Wont You Save Me?
27 Capítulo 25 - O amor é mais
Notas iniciais
Cara, eu imaginava que, sei lá, ninguém fosse ler esse novo aviso, sério mesmo. Daí me vem 19 anjos dizendo que vão ler, sim. Isso me deixou muito, muito feliz. Vocês não imaginam o quanto. Eu nem sei como agradecer e acho que nunca nada chegará perto de demonstrar o quão grata eu sou por poder contar sempre com vocês, pois mesmo depois que eu anunciei que a fic não seria finalizada aqui vocês ainda continuaram a vir aqui. Então é por isso que eu digo: VOCÊS SÃO P-E-R-F-E-I-T-A-S, aliás, perfeito é pouco pra definir vocês. Muito obrigada por tudo.
Boa leitura ♥
Justin empurrava o carrinho do supermercado enquanto eu pegava os alimentos nas prateleiras e os jogava no carrinho.
Depois de lotarmos um carrinho grande só com alimentos, lotamos um médio com produtos para higiene.
Durante o tempo que ficamos andando pelo mercado e o tempo em que ficamos na fila do caixa para pagar, todos nos olhavam. Isso me deixava desconfortável de certo modo. Onde estava o direito de privacidade? Mas então percebi que Justin não se sentia incomodado. Ele se dava com isso diariamente, e claro já estava acostumado. Então se isso não o incomodava, decidi por não ficar incomodada, afinal o famoso ali era ele. Eu era apenas uma acompanhante anônima.
Colamos as compras no porta-malas, entramos no carro e partimos para a gravadora.
Chegamos à gravadora e pegamos o elevador. Justin dirigiu-se ao escritório de Scooter e pediu que o aguardasse ali enquanto eles conversavam. Assenti e sentei-me no sofá próximo ao escritório. Havia um murmurinho, mas não consegui ouvi-lo. Cerca de minutos depois ele se tornou audível.
- Isso é inadmissível, Bieber! INADMISSÍVEL! – Scooter berrava. – Como você pode jogar esse namoro com a Selena pro alto por causa de uma paixãozinha? Não vê os benefícios que esse namoro nos traz? Nós perderemos milhões!
- Eu não precisei da Selena pra chegar aonde cheguei. E te garanto que não preciso dela pra continuar onde estou. Portanto, acabou! Eu não preciso dela para me manter no auge, ao contrário, ela que precisa de mim pra isso. Então é isso Scooter. E eu não estou terminando isso por uma paixãozinha. Eu amo a Lindsay! E se te interessa saber ela está com uma doença terminal, por isso, me recuso fazer outra se não for cantar e ficar ao lado dela. Ela está com os dias contados. Eu estou com os dias contados! – Berrou Justin com a voz trêmula.
O silêncio pendurou-se e então uma porta foi aberta e fechada com violência. Justin pisava firme e sua expressão era carrancuda. Agarrou meu pulso, me puxando do sofá. Fui obrigada a acompanhar seus passos e fui inteligente em permanecer calada.
Entramos no carro. Logo o velocímetro marcava 120 km/h.
Não demorou muito e chegamos a nossa casa. Desci do carro e abri o porta-malas, peguei algumas sacolas e levei-as para a cozinha. Voltei para pegar mais.
Todas já haviam sido levadas para a cozinha. Só restava arrumá-las. Decidi fazer isso. Não queria falar com Justin enquanto ele estivesse daquele jeito.
Sentei no chão e separei os frios, os não perecíveis e os produtos higiênicos.
- Lind. – Ele chamou.
Relutante, o olhei.
- Oi.
Justin caiu ao meu lado, abraçando-me sufocadamente. Suspirei, aliviada. Senti-o suspirando também. Apertamo-nos ainda mais.
- Eu não posso ter perder. Mas se por acaso isso acontecer, teremos aproveitado ao máximo. Por que eu não pretendo sair do seu lado e espero que isso não te incomode. – Disse.
- A sua vida te incomoda? – Perguntei.
- Não.
- Que ótimo, porque você se tornou a minha. Então não me incomodarei nunca. É disso que eu preciso, você comigo, até o último suspiro.
- Até o último suspiro. – Repetiu. Apertamos nossos corpos contra o outro ainda mais se isso era possível.
Suas mãos afagavam meus cabelos e seu nariz fungava próximo dos fios. Recostei minha cabeça em seu ombro e fechei meus olhos, mas acariciando seu braço. Já se tornara vicioso ficar com Justin.
Continuamos desse jeito até nos dar câimbra. Nos desgrudamos e levantamos. Limpamos os armários e depois guardamos as louças, os talheres e os alimentos.
Caímos sentados no sofá, sem fôlego.
- To morto. – Disse Justin.
- Somos dois. Eu preciso de um banho, mas né...
- Podemos ir lá pra casa. – Deu essa sugestão.
- Ou pra minha.
- Na minha tem mais coisa que na sua.
- É verdade.
- Então pega sua roupa e vamos.
Peguei o necessário e fomos para a casa de Justin.
***
Já de banho tomado e vestida, posicionei-me a frente do espelho para pentear meus cabelos. Passei a escova entre os fios e quando a tirei uma grande quantidade de cabelo saiu entre as cerdas. Ergui a cabeça e observei meu reflexo. Passei a mão direita entre os fios como se quisesse desembaraçá-los e entre os meus dedos saíram mais fios. Passei a mão esquerda e nela veio outra grande quantidade de fios. Penteei a parte de trás. Mais fios.
Apoiei-me na bancada da pia do banheiro e senti meus olhos arderem. As lágrimas puseram-se a cair. Eu sabia que esse dia chegaria, só não sabia que seria tão rápido e que isso afetaria tanto meu couro cabeludo. Minhas bochechas estavam molhadas, a boca úmida que saboreava um gosto tanto quanto salgado. Funguei para refrear as lágrimas, mas de nada resolveu. Eu realmente minha sentia infeliz por aquele acontecimento. Justin já agüentara demais. E eu não queria que ele agüentasse mais essa. Definitivamente não. Justin Bieber ter uma leucêmica careca ao seu lado já era cômico e trágico demais.
De repente ouvi um rangido e a porta tinha sido aberta.
- Fiquei preocupado, você tava demorando demais... – Mas Justin não concluiu o que diria. Virei meu rosto para olhá-lo e ele estava boquiaberto, fitando os fios de cabelos caídos no chão. – Lind...? – Indagou incrédulo.
- Justin, não dá mais. – Respondi-o, virando o rosto para não encará-lo.
- Não entendi.
- Não dá mais pra gente ficar junto. Você praticamente abandonou sua casa pra ficar comigo. Você acabou um namoro que poderia ter trazer centenas de benefícios. Você brigou com o Scooter. Você tá deixando de aproveitar sua vida e eu não quero isso! Você tem que viver, tem que aproveitar. E eu, infelizmente, estou te impedindo disso. – Fechei os olhos sentindo mais lágrimas escorrerem.
- Então você acha que se não valesse à pena ficar contigo eu faria isso? Lindsay entenda que, você é a vida pra mim. Eu estou vivendo e aproveitando porque estou com você. Mesmo que nos últimos dias tenha tido mais sofrimento por você estar doente, eu não me importo. Eu to com você até o último suspiro e é isso. Não agüento mais falar a mesma coisa. Parece que você não entende. Qual a parte de eu te amo e ficarei com você, você não entende?
- Não é isso. – Resmunguei.
- O que é então? Você tá com vergonha de ficar careca? Por que eu não terei vergonha de ficar com você mesmo estando careca. Eu não te amo por causa do seu cabelo. Eu não te amo por causa das suas roupas. Eu não te amo porque você é linda. Eu te amo pelo o que você me tornou. Eu te amo pelo o que sou quando nós estamos juntos. Eu vou te amar com ou sem cabelo. Descobrir que eu posso te perder pra uma doença fez esse amor aumentar ainda mais. E não é o seu cabelo que vai mudar isso. Na verdade, seu cabelo é algo que não acrescenta.
- Como eu faço pra retribuir tudo o que você tá fazendo por mim? – Ergui a cabeça e virei para olhá-lo. Minha visão estava turva devido as lágrimas.
- Para de falar merda e fica comigo de uma vez. – Respondeu apenas.
Andei e aproximei-me de Justin, abraçando-o e caindo no choro. Meus cabelos fariam falta, mas faria uma falta desastrosa Justin longe de mim.
- Você poderia pelo menos suavizar o rosto. – Comentou Justin enquanto esperávamos sentados na recepção do hospital pela primeira seção da ninguémmerecepia.
- Não sou obrigada a distribuir sorrisos. Principalmente quando estou fazendo algo que vai contra a minha vontade. – Respondi-o ríspida.
- Ai, ai, Lindsay. Só aturo isso porque vem de você. – Suspirou e olhou para o teto branco, tentando manter a calma.
Como se não bastasse está com o cabelo mais ralo que água, saber que dentro de alguns minutos eu ficaria careca, eu ainda tinha de agüentar olhares voltados para nós e cochichos.
- Lindsay Adams Mandson. – Disse uma das recepcionistas em alto e em bom som. Olhei para Justin e ele também me olhava. Seus olhos me diziam para continuar e sua mão apertou ainda mais a minha – demonstrando segurança.
Levantamos de mãos entrelaçadas e seguimos a recepcionista até chegarmos a sala do hematologista.
Entramos na sala e lá havia o médico e uma moça simpática que, minutos depois já não pareceu tão simpática.
- Boa tarde, Lindsay. – Disse o Dr. Jackson.
- Só se for para o senhor. – Retruquei mal humorada. – Ai! – Justin beliscara meu braço.
- Boa tarde. – Disse Justin intrometendo-se.
- Olá, Justin. – Dr. Jackson respondeu-o aparentemente feliz.
Revirei os olhos. Ninguém parecia ter consciência do que viria a seguir, apenas eu.
- Lindsay, essa aqui é Audrey. – Indicou a moça ao seu lado. Não o respondi, esperei até que continuasse. – Caso queira cortar seus cabelos logo, antes de iniciar a quimioterapia, ela os cortará.
Torci o nariz, franzindo o cenho.
- Lindsay. – Disse Justin reprovando meu ato.
- Desculpa, mas eu não consigo. Parece que ele tá perguntando se eu quero que corte primeiro o braço ou a perna. – Expliquei-me tristonha.
Justin abaixou a cabeça e suspirou, talvez pensando no que diria, já que acabou não dizendo nada.
- A escolha é sua. – Disse Dr. Jackson.
- Não, não é minha. Por mim eu nem estaria aqui. – Respondi-o birrenta.
- Devo adiantar que fazendo a quimioterapia ou não seus cabelos cairiam do mesmo jeito.
Abracei Justin e mordi os lábios, prendendo o choro.
- Já disse e vou repetir: até o último suspiro. – Disse enquanto abraçava-me forte.
- Até o último suspiro. – Repeti. Engoli o choro e afastei-me dele, decidida.
- E então? – Indagou Audrey, finalmente falando algo.
- Pode cortar. – Engoli a seco.
Audrey indicou-me a cadeira e sentei-me. A frente da cadeira havia um espelho e uma bancada com tesouras, pentes e a máquina que daria um fim a queda dos fios. Pousei meu olhar no reflexo de Justin. Ele também me encarava. Desviei de seu olhar quando senti Audrey penteando meus cabelos. Encarei meu reflexo, pálido, com ar de moto e medonho. Senti e ouvi o primeiro estalar da tesoura. O primeiro cortar das pontas.
Audrey aparou as pontas e aos poucos foi cortando mais, até meus cabelos estarem acima dos ombros. Tive vontade de gritar, de pedir para que parasse, mas me controlei. Audrey cortou um pouco mais, até os fios ficarem tão curtos a ponto de estarem acima da orelhas. Então ela ligou a máquina e a trouxe para perto da minha raiz, passando-a de baixo pra cima, fazendo os fios que restaram caírem aos bolos. Alguns caíam à frente de meus olhos e isso era um tanto enlouquecedor. Engoli o grito. Controlei a vontade de sair correndo dali. Mas o choro eu fui incapaz de controlar. Por segundos deixei de encarar já parte de minha cabeça raspada e olhei para Justin. Não o enxerguei muito bem, as lágrimas dificultavam, mas ele parecia estar emocionado. Abaixei a cabeça, encarando minhas mãos caídas em meu colo e as lágrimas caíram ainda mais. Eu estava completamente envergonhada. Jamais imaginei passar por aquilo – perder meus cabelos. O cabelo é como um bem material, que embora algumas mulheres digam que não, não é a mesma coisa viver sem ele. Ele é a moldura do rosto. E meu rosto perdera a sua.
Audrey ergueu minha cabeça e pediu para que eu não a abaixasse novamente, ou ela poderia me ferir com a lâmina da máquina. Cerrei meus punhos, apertando as unhas contra a pele e fechei os olhos. Solucei. Senti Audrey cortando o que restou e o motor da máquina desligando-se. Ela passou uma escova com cerdas macias em meu pescoço, retirando os fios que ali havia.
- Já pode levantar, Lindsay. – Disse.
Abri os olhos. Aquela Lindsay refletida no espelho não era realmente a Lindsay. A Lindsay era cheia de vida, e aquela ali só respirava, mas sabia que sua hora estava próxima. Será que Mike ou Matt me reconheceriam caso passassem ao meu lado na rua?
Meus olhos verdes estavam avermelhados ao redor da íris. Meu rosto parecia mais redondo e oval. Abaixo de meus olhos a olheira afundava-se cada vez mais. Me virei na cadeira e ergui o olhar para Justin que estava acima de mim. Ele estendeu a mão e a paguei, afagando-a entre as minhas. Funguei. Justin puxou-me, ajudando-me a levantar. Abracei-o, desabando em seus braços. Justin logo ficou alerta, segurando-me com força. Dr. Jackson correu para ajudá-lo.
Tentei ficar de pé, mas fui incapaz. Minhas pernas não respondiam ao meu comando. A situação estava tão deprimente que eu não sabia qual das forças havia se esgotado para me fazer cair, talvez fossem ambas, a física e a emocional.
- Ela não está em condições de fazer a quimioterapia hoje. – Falou Dr. Jackson antes que meus olhos se fechassem, fazendo-me perder os sentidos.
Abri os olhos. A princípio não reconheci o teto. Apalpei o colchão. Estava de volta a minha casa. Passei a mão em minha cabeça. O pesadelo fora real. Senti uma mão pousar em cima da minha e virei o rosto em direção do toque. Justin estava sentado na beirada do colchão, observando-me.
- Eu fiz a parada lá? – Não queria dizer o nome quimioterapia.
- Não. – Respondeu.
- E nem vou fazer. – Disse firme.
- Lindsay, não quero discutir.
- Nem eu.
- Então você já sabe que vai fazer.
- Eu não vou fazer. – Repeti birrenta.
- Veremos. – Virou o rosto, ficando carrancudo.
Sentei já ficando nervosa.
- Veremos. – Repeti.
- Eu não verei nada.
- Eu não vou fazer e ponto!
- Você vai fazer, sim! – Berrou de volta, descontrolando-se. – Parece que você quer realmente morrer. Você tem que lutar, Lindsay! Se você não lutar você não vai ganhar.
- Eu não quero. Mas isso não vai me ajudar, Justin, não vai. Isso não vai me curar e você sabe disso!
Justin socou o colchão e bufou, levantando e afastando-se de mim.
- Você sabe que não tem jeito. Isso só vai retardar ainda mais as coisas. E trazer mais sofrimento. Você acha que eu quero te deixar? – Indaguei já com os olhos marejados.
- Você acha que eu quero que você vá? Você poderia pelo menos tentar me entender.
- Eu te entendo.
- Não, não entende.
- Você que não me entende. Quer me forçar a fazer essas coisas, sabendo que é contra minha vontade.
- Por que eu quero te forçar a viver.
Balancei a cabeça negativamente e suspirei, ficando calada. Se eu o respondesse a situação só pioraria.
Justin sabia que as opções para curar o que eu tinha eram inexistentes, no entanto, teimava em procurá-las.
- Eu só quero que você entenda que, mesmo que seja em vão, eu tentei. Eu estou tentando. E eu vou tentar. – Disse forçando-se a manter o controle na voz. Desceu a escadas e não disse mais nada.
- Aonde você vai? – Tentei gritar.
- Em casa. Volto mais tarde.
Caí, deitando de volta. Virei de lado e enrosquei-me. Logo dormi.
Eu já havia acordado há cerca de uma hora e meia e até aquele momento nada dele aparecer. Preparei um cappuccino e apoiei-me na bancada enquanto o bebia. Escutei o motor do carro desligando-se. Justin havia chegado. Coloquei a xícara em cima do balcão e caminhei até a porta para recebê-lo. Justin estava com um boné e por cima do boné o capuz. Justin vestia um casaco, mas não fazia frio. Ele aproximou-se de mim e selou um beijo em minha testa, afastou-se e sorriu. Ergui uma sobrancelha, inquisitiva.
- Quero te mostrar uma coisa. – Confessou risonho. Tirou o casaco e o jogou no batente da porta, porém a surpresa só aconteceu quando Justin tirou o boné.
Ele havia raspado a cabeça. Os fios macios e dourados já não abrigavam mais ali. Fiquei boquiaberta e imóvel. Sinceramente, eu não entendia como ainda podia haver lágrimas, mas elas existiam, e escorriam por minhas bochechas. Olhei profundamente nos olhos méis de Justin e os vi marejados, porém em seus lábios havia um sorriso gentil. Esmaguei-o num abraço e iniciei minha crise de choro.
- Você acha mesmo que eu deixaria você nessa, sozinha? – Sussurrou em meu ouvido.
- Eu sei que você é perfeito, mas... não esperava isso. – Confessei, ainda surpresa com a atitude que ele teve. Afrouxei meus braços em volta do pescoço de Justin e deitei minha cabeça em seu ombro. – E você não deveria ter feito isso. Eu pretendo comprar uma peruca. – Falei para descontrair. Justin riu.
- Eu não sei se existe peruca pro tamanho da sua cabeça. – Zombou-me. Cutuquei-o na costela, fazendo-o dar um pulo. – Eu não preciso disso, sabe, né? Fico lindo de qualquer jeito, até sem dente. – Gabou-se.
- Eu não sei se existe espaço para tanto egocentrismo. – Retruquei.
- E eu não sabia que poderia caber tanto amor num curto espaço.
- Talvez seu coração seja imenso, mas ele jamais será maior que o meu.
- Ahhhhh, valeu. – Afastou-se de mim e empurrou-me pelos ombros de leve. Cambaleei para trás, mas recuperei o equilíbrio. O empurrei também. Caímos na gargalhada.
- To com fome. – Resmungou Justin com a mão em cima do estômago.
- Eu também. – Ouvi meu estômago roncar.
- O que podemos comer? – Perguntou indeciso.
- Hambúrguer. – Opinei. Justin balançou a cabeça positivamente e tirou o celular do bolso frontal de sua bermuda, discando o número do fast-food.
Fale com o autor