Wishes And Dreams

4 Capítulo 4 A new boy, a new life, and a mistake?


Notas iniciais
Em primeiro lugar eu gostaria de agradecer muito á todos que estão acompanhando a fanfic. Sério, vocês me deixam mais feliz á cada review!
Nunca imaginei que algumas das escritoras que mais admiro iriam acompanhar aqui e ainda por cima gostar!
Esse capitulo é dedicado ás minhas divas, minhas novas leitoras e minha leitora mais fiel!
Mascarenhas,Mille15, Mellanie, LulsDrew, Nandáah, Fanficsju, Daydreeam_, Bieberfeverswag, NatalieAfonso, Allyson11, Bruninha_jb, mary, eliete, NathyNunes, L1neh, Klol,dudab e SamieliB
Obrigada á todas que estam acompanhando, e leitoras fantasmas APAREÇAM, eu não mordo UASHAHSUA'
Boa leitura, vejo vocês lá em baixo

Um mês depois...

– Bom dia Senhor Bieber. – a enfermeira me cumprimentou.

– Bom dia! – sorri- Como ela está? – perguntei pegando meu crachá na recepção.

– Bem melhor! Como sempre.

– Ótimo!

Hoje faria exatamente um mês desde o acidente, confesso que a cada dia me sinto mais esperançoso. Alice vem respondendo aos remédios e cada vez parece melhor. Isso me deixa feliz, mas têm uma parte de mim que ainda se culpa, pois, ela nem estaria aqui se não fosse por minha culpa...

– Bom dia Alice! – disse. Os médicos disseram que seria muito bom eu falar com ela, que isso ajudaria no tratamento, no começo me achei um idiota, falando com uma pessoa que possivelmente nem estaria me escutando, mas hoje, vejo o quão bem isso faz á ela, e á mim, que posso tocá-la sem levar uma bofetada na cara ou ser tratado grosseiramente. Ela estava bem melhor. Os arranhões já haviam desaparecido, os hematomas, já estavam mais claros e os ferimentos da perna e do braço já estavam cicatrizando. Sorri bobamente ao perceber o quanto minha vida mudou, o quanto eu mudei de um mês pra cá...

Aquele dia, o dia do acidente, Scooter cancelou um show, pois eu havia dito que não teria condições de me apresentar e ele aceitou. Tive uma semana de folga, a usei basicamente para por meus pensamentos no lugar, acalmar a mídia e organizar minha vida dali pra frente, pois jurei á mim e á Alice que só sairia dali com ela. No inicio a mídia pegou muito pesado. Falavam que eu estava bêbado e atropelei uma garota, outros diziam que eu vivia no hospital por causa de uma namorada que estava doente, outros questionavam a presença de Anna e a falta de minhas saídas com Selena, mas procurei não ligar para nenhuma delas. Á duas semanas atrás, pedi á Scooter para marcar uma coletiva de imprensa, pois eu iria explicar tudo.

Flashback on

– Boa tarde! – disse

– Boa tarde! – alguns fotógrafos responderam, algumas fãs sorriram, outros tiravam fotos, mas a única coisa que eu pensava no momento era em Alice, em como tudo o que eu iria fazer ali era por ela.

– Bom, vim até aqui esta tarde para esclarecer alguns maus entendidos. Peço para que cada um se pronuncie de uma vez. Sem tumulto! – sorri para algumas fãs – Ok. Podem começar.

Scooter havia organizado os que falariam e assim foi uma longa tarde, alguns perguntavam sobre minha carreira, o que eu faria dali em diante, o que havia de fato acontecido, quem era a garota do hospital e a menininha que vivia comigo, mas a maioria queria saber o que Alice era minha. Queria poder dizer “namorada”, mas aparentemente, até antes de tudo isso ela me odiava, e agora, bom, agora ninguém pode saber o que ela pensa. Mas eu, eu já não tenho dúvida de que sinto algo por ela desde que a vi, e agora esse sentimento só vem aumentando.

Respondi todas as perguntas normalmente. Minha carreira estava intacta, só mudei alguns horários, não poderia ficar muito longe de Atlanta, por isso minha turnê havia sido adiada, disse que Alice era uma amiga minha e a pequena, Anna, era sua irmã, e também disse que foi um acidente de carro que a levou ao estado em que está. Quando á ultima pergunta que me fizeram, eu não soube responder.

– E você e a Selena? Como ela reagiu á tudo isso e mais o término do namoro?

A Selena foi um caso bem á parte, ela não entendeu e ainda não entende. Não havia mais um ‘nós’ há um bom tempo, eu só não sabia como dizer. No inicio ela falou muito mal de mim para mídia, depois disse que ela que resolveu dar um tempo, e depois eu que era o destruidor de corações. Só sei que agora não existe mais um JUSLENA. E tenho que admitir que fiquei muito mais aliviado com isso. Selena era boa em muitas coisas, mas seus defeitos se sobressaltam, ela é ciumenta, fria e calculista, só quer fama e dinheiro. Fazia um tempo que com ela não passava de um ato sexual... Não tinha sentimento, nós não fazíamos amor, e sim apenas sexo.

Deixei aquela pergunta sem responder, apenas disse que a opinião dela era somente dela, e que se descobrissem algo poderiam vir falar comigo. Nesse momento todos riram, mas logo depois de algumas fotos eu fui embora. Fiquei cerca de 5h lá dentro, e estava exausto. Queria apenas ver Alice e dormir.

Flashback Of

– E ai Justin! – Jullie disse entrando no quarto.

– Fala ai! – cumprimentei-a. Aproximei-me muito de Jullie nesse ultimo mês e pude perceber o quão legal ela é. Também graças á ela sei muita coisa sobre Alice. Diria que sei praticamente a vida dela inteira... Seus medos, seus desejos, suas dúvidas e suas aflições. Jullie é a melhor amiga de Alice e uma das poucas também... Pelo que pude entender, não é pelo que Alice é, e sim pelo que sua mãe faz. Por falar nela, não sei como Alice agüenta ela, na verdade pelo que Jullie disse, ela não agüentava, um dos motivos de descontar em si própria a raiva e o nojo que sentia pela mãe. A mulher não a visitou nem se quer uma vez, também não ligou... Minha mãe ligou para ela uma vez perguntando se poderia cuidar de Anna e tudo o que a vadia disso foi “Tanto faz, era só mais uma que me dava trabalho”. Mulher sem coração, porque foi ser mãe então? Não, ela tinha de ser mãe, se não eu não teria conhecido Alice. Ta. Acho que foi a ÚNICA coisa boa que essa mulher fez. Mas graças á ela, agora minha mãe está mais feliz, pois pode cuidar de Anna, que esta amando morar em casa e se tornou a melhor amiga da minha pequena Jazmyn.

– Como ela está? – Perguntou Ju tirando-me de meus devaneios.

– Bem melhor. Acho que logo ela acorda! – sorri

– Que bom! – ela sorriu também afagando o cabelo da amiga. – Então, e o que vai fazer hoje?

– Não sei... Ah, prometi á Anna e á Jazmyn que as levaria para passear. – lembrei de minha promessa.

– Ok então. – ela parou para pensar algo, mas achou melhor não dizer.

– Que foi Jullie? Pode falar! – disse

– Cara, você não acha que você está dando um de paizão muito cedo não? Você só tem 17 anos. – desabafou. Bom, de fato, sou muito novo, mas me sinto tão bem ao lado das meninas e do Jaxon.

– Pois é, estou pensando muito bem em me aposentar aos 20 já. – nós rimos e me lembrei do horário. – Meu Deus, a Jaz e o Jaxon já devem estar chegando com meu pai e eu nem sei aonde irei com as crianças ainda...

– Porque não as leva ao parque? – Jullie sugeriu

– Tem muita gente... – ela voltou a pensar.

– Já sei! – gritou

– Que foi maluca? – perguntei como se já soubesse que não seria utilizável sua idéia.

– O recanto feliz da Alice! – ela sorriu como se aquele fosse a melhor idéia do universo e ela fosse muito foda por pensar isso. WTF? O que é isso?

– E onde fica isso? – perguntei confuso.

– É tipo uma praça meio abandonada, mas tem uma vista incrível e tem uns brinquedos para as crianças. – ela sorriu

– Ok. Mas porque é abandonada? – perguntei curioso e com certo receio do que ela fosse dizer.

– Assombrações! – ela disse tentando fazer voz de fantasma e depois caiu na gargalhada, provavelmente eu estava com a maior cara de otário.

– E você quer que eu leve as crianças lá? – perguntei com pavor.

– Acho que as crianças teriam menos medo que você Babaca. Tinha que ver sua cara! BUUUUUU – ela disse rindo.

– Sério Jullie, eu vou matar você! – disse correndo em sua direção e a colocando em meus ombros. – E agora, quem está com medo hem? – perguntei rindo

– Me solta seu louco! – ela disse batendo em minhas costas.

– Só até você me pedir desculpas.

– Nunca! Não, não e não! – ela gritou.

– Vamos ver então. – abri a porta e sai correndo pelos corredores segurando suas pernas para que não caíssemos já que ela se mexia demais.

– Justin, seu otário, a gente vai cair! – ela gritou.

– Então me pede desculpas que eu te solto. – disse parando subitamente e ameaçando sair correndo novamente.

– Ta bom. Ta bom! – ela disse e eu parei para que ela pudesse falar. – Desculpa por você ser tão frouxo. – ela riu e eu comecei a correr pelo corredor de novo.

– Quem é frouxa agora? – disse

– EU, EU, EU, agora para Justin, por favor! – ela suplicou

– Pede desculpa, DIREITO! – dei ênfase no direito.

– Desculpa Justin. Você é a pessoa mais linda e gentil do mundo e eu não queria te assustar. – ela disse e eu ri colocando-a no chão. – Ta bom assim?

– Bem melhor. – disse entre gargalhadas.

– Bobo!

– Fraca!

– Retardado!

– Vamos parar por aqui. – disse acabando com toda a brincadeira. – Mas agora é serio, porque lá é abandonado? – ainda estava curioso.

– Assombrações... – ela disse como se fosse obvio.

– Eu estou falando sério Jullie.

– Eu também. Eu e a Alice estávamos no parque quando um grupo de patricinhas veio zoar com a Alice e do nada, ou alguma pessoa sem querer, tacou um coco na cabeça delas. – ela disse rindo. – Ai, como não tinha supostamente ninguém, a loirinha vagabunda pediu para seu papai fechar a pracinha alegando que ali tinha fantasmas que defendiam os pobres.

– OMG! Que garota sem noção.

– Nem me diga! Mas, você não tinha algo para fazer? – ela perguntou mudando drasticamente de assunto.

– Nossa, verdade! – disse e sai correndo. – JULLIE! – gritei do outro lado do corredor.

– QUE FOI? – ela perguntou

– VOCÊ VAI VIM COM A GENTE NÉ?

– FICOU COM MEDO É BIEBER? – ela disse rindo.

– NÃO BESTA, É QUE EU NÃO SEI ONDE É! – declarei

– BELEZA ENTÃO. ME LIGA!

– TA BOM! – eu disse e sai andando, ainda tinha que trocar de roupa e chamar o Kenny para ir comigo ao aeroporto.


[...]

– Jullie, está pronta? – perguntei quando ela atendeu o telefone.

– Hurrum. – ela sussurrou, parecia estar com algo na boca.

– Posso ir? – perguntei confuso.

– Pode!

– Então desce ai! — disse rindo.

– E se eu tivesse dito que não estava pronta? – ela perguntou autoritária.

– Dentre essa duas, ou eu te azucrinaria o resto da vida porque você é uma patricinha que demora um ano para se arrumar, ou você teria de vir abrir a porta pra mim e as crianças detonariam sua casa. – ela riu e desligou, aparecendo minutos depois na porta.

– E se eu estivesse ocupada? – ela sorriu maliciosa.

– Ah não, isso você não estaria nunca! – ri e acabei levando um soco no peito. – Ta bom, eu parei irritadinha.

– Bom mesmo. – ela disse fechando a cara.

– A propósito, você está bonita! – disse sorrindo e pude ver de cano de olho que ela corava.

Ela me dava todas as coordenadas para chegarmos ao ‘recanto feliz da Alice’, errei o caminho umas duas vezes, mas não demoramos mais que 40 minutos para chegar.

Não era como imaginei que seria tudo escuro, folhas mortas, brinquedos quebrados e uma neblina cobrindo tudo, também pudera, agora era 14h... Mas o lugar era lindo, muito bem cuidado e nenhum dos brinquedos estava quebrado, o que fez com que as crianças aproveitassem ainda mais.

Estava sentado com Jaxon na grama, brincando de carrinho, Anna e Jaz estavam no balanço e Jullie no banco atrás de mim.

– E ai Ju, o fantasma que defende os pobres vai aparecer hoje? – perguntei sarcástico

– Não estou vendo nenhum pobre além de mim... – ela disse séria. E fazendo pose como se procurasse por alguém além dela. Depois caímos na risada.

– Pobre? Só se for de espírito né gata? – disse sarcástico. Minha mãe me disse que Jullie é uma das garotas mais ricas da cidade.

– Af Justin, me erra! – ela disse tacando uma amora que estava em suas mãos em mim.

– Ei, você me sujou. – disse fazendo biquinho e olhando para minha camiseta agora manchada.

– Ah, desculpa bebezinho. – ela sorriu.

– Desculpa nada, você vai vim limpar! — disse fingindo um tom irritado. Ela bufou, mas veio em minha direção.

– Ah Justin, eu não sabia que você era tão fresquinho assim, biba, foi só uma manchinha, e você pode comprar todas as camisas que quiser depois. – ela disse enquanto se agachava ao meu lado.

Não pensei duas vezes, passei meus braços por sua cintura colando nossos corpos, joguei-a na grama ficando por cima dela. Comecei a fazer cócegas nela e ela se remexia muito em baixo de mim.

– PARA JUSTIN! – ela gritava em meio a gargalhadas.

– Não, eu sou fresquinho e biba lembra? – disse agora prendendo seus braços em cima de sua cabeça e fazendo cócegas em suas axilas. Ela se contorcia em baixo de mim, mas mesmo assim eu não parei.

– TA BOM, TA BOM, retiro o que eu disse, você não é fresquinho! – ela disse enquanto eu parava de torturá-la. Quando eu estava para sair de cima dela ela completou – Mas mesmo assim, não deixa de ser biba.

Ah, isso me enfureceu, e nem pensei nas conseqüências do que eu faria, apenas não deixaria que ela me chamasse de BIBA.

– Se eu fosse viado eu faria isso? – disse abaixando minha cabeça em sua direção, levando uma de minhas mãos até seus longos cabelos, enquanto a outra ainda estava pousada em sua cintura. Ela me olhava assustada, mas isso não fez com que eu parasse.

Aproximei meus lábios dos dela e os selei lentamente. Os lábios dela eram macios, mas eu não queria romantismo, queria provar o quanto sou macho. Quero vê-la falar que sou Biba agora! Minha língua já estava dentro de sua boca e eu explorava cada canto. Apertei minha mão em sua cintura e ela sorriu entre o beijo, uma de suas mãos agora percorriam a extensão de minhas costas enquanto a outra fazia um carinho em minha nuca que á princípio havia me deixado arrepiado. O JB Junior começou a dar sinal de vida, quando escutamos alguns flashes.

– Merda! – sibilei. Afastando-me um pouco de Jullie, mas ainda em cima dela.

– Isso dará uma ótima matéria para a capa do Jornal! – o fotógrafo sorriu vitorioso. Ele era bem alto, moreno e usava óculos escuros. Estava deixando a barba crescer, e aparentava ter uns 33 anos.

– Desculpe. – sussurrei para Jullie, para que apenas ela ouvisse.

Sai de cima de Jullie e caminhei até o fotógrafo que agora falava ao telefone.

– Sim cara, consegui as fotos de que precisávamos, dará uma matéria e tanto. Não sei como não lucrarmos com isso. Ei espera ai, o moleque está vindo aqui! – ele disse quando viu que eu me aproximava.

– Ei cara – disse forçando um sorriso amigável.

– Olá! – ela respondeu ainda agitado. – É, desculpa ter atrapalhado o clima lá, mas sabe como é né, isso aqui – ele disse erguendo a máquina fotográfica – vale ouro.

– É cara, eu imagino, e é sobre isso que eu queria falar contigo. – eu disse meio receoso. Como vou fazer para convencer esse cara a não publicar essas fotos? De fato, como ele disse, essas fotos valem ‘ouro’. Mas eu precisava tentar... – Sabe o que é, é que não seria muito legal se essas fotos aparecessem por ai em tudo conter lugar.... – disse numa trágica tentativa de convencê-lo a pelo menos não publicar as fotos. Mas isso provavelmente só atiçou ainda mais o senso de jornalista do cara parado á minha frente.

– A ta. Conta outra! Ninguém quer que fotos comprometedoras caiam na boca do povo, mas tivesse pensado isso antes de fazer o que fez e em público. Pena que eu cheguei um pouco cedo, se não eu poderia ter pegado umas coisas um pouquinho melhores. – ele sorriu malicioso- Mas acho que isso aqui já basta! – disse olhando para a máquina e sorrindo com o bom trabalho que havia feito. Tchau mano! – ele disse e me deu as costas.

É Justin, o cara está certo, não tivesse feito isso se não quisesse que no outro dia TODOS soubessem o que você fez. SUA ANTA! O que você estava fazendo? Porque você fez isso seu idiota? Até agora você estava ai dizendo que sentia algo por Alice, mas foi só uma oportunidade aparecer que você vai e pega a melhor amiga dela? SEU IDIOTA! Mano e agora, o que você dirá para a Jullie seu retardado? MERDA, MERDA MERDA! E a Alice?

– Ela está em coma seu otário, ela nunca vai saber ao menos que você conte, e porque está se preocupando com isso? É você que fantasia uma futura relação entre vocês, não ela, porque até então, ela te odiava, ou era isso que você achava, não era? – uma parte de mim gritava em minha cabeça. A mesma que sempre que eu via uma garota gostosa na rua me fazia ter pensamentos perversos.

– Não Justin, seu coração é de Alice, e é só com ela que você deve ficar, o que você fez foi errado, você deixou que seus hormônios e seus desejos falassem mais alto que seu coração. Você AMA Alice, e prometeu esperá-la até que ela acordasse. – Outra voz dizia, a mesma que me repreendia quando tinha os pensamentos perversos ou qualquer coisa que despertava meus desejos.

Ah claro, agora estou enlouquecendo, estou até ouvindo vozes! PUTA QUE PARIU!

CARALHO, O QUE EU FIZ?!


Notas finais
É, eu sei, esse capitulo ficou muito merdinha, e desculpem... O próximo eu tento recompensá-las. Mas mesmo assim, me deixem feliz com os lindos reviews de vocês hem...
Ah, minha docinho de coco, Eliete pediu para que divulgasse a nova fanfic dela http://www.fanfiction.com.br/historia/177486/A_Casa_Mal_Assombrada
Espero que gostem e deixem reviews lindos para ela!