WolfHill

21 Capítulo 20 - Transition


Notas iniciais
Oi Betas. Peço desculpas pela demora, o capítulo era para ter saído na quarta, mas acontece que... 1- Minha escola foi ocupada. 2- Eu comecei a assistir Sherloock. *-* 3- Estou com bloqueio para escrever hentai, se você é escritor provavelmente já passou por isso. Então é isso... Perdão, por não responder aos comentários dessa vez, mas eu juro que eu respondo os próximos, okay? Juro. Então eu acho que é só isso... Bom capítulo. P.S.:Não revisado.

Nós ficamos nos encaramos pelo que pareceram horas, eu não fazia ideia o que dizer. Agi por puro impulso vindo aqui vê-lo, e agora sentada aqui, não tenho ideia do que fazer. Ele apenas me observava. Queria descobrir o que ele estava pensando. Ele era tão bom em esconder os sentimento quanto eu.

—Veio até aqui para atrapalhar o meu sono? -Balancei a cabeça em negação.

—Eu não sei o que dizer.

—Então, não diga nada.

—Não é tão fácil assim. -Ele suspirou. -Mentiu para mim.

—Na verdade eu omiti. -Revirei os olhos. -Não vamos chegar a lugar algum se continuarmos assim.

—Eu não devia ter vindo aqui. -Me levantei da cama e caminhei até a porta, assim que abri a mesma ele segurou o meu braço, senti seu toque queimar em minha pele.

—Por favor, não vai embora. -Eu o olhei. -Se quiser ir tudo bem, eu vou aceitar, mas primeiro olha nos meus olhos e diz que essas foram as melhores semanas da sua vida, que você não sentiu minha falta por um segundo.

—Não quero mais mentiras.

—Então, fica…

—Por que? Por você? Três semanas atrás eu faria tudo por você, mas hoje... -Passei a mão por meus cabelos e me encostei na parede. -Não sei se posso confiar em você.

—Por que não confiaria? -Eu o olhei. -Ainda sou o mesmo, Thalia.

—É um lobisomem.

—Sempre fui. -Ele parou na minha frente. -Eu nunca quis mentir para você, Thalia. Toda vez que te via, queria contar tudo á você. -Ele suspirou. -Minhas desculpas jamais serão o suficiente. -Desviei o olhar e fiz a pergunta mais estúpida que poderia fazer.

—O que você sente por mim, Nico?-O olhei.

—Eu não sei o que sinto por você, Thalia. Só sei que me preocupo e quero proteger você. -Ele acabou rindo. -Atena disse uma vez que era amor.

—Minha mãe sempre disse que amar é como se jogar de um precipício sem saber se terá alguém lá em baixo para te segurar. -Eu disse e desviei o olhar. -Sempre achei que nunca teria alguém para me segurar.

—Eu estaria lá. -Eu o olhei com os olhos arregalados. -Se eu não estivesse lá em baixo, pularia com você. — Meu coração batia tão rápido que eu mal conseguia pensar. Ele sorriu e acariciou o meu rosto. -Se isso é amar, então sim. Eu amo você Thalia Grace. -Foi impossível não abrir um sorriso. -Eu vou te proteger, eu prometo. Não importa o que esteja atrás de você, eu vou proteger você.

—Eu te amo, Nico. -As palavras saíram da minha boca antes que eu pudesse impedi-las. Arregalei e senti minhas bochechas esquentarem. -Eu...Eu… -Ele abriu um pequeno sorrio. -Tira esse sorriso idiota do rosto! -Bati em seu ombro.

—Tira você. -Eu o encarei.

—Você é um idiota. -O empurrei e tentei andar até a porta, porém ele agarrou minha cintura e me virou para si.

—Um idiota que estava morrendo de saudades. — Meus lábios foram cobertos pelos seus. Quase derreti em seus braços, eu estava morrendo de saudades dele. Escorreguei os meus braços por seus ombros acariciando os seus cabelos.

—Como eu senti sua falta. -Sussurrei quando ele separou nossos lábios, contornei seus lábios com o dedo e olhei em seus olhos. -Nunca mais minta para mim.

—Nunca mais me deixe. -Eu assenti sorrindo. -Ótimo. -Ele voltou a me colar na parede.

Escorreguei minhas mãos para o seu pescoço acariciando o local levemente, mordi os seus lábios, sentindo suas mãos apertarem minha cintura com mais força, o que me fez sorrir. Ele puxou o meu cabelo pela nuca deixando o meu pescoço exposto, seus lábios roçaram na pele sensível me causando arrepios.

Senti sua mão afrouxar o aperto em minha nuca, estranhei o fato e o olhei. Nossos olhares se encontraram novamente, poderiam ter passado segundos, minutos, horas ou dias, não importava. Aquele momento apenas serviu para eu ter certeza do que estava fazendo, e me dar conta que não podia mais ficar longe dele, e mesmo se um dia eu quisesse tinha certeza que ele iria atrás de mim. E se ele quisesse ficar longe, eu iria atrás dele.

—O que foi? -Eu perguntei.

—Eu amo você. -Acebei sorrindo, ele entrelaçou nossas mãos. -Tem certeza que quer fazer isso?

—Sério que está perguntando isso? -Acabei rindo.

—Thalia, estamos separados… -O calei com um selinho.

—Conhece reconciliação melhor? -Ele riu e me beijou novamente.

Ergueu nossas mãos ainda entrelaçadas e as colou na parede, me deixando totalmente imóvel. Peguei impulso e enlacei minhas pernas em sua cintura, eu precisava de todo o contato que poderia ter. Nunca havia ficado excitada tão rápido assim. Um pensamento louco passou pela minha cabeça.

—Espera… -Ele me olhou. -Tem certeza que… -Senti minhas bochechas esquentarem e ele riu.

—Estão todos fora. -Assenti.

Soltei minhas mãos e enlacei seu pescoço, seus lábios desceram para o meu pescoço dando pequenas mordidas, me fazendo puxar os seus cabelos a cada mordida. Senti suas mãos tocarem minhas pele sob a minha camisa, a cada toque minha pele ficava cada vez mais quente.

Ele me descolou da parede e começou a andar, senti minhas costas baterem contra algo fofo e ele se afastou, retirei os meus tênis enquanto ele tratava de tirar a camisa. A joelhei na cama e voltei a beijá-lo. Segurei em seu cordão e o puxei, até sentir minhas costas baterem contra a cama. Deslizei minhas mãos pelas suas costas, sentindo-o estremecer no percurso.

Inverti as posições, sentei-me em sua cintura e retirei meu suéter, ele também se sentou e começou a atacar o meu pescoço.

Comecei a brincar com o elástico de sua calça, ele mordeu o meu pescoço com mais força e eu ri. Suas mãos subiram até os meus seios e os apertaram, mordi os lábios para conter um gemido. Senti suas mãos tatearem as minhas costas até o fecho do meu sutiã, em poucos segundos os meus seios estavam livres.

Voltei a ser deitada na cama. Seus lábios desceram até os meus seios, meu corpo inteiro estremeceu quando seus lábios se fecharam em meu seio esquerdo. Mordiscou o o bico com força, me fazendo arquear as costas e gemer baixo. Passou para o outro seio e fazendo a mesma coisa, enquanto acariciava o outro. Eu mal conseguia raciocinar, talvez por ser o Nico e ter um sentimento mais intenso, ou talvez por outra coisa, mas eu nunca havia me sentindo daquela forma.

—Nico… -Seus lábios cobriram os meus novamente. Senti suas mãos abrirem o meu short rapidamente, eu o chutei para longe.

Voltei a inverter as posições, ele tentou se levantar, entretanto eu o empurrei de volta para a cama, ele bufou. Rocei os meus lábios em seu pescoço e mordi a pele clara, trilhei pequenas mordidas até o seu abdômen. Acabei me lembrando de quando o vi sem camisa pela primeira vez. Acabei rindo, o que chamou atenção dele, olhei em seus olhos por alguns segundos antes de voltar a minha atenção para a sua calça, desfiz o pequeno laço e afrouxei o elástico, ele colocou a mão sobre a minha quando fui descer sua calça, que logo estava em algum lugar do quarto.

O volume em sua box era bastante perceptível, apertei-o sobre a box, ele fechou os olhos e suspirou. Subi por seu corpo e o beijei, olhei em seus olhos enquanto coloquei a minha mão sob o fino pano preto. Mordi o seu lábio inferior e o puxei, comecei a mover minha mão lentamente vendo-o fechar os olhos e gemer baixo.

—Lia… -Soltei o seu lábio e sorri, ele era o único que me chamava daquela maneira.

Comecei a descer lentamente sua box preta ainda o olhando. Querendo ou não, era a primeira vez que faríamos aquilo, e eu estranhamente me sentia uma virgem nervosa. Quando a peça estava fora de seu corpo eu voltei a acariciá-lo, e tive a constatação de que o Nico era realmente grande, o que me levou a pensar se era coisa de lobisomem, ou era se era coisa dele.

Ajoelhei-me ao seu lado e me curvei, ficando com o rosto próximo ao seu membro. Assim que minha respiração bateu contra a pele sensível ele estremeceu. Sem mais delongas eu o abocanhei, comecei a fazer movimentos lentos de vai e vem, ouvindo-o gemer. Deixei os meus dentes roçarem nas laterais, ele automaticamente agarrou os meus cabelos.

Aumentei a velocidade dos movimentos, arranhei suas coxas, ele apertou os meus cabelos e eu ri. Voltei a me concentrar no que estava fazendo. Coloquei-o por completo em minha boca, podendo o sentir em minha garganta.

—Puta que pariu. -Ele puxou o meu cabelo. Senti-o estremecer em meus lábios, fui erguida no mesmo instante.

Ele me jogou de bruços na cama, e colou o corpo no meu, meu corpo inteiro se arrepiou, eu podia sentir todos os seus músculos contra o meu corpo. Seus lábios traçaram beijos e mordidas pelo meu ombro e pescoço, suas mãos agarraram a lateral da minha calcinha e começaram a descê-la.

Beijos foram distribuídos até a base da minha coluna me causando deliciosos arrepios. Ele me girou e olhou em meus olhos. Naquele momento seus olhos estavam negros, eu podia ver o desejo brilhar neles.

—Você será minha morte. -Acabei rindo. Ele mordeu o meu ventre e começou a distribuir mordidas até a minha calcinha, que ainda estava no meu corpo.

Senti um impacto contra as minhas coxas e olhei para o local bem a tempo de ver os restos da minha calcinha voarem para o chão. Acabei rindo da cena e voltei a deitar, mas parei de rir assim que senti sua respiração bater contra meu sexo. Sua língua deslizou por ele me fazendo agarrar os lençóis ao meu lado. Seus dedos fizeram o mesmo até a minha entrada, mordi os lábios com força quando me penetraram.

Sua língua se concentrou em meu clitóris, sugava com força, me fazendo gemer cada vez mais alto e arquear o corpo. Seus dedos se moviam na mesma velocidade, me deixando ainda mais louca. Como eu pude esquecer como ele faz isso bem?

—Nico… Porra! -Agarrei os seus cabelos e comecei a rebolar contra os seus lábios. -Caralho… Eu vou gozar. -Puxei o seu cabelo tentando me controlar ao máximo, porém, todo o meu controle foi por água a baixo quando ele assoprou o meu sexo. Gritei e me contorci quando o orgasmo me atingiu. Ainda podia sentir sua boca em mim enquanto tentava me recuperar. -Quem vai matar quem? -Ele riu. Me sentei e o beijei podendo sentir meu gosto em sua boca.

—Camisinha. -Ele disse contra os meus lábios.

—Confia em mim? -Ele assentiu sem pensar duas vezes. O empurrei na cama e me sentei sobre ele.

Rebolei sobre o seu membro, sabia que estava-o melando todo, mas não me importava, e aparentemente, o Nico também não. Ele segurou minha cintura e me ergueu alguns centímetros, pincelou o seu membro em minha entrada, e me olhou. Por que ele parecia precisar de consentimento para tudo?

Sentei-me sem aviso prévio. Cravei minhas unhas em seu ombro, e quase gritei. Ele era realmente grande. Comecei a me mover lentamente, precisava me acostumar com ele. Suas mãos agarraram minha bunda e ele começou a ditar os movimentos. Agarrei os seus cabelos trazendo o seu rosto para cima, uni os nossos lábios em um beijo desesperado.

Ele inverter as posições, bati contra a cama sem ter o direito de reclamar. Arranhei as suas costas com mais força que deveria, pois seu gemido não foi de prazer. Tanto que ele uniu nossos mãos sobre a minha cabeça, para em seguida aumentar a velocidade de seu quadril. Um arrepio passou pelo meu corpo e eu soube que estava próxima.

—Nico…

—Goza para mim Thalia. -Pediu rouco em meu ouvido. Meu corpo inteiro tremeu quando o orgasmo me atingiu. -Vira. -Pediu quando eu abri os olhos. Rolei para o lado e o senti em minhas costas. -Se estiver cansada eu paro. -Acabei rindo.

—Estou muito longe de estar cansada. -Ele riu.

—Você não existe. -Mordeu meu ombro. Seu membro voltou a me penetrar, dessa vez com mais força, suas mãos enlaçaram minha cintura e logo eu estava de joelhos na cama.

Gemia cada vez mais alto, tinha certeza que sua nuca estaria mais que vermelha na manhã seguinte, assim como a minha. Seu corpo batendo contra o meu me deixava cada vez mais louca, e o fato de ele sussurrar coisas nada puras em meu ouvido não ajudava muito. Em poucos minutos eu estava tremendo novamente.

—Porra! -Cravei minhas unhas em sua nuca.

—Caralho…-Meu corpo inteiro estremeceu e eu gozei novamente o apertando. -Porra, Thalia! -Senti-o me preencher e caímos os dois ofegantes na cama, claro que eu estava mais que ele. Sabia que estava com um sorriso idiota no rosto. -Você está bem? -Abri um dos meus olhos.

—Estou ótima. -Disse ofegante e ele riu. -E você?

—Melhor impossível. -Eu ri e subi em cima dele. -O que… -O beijei.

—Acho que ainda não estou satisfeita. -Ele riu. -O que acha de um banho?

—Gostei da ideia.

...

—Acho que estou com fome. -Eu ri.

—Sério? -Ele assentiu. -Nico, acabamos de comer.

—Sou um lobisomem em fase de crescimento. -Deu de ombros.

—Teremos um problema se você crescer mais. -Desci o olhar até a minha virilha.

—Eu vou até a cozinha, já volto. -Ganhei um selinho e ele se levantou.

Senti um enjoo me atingir e corri até o banheiro. Me curvei sobre a privada e senti minha cabeça girar. Forcei o vômito, mas ele não veio. Me levantei e me apoiei na pia. Senti uma forte dor, como se fosse uma cólica menstrual. O que não era possível, minha menstruação já havia descido há quase duas semanas. Com a mesma rapidez que a dor veio ela foi embora. Abri a pia molhei meus pulsos, molhei a nuca e o rosto. Voltei para o quarto, mas assim que cheguei no mesmo eu caí e não consegui me conter.

—Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah! -Me contorci. Aquela era a pior dor que eu poderia sentir, meus ossos pareciam estar dançando.

—Thalia! -O olhei. -O que…

—Aaaaaaaaaaaah! -Me contorci novamente.

—Lia, o que…

—Eu não sei! -Me contorci gritando novamente. -Está doendo, Nico!

—Eu… -Gritei novamente. -Pai! -Ele gritou e saiu correndo do quarto.

Me arrastei até a cama e me encolhi na mesma. Senti algo se mover em minhas costas e gritei novamente. Algo molhado me chamou a atenção, levei minha mão até as minhas costas e arregalei os olhos, era sangue. Ignorei a dor e andei até o espelho. Em minhas costas haviam três enormes cicatrizes, pareciam ter sido causadas por… Garras.

Olhei para trás do carro e vi minhas mãe deitada no chão com a mão sobre a barriga e com os olhos arregalados. Ela gritou o meu nome, mas eu só senti algo arder em minhas costas me fazendo gritar.

Quando atingi ao chão senti as minhas costas arderem. Minha mãe disse algo estranho e correu até mim. Ainda costas senti a ardência e a dor parar.

—NICO! -O chamei, porém não ouve resposta. Minha cabeça girou e eu me apoiei na cômoda, acabei derrubando algumas coisas. Me joguei sobre a cama e me contorci novamente. -Aaaaaaaaaaaaaaaaah! -Aguentaria toda a tortura de Zeus novamente para não ter que aguentar um segundo daquela dor.

—THALIA! -Eu o olhei.

—Nico, o que está acontecendo comigo?

—Eu não sei.

—Minhas costas… -Ele me virou rapidamente.

—Meu Deus. -Sussurrou. -Isso não estava aqui a…

—Eu sei! -Eu o cortei. A dor me atingiu novamente e eu me contorci.

—Nico. -Olhei para o homem que entrava no quarto, atrás dele vinha Hades e Atena.

—Poseidon, eu não sei o que está acontecendo. -Ele olhou de modo desesperado para Atena. -Você sabe o que ela tem? -A loira balançou a cabeça em negação, eu me contorci novamente. Poseidon me olhou por alguns segundos, e depois para o Nico. Pelo fato de eu usar apenas meu sutiã e uma box do Nico, ficava fácil saber o que havia acontecido.

—Nico você transou com ela?-Eu olhei para Poseidon.

—O que?

—Nico me responda!

—Sim, mas... –Ele deixou a frase morrer. –Não, isso é impossível!

—Não é não Nico, existem muitas coisas sobre a nossa família que você não sabe. –Ele me olhou e depois olhou para o Nico. –Ela está em transição.

Notas finais
Antes de tudo, eu sei que o hentai ficou uma merda, mas agora vou escrever hentai até do Obama para poder melhorar as coisas. Boas notícias... Eu normalmente coloco 3 hot seguidos, e não sei vocês, mas depois da primeira eu ponho muito hot, vou tentar fazer o mesmo com WolfHill, mas não irei exagerar. Provavelmente os especiais dos casais irão acontecer após o aniversário da Thalia. E vocês são muito chatas descobrindo quem é o vilão! Bom... Por enquanto é isso. Ah... O que vocês estão achando desse limite de internet que está para ser imposto? Kissus Tia Amanda