Notas iniciais
Peço imensa desculpa, mas aconteceram imensas coisas estes tempos e nao tinha paciencia para escrever.
Vou acabar a fic amores, desculpem :(

beijos

Dei-lhe a provar o meu, ela começou por levar várias colheres à boca. Impedi-a, colocando-me em bicos de pés para Selena não alcançar a minha sobremesa. Parecíamos crianças felizes que viviam a vida sem qualquer medo.

*

Tom – Posso convidar-te para jantar? – Perguntou-me sedutor.

Eu – Vieste ao meu local de trabalho, de propósito para me perguntares isso?

Tom – hum… — Fez ar pensativo – Parece que sim.

Selena – Então eu vou para casa… — Apareceu vestindo o casaco – O Ryan está lá fora à minha espera.

Tom – O Ryan?

Selena – Sim, o meu irmão –‘

Eu – Vai, Selena – Levantei-me e fui ao seu encontro. – Tens o jantar no forno. – Dei-lhe um beijo na testa.

Selena – Vais dormir em casa? – Olhei de lado para Tom.

Tom – Eu gostava de raptar a tua mãe – Fez ar inocente.

Eu – Mas –

Selena – Tudo bem – Acenou a Tom e saiu.

Tom – Sozinhos? – Sorriu perverso.

Eu – Parece que sim. – Deslizei o fecho do seu casaco enquanto o beijava, as mãos de Tom deslizar para a minha cintura, puxaram a minha camisola para cima e começou a deslizar os dedos pelas minhas costas, os seus lábios desceram para o meu pescoço, passei as mãos pelos seus abdominais parando no seu baixo-ventre, ele estremeceu e sorriu marotamente. Empurrou-me sobre o balcão da recepção. Tirei-lhe o casaco, mantendo sempre os lábios unidos, puxei a sua camisola para cima, acabando de a tirar, levando o boné e a fita desportiva. – O Sammy está feliz. – Constatei gozona enquanto lhe beijava os peitorais.

Tom – Eu não acredito que continuas com essa. – Ele riu-se, entrelaçando os dedos nos meus cabelos.

Eu – Há coisas que não mudam. – Ele puxou-me para cima, rasgou a minha blusa, levou as mãos ao meu peito com uma certa urgência e beijou-os, ainda cobertos pelo sutien. Revirei os olhos e mordi o lábio inferior tentando controlar um gemido.

Tom – Tinhas de ser assim? – Encostou-me violentamente à parede e beijou-me a barriga, fazendo as minhas calças deslizaram-me pelas pernas.

Eu – Assim como? – Tirei-lhe as calças e descalcei-me.

Tom – Tão perfeita. – Trincou ao de leve o meu pescoço – Sempre que estou no trabalho – Acariciou o meu ventre e passou os dedos por baixo da renda da tanga – Penso em fazer amor contigo vezes sem conta. – Admitiu, brincando com as minhas cuecas. – Desejo ter-te para mim o dia todo – Passou o indicador sobre os meus lábios e arfou risonho.

Eu – Sinto-me lisonjeada. – Gozei, agarrando a sua mão. Ele fixou o olhar no meu por segundos, guiei a sua mão até ao meu peito. Tom sorriu de satisfação, sem desviar o olhar do meu e beijou-o, começando por tirar-me o sutien.

O som do telemóvel começou por tocar, a língua de Tom percorria lascivamente os meus seios, eu arqueava as costas, arrastando as unhas sobre os seus braços, contorcia-me ao senti-lo tão dedicado a levar-me à loucura.

Eu – O telemóvel. – Disse com a respiração ofegante. – Não pára de tocar, Tom.

Tom – Deve ser alguém da empresa, estou ocupado. – Continuou a beijar-me o peito enquanto o agarrava. Tirei-lhe as boxers, pude ver o quando estava excitado, Tom tirou logo as minhas cuecas, levou a minha perna em volta da sua cintura e entrou dentro de mim brutamente, gritei, cravando as unhas com profundidade nas suas costas. Ele gemeu.

Eu – Tens… de ser assim tão bruto?

Tom – Não. – Agarrou-me o pescoço e começou a movimentar-se com intensidade, colocou o polegar na minha boca, chupei-o até ele voltar a agarrar o meu pescoço fortemente. O telemóvel tocava à medida que Tom ia mais fundo. Ouvi-o a ter o orgasmo, pouco tempo depois tive-o igualmente. – Eu amo-te – Beijou-me sofregamente.

Eu – Eu amo-te ainda mais. – Acompanhei o ritmo coordenado.

Tom – Impossível. – Contrariou. – Eu amo-te daqui até ao céu. – Gemeu o meu nome sonoramente.

Eu – Ai sim? – Sorri levando as afirmações como um jogo – Então o meu amor que sinto por ti está presente no nosso filho. – Ele sorriu orgulhoso e voltou e beijar-me, abafando gemidos pela parte de ambos.

Tom – Boa constatação. – Segurou as minhas ancas e elevou-me penetrando-me com força. Ambos gritámos de desejo, não queríamos parar, naquela noite, mais do que nunca, o ardor que sentíamos crescia a cada movimento e sussurro passado.

Desenlacei as pernas da sua cintura e saí de cima dele, guiei-o pelos ombros até uma cadeira e sentei-o lá, colocando-me de novo em cima dele.

*

Eu – Bom dia, amor. – Beijei-o – Temos de sair daqui. – Disse desanimada.

Tom – Bom dia, princesa. – Beijou-me com dedicação.

Eu – Acho que é mais rainha –‘ A princesa já foi.

Tom – Para mim não. – Levantámo-nos e começámo-nos a vestir.

Eu – Não dormi nada, doem-me as costas, aliás! – Exclamei – Dói-me o corpo todo.

Tom – Coitadinha. – Gozou.

Eu – Bem podes crer. – Saímos da agência, fechei-a e entrámos no carro.

Tom – Eu levo-te a casa. Ainda tenho de ir tomar-banho, comer alguma coisa e seguir para o trabalho.

Eu – Assim é desgastante. – Murmurei enquanto ele conduzia.

[sara]

Levantei-me ainda ensonada da cama, tomei banho vesti-me e fui acordar o John.

Eu- Jonh!- disse entrando no quarto dele, mas não o encontrei- Estranho!- procurei na casa de banho, sala, cozinha, quarto da Mika no meu e nada. Liguei para ele mas tinha o telemovel desligado- Isto não me está a agradar!- o meu telemovel toca.

Eu- Jonh

- Não é o Bill!- fiquei desiludida derrepente.

Eu- Desculpa!

Bill- Que se passa?

Eu- Nada, o Jonh não está em casa!

Bill- Secalhar foi dormir a casa da namorada!

Eu- Ele costuma avisar!

Bill- Eu vou para aí!

Eu- Não vale a pena!

Bill- Vale sim, não faço nada em casa!

Eu- Ok!- desliguei o telemovel.

Andava de um lado para outro até que ouço a porta da rua a bater e vejo o meu filho com uma expressão que não era dele, cabisbaixo nem reparou em mim.

Eu- Isto são horas?

Jonh- Agora não mãe!- a sua voz estava rouca, baixa. Aproximei-me dele.

Eu- Que se passa?

Jonh- Nada!- levantei o seu queixo.

Eu- Não me enganas!

Jonh- Já disse que não era nada!

Eu- Queres que ligue ao teu pai para vir falar contigo!

Jonh- Não tenho pai!

Eu- Não digas asneiras Jonhathan!

Jonh- É verdade, para que me serve um pai que nunca está comigo quando preciso!

Eu- O teu pai está sempre disponivel!

Jonh- Pelos vistos arranjou outra familia!

Eu- Estás com ciumes Jonh, sabes perfeitamente que não é assim!- pela primeira vez ele olhou-me.

Jonh-Sabes quantas vezes lhe liguei ontem?

Eu- Não!- engoli em seco. Ele mostrou-me as chamadas que tinha feito e tinha 15 para o Tom- Isso não quer dizer-

Jonh- Eram 21:00, mãe, a essa hora ele não estava a trabalhar! Quando vamos para Berlim? Estou farto disto!- caminhou em direcção ao quarto e bateu com a porta.

Pouco tempo mais tarde a campainha soa.

Eu- Bill!- abraço-o e beijo-o.

Bill- Que se passa?

Eu- Ele já está em casa!

Bill- Eu não te disse?- entrou comigo para dentro.

Eu- Ele está triste, eu nunca o vi assim, alias, ele está é desiludido!

Bill- O que se passou?

Eu- Ele não fala comigo, quando está mal a unica pessoa com quem fala é com o Tom, mas parece que ontem à noite estava demasiado ocupado para falar com o filho!

Bill- Queres que tente?

Eu- Não sei se vais conseguir!

Bill- Eu consigo tudo!- lançou-me um sorriso e foi bater no quarto dele e entrou pouco tempo depois.

Durante meia hora andei de um lado para outro, sem saber de nada até que o Bill sai.

Eu- Então?

Bill- Já sei o que se passou!

Eu- Diz-me!- supliquei-lhe.

Bill- Parece que ele e a namorada acabaram, ela andou aos amassos com outro à frente dele!

Eu- Problemas de coração!- sentei-me- Eu não percebo, porque é que ele não me conta!

Bill- Ele sentia-se mais à vontade com o pai, ou com alguma figura masculina! E o Tom errou, por mais simples que o problema fosse devia ter sempre falado com ele!

Eu- Eu nunca o vi tão desiludido, ele sente-se trocado a todos os pontos!

Bill- Ele quer ir embora!

Eu- E vamos quando a Allisson chegar!

Bill- Se quiseres eu vou adiantando as obras, o teu pai vem cá amanha não é?

Eu- Sim e ele deu permissão para mexermos na casa!

Bill- Então eu vou com o Jonh daqui a dois dias para Berlim!

Eu- Não vais ter saudades dos teus filhos!?

Bill- Claro, apesar de estarem grandes eles são os meus tesouros! E quero ve-los no minimo uma vez por semana!

A porta da rua abre-se, olho para trás e vejo o Tom a chegar naturalmente.

Eu – Precisamos de falar, Tom. – Disse prontamente.

Tom – Olá também para ti. – Cumprimentou – Este agora também convive cá em casa, é?

Eu – Este tem nome e é o teu irmão.

Tom – Como queiras, não vim aqui para discutir. – Pôs as chaves em cima da mesa da entrada.

Bill – Acho que devias dar mais atenção aos teus filhos.

Tom – Desculpa? És alguém para me dizer o que devo ou não fazer?

Eu – Tom, pára de ser assim! – Pedi.

Tom – Vou tomar-banho, foi para isso que cá vim.

Eu – Já quem nem para dormir vens. – Murmurei entre dentes.

Tom – O dia foi tirado para implicares comigo?

Eu – Não, mas já olhaste para o teu telemóvel?

Tom – O que tem?

Eu – Vê o teu telemóvel!

Tom olhou o irmão fulminante, depois olhou para o aparelho e fez cara confusa.

Bill – Já percebes?

Tom – O que aconteceu ao Jonh?

Eu – O que aconteceu ao Jonh? – Imitei a sua voz – Havia algo mais importante do que o teu próprio filho?