt, dirt, dirt, dirt, dirt, dirt
There's something 'bout that work, work, work, work, work, work
When you a gon' learn, learn, learn, learn, learn, learn
Me na care if me tired, tired, tired, tired, tired, tired (...)”
O mais novo colega de setor com quem Tsukishima mantinha um affair, chamado Kuroo Tetsurou, que não fazia nem um mês direito que estava na empresa como trainee, estava dançando twerk e cantando em alto e bom som o mega sucesso da cantora barbadense Rihanna, “Work”.
Tsukishima estava em processo de tentar entender a cena vista. A parte racional do homem somente pensava em vergonha alheia, afinal Kuroo não estava em uma boate para dançar desse jeito, entretanto a parte emocional de Kei estava totalmente vidrada na bunda de Tetsurou subindo, descendo e rebolando muito na ereção recém-formada do trainee mais velho, alto, beleza peculiar, cabelos loiros, olhos cor de mel e óculos.
Kei esforçava-se para ignorar as loucuras de Tetsurou, pois não era de hoje que ele se metia nesse tipo de situação (para começar, o caso deles começou após uma rapidinha no banheiro de uma boate), mas era impossível ignorar um homem tão sedutor como Tetsurou Kuroo. Quando menos percebeu, já estava gemendo pelo boquete recebido por Kuroo.
— Kuroo, não... Aqui é a sala do chefe... Para!
O outro trainee retirou a boca do pênis de Tsukishima de imediato. Levantou-se, empurrou Kei para a mesa do chefe, fechou a porta, trancou-a, tirou toda a roupa e falou:
— Quatro olhos, confessa vai... você com certeza já se imaginou sendo fodido por mim, depois me fodendo até deixarmos essa sala com cheiro de sexo! Para de bancar o puritano, quatro olhos-senpai, quem é que deu a iniciativa de transar no carro, enquanto esperávamos nossos pedidos, lá drive thru do Burger King anteontem mesmo?
— Eu estava meio bêbado, então não conta! — retrucou o loiro. Logo em seguida, Kei retirou as roupas imediatamente, colocou todos os itens que estavam na mesa dentro de um armário pequeno, retirou as próprias roupas, tirou do bolso da calça um sachê de lubrificante, abriu as pernas e começou a se preparar.
Enquanto isso, Tetsurou delirava com a cena vista, a nudez de Tsukishima sempre deixava o rapaz maravilhado.
Quando Tsukishima terminou, este falou:
— Tá esperando o quê? Anda, vai logo, antes que a auxiliar de limpeza da madrugada chegue e flagre a gente. Falta meia-hora para o turno dela começar.
Kuroo deu um sorriso malicioso, pegou uma camisinha que Tsukishima jogou para ele e colocou o preservativo:
— Prático como sempre... — foram as últimas palavras antes do homem penetrar Kei com tudo. Como não havia tempo, eles partiram direto para os beijos e o sexo frenético tão conhecido e praticado entre eles.
O homem loiro e Kuroo, um alto rapaz de cabelos negros, traços fortes e com muitos atrativos, continuavam a se beijar e as estocadas continuavam cada vez mais e mais intensas.
Kuroo deleitava-se em como Kei era tão entregue e intenso a ele, desde um gemido que escapava quando era chupado um dos mamilos do parceiro até uma ou outra rebolada no pênis do outro. Enquanto Kei sentia a adrenalina misturada com o prazer correr cada vez mais em suas veias e dominar seu cérebro. Na realidade, o rapaz de cabelos loiros sempre quis sair um pouco da rotina, só nunca encontrou um parceiro tão disposto assim.
A mistura de cheiros, o contato com a pele alheia, beijos... praticamente tudo fez Kuuro ter um orgasmo daqueles. Kei começou a se masturbar, mas Tetsurou ainda arranjou forças para fazer sexo oral no loiro até ele chegar no seu clímax e jorrar todo seu líquido branco dentro da boca do moreno. Kuroo não pensou duas vezes, devido a situação: engoliu tudo sem dó. Nem tiveram o direito de descansar pós-orgasmo.
— Falta 5 minutos para ela chegar, me ajuda a arrumar tudo isso, Kuroo. — alertou Tsukishima, já destrancando a porta para facilitar a saída.
Colocaram suas roupas de volta, arrumaram a bagunça em tempo recorde e fizeram uma última conferência se não deixaram rastro do “trabalho extra”. Tudo certo, os dois saíram do trabalho em direção um barzinho qualquer, por insistência de Kuroo, onde aquela noite de sexta-feira estava apenas começando.
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