Notas iniciais
Bem vindos a fic vou explicar umas coisas: —A fanfic apesar de retratar Fillie vai retratar muitas outras coisas, o foco vai e não vai ser Fillie. —Amor não se brota do nada, vai ter cair e levantar, então Fillie pode ou não demorar, tenha paciência —Soah é meu otp e ele vai estar aqui, não gosta eu sinto muito, não tô nem aí. —Iris vai aparecer e ela não vai ser vilã, e apesar de eu não conhecer muito o pessoal de IT talvez eles sejam da alcatéia principal, T-A-L-V-E-Z. —Comente e participe da fanfic, é uma história de fãs e nós todos somos fãs, da série, do shipp, do cast e tudo mais. Aproveitem!!

Leia as notas iniciais

Desamarrou o avental ridículo sujo de farinha que usava, jogando-o contra os armários dos funcionários. Maldita hora em que aceitou fazer aquele maldito turno extra.

Olhou para a lanchonete vazia vasculhando sua mente em busca de algo que não havia sido desligado, ou ligado no caso do freezer. Soprou a franja verde que caía na lateral de seus olhos e caminhou em direção a saída do Joe’s, já havia lavado os chãos e os, imundos, banheiros, mesmo que em sua opinião eles necessitasse de um detetizador. E dos bons.

Talvez fosse uma regra universal: “banheiros públicos serão nojentos em níveis anormais”. Depois de começar a trabalhar no Joe’s, Millie teve certeza que odiava banheiros públicos com a alma, nunca mais pisaria em um, mesmo que isso significasse segurar as necessidades o dia inteiro.

Constatando que tudo estava em seu devido lugar, ela finalmente estava livre para ir embora. Ligou o alarme de segurança e trancou a lanchonete colocando a chave no bolso da frente da camisa, jogou sua mochila verde claro sobre os ombros, engraçado ultimamente verde estava sendo uma cor constante em sua vida.

Caminhou até o ponto de ônibus mais próximo, o que sempre pegava, perto de uma boate, sempre se prometia ir ali, mas nunca estava com coragem suficiente para tal coisa, afinal sempre que passava por ali estava saindo do trabalho e quase nunca ela saia revigorada do Joe’s.

Isso a deixava furiosa, sua raça era conhecida por serem seres tão resistentes quanto pedras, mas ela? Era tão delicada quanto vidro mesmo tendo uma personalidade de diamante, a falta do seu lobo a fazia apenas ter o DNA lupino, mas o resto não aplicava a si, ela até mesmo suspeitava que podia ficar bêbada e até mesmo envelhecer, isso a deixava ainda mais furiosa. Cada mínimo detalhe cooperava para que lembrasse-se: “não é uma verdadeira lupina”.

Bufou chegando ao ponto, encostou-se na placa com um ônibus e seus horários, soprou outra mecha verde da frente de seus olhos castanhos, fuçou em sua bolsa seu celular simples, sem nada para fazer começou a jogar algo qualquer no celular sem nem se preocupar com os possíveis assaltantes que passavam ali, na verdade Millie conhecia três dos assaltantes que ali haviam passado. Ela até conversava com eles todas as sextas sobre estratégias de roubo e se Millie não fosse vidrada em música, talvez duvidassem que ela poderia seguir carreira do crime.

Trabalhar no Joe's era pedir para ser conhecida, mesmo estando ali há apenas seis meses, já conhecia grande parte dos clientes, alguns ela tinha uma amizade e outros...Bom talvez nem tão amizade, mas ela os respeitava, menos quando estava na TPM, entretanto eles provocavam. Havia feito amizade com uma garota morena, tinha traços indianos e tinha por volta dos seus vinte e seis anos, seu nome era Kali, fazia algumas semanas que não a via. Suspirou e mordeu os lábios, mesmo que preocupada ela não podia fazer nada, ela podia ter se mudado e não tinha a obrigação de lhe contar, mas mesmo assim, seu coração estava apertado, a possibilidade de algo ruim ter acontecido lhe assombrava.

Seu ônibus finalmente chegou, sua passagem para seu apartamento e sua cama, só de pensar em se enfiar debaixo dos lençóis com um pote de sorvete e uma maratona de filmes na netflix que ela havia roubado de uma amiga que fez em NY, a fazia suspirar de puro prazer, subiu as escadas do ônibus, pagou sua entrada e se sentou no ultimo banco como sempre fazia, duas senhoras a sua frente discutiam sobre algo sobre seus genros e uma adolescente na outra extremidade falava escandalosamente alto no telefone, pelo que Millie pegou da conversa Steve namorado da Clarysse, havia pedido para Felícia, irmã da Clarysse, para eles ficarem. Millie torceu o rosto quando a garota, passou a rir histericamente.

Bufando se levantou e sentou exatamente ao seu lado, o ônibus parou e um casal entrou conversando, por talvez coincidência se sentaram à frente da Millie e a adolescente, que continuava seu assunto muito empolgado e ganhando um tom cada vez mais alto. A garota de cabelos verdes revirou os olhos e começou a dizer:

-Sabe?- Cruzou as pernas e as segurou com a os dedos entrelaçados.- Semana passada um cano da minha casa estourou e fez uma baita sujeira, molhou tudo, quase perdi minhas roupas, o cano fez um baita de um barulhão, um tipo de: “ UUUSH!”- Ela começou a tagarelar no mesmo tom que garota, soltou uma risada e jogou a cabeça para trás, a adolescente ao seu lado lhe lançou um olhar torto, mas mesmo assim ela retomou ao falatório.- O barulho era tão alto que meu vizinho gato da frente veio me socorrer e-

-Moça você é louca?- Ela perguntou interrompendo Millie que a olhou cínica.- Eu não ligo pra sua casa. Nem perguntei nada, você devia se tratar.

-Exatamente!- Ela concluiu.- Também não ligo sobre Steve estar traindo Clarisse com a Felícia. Eu também não perguntei nada.

Se levantou deixando uma adolescente bufante para trás, pode ver o casal segurar o riso, sorriu sarcástica antes de pegar sua mochila e descer do ônibus, que já havia parado novamente, lançou uma última olhadela para a garota e sumiu entrando em seu condomínio.

As vezes adolescentes a irritavam, talvez aquela garota se tocasse que educação é bom e te livra de vergonhas como essas.

Abriu o portão da frente e ignorou Tony o porteiro que lhe lançou uma piscadela, ela já havia mencionado como odiava ele? Pois bem...Ela odiava ele. Não tinha um motivo aparente, na verdade tinha sim, mas eram muitos e naquele momento o que ela menos queria era ter passar estresse tendo de listar as mil merdas que definiam expressamente Tony.

Seu condomínio era composto por cinco prédios denominados cada qual com sua letra do alfabeto, ela morava no bloco D, no apartamento 108, um ou dois números antes da cobertura. Entrou no elevador de seu prédio, deslizou o dedo sobre os botões apertando seu andar enquanto desejava apertar o botão do último. As portas se fecharam e ela desfrutou de alguns minutos com as cabines sendo preenchidos por músicas chatas e entediantes, bufou e revirou os olhos, cruzando os braços.

Há dois meses ela havia completado seus recentes vinte e quatro anos, de presente ganhara nada além da decepção de saber que seu lado lupino não acordaria, jamais. Havia um limite, uma certa idade, lobisomens amadureciam até seus vinte e quatro anos, a partir daí é como se congelassem no tempo, suas habilidades poderiam melhorar, seu corpo podia engordar e emagrecer, mas ficariam em eternos vinte e quatro anos, para sempre. E Millie adoraria ficar com sua bundinha dura de vinte e quatro anos para sempre, qual é? Quem não quer?

As portas se abriram e ela saiu do elevador, caminhou em direção a sua porta a abrindo com calma, acendeu as luzes, fechou a porta e jogou as chaves no balcão que dividia a cozinha da sala de jantar, logo foi recebida por uma mini bola de pelos saltitante.

-Celeste!- Gritou agarrando a cachorra eufórica no ar, ela sacudia o rabo com velocidade e se emaranhava no vestido laranja que Millie usava, o uniforme da lanchonete, Celeste latiu quando foi posta no chão, rodando loucamente em volta da dona.- Calma sua doida eu fiquei fora por umas horinhas, cruz credo.- Revirou os olhos indo em direção ao seu quarto.- Você nem imagina o que eu fiz hoje…- Começou a conversar com a cachorra enquanto se trocava, Celeste de deitou sobre os cobertores e passou a ouvir sua dona contar sobre como ela havia derrubado café, acidentalmente,em um empresario lindo pra caramba.

E assim uma longa noite se iniciava.

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-Ah qual é!- Gritou jogando pipoca na TV, mesmo sendo muito perigoso já que Celeste poderia comer e se engasgar que nem da última vez, mas havia aprendido depois de descobrir sua estranha mania de jogar pipoca na Tv.- Eu não entendi esse final, sejam mais claros produtores de filmes. Que saco.- terminou de comer a pipoca que restou em seu pote e logo se levantou para pegar o controle, e pegar as pipocas que jogou no chão.- Eu odeio minha mania de jogar pipocas no chão, depois eu tenho que pegar tudo. Odeio ganhar pouco também. Queria tanto uma empregada.- Sentou-se no chão mirando a bagunça de seu pequeno apartamento e novamente bufou jogando a cabeça para trás e soltando seus cabelos.

Olhou para a porta de vidro, uma visão ampla da floresta se estendia ao horizonte e a lua brilhava em prata perfeito, era lua cheia Millie nem mesmo havia percebido, se levantou caminhando até sua sacada, puxou todo o ar e logo o soltou sorrindo logo depois, ela não podia explicar como, mas talvez a única coisa que ela tinha em comum com os lobos era sua apreciação a lua. Podia até mesmo escrever uma rima sobre ela.

Sua atenção foi bruscamente puxada por um uivo, não que nunca tivesse ouvido um uivo sequer, mas aquele era diferente chegava a ser melodioso, Millie suspirou prazerosa, hipnotizada pelo som ela se apoiou sobre as grades da varanda, inclinando o corpo para frente a fim de buscar com seus olhos o lobo que fazia esse som.

Mas nada além da vasta escuridão da floresta, Millie olhou para a porta de seu apartamento e hesitante deixou a varanda para correr até ela. Ouviu um latido e viu Celeste correr de um lado para o outro pelo apartamento.

-Como você…? Olha não tenho tempo, cuida da casa sua travessa.- Resmungou pegando as chaves e batendo a porta sem querer.

Deixou o elevador de lado, naqueles momentos ele era demorado demais e para ela, que estava quase tendo um colapso sem motivo aparente, esperar não era uma opção.

Correu pelas escadas de emergência que para sua sorte davam para a parte de trás de seu apartamento, mas foi barrada por um muro. Se enfureceu e se amaldiçoou por faltar às aulas de escalada do Mrs. Ian.

-Meleca!-Gritou nervosa e ofegante,apoiou as mãos sobre os joelhos e urrou furiosa. Estava tão perto mas tão longe.

O uivo foi ouvido novamente, mas agora estava mais longe. Millie nunca quis tanto ter seu lobo ativo para corresponder ao uivo. Esmurrou a parede e logo depois fez careta.

-Ai ai ai.- Beijou o punho dolorido e pouco cortado. Okay, seja lá o que tinha dado em Millie havia passado. Ela não tinha sido Millie Bobby Brown por minutos, tudo por conta de um uivo qualquer.

Suspirou, fez um coque no cabelo e se virou pulando de susto logo após seu ato, levou a mão ao coração enquanto o ser a sua frente sorria de lado.

-Oi Mills.- Jordan a comprimentou ainda com um sorriso derretedor de garotas e molhador de calcinhas. A garota de cabelos esverdeados ergueu as sobrancelhas.

-É Millie.- Tudo bem que Millie com certeza o achava atraente, até porque um metro e setenta e oito, cabelos loiros, olhos azuis, pele levemente bronzeada e brilhante completamente adornada por deliciosos músculos, não era algo pra se jogar fora. Entretanto Millie não era esse tipo de garota e mesmo que sua cabeça gritasse: “SE JOGA MINHA FILHA”, seu coração era racional e sempre a lembrava que ele queria mais que uma noite “legal”. E ela não queria iludi-lo, por isso cortava todo tipo de intimidade que ele achava ter.- Só amigos me chamam de Mills.- Ela deu ombros, afundou as mãos no bolso da calça de moletom surrada velha, só aí se deu conta do quão ridícula estava.

Descalça, com uma calça maior que ela mesma sendo segurado por, pasmem, um cadarço, uma blusa velha que seu irmão tinha esquecido na última visita quando ela ainda morava em NY, com Darth Vader estampado, cabelo desgrenhado e provavelmente um pedaço de pipoca no dente.

Viu Jordan murchar. Quantas vezes mesmo Millie havia destruído seu ego? Ela nem mesmo sabia, mas sempre que dava um jeito de criar um muro entre eles se sentia vitoriosa, mesmo que às vezes significasse ver feições tristes.Deu-lhe um tchauzinho com a mão e o contornou indo em direção a entrada da escada de incêndio.

-O que eu tenho que fazer?- Ele perguntou de supetão.

Millie parou e franziu a testa, mordeu os lábios antes de confusa lhe lançar um olhar ainda de costas.

-Como posso começar uma amizade com você Millie?- Ele perguntou cruzando os braços.

Essa era nova, Jordan geralmente usava todo seu estoque de cantadas com Millie, mas agora, agora ele queria sua amizade. Ela nunca esteve tão confusa. O que havia acontecido?

-Que tal parar de flertar comigo?- Ela deu de ombros finalmente se virando para ele.

Foi a vez dele franzir a testa.

-Desculpe querida. Isso é uma algo difícil para mim. Te flertar é rotina.- Ele sorriu lhe lançando uma piscadela.- Pensei em talvez um jantar.

-Tá me chamando para sair?- Ela perguntou surpresa, coisa nova denovo, Jordan NUNCA, repito NUNCA, havia lhe chamado para sair. Apenas cantadas sem graça e as vezes estúpidas.

Ele assentiu.

-Como amigos claro.- Ele completou rapidamente para que Millie não pensasse errado.

Ela riu, talvez pela segunda vez desde que se falavam.

-Pare de flertar comigo.- Ela disse se virando para em direção a porta.- E então talvez eu pense em um jantar.- Ela lhe piscou antes de entrar pela porta.

Não viu quando Jordan sorriu, mais que o normal, de um jeito alegre. Até demais.

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-Você realmente vai fazer isso?- Noah perguntou com um sorriso no rosto. Engraçado como ele quase nunca tirava as feições alegres de sua face, ao seu lado serena como o próprio vento estava Sadie, sua noiva.

A mulher de cabelos ruivos e longos, pele alva e olhos claros revirou os olhos rindo igualmente. Ao seu lado seu melhor amigo bebeu um pouco mais de sua cerveja rindo em seguida, não que ele estivesse bêbado já que era biologicamente impossível, mas apenas gostava de rir.

-Você sabe que tecnicamente é uma trapaça né?- Sadie apoiou o rosto sobre as mãos e ergueu as sobrancelhas para Gaten.

-Não tem nada nas regras que restrinjam lobisomens.- Ele sorriu de lado levantando da mesa do velho e bom bar, Angels. Ergueu a mão para o empresário muito bem pago que gritava: quem batesse seu recorde ganharia quinhentos mil na conta.

-A você aí bochechudo.- O homem zombou.

Sadie gargalhou com as mãos em seus lábios, Caleb não pode conter uma risada que escapou de seus lábios e Gaten sustentou um sorriso falso na cara, mesmo que dentro de si ele borbulhava em fúria. Era fácil demais enfurecer um lobisomem.

-Vai encarar o recordista?- O homem continuou batendo no próprio peito. Inflando seu ego que logo seria destruído.- Vai quebrar a cara meu chapa.- Ele gargalhou sendo seguido por seus companheiros ricos.

-Superar um cachaceiro?-Ele deu uma risada sarcástica.- Tô dentro, palito de churrasco.

O homem fechou a cara. E virou para uma garçonete, chamou-a com um leve aceno de mão e quase que imediatamente ela correu para em direção ao bar.

-Cara. Você levou pro pessoal.- Caleb sussurrou para Gaten, entretanto Noah e Sadie também ouviram. Ele bufou.- Você sabe o que acontece quando você leva pro pessoal.

-Cara fica de boa.- Ele estrelou o pescoço e mordeu os lábios.- Meio milhão a gente não perde.- Se levantou se dirigindo-se em direção a mesa do homem e sentado à sua frente.

Sadie se levantou pra perto do amigo, nunca que perderia ele ganhando meio milhão brincando. Participaria da torcida, mesmo não sendo necessário. Afinal lobisomem algum perderia uma competição de bebida.

-A gente vai ficar aqui ou…?- Caleb perguntou para o alfa a seu lado.

-Vamos lá só pra ele não reclamar que não vimos seu ataque de ego depois de vencer.

O moreno assentiu caminhando até Sadie e sendo seguido por Noah, aquilo seria engraçado.

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Finn uivou uma quinta vez, mas pelo que parecia ninguém estava pelas redondezas, nenhum dos doze lobos da alcatéia. Rosnou batendo as patas frontais sobre os galhos secos. Correu pela floresta se distanciando cada vez mais do lago onde havia parado a pouco para beber água.

Que droga.- Sua parte humana resmungou. E ele só pode concordar.- Acho melhor irmos pra casa podemos resolver isso depois.

O lobo ainda sim contragosto assentiu, correndo por onde tinha vindo antes. Seguindo pela mesma trilha iluminada pela lua. Com o farfalhar das folhas sob as patas, os sons da noite e os cheiros, tudo em sincronia em perfeita harmonia, fazia daquele lugar perfeito. Às vezes enquanto sentava sobre pedras pela tarde, Finn cogitava entre permanecer para sempre como lobo, bom… Se não significasse largar sua humanidade e cair de cabeça no descontrole e nos instintos, ele conhecia demais as consequências de largar sua parte humana.

Parou de correr bruscamente ao sentir algo, um queimar que começava em sua mente se espalhava por cada um de seus escuros pelos. Um arrepio lhe correu a espinha e ele uivou contra vontade se obrigando a voltar a forma humana, entre gritos e uivos inumanos ele se jogou contra a grama alta e mal feita.

Afundou os dedos humanos contra a terra úmida. Sentiu o rosto molhado e não sabia dizer se era suor ou lágrimas, já que ambas se mesclavam tornando-se uma. Tossiu freneticamente sendo atingido de supetão por cheiros demais de jeitos diferentes demais, piscou vendo que sua visão estava indo muito longe mais do que normalmente queria enxergar, seu ouvido ouvia tudo, mais do que o seu normal.

Não é possível.- Seu lobo murmurou, ambos carregando descrença com o que estava acontecendo.- Perdemos o controle.

Finn assentiu passando os dedos sujos sobre os cachos desengrenhados. Nu, ofegante e fora de controle o homem se levantou apoiando em uma parede, franziu a testa. Onde estava?

Deu de ombros e suspirou pesadamente. Enquanto tentava a todo custo se estabilizar.

Algo estranho estava acontecendo e ele sabia muito bem. Suas duas partes sabiam que ele não perdiam o controle desde que ela havia desaparecido.

Desde que Iris havia sumido.

Notas finais
Eae curtiram. Como eu disse eu adoraria que vocês comentassem. Divulgar a história também seria bom e me ajudaria muito. Rs Até o próximo capítulo galerous
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.