Wishes And Dreams
51 Capítulo 51 Running Risks.
Notas iniciais
Que saudades de vocêeeees! É, eu sei que demorei, mas é que eu estava sem inspiração, e não queiram me matar, porque isso a JBelieve_ já quer fazer kkk (te amo Mari kk)
Bom, gostaria de agradecer à recomendação LINDA, que a
rayanesamico deixou para mim! Sério, eu AMEI saber que tu gosta tanto da fic *-* E também aos reviews curiosos, enlouquecedores, cobradores, inspiradores etc de todas. Kerolem Larissa velho, AMEI suas dicas! Sério, e sem brinks, mas foi a que me inspirou para um dos próximos capítulos kkk claro, vou dedicá-lo à você quando ocorrer, pode continuar mandando ideias ok? E você, kellspereira, nem sei o que dizer, já que TODOS seus reviews me emocionam... Velho tu é foda, e eu te adoro, séeerio!
Boa leitura, espero que gostem :)
- Olá, Alice Brock! – uma voz familiar chamou-me e ao olhar preferi não ter o feito.
- Katarina... – murmurei. A loira a minha frente parecia irreconhecível. Mais arrumada que o normal, com uma cara mais saudável e roupas mais vistosas (ELA ESTAVA DE ROUPA!Isso já é um avanço), ela parecia irreconhecível. Mas o olhar... Aqueles olhos claros ambiciosos, maliciosos e malignos são inconfundíveis. – O que você quer aqui? – perguntei engolindo em seco.
- O mesmo que você, me divertir. Afinal, assim como você, fui convidada. – sorriu debochada. Percebendo que eu não responderia, prosseguiu. – Já encontrou seu papai por ai? – perguntou irônica.
- Como você sabe?
- Ora querida, não seja irônica. Todos sabem, e além do mais, aquele idiota veio me procurar à alguns dias para esclarecer alguns mal entendidos. – riu desanimada passando a mão pela nuca. Observando um pouco mais seu corpo, dava para perceber que a “cor sadia” era devido à maquiagem exagerada feita para esconder a verdade: Ela estava toda marcada, provavelmente apanhara.
- Que bom, pelo menos para alguma coisa ele serve. – retruquei ignorante.
- Bom, só vim dar um beijinho na minha filha, afinal, daqui alguns dias não a verei mais... – sorriu maliciosa. O que ela quis dizer com isso? Ela viajaria? Conheceu algum cara que dará o golpe? Como alguém pode ainda cair na lábia dessa mulher? Aly me cutucou, havia até esquecido de sua presença.
- Ah, claro! Agora que já me viu, com licença, tenho mais o que fazer. – disse dando-lhe as costas.
- Tudo bem querida, se cuida! – zombou ela e Aly teve de me segurar para que eu pudesse acalmar-me.
- Juro, essa mulher tem o dom. – esbravejei.
- Do que amiga? – perguntou Aly confusa.
- Do que? De me tirar do sério! Aff! – resmunguei e Aly riu pelo nariz. Alyson me guiou até nossa mesa, onde agora estavam apenas Ryan, Justin e Anna.
- Aly, vamos beber algo? – Ryan perguntou para a morena assim que nos aproximamos e esta soltou-se de mim e foi para os braços do amado sorrindo. Sentei-me ao lado de Anna e Justin ficou encarando-me.
- Que foi, Bieber? – perguntei envergonhada.
- Você está diferente, parece que encontrou um fantasma.
- Ah, pode ter certeza que se eu tivesse visto um fantasma minha cara estaria melhor. – brinquei. Justin garantiu-se de que Anna estava de fato absorta em pensamentos e com a musica que no máximo e sentou-se ao meu lado.
- Vocês se encontraram? – perguntou calmo.
- Sim, e o pior é que isso sempre me deixa tensa.
- Percebi, mas acho que você não deve ficar assim... – disse passando as mãos por meus joelhos.
- Drew... – segurei suas mãos que subiam por minhas coxas. – Aqui não!
- Anna, você se incomoda de ficar dois minutinhos sozinha? – perguntou Justin carinhosamente.
- Não vou deixá-la aqui sozinha... – resmunguei.
- Ela não está sozinha. Aqui está cheio de gente, e têm seguranças por toda parte, além do mais, minha mãe está aqui perto... – disse Justin. De fato, acho que não tinha perigo deixar Anna aqui, afinal, quase todos a conhecia, se acontecesse algo, iriam procurar-me.
- Tudo bem... – dei de ombros. – Mas Anna, cuidado ok? E não saia daqui. – disse séria e a pequena apenas assentiu. Levantei e caminhei ao lado de Justin em direção às arvores.
- Alice, sobre ontem...
- Não Drew, eu sei o que vai me dizer ok? Tudo bem, eu entendo!
- Entende? – perguntou confuso e eu assenti. É claro, ontem ele precisava de mim, afinal, ele é homem, mas eu sei que ele não queria que só por causa disso eu achasse que ele quer algo mais, tipo, assumir um namoro.
- Sim, e pode ficar tranqüilo, ninguém vai ficar sabendo e eu também não te cobrarei nada.
- Como assim Alice? – Justin perguntou parando de repente.
- Nós sabemos que você não quer nada sério comigo, por que a surpresa? – perguntei irônica. Justin me encarou incrédulo.
- Você realmente acha isso? – perguntou visivelmente ofendido. Porque, não era isso?
- Qual é Justin, tu é homem, nós sabemos que têm certas necessidades... – brinquei.
- Não Alice, não é assim! – esbravejou ele, encostando-me em uma árvore, evidentemente furioso.
- Justin, você está me machucando... – disse olhando para suas mãos presas aos meus braços. Ele respirou fundo e soltou-me.
- Alice, eu não fiz aquilo pelos motivos que pensa, fiz aquilo porque precisava de você, sentia sua falta, e não agüentava mais suas rejeições. – disse com os olhos caramelos brilhantes focados em mim. Ele estava sendo sincero, mas eu não podia dizer nada. Não tinha como eu dizer algo, eu praticamente disse que o cara era um machista... – Alice, eu te amo, sempre te amei. Nunca quis que fosse embora, e ao contrário do que pensa, eu QUERO algo sério com você.
- Drew... Eu... Não sei o que dizer! – admiti e ele sorriu.
- Diz que também me deseja, diz que aceita ficar comigo... – disse sorrindo. Aquele sorriso, aquelas palavras, aquela voz... Eu não sei quanto mais resistiria. Ele aproximou seu rosto do meu, e já prensada contra a árvore me vi sem saída. Mas eu não queria ter uma saída. Estava cansada de fugir... Os lábios de Justin abriram-se lentamente e sopraram em meu rosto seu doce hálito de menta. Minha perdição... As mãos de Justin prenderam-se em minha cintura e sua testa encostou-se na minha. Minha respiração já estava ofegante, sua presença não permitia que meu cérebro oxigenasse direito, eu parecia umas 10 vezes mais lenta.
- Você aceita ser minha, Alice? – sussurrou Justin em minha orelha fazendo com que todos os pelos de meu corpo se eriçassem.
- S-Sim Jus, eu aceito. – murmurei. Justin sorriu e tomou meus lábios para si. Agarrou minha cintura e tirou-me do chão.
- Eu te amo Alice Brock! – disse ofegante.
- Eu te amo Bieber! – murmurei e ele sorriu. O mundo poderia congelar naquele momento, só para eu aproveitá-lo um pouco mais. Escutar aquelas palavras saindo de sua boca era algo tão... mágico!
- ALICE, JUSTIN! Socorro! A Anna! – Pattie interrompeu-nos gritando a nossa procura. Separei-me de Justin às pressas e fui tentar entender o que Pattie dizia.
- O que foi Pattie? – perguntei com o coração acelerado.
- Anna... Ela...- Pattie não conseguia terminar sua frase, e de repente mil coisas invadiam minha mente: Anna passando mal, Anna machucada, Anna sozinha, Anna chorando. E mais uma vez arrependi-me de tê-la deixado só.
- O que foi mãe, fala logo! – disse Justin apreensivo ao meu lado.
- Ela sumiu! – Pattie disse caindo em prantos à minha frente. Demorei alguns segundos para assimilar aquelas palavras. Anna... Sumiu! Droga! Anna sumiu, e a culpa é minha! Comecei a olhar para os lados, como se ela pudesse surgir de algum canto e nos dizer que era apenas uma trolagem. Mas Anna não saiu de lugar nenhum, minha pequena não estava ali. Rostos vinham a minha mente, mas nenhum me trazia uma resposta de onde Anna poderia estar. Escutava apenas vozes ao meu redor, mas nenhuma fazia sentido, eu só queria saber onde estava Anna, e ali, ninguém me daria uma resposta.
- Calma Lice, encontraremos ela. – disse Justin ao meu lado, mas eu não dei ouvidos. Eu precisava encontrá-la logo. Meu telefone começou a tocar desesperadamente em minha bolsa e eu atendi: número restrito.
- Estamos com Anna! É melhor você fazer tudo o que mandarmos e não acionar a polícia. Mais tarde ligaremos para fornecer as coordenadas. – uma voz rouca disse do outro lado da linha e sem reação, esperei finalizarem a ligação.
- Alice, o que foi? – Justin perguntou e uma lágrima escorreu por meu rosto.
- Levaram Anna.
- Quem? – perguntou Scotter apressado.
- Não sei! – esbravejei. – Só disseram que depois ligam para passar as coordenadas.
- Vamos chamar a polícia! – gritou Pattie desesperada.
- Mas só podemos dar queixa a partir de 24 ou 48h do sumiço.
- Mas isso é um seqüestro!
- Até lá será tarde demais! Não sabemos com quem ela está! – alguém disse, e pela primeira vez eu tinha de concordar.
- Andrew!
Notas finais
Bom, vejo vocês nos reviews e nas recomendações hein! lol
Ah, e quem puder (e quem eu não segui) me segue no TT e mande uma reply se quiser que eu siga de volta (: E o face, quem quiser é só pedir :)
PS: estou ficando irritada, coloquei 16486218643 carinhas só nas notas kkk #PAREI
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