Notas iniciais
[MUSICA DO CAP: http://www.youtube.com/watch?v=4izl7DgWNmc ] Foi um hiatus, apenas um hiatus /o/ ~se joga

O que aconteceu Marta não queria nem pensar, pois não tinha mais certeza de suas faculdades mentais. A única coisa que ela fazia era ficar parada, prendendo a respiração e escutando os guardas que a procuravam aflitamente por todo lugar. Eles já haviam saído da casa, quando ela percebeu que estava só.

“Eles não me viram nesse guarda-roupa. Isso quer dizer que posso fugir sem ninguém saber” Marta pensou atordoada pelo seu filho ter morrido sem nenhuma razão.

Um barulho de porta se abrindo a fez parar de abrir a porta do guarda-roupa. Ela tinha a sensação de que seu coração não estava mais pulsando.

– Ora, pode sair senhora – escutou-se a voz no quarto. A porta foi fechada, mas ninguém havia passado, concluiu Marta. Ela saiu do seu esconderijo indo até a porta falar com o policial para esclarecer o caso.

– Por onde queres ir, senhora? Ou prefiro dizer, Mortuella?

– Como sabe meu nome? – Marta já tremia de medo quando olhou para trás

Wobbs estava encima de seu filho, com uma mini-faca nas mãos, que parecia ser um palito de dentes.

– Quem... É-é... Quê? – Marta caiu sentada no chão

– Eu... Wobbs... Matei todos seus filhos, Mortuella...

POR QUÊ? O QUE ELES TE FIZERAM?

– Mataram todos os meus conhecidos, todos quem eu amava e convivia... Por isso fiz isso com todos seus filhos, e agora... Você vai ter seu final

Não... NÃO MESMO

Wobbs saiu de cima do corpo de Diego indo em direção a Marta, que procura ao seu redor algo para atacar o tão pequeno agressor. Mas ela tem uma idéia maior, pisá-lo! Marta levanta seus pés gigantes olhando com um olhar Maquiavélico para Wobbs, e o joga com toda força no chão fazendo um barulho estrondar. Ela levanta o pé e não vê nada, quando percebe que ele fugiu.

***

E ele rolava tranquilamente por todos os lugares da Geladeira (7º Legião, 5º Divisão) averiguando se estava tudo em ordem. Aparentemente sim, os inanimados estavam na frente tapando a visão daqueles que tinham a “Consciência”, dada por Ibhikari Lajalu. Consciência para os humanos é apenas a qualidade da mente, setiência, sapiência, e a capacidade de perceber a relação entre si e um ambiente.

É claro que para todos os outros, a conciência é nada mais nada menos que a mesma coisa, mas nada muito relevante agora. O que interessa mesmo é o que rolava. Poderia ser qualquer coisa, talvez uma roda, talvez um motor termo-elétrico movido a oxigênio e emitidor de ozônio. Talvez até um repolho

***

– Onde você está maldito? – Marta já estava enfurecida com aquele intruso em sua vida, que acabara por destruí-la também

– Aqui – Wobbs falou com um sorriso no rosto, olhando para Marta em seus ombros. Antes dela gritar, ele já havia pulado para o outro ombro passando a faca pelo pescoço da dona de casa

Notas finais
Não liguem para o texto do meio. Ele não tem importância (ou será que não?)
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.