Without You!
67 Capítulo 66
“Bill- Estou! Eu- Bill, já saímos do laboratório! Bill- E então? Eu- Ela é mesmo uma Kaulitz! Bill- Amor, não me gozes!- ouço algumas discussões do outro lado da linha. - Estou, sara!? Eu- Sim Ryan!- a atenção de Allyson virou-se do pai para mim. Ryan- Diga-me, o que deu? Eu- Queres saber da boca dela? Ryan- Claro!- passo o telefone a Allyson. Allyson- Tou...sim...advinha?...não é difícil... pronto eu digo... eu sou oficialmente tua priminha...Ryan menos...eu também...vou passar à minha mãe e outra coisa, tu não roubas o meu pai e eu não roubo o teu- passou-me o telefone. Eu- Bill Bill- A Allyson é minha filha, certo? Eu- Hum-hum! Bill- Ela é nossa filha! Quero que venhas cá ter! Eu- Nós vamos ter a minha casa. Tom- Diz à Marisa, para ir ter lá a casa também! Eu- Diz à Marisa que o Tom quer que ela vá ter a minha casa!” Tom- Ultimo dia de férias!- entrelaçou os nossos dedos. Eu- Mais virão!- beijei-lhe o peito descoberto. Tom- Vamos tomar banho? Eu- Parece-me uma óptima ideia! Tom- Eu vou encher a banheira!- saiu da cama vestiu os boxers, eu vesti o robe de seda que estava no chão e saí em direcção à varanda do hotel, sinto uns braços a rodear-me. Eu- Aquele não é...- olhava e apontava o quarto da frente. Tom- É o teu filho! Eu- Nosso!- puxei-o pelo queixo e beijei-o. Tom- Sim senhor não se perde tempo de noite até de manhã!- soltou uma gargalhada. Eu- Tom, o teu filho tem 14 anos, tem uma vida sexual bastante avançada e tu ris-te! Tom- Olha não nega a raça! Eu- Ai disso não te podes queixar. Até a queda por loiras é a mesma! Tom- Eu disse para ele escolher a morena, mas o miúdo cismou com uma loira!- olhei-o incrédula Eu- Tu não existes mesmo! Tom- E o nosso banho?- levantei o sobrolho e virei-me de maneira a olha-lo de frente. Eu- Vamos a ele!- deixei cair o robe deixando-me completamente nua. Tom- Tu queres me matar!- beijou-me fugazmente e foi fechar as cortinas. Eu- Que foi? Tom- Putos a admirar a minha mulher é que não!- ri-me e entrelacei os meus braços ao seu pescoço, beijei-o e encaminhamo-nos para a casa de banho Entrei na agência e coloquei os óculos na testa. Eu- Boa tarde! Marisa- Sara!- vejo-a a sair de uma porta. Eu- Era mesmo contigo que queria falar! Marisa- Ui a coisa é séria. Estás com uma cara! Eu- Eu preciso de falar já contigo Marisinha! Marisa- Anne, ficas aqui um bocado? Anne- Claro! Marisa- Obrigada, algum dia ergo uma estatua em tua honra! Anne- Não é preciso tanto!- Ela vestiu o casaco acenou para Selena e saímos. Marisa- Vamos onde? Eu- Aquele café parece-me bem!- entramos e sentamo-nos numa mesa onde fizemos os nossos pedidos. Marisa- O que me queres dizer? Eu- Bem eu ando atrasada, mesmo muito atrasada! Marisa- Atrasada tipo atrasada! Eu- Sim, esse atrasada! Marisa- Há quanto tempo? Eu- Dois meses!- o empregado trouxe o que pedimos. Marisa- Realmente é muito tempo! Eu- Será, será que estou a entrar na menopausa? — disse a ultima palavra baixo. Marisa- Que disparate Sara! Eu- O que tem? Marisa- Tens 37 anos! Eu- E depois, existe menopausa precoce! Marisa- Nem parece teu! Eu- Eu acho que ainda sou muito nova, mas nunca se sabe! Marisa- Eu acho que tu estás é grávida! Eu- É impossivel. Marisa- Porquê? Eu- Porque eu tenho um implante contraceptivo! Marisa- Lembras-te quando entraste em depressão, o médico mandou tirar! Eu – Oh meu Deus! – Aterrorizei-me – E se eu… — Apontei para mim própria – Não pode ser! – Gritei. Marisa – Fala baixo! – Pediu – As pessoas não tem de saber sobre a tua vida, Sara. – Sussurrou. Eu – Eu não posso estar grávida! – Exclamei exaltada – Já viste bem a minha idade? Daqui a nada começo a pintar com frequência o cabelo para esconder as brancas e estás-me a dizer que eu posso estar grávida? – Arregalei os olhos. Marisa – Preservativo serve para alguma coisa. Eu – Posso-te dizer o mesmo. Marisa – Isso já passou há séculos, arranja outra. Eu – Tipo… — Levantei-me – Não posso beber café! Marisa – Hm? Eu – Na minha idade… posso prejudicar o bebé. Marisa – A gravidez afecta-te os miolos? Eu – Acho que sim. – Sentei-me novamente. – O que faço? Marisa – Primeiro de tudo, controla-te. Inspira. – Obedeci – Expira – Soprei – Inspira – Inalei o ar – Expira – Bufei atarracada – Ins— Eu – Eu ainda não vou ter o bebé. – Alertei. Marisa – Mais calma. – Prendeu o lábio inferior. É que… eu vou ser tia? – Inclinou-se sobre mim – Again? Eu – É muito mau, não é? Marisa – Não! – Acomodou-se na cadeira. – Não é nada. Tens é de fazer o teste. Eu – E se der positivo? Marisa– Tens a criança, é simples. Eu – Não, não é! Como é que vou dizer à minha filha de 18 anos que vai ter um irmão? Marisa – Dizes e pronto! – Trincou a torrada. Eu – Estás-me a meter nojo. – Admiti. Marisa – Eu? – Pareceu ofendida. Eu – Estás a comer isso… — Apontei. Marisa – Uma torrada. – Fez ar depressivo – Calorífica, mas uma torrada. Eu – E se o Bill não quer ter um filho? Marisa – Diz-me uma coisa: Ele já te pediu um filho? Eu – Já. Marisa – Então ele quer um filho teu. – Abriu a mala e tirou a carteira. – Eu pago o pequeno-almoço. – Tirou mais dinheiro – Toma — Deu-me 20 euros – Vai comprar o teste. Eu – Eu tenho dinheiro. Marisa – O que é que eu tenho a ver com isso? Quero ser eu a pagar o teste. Eu – Tudo bem – Acabámos de comer e saímos da pastelaria. Marisa – Assim que fizeres o teste diz-me. Eu – Amanhã de manhã eu ligo-te. Marisa – Ok. Eu- Jonh, Allyson. Vamos embora!-ambos arrumaram as toalhas. John- Vou ter saudades disto. Tom- Nós voltamos. Allyson- Quando tirares férias que vai ser daqui a uns 5 anos!- constatou, entramos dentro do carro. Eu- Não se esqueceram de nada? Jonh- Não mãe, já perguntas-te isso umas mil vezes! Eu- É para depois não me fazerem voltar. Jonh- Mesmo que me esquece-se tu não voltavas. Eu- Vês como sabes!- começou a dar uma musica romântica no rádio e o Tom caracterizou a musica com gestos- A musica é bonita! Jonh- Ui muito linda não haja duvida!- o Jonh acompanhava agora os gestos de Tom. Allyson- Olha que dois!- olhava pela janela. Eu- Já pensaste em concorrer para os idolos? Tom- Não. Eu- Se fosses fazer essas figuras eras capaz de ganhar na àrea dos cromos dos idolos! Tom- Olha que piada.- olhou-me nos olhos, puxou-me o pescoço e mordeu-o. Eu- Olha a estrada Tom Kaulitz! Tom- Eu controlo tudo!- deu-me um beijo e voltou a concentrar-se na estrada. Bill – Está tudo bem contigo? Eu – Er… sim… porquê? Bill – Não sei. – Voltou a mexer nos esboços – Os teus filhos estão bem? Eu – O que é que se passa, Bill? Bill – Estiveste com a Marisa hoje? Eu – Sim. – Respondi aborrecida. Bill – Ela estava bem? Eu – Sim! Bill – Vou ligar à Selena. Eu – Ela está em aulas, Bill. – Impedi-o. Bill – Ah não, mas eu sei que alguma coisa não está bem. – Fez ar pensativo – Viste o Ryan hoje? Eu – Não –‘ Bill – Se calhar a minha mãe precisa de ajuda. – Tirou o telemóvel do bolso das calças. Eu – Importas-te? – Virei-o bruscamente para mim, então, Bill fixou-me perplexo, apático e sem qualquer tipo de reacção. – O que foi? Bill! – Abanei-o. Não respondeu – Bill, por favor, o que se passa? – Voltou a fixar o olhar em mim e saiu disparado sem dizer algo que fosse. O meu telemóvel toca. — Estou, bom dia! Eu- Bom dia! — É o dirigente de construção! Eu- Sim diga! — A casa está praticamente pronta, falta pequenos detalhes, precisamos da vossa presença para a concluir! Eu- Ah amanhã de manhã eu pelo menos estou aí! — Okay, tenha um resto de um bom dia! — Desligou. Eu- O que raio se passa contigo, Bill? — Disse para mim mesma. Nesse instante ouço sirenes de ambulâncias e policia a passar na rua. Um arrepio percorre a minha espinha. — Ms Sara. – Voltei-me repentinamente – É melhor— Apontou para trás de si. Antes que acabasse de dizer algo que fosse, desatei a correr em direcção à rua, estava o caos. Arregalei os olhos e corri para junto da multidão num acto de desespero. Eu – Com licença. – Pedi para poder espreitar. — Mantenham a calma! – Um agente pediu – Afastem-se! – Elevou o tom de voz. – Afastem-se! – Repetiu irado. Consegui pôr-me junto da grade que separava a multidão do acidente. Estremeci ao ver tal cena, estatelei ao ver Bill agarrar Tom firmemente. A vontade de poder ir ter com eles parecia querer tomar parte do meu corpo, as lágrimas quentes escorriam pelo meu corpo, Bill ainda não me havia visto, parecia encolerizado para trazer Tom de novo para o real. Eu – Bill! – Gritei loucamente – Bill Kaulitz! – Chamei. Bill – Sara! – Olhou-me, tinha o sobrolho ensanguentado e uma expressão um tanto soturna. Eu – Desculpe. – Chamei o policia – É o meu… marido e o meu… amigo que estão ali. – Apontei – Pode-me dizer o que aconteceu? — Parece que um desvairado qualquer não sabe conduzir. Eu – Desculpe? – Diz uma expressão confusa. — Qual deles é o seu marido? Eu – Er… o de rastas. – Engoli em seco. — O seu amigo salvou o seu marido. – Disse rude – Ao que parece senão aparece-se, seria atropelado. [ Marisa] Eu – Acabou-se o milka – Olhei decepcionada para o pacote enquanto Anne me fitava confusa. Anne – Não deves comer tanto chocolate. Eu – Eu sei, mas eu adoro este chocolate. – Fiz ar inocente. – Já o deixaste derreter por completo na boca? Anne – Já –‘ Eu – É óptimo. – Levantei-me – Tenho de ir às finanças. A Lilian está lá dentro, o Patrick está a chegar dos correios, portanto, não te preocupes. Anne– Claro. – Anuiu. Eu – Espera, estou a vibrar. – Levei a mão ao bolso das calças e tirei o telemóvel. – A Sara? – Olhei para Anne, confusa. Anne – Atende. – Assenti e afastei-me para a porta. “Eu – Sara? Sara – Hospital! Eu – Hm? O que aconteceu? – Senti-me fraquejar. Sara – O Bill… o Tom… Eu – O que aconteceu? – Gritei. Sara – Calma… — Acautelou – Não foi nada de mais. Vai ter ao Wilhelmsburger Klinik Groß-Sand. Eu estou na entrada à tua espera. Eu – Ok. – Desliguei “ Anne – Então? Eu – Por favor… — Supliquei-lhe. Anne – Vai, eu fico aqui. Eu – Obrigada. – Peguei na mala e no casaco e saí a correr para o carro.
Conduzi apressadamente até ao hospital. Estacionei o carro e fui para a entrada onde Sara se encontrava à minha espera – O que aconteceu? Sara – O Tom ia sendo atropelado. – Congelei – O Bill teve um pressentimento e saiu do estúdio a correr, ele salvou o Tom. – Disse incrédula. Eu – Como… é que eles estão? Sara – Estão bem, só têm uma pancada na cabeça, estão a fazer os curamentos. Eu – Eu quero ir vê-los. – Falei como uma criança. Sara – Vamos. – Deu-me a mão e fomos para dentro do hospital. – Boa tarde, será que já é possível vermos Bill e Tom Kaulitz? — Um momento. – Procurou no computador. – Quarto 36. – Deu-nos duas fichas. Eu – Obrigada. – Fomos em direcção aos quartos. Parámos junto da porta. Sara – Eles estão a falar. – Sussurrou-me. Ficámos por momentos em silêncio, conseguíamos ouvir a voz rouca de Tom a falar com Bill. Queria chorar, queria poder abraçá-los e chorar de felicidade e agradecer por se estarem a entender, mas não podia. Eles teriam de estar ali sozinhos, apenas Tom e Bill. Os dois. Eu – Achas… — Sara olhou-me enternecida – Que eles vão fazer as pazes? Sara – Espero que sim. O Bill salvou o irmão por algum motivo. Eu – Eles ainda gostam um do outro, ao fim de contas, são irmãos… gémeos, tinham uma ligação forte apesar de se ter auto-destruído ao longo destes anos. Sara – Como… a nossa amizade. Eu – Nós estamos a recompô-la. Sara – E ainda bem. – Abraçámo-nos. Bill – Mais pipocas. – Sentou-se ao meu lado colocando as pipocas em cima do meu colo. selena – Desliga a luz. – Pediu. Bill – Ok. – Levantou-se e apagou a luz, pegou na manta e sobrepôs-lha sobre as nossas pernas, voltando a sentar-se ao meu lado. – Estão a gostar? Eu – Estás a perguntar isso desde que o filme começou. – Levei pipocas à boca, olhando-o de lado. Bill – Desculpe, sim? Eu – Vou pensar no seu caso. Bill – Daqui a nada dizes o contrário. – Sussurrou junto do meu ouvido. Eu – Não sei. – Movimentei os lábios sem pronunciar qualquer tipo de som. Ele passou o dedo pela minha face e beijou-me a maçã do rosto voltando a prestar atenção ao filme. Eu – Se precisares de alguma coisa, diz. – Puxei o endredon para cima e aconcheguei-o. Tom – Não precisas de estar a fazer isto. – Falou de olhos fechados. Eu – Bem, eu vou fazer o jantar. – Beijei-lhe a testa. Tom – Eu estou bem. – Agarrou-me o pulso e abriu os olhos. – Não precisas de estar a ser tão protectora. Eu – Estou a agir normalmente, Tom. Tom- Obrigado, por tudo!- voltou a fechar os olhos e eu beijei os seus apetecíveis lábios. Eu – De nada meu amor. – Fiz-lhe uma festa na cara e saí do quarto, desci as escadas e fui para a sala onde Ryan e Selena viam um filme. Ryan – Como é que ele está? – Fitou-me. Eu – Normal. – Sorri – Obrigada por teres trazido o carro dele. Ryan – Quero um carro daqueles. – Comentou. Selena – Já basta o que tens. Ryan – Oh. – Revirou os olhos. Eu – Se quiseres podes levar agora o meu carro. – Olhei o lado de fora da janela. – Está a chover, Ryan. Ryan – Sim, eu sei, não gostas que eu conduza enquanto chove. – Falou como que repetitivo. Selena – Podias dormir cá. – Sugeriu. – A casa é enorme e tem um quarto para ti. Ryan – Ah! Não vou deixar o Bill sozinho em casa. Eu – Toma. – Atirei-lhe as chaves do carro. Selena – Fica aqui, Ryan. – Pediu – Depois amanha a mãe leva-te de novo. Ryan – Er… — Abanou a cabeça de forma a desenlear os seus cabelos loiros. Eu – Tu é que sabes. – Encolhi os ombros. – Mas Selena, terias de ficar aqui com o Tom. Selena – É sábado, óbvio que fico aqui. Eu – E o teu namorado? – Ryan riu-se. Ryan – Ela tem namorado? – Gargalhou sonoramente. – Oh, agora é que eu fico aqui. – Riu de novo. Eu – Óptimo. – Dei um beijo a cada um e fui fazer o jantar. Selena – Mãe! – Gritou da casa de banho. Eu – O que se passa, Selena? – Entrei em pânico. – Magoaste-te? – Ajoelhei-me à sua frente e puxei o seu cabelo molhado para trás. – Sel fala comigo. – Pedi desesperada. Selena – Coiso… — baixou o olhar. Eu – Hm? – Arqueei o sobrolho. Selena – Estou com a… menstruação. – Falou a última palavra junto do meu ouvido. Eu – A sério? Selena – E agora? – Estremeceu. Eu – Agora… er… já és uma mulherzinha e tens de ter cuidado com os rapazes. Selena – Opah! – Exaltou-se. Selena- Queres ajuda?- entrou na cozinha. Eu- Podes pôr a mesa se quiseres.- desliguei o forno e tirei o tabuleiro do seu interior. Selena- Franguinho assado!- disse ao cheirar o tabuleiro. Eu- Pões a mesa e chama o teu irmão, eu vou levar o jantar ao Tom.- peguei na bandeja de pés e coloquei o copo de coca-cola, o prato com a comida, talheres e subi a escadaria indo de encontro a ele.- Amor — pousei a bandeja em cima da cómoda. Vi-o a abrir um olho .- Anda tens que comer!- ele indireitou-se na cama e coloquei a bandeja sobre ele. Tom- Eu não estou inválido! — sorriu-me. Eu- Mas eu gosto de te mimar!- fiz-lhe uma festa no rosto. Tom- Senão fosse o Bill a esta hora esta- coloquei o meu indicador sobre os seus lábios. Eu- O Bill fez aquilo que sempre sentiu, necessidade de te proteger, assim como tu a ele, só que de tão casmurros que eram deixaram-se ficar zangadas. Mas parece que a vossa ligação especial permanece intacta! — pegou nos talheres e levou uma garfada de arroz à boca. Tom- Nós fizemos as pazes, perdoamo-nos um ao outro. Hoje vi que poderia morrer sem fazer as pazes com o meu irmão, e que apesar de tudo ele teve coragem de se atirar para cima de um carro só para não me perder! Eu- Eu tenho a certeza que tu fazias o mesmo! Tom- Tinha saudades de abraçar o meu maninho, a minha metade!- constatou com um sorriso nos lábios. Eu- Eu estive a pensar, faltam 3 semanas para o Natal. Tom- Vamos fazer a consoada aqui, na quinta. Eu quero que o Bill e a Sara venham e a minha mãe, os teus pais, o pai da Sara! Eu- Queres é dar-me muito trabalho. A minha sorte é que a Sara gosta de preparativos natalícios e vem ajudar-me, senão estava feita! – Ele riu – Deste-me uma ideia! – Elevei o indicador ao ar. – Se não estás inválido, podes muito bem descer as escadas e ires ajudar-nos a fazer a árvore de natal. Tom – Agora? –‘ Eu – Passas-te a tarde a dormir, os miúdos estão lá em baixo a ver um filme, sempre nos divertíamos. Tom – Miúdos? – Franziu a testa. Eu – O Ryan a Selena. Tom – O Rya? Eu – Vai dormir cá. Eu amanhã de manhã levo-o de volta para casa. Tom – Tudo bem. – Deu um trago na Coca-Cola. Eu – Está bom? – Apontei para a comida. Tom – Não sabia que cozinhavas tão bem. — Gracejou. Eu – Nem eu –‘ Selena – Mãe! – Gritou – Temos fome! Eu – Vou lá para baixo. – Acenei e desci as escadas. Ryan – A criança já está a comer? – Colocou a garrafa de Coca-Cola em cima da mesa. Eu – A criança está à minha frente e está quase a comer. – Sentámo-nos. Ryan — >.< ya Eu – Daqui a pouco vamos fazer a árvore de natal. Ryan – Estás a gozar com a minha cara, certo? – Serviu-se. Selena – Epah que seca. – Bufou. Eu – Vai para a chuva. – Começámos a comer. Ryan – Desde quando mandas piadas secas? – Levou uma garfada à boca. Eu – Andas muito respondão. Ryan – Peço desculpa se a ofendi, Ms mãe. – Silêncio – Então conta lá isto do Tom. Eu – Parece que um atrasado qualquer não sabe guiar o raio de um VW Golf VI. – Resmunguei. Ryan – Hm? – Engasgou-se. Eu – O que foi? Ryan – De que cor era o carro? Eu – Bem… pelas marcas pensa-se que é vermelho. Ryan – Er… — Levantou-se – Onde é que é o quarto? Eu – Ryan? Ryan – Esquece, eu dou com aquilo. – Subiu as escadas apressadamente. Selena – O que é que lhe deu? Eu – Não faço ideia. – Arregalei os olhos. Comemos. Arrumámos a cozinha e nada, nem Tom nem Ryan desceram. Fui com a Selena até à arrecadação e tirámos o pinheiro juntamente com os efeitos de natal. Selena – Metemos no salão de festa? Eu – Se calhar fica melhor. – Concordei indo para lá. – Aqui? Selena – Ya! – Começamos por as luzes. Eu – Como vão as coisas entre ti e o Chace? Selena – Muito bem. – Sorriu. Eu – Ai sim? Selena – Ya. – Enfeitou a árvore de Natal. Eu – Ele trata-te bem? Selena – Sim, mãe –‘ – Acabámos de preparar a árvore e voltámos para a cozinha. – Podias fazer um chocolate quente. Eu – Boa ideia. – Comecei por fazer. Tom – Chegámos tarde? Eu – E a más horas. – Respondi friamente. Selena – Obrigadinha pela ajuda, Ryan. – Fulminou-o. Ryan – Estivemos a falar. Eu – Não sabia que falavam assim tanto. – Levei duas canecas ao microondas. Tom – Mas falamos. – Encarei-o. Ryan – Fica para o ano. Eu – Desfazem vocês a árvore. Tom/ Ryan – Ok. – Concordaram. * Eu – O que é que o ryan te disse há bocado? – Descalcei-me. Tom – Nada. – Saiu da casa de banho com a escova de dentes na boca. Eu – Ele não jantou, veio praticamente a correr para falar contigo, alguma coisa se passa. – Despi-me e voltei a vestir a camisa de dormir. – Mas não me queres contar, não é? – Entrei na casa de banho e passei a cara por água, começando a tirar a maquilhagem. Tom – Mas não há nada para dizer. – Bocejou a boca por água. Eu – Claro. – Escovei os dentes, penteei-me e deitei-me, seguida por Tom. Tom – Ele foi falar comigo porque eu tinha-lhe pedido para me ver uma coisa lá no trabalho. – Abraçou-me enquanto passeava as mãos pelas minhas coxas, puxando a camisa de dormir para cima.
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