-Olhe, traga-me uma garrafa de água sff.

Eu-Claro-Fui buscar o que me pediu e dei-lho-Aqui tem, boa viagem.

Sara-Olhe, desculpe-Virei-me.

Eu-O que queres?-Perguntei com ódio.

Sara- Saber onde é o lugar 55/56 -Mostrou os dois bilhetes.

Eu-É ali ao fundo-Apontei

Sara- Amor-Chamou, pouco tempo depois Tom apareceu sorridente, um sorriso que desvaneceu ao ver-me. — Já nos podes dizer onde é?

Eu-Er... eu já disse que é ali ao fundo.

Tom-Onde?

Eu- Os números estão nos bancos-Caminhei até ao lugar deles.

-Menina-Puxou-me — Não me podia trazer algo para comer?

Eu-Claro, trago já-Continuei a andar-É aqui-Apontei para os dois bancos.

Sara- Traz-nos alguma coisa.

Eu- A próxima hospedeira traz-vos alguma coisa, eu tenho de ir embora.

Sara- Ah não vais ficar a fazer assistência? -Virei costas e continuei a andar.

Eu- Leva alguma coisa para comer ao banco 43 sff

-Já vais?

Eu-Vou, nem devia estar aqui.

-O que se passa?

Eu-Nada, bom fim de semana-Saí indo para junto dos cacifos.

Vesti-me e saí para o exterior do aeroporto, esperei pelo Bill e entrei no carro dele, dando-lhe um beijo.

Bill- Então dia cansativo?

Eu- Especialmente os últimos minutos!!

Bill- Então!?

Eu- Pessoas indesejáveis, o avião devia cair!!

Bill- Hey, então, acredita que o meu não foi melhor!!

Eu- Como foi trabalhar com a Versage?

Bill — Sabes que amo o meu trabalho, mas tenho que dividir o espaço com essas ditas pessoas!!

Eu- Não vamos falar de pessoas inúteis — Beijei-o de novo.

Bill- Sempre queres ir jantar a casa dos meus pais?

Eu-Não sei, escolhe tu-Pus o cinto.

Bill- É um bocado chato.

Eu-Então pronto, não vamos.

Bill-Podiamos fazer... tipo...

Eu- Tipo?-Ri-me olhando-o de lado.

Bill-Amor-Completou

Eu- Vou pensar no teu caso.

Bill-Pensa bem-Conduziu até casa.

Eu- Tom...

Tom-O que foi?-Agarrou-me as mãos- O que é que se passa?

Eu- Er...-Senti algo brotar-me pela cara.

Tom-O que tens?-Limpou-me as lágrimas com o polegar.

Eu- Um problema-Disse num tom de voz rouco.-Aliás, temos.

Tom-Temos?

Eu-Tom, eu...

Tom-O que foi?

Eu-Primeiro, diz-me a verdade, amas-me?

Tom- É isso?-Largou-me.

Eu-Por favor Tom, diz se me amas ou não.

Tom- Sabes bem que sim-Beijou-me.

Eu- Aconteça o que acontecer, ficas comigo?

Tom- Estás a assustar-me! Afinal o que se passa?- eu agarrava a mão dele com força, agora chorava com mais intensidade, ele abraçou-me.

Tom- Confia em mim!!

Eu-Promete-me que ficas comigo-Abracei-o com força.

Tom-O que se passa?-Acariciou-me as costas.

Eu-É que eu... eu estou grávida.-Fraquejei.

Tom deixou de contemplar o abraço e afastou-se completamente apático.

Tom-Desculpa?-Perguntou confuso.

Os seus olhos ficaram vermelhos, o seu corpo contraiu-se, parecia estar num sufoco.

Eu- Eu...

Tom-Estás a gozar certo?-Interrompeu- Tu não podes sonhar que estás grávida sequer!

Eu- O que queres que faça?

Tom-Que não tenhas essa criança, Isa... isso é horrivel, só nos vais atrasar a vida.

Eu- Era isto que eu precisava de ouvir, obrigada-virei costas.

Tom-Não!-Agarrou-me o braço- Eu amo-te e quero ficar contigo, a sério que sim, mas...-Olhou a minha barriga- Não podes ter esse filho

Eu- Não me vais impedir!-Gritei chorando compulsivamente.

Tom- Eu dou-te dinheiro para abortares se quiseres.-Soltei-me estremecendo com tais palavras.

Eu-O... o que é que estás para aí a dizer?

Tom- Eu não posso...

Eu- És nojento!

Tom- Entende-Tentou tocar-me mas afastei-me.- Pensa bem...

Eu-Não há nada para pensar. Eu odeio-te!-A minha voz esganiçou-se.

Tom- Eu...merda!-Levou as mãos à cara.

Eu- Para ti é mais fácil nao é!?

Tom- Desculpa, não fazes ideia do que esta noticia abalou a minha vida!!

Eu- Tom, eu fiquei fora de casa por aceitar este filho, achas que é fácil para mim!? Eu tenho 16 anos, não 18!!

Tom- Mas os nossos sonhos, a nossa vida, tudo estragado devido a um erro!!

Eu- Chamas ao nosso amor de erro? — Agora tremia e chorava mais que nunca.

Tom- Eu não queria dizer isso!! Tenho muita pena mas não posso aceitar esse filho!!

Eu- Eu devia ter ouvido a minha mãe, aos rapazes não lhes caem as calças! Sou mesmo estúpida, inocente, como é que me fui deixar enganar por ti? Morre Tom!!- Saí dali a correr.

Eu- Ryan, Selena!!- não obtive resposta.

Bill- Parece que não estão em casa!!- disse puxando-me para ele.

Eu- As tuas ideias!!- levantei o sobrolho.

Bill- Hum hum!!- disse beijando-me e levando-me até ao quarto entre beijos.

Eu- E os miudos!?

Bill- São grandinhos, não passam fome nem ficam fora da porta!!- disse e continuou a beijar-me o pescoço, trancou a porta atrás dele

Eu-Estás com desejo é Bill?

Bill- Ya-Beijou-me intensamente deitando-me na cama.- Sabes como é-Sorriu preverso e tirou a camisola.

Eu-Ai sei?-Ri-me

Bill- Sabes...-Tirou-me os sapatos e deslizou as mãos ao longo das minhas pernas.

Puxei-o para mim e beijei os seus lábios mordendo o seu lábio inferior.

Bill-Ves como sabes?-Desapertei-lhe o cinto das calças e puxei-as para baixo enquanto o beijava.

Bill tirou-me a roupa deixando -me apenas em roupa interior, sorriu de satisfação ao ver-me assim e beijou-me o peito.

A pouca roupa que tínhamos no corpo desapareceu num lapso, num movimento rápido Bill penetrou-me fazendo-me gemer de prazer ao que ele sorriu e beijou-me.

Os movimentos eram lentos, sincronizados, algo perfeito.

Selena-Mãe! Pai!-Gritou.

Eu-Parece que a diversão acabou Kaulitz -Gozei cravando as unhas nos braços de Bill.

Bill- Parece-Continuou a movimentar-se.

Selena-Mãe?-Bateu à porta.

Bill-O que foi?-Gritou tentando mostrar a voz firme.

Selena-O que é o jantar?-Ri-me olhando as figuras de Bill. -O que foi?

Bill- Vai jantar fora!

Eu-Oh Bill-Tapei a cara com a mão.

Selena-O que é que se passa?-Tentou abrir a porta.

Bill- Olha, vai ao mac com as tuas amigas!-Replicou.

Eu-Pareces uma criança-Tentei conter o riso.

Selena-Pai? oO

Bill- Tínhamos mesmo de ter uma filha chata?-Levantou-se e vestiu os boxers.

Destrancou a porta e abriu um bocadinho desta.

Selena-Ah... ok, já percebi tudo.

Bill-Tens dinheiro no móvel da entrada. -Voltou a fechar a porta e olhou-me. -Onde é que íamos? -Ri-me.

Bill voltou a subir para cima e da cama, tirou os boxers e entrou dentro de mim de novo.

[Ally]

Tinha a cozinha virada do avesso, se a minha mae estive em casa matava-me, escondi-me atrás da mesa e atirei-lhe farinha mesmo pela cabeça abaixo.

Ryan- Isso é traiçao!- ele corria atrás de mim com o creme de chocolate na mao acabando por me acertar no peito no momento em que me virei.

Eu- Boa pontaria!!

Ryan- Eu acerto sempre onde quero-Sorriu e brincou com o piercing.