WolfHill

31 Capítulo 30 - War


Notas iniciais
OIE BETAS! Calma, sem agressão, eu sei que vocês me amam, lá no fundo. Não dar explicações gigantescas nem nada, vou poupar vocês disso, okay? Então, é isso, nos vemos lá me baixo. BOM CAPÍTULO NÃO REVISADO Ahhhhh WolfHill recebeu sua quinta recomendação, surtei legal quando recebi. Muuuuuuuuito obrigada Kath McCall22 ! Sério! Amei!

Meu corpo foi de encontra à rocha me fazendo voltar ao chão. Eu vi quando Ares tentou atacar Cronos e o mais velho o jogou longe com um simples movimento do braço, segurei um grito de desespero quando sua cabeça começou a sangrar contra a pedra, Afrodite foi quem gritou, e eu pude sentir sua dor e desespero em sua voz. A mulher olhou para Cronos e o atacou, ela conseguiu desviar do primeiro golpe, mas acabou com o pescoço em volta das mãos dele, se não fosse por Ártemis e Cronos a teria matado ali mesmo.

Me ergui com dificuldade, podia ouvir alguns gritos e a risada debochada de Cronos. Reia, que até então não havia se movido por conta da flecha no braço, não perdeu mais tempo e voltou a me segurar. O ferimento em seu braço sangrava, mas parecia estar cicatrizando, e antes que o fizesse eu cravei as minhas unhas ali, o que a fez rosnar e afrouxar o aperto. Consegui chutar sua perna a fazendo cair, ouvi o som de outra flecha rasgar o ar e fincar-se em seu ombro, fazendo a mulher gritar novamente.

—Sua bastarda! -A mulher rosnou para a mais nova que se aproximava. -Eu vou acabar com todos vocês!

—A única coisa que você vai fazer, é devolver os poderes da minha filha. -Reia se contorceu diante dos meus olhos, com dificuldade ela puxou a flecha do ombro.

—O que... O que você fez?

—Nada. -Os olhos de Atena ficaram totalmente cinzas. -Ainda não.

Optei por deixar as duas ali se resolvendo, alguém teria que cuidar de Cronos, e não seria Poseidon. Procurei por ele em todos os cantos, Poseidon, o Percy, a Hazel, a Bianca, a Clarisse, e mais dois caras que eu não conhecia tentavam segurar Cronos o máximo que conseguiam, mas não era o suficiente. Afrodite se arrastava até Ares, que estava sendo amparado por Ártemis. Vi uma mulher de longos cabelos escuros e pele clara parada na entrada da caverna, ela murmurava algo, provavelmente em latim, não conseguia escutar. Observei-a por mais alguns segundos e não consegui conter a minha surpresa ao perceber sua barriga... Ela estava grávida.

Atrás dela um grupo de caçadores montava uma linha de defesa, alguns com arma e outros com arcos, mas eles não podiam fazer muita coisa, se atirassem em Cronos, poderiam acertar algum dos outros, e Reia, estava sendo muito bem cuidada por Atena. Não conseguia achar a Annie em lugar nenhum, até que vi sua cabeleira loira do outro lado da caverna com um arco nas costas. Eu precisava ir até ela.

Usando as últimas energias que me restavam, coloquei os meus pés para funcionarem. Comecei a correr até a Annie, desviando do luta principal, o que foi inútil. Fui de encontro ao chão por causa do corpo de alguém que havia voado para cima de mim. Me sentei e o olhei. Seu lábio inferior estava cortado, seus cabelos totalmente bagunçados, e ele estava sujo de terra, assim como a maioria. Porém, o que mais me preocupava, era o fato dele parecer não respirar.

—Nico. -Chamei. -Nico acorda! -Balancei-o. -Nicholas! Levanta! -Ele mexeu um pouco as pálpebras e abriu um pouco os olhos. -Não... -Meu cabelo foi puxado e eu não consegui segurar um grito. Novamente, um soco foi desferido em mim por Cronos, perdi o ar por alguns segundos.

—Eu matar todos vocês! -Deixei minhas garras crescerem e rosnei para ele. -Você não pode me matar, lobinha! Eu sou imortal! -Seus olhos ficaram totalmente negros e ele sorriu mostrando as presas.

—Eu posso tentar. -Parti para cima dele. Escorreguei no chão e arranhei suas pernas, chutei suas costas e me levantei, cravei as minhas garras em seus ombros enquanto sentia as minhas presas crescerem. Sem preder tempo cravei-as em seu pescoço, seu sangue invadiu minha boca, e me lembrou a época que eu tive que usar aparelhos, o gosto de ferro. Ele se debateu e rosnou, senti sua mão em minhas costas me puxando, aproveitei o puxão para pegar impulso. Dei uma cambalhota, quando ele me jogou no chão, e parei em pé, o olhando. Podia sentir o seu sangue escorrer pelo meu pescoço. -Você sangra. -Abri um pequeno sorriso. -Então, pode ser morto. -Ele rosnou. Seu rosnado se tornou brutal a medida que seus músculos se retesavam, ele estava se transformando. -NÃO! -Tentei atacá-lo, mas recebi um tapa que me fez voar longe.

—Thalia! -O olhei.

—Eu estou bem. -Me levantei e o olhei. -Preciso do colar da Annie.

—O que?

—Só, pegue o colar da Annie. -Ele franziu o cenho. -Preste atenção. O Sanguini está em nosso sangue, mas ainda há uma parte com a Annie, se ele pegar nós estamos mortos.

—Como vamos passar por ele?

—Vamos dar um jeito. -Olhei para o enorme lobo negro que nos encarava, por algum motivo o seu ombro ainda sangrava, exatamente onde eu o havia mordido. -Eu amo você.

—Eu amo você. -Ele me deu um selinho e saiu em disparada atrás da Annabeth.

—CHARLIE! -Olhei para Cronos bem a tempo de vê-lo jogar o corpo de um dos homens que eu não conhecia longe, perto da fogueira. A mulher que gritava era a que estava grávida, eu vi o rosa de seus olhos se esvair e ela cair de joelhos gritando. Seu grito era de pura agonia, e dor. Aquele com certeza era o pai da criança.

Tomada por uma fúria desconhecida eu rosnei para Cronos e o ataquei. Saltei sobre eles e ambos rolamos no chão. Desviei de suas mordidas como consegui. De alguma forma, quando paramos, eu consegui empurrá-lo para longe de mim, bem a tempo de ficar em posição de ataque. Cinco flechas rasgaram o ar e fincaram-se em seu ombro, assim como alguns tiros, que pareceram não surtir efeito algum. Ele estava mais forte.

Cronos veio para cima de mim novamente, eu desviei do primeiro ataque, mas logo fui jogada no chão. Suas garras rasgaram a pele do meu rosto e do meu busto, me fazendo gritar como nunca antes. Eu podia sentir o sangue escorrer pelo meu corpo, e as feridas queimando enquanto tentavam se curar, mas Cronos era uma Alfa, ele era o primeiro lobisomem, não fecharia tão rápido assim.

Tentei me afastar dele, que com uma patada me jogou contra a parede novamente, me encolhi enquanto ele se aproximava de mim. Era isso, aquele era o meu fim, eu iria morrer ali mesmo, podia sentir a minha morte, e não gritaria quando ela viesse. Encararia de frente, não o deixaria desfrutar da minha dor.

Quando Cronos estava prestes a me morder e dar fim a minha vida, um vulto se jogou na minha frente, eu ouvi o seu grito, mas não quis acreditar. Queria acreditar que ele havia gritado por minha causa, pela minha morte. Não que ele havia se jogado na minha frente. Ele não podia ter feito isso.

Tudo pareceu acontecer em câmera lenta. Cronos jogou-o do outro lado da caverna. Ele estava mais pálido que o normal, e o sangue que escorria do ferimento formava uma poça à sua volta. Eu nunca senti tanta raiva de alguém como senti naquele momento, nunca senti uma dor tão forte quanto senti ao ver o seu corpo caído ao chão, pálido e, aparentemente, sem vida. Eu gritei o seu nome quando Cronos o jogou longe, e gritei ainda mais quando o seu corpo bateu contra o chão.

Senti o sangue em minhas veias ficou quente, eu não conseguia enxergar mais nada além de Cronos. Eu iria matá-lo, eu iria partí-lo em pedacinhos, e faria Reia assistir tudo. Iria acabar com os dois, sem chance de misericórdia ou compaixão.

Ergui o meu pé acertando o rosto de Cronos, puxei uma das flechas em seu ombro e a enfiei em seu olho esquerdo, ele rosnou e se afastou. Saltei sobre ele e puxei outra, enfiando na ferida ainda aberta em seu ombro, ele rosnou novamente. Puxei mais duas flechas e deixei o meu corpo escorregar para o lado. Enfiei-a em seu abdômen, o que o fez se contorcer, enfiei a segunda flecha e saí de cima dele, bem a tempo de girar e acertá-lo com um chute perfeito, que o fez ir de encontro penhasco abaixo.

Sem pensar duas vezes e ignorando os gritos de Reia, eu corri até o Nico. A Annie, e a Piper estavam sobre ele tentando reanimá-lo. Ajoelhei-me ao lado dele e olhei para o seu rosto sem vida. A Piper murmurava algo em latim, e a Annie fazia massagem cardíaca nele.

—Nico. -Chamei. -Nico, por favor... -Pedi e toquei o seu rosto. -Por favor. -A Annie parou com a massagem e me olhou. -Não! Não! -Sacudi seus braços. -Nico, por favor, não me deixa. Nico, acorda. Nico, eu preciso de você! Nico... -Minhas lágrimas banhavam o meu rosto e pingavam sobre ele. -Nico... Por favor... -Me deixei cair sobre o seu corpo. Não ligava que as pessoas me vissem chorando, não naquele momento. Eu não conseguia conter os meus soluços, muito menos as minha raiva e a minha tristeza. Ele não estava morto, não podia estar. Ele não...

—Thalia. -Ouvi a voz da Annie. Dava para perceber que ela também estava chorando.

—Ele não está morto. -Me levantei e o olhei.

—Thals...

—Isso ainda não acabou. -Puxei o seu cordão, me levantei e caminhei até Reia. Puxei-a pelo braço e a joguei contra a parede. Segurei em seu pescoço e a ergui, seus pés mal tocavam o chão, mas eu não me importava. -Eu vou achar Cronos, e vou trazer a cabeça dele para você. -Bati com o seu corpo contra a parede. -Para onde ele foi?

—Eu... não...Vou... -Ela mal conseguia falar. Bati novamente com ela na parede.

—Você prefere morrer primeiro?

—Sua amiga... os poderes...

—Você pode devolver os poderes sem alguns dedos.

—Ele.... casa. -A soltei. Caminhei até beira do penhasco. Senti o meu braço ser segurado, ergui os olhos e vi Poseidon.

—Onde você vai?

—Matar Cronos.

—Está ferida.

—E o Nico está morto. -Ele respirou fundo. -Você vai tentar me impedir? -Puxei o meu braço e pulei do penhasco.

...

Rastrear Cronos foi fácil, mais fácil ainda foi chegar até a Clareira. Quando eu cheguei havia um rastro de sangue pelo local, terminava em Zeus, que tinha um corte na garganta, mas não parecia morto, só inconsciente. Assim que tentei me aproximar dele senti o cheiro de Cronos, só tive tempo de rolar para o lado. Havia assumido a forma de lobo para poder correr mais rápido, mas infelizmente, não sabia lutar muito bem daquele forma. Tinha que voltar a ser humana.

Rosnei para ele e arrastei minha pata no chão. Ele atacou e me acertou com facilidade, fui de encontro a uma das árvores. Meu ombro parecia ter sido esmagado em milhares de pedacinhos, mas eu não podia ligar para a dor, não ainda. Desviei da sua mordida no último segundo. Rolamos pela clareira em tentativas frustadas de um morder ao outro. Separei-me dele, e tentei me recompor, mas não consegui usar a pata esquerda muito bem. Sem alternativa, passei a minha pata sobre a brasa da fogueira jogando a sobre seus olhos. Corri até uma das casas e me escondi no primeiro cômodo que encontrei.

Me concentrei para me transformar, já não sentia mais dor. Me ombro esquerdo parecia pesar uma tonelada, e me deixaria mais lenta, mas, ainda assim, eu lutaria melhor. Procurei pelo cômodo por algo que pudesse usar como arma e não encontrei nada. Ouvi seus passos dentro da casa e respirei fundo, ele iria me achar de qualquer maneira. Sem alternativa, quebrei a janela saltei para o lado de fora, aproveitando um dos cacos como arma.

Voltei para o centro da clareira, onde teria muito mais luz. Vi ele saindo de dentro da casa. Um enorme lobo negro, ferido, mas, ainda assim, assustador, me encarava com fome, raiva, e ódio. Se eu não o tivesse derrubado uma vez, ficaria com medo. Ele parecia tão ansioso para por fim aquilo quanto eu, ambos estávamos fracos, de alguma forma, ele estava enfraquecido, não apenas fraco. Mas o que havia o enfraquecido?

Não obtive resposta da a minha pergunta, ele me atacou e eu consegui desviar, cravei o vidro em suas costas, mas não foi o suficiente, ele conseguiu me derrubar no movimento seguinte. dessa vez ele estava sobre mim, tinha o controle, e as minhas chances, eram mínimas. Ele rosnou e mordeu o meu ombro machucado, eu gritei. Minha pele parecia queimar, ele parecia estar arrancando o meu braço fora.

Me contorci e tentei me afastar quando ele me soltou. Eu podia ver o meu sangue escorrer pela sua boca, ele parecia estar se divertindo, pois lambeu o sangue que escorria e começou a se aproximar lentamente de mim, que tentava a todo custo me afastar dele. Se eu morresse, pelo menos, estaria com o Nico. Por isso tomei a decisão de parar de tentar e apenas deixar acontecer. Estava pronta para morrer.

P.O.V Annie

—Respira, Silena! -A mulher se contorcia e gritava o tempo inteiro. A maior parte do tempo gritava pelo Charlie. -Sil! Respira fundo e faz força. -Ela apertou os braços da Bianca e da Clarisse que a seguravam, enquanto eu e a Afrodite tentávamos fazer o parto. Onde estava a Piper?

—CHARLIE! -Ela gritou novamente e se contorceu. A Hazel tentava segurá-la também, mas era inútil.

—Mais uma vez! -Ela fechou os olhos e fez força. Eu auxiliava à Afrodite, que parecia prestes a desmaiar. -Mais uma vez. Estou vendo, Silena. Continue. -Ela fez força novamente.

—Aaaaaaah! -Seus cabelos estava colados na testa, sua roupa tinha um misto de suar e sangue, e ela parecia extremamente fraca.

—Isso! Mais uma vez! -Ela continuou a fazer força.

—CHARLIE! -Mais lágrimas escorriam de seus olhos. -Onde está o Charlie? -Ela murmurou. Eu a encarei, ela não merecia passar por isso. Ter um filho em meio a uma guerra que não era dele. Literalmente no meio da guerra. A Sil estava sofrendo, não apenas pela dor do parto, mas também pela perda. O Charlie estava muito fraco, fraco demais para sobreviver sem um amparo médico. E Apolo também estava ferido. O choro do bebê chamou a minha atenção. Eu rapidamente retirei minha jaqueta e minha camisa, enrolando o bebê no bano mais fino. Era um menino. -Oh meu Deus! -Afrodite entregou o bebê a ela. -Eu quero ver o Charlie. Ele precisa ver o filho.

—Sile...

—EU QUERO VÊ-LO! -Eu olhei para Afrodite e suspirei. Me levantei e caminhei até os outros.

—Ela quer ver o Charlie. -Olhei para o moreno que mal parecia ter cor. -Ela precisa.

Com cuidado, Ares, Poseidon, Jason, e Leo o levaram até o lado da Silena. Nós deixamos os dois a sós, poderiam ser os últimos momentos deles, privacidade era o mínimo.

O fato da Silena amar tanto o Charlie e guardar esse sentimento por tanto tempo, só para quando eles finalmente conseguiram ficar juntos, acontecer aquilo. Eles não mereciam, ninguém merecia, mas, eles principalmente. Ele lutaram tanto para ficar juntos, tanto para... Foi impossível não me ver parada no meio de todos chorando, eles não mereciam.

Um toque em minhas costas me fez enxugar as lágrimas e respirar fundo antes de me virar e dar de cara com os seus olhos verdes. Dava para perceber que ele estava tentando se manter forte, mesmo que fosse impossível, mesmo que fosse demais para ele. Seus olhos estavam cheios de água, mas ele não havia derrubado uma. Essa era uma das coisas que eu mais admirava nele, ele guardava o próprio sofrimento para amparar os outros.

Sem pensar duas vezes eu pulei em seu pescoço. Ele me abraçou como se nunca tivesse o feito, como se nós não nos víssemos há anos, como o abraço que eu havia dado no casal que se despedia há alguns metros. Eu não queria chorar, mas não consegui me segurar, então, deixei as minhas lágrimas caírem molhando toda a sua camisa. Eu senti suas lágrimas escorrerem em meu ombros desnudos, mas não me importei. Ele não seria tão forte.

—Desculpa. -Ele pediu. -Eu não consegui detê-los.

—Não foi culpa sua.

—Eu sou o próximo alfa, Annabeth. Eu tinha que ter impedido, eu devia ter encaro Cronos, eu devia ter protegido a minha matilha, eu falhei novamente, eu... Devia ser eu. -Segurei o seu rosto entre as minhas mãos e o encarei.

—Não sei o que faria se algo tivesse acontecido com você, Percy. Bruxas só se apaixonam uma vez, não conseguiria passar o resto da minha vida... -Fui calado pelos seus lábios. Foi o beijo mais puro que trocamos, não havia desejo, ou luxúria, ou qualquer coisa que indicasse segundas intenções. Só havia o sentimento, a tristeza mútua, o medo, e o amparo que um dava ao outro.

—Eu amo você. -Ele sussurrou e olhou em meus olhos.

—Eu amo você, Percy. -Sorri e voltei a abracá-lo. Meu olhar caiu sobre a fogueira que ainda crepitava, só havia uma coisa errada. -Cadê o corpo do Nico?

P.O.V Thalia

Esperei pela mordida que nunca veio. O que aconteceu foi completamente diferente. Um vulto negro chocou-se contra Cronos que o jogou longe. O lobo negro já muito bem conhecido fez os meus olhos enxerem-se d'água. A medida que ele se transformava em humano, era uma lágrima que escorria pelo meu rosto.

Sua pele pálida estava um pouco suja de sangue, mas o ferimento estava basicamente fechado, seus olhos estavam incrivelmente negros, e ele me encarava com um misto de fúria e preocupação. Eu achei que nunca mais o veria olhar daquela maneira para mim.

Cronos voltou correndo para cima dele, que desviou rapidamente. Me coloquei de pé e tratei de entrar na luta. Saltei sobre Cronos e, com muita dificuldade, sentei-me sobre ele. Puxei o pingente em meu bolso e o enfiei dentro da boca dele. O Sanguini enfraqueceria Cronos. Passei a corrente em seu pescoço e puxei. Ele rapidamente voltou a agir e pegou o vidro que estava no chão, enfiou-o no peito de Cronos e o arrastou para baixo. O lobo uivou e caiu no chão imóvel. Ele se levantou e me encarou da mesma maneira de antes.

—Nico... -Murmurei e me levantei.

—No que estava pensando? Ficou louca? Enfrentar Cronos sozinha? Achei que tivesse lhe pedido para não fazer nenhuma maluquice! -Pulei em seu pescoço o abraçando.

—Você está vivo. -Murmurei.

—Não vai se livrar de mim tão rápido.

Notas finais
DESCULPEM QUALQUER ERRO GROTESCO. Confesso que chorei um pouco enquanto escrevia. Sério. Só para lembrar, faltam 2 capítulos para terminar a fic, maaaaaaas... Vou escrever alguns especiais, okay?! Kissus. Tia Amanda