Wishes And Dreams

46 Capítulo 46 The hot Kiss/ The new friends!


Notas iniciais
Olá pessoas (: kkk Eu sei, vim antes do combinado e sem ter alcançado a meta, mas é que tem uma pessoinha que fica me azucrinando dizendo que morre se eu não postar, então cá estou eu kkk ~ela sabe que eu adoro ela kk! né @_Jbelieve? haha Ela é uma das minhas melhores leitoras pô! kk
kellspereira ameeei seu review, e meu vô agradeceu os parabéns kk, aaaah e MEU DEUS! Eu não acredito que tu é de Portugal kkk ~lindo!
Brigadeiro do Léo
ameeeeeeeeei seu review, sua linda. Ainda bem que gosta da fic kkk
Marieber fazendo propaganda de recomendações, aaah que diva! kk ai sim hein... kkkk
Bom, ai está mais um, espero que gostem (((:

- JUSTIN? – perguntei abobada. Droga, o que ele fazia ali? – O que você está fazendo aqui? – as palavras saiam de minha boca sem autorização.

- Precisamos conversar Alice.

- Não, não temos que conversar. Eu já entendi tudo. – ele me olhou desconfiado, como se dissesse “lá vem essa louca dizendo merda”, mas dessa vez era diferente, eu só não queria ter de ouvir sua voz, ou ter de ficar olhando-o. – Sério! Eu sei que sua ex é uma louca e que ainda é louca por você, e que você só quer a amizade dela. – as palavras enroscaram, mas saíram. Menos convincente do que eu precisava, e mais chorosa do que podia. Mas Justin me conhecia, ele não deixaria aquela passar quando podia me fazer escutar.

- Alice, eu e Selena não temos mais nada. Ela quer, mas para mim está fora de cogitação, eu estou apaixonado, e não é por ela.

- Ok, Justin, entendi. – disse tamborilando os dedos na porta. Ele precisava ir embora, não sei quanto tempo minha imagem de compreensiva e super calma podem durar antes de eu desabar ou explodir.

- Alice, estou falando sério. – disse Justin praticamente implorando para que eu acreditasse em suas palavras.

- Tudo bem Justin, já entendi. Eu só acho que não tem espaço para mim no seu mundo, e por mais que você diga e me garanta que não há e nem haverá mais nada entre você e a Gomez, o mundo inteiro acha que tem, e não sei se conseguiria conviver com tudo isso. Não gosto de mentir, e estar com você e os outros acharem que está com ela seria uma mentira. Não sei se posso viver dividindo você com ela, não sei se consigo medir minhas palavras. Não sei se consigo ter uma vida em frente às câmeras, e Justin, estar com você é sinônimo de capas de revista e muitos paparazzi.

- Alice...

- Não Justin, acho melhor você ir. – disse fitando aqueles olhos mel pela ultima vez. Tá, talvez não a ultima, mas talvez aquela fosse a última vez que seu olhar seria direcionado intencionalmente apenas à mim. Justin disse algo, mas não consegui entender, o momento que se seguiu me pegou desprevenida. Justin entrou em meu quarto e tomou meus lábios, nem se dando ao trabalho de fechar a porta. Prensou-me na parede enquanto seus lábios me devoravam, sua língua tocava a minha e suas mãos afagavam minha cintura. Minha mente pareceu se esvaziar, eu não conseguia pensar em mais nada, apenas nas mãos que me tocavam, os lábios quentes nos meus, a língua enroscada na minha, aquele corpo colado ao meu que fazia despertar dentro de mim o fogo mais ardente que eu pudera sentir. Fazia um tempo que não tinha o toque dele para mim, não daquele jeito, e naquele momento pareceu ser apenas isso o necessário para curar minhas dores e acabar com meus problemas. Em seus braços eu era como argila e igualmente modelável. Ele poderia fazer de mim o que bem entendesse, eu não me importava, pois aquelas mãos calejadas me transmitiam a segurança de que eu tanto sentia falta. Seu corpo dava impulsos para frente, fazendo minhas costas chocarem todas às vezes contra a parede. Suas mãos agora estavam em minhas coxas, sentia o toque de seus dedos longos em minha pele desnuda. Ele era quente, muito quente, e aquilo me deixava excitada. Seu toque, seu beijo, seu aroma, sua pegada. Enquanto seus lábios pressionavam os meus e sua língua dançava com a minha, suas mãos subiam e desciam por meu corpo, atrevendo-se à entrar por entre a barra de meu shorts até minha calcinha. Eu estava ofegante, em busca de fôlego ele desceu os beijos para meu pescoço, enquanto eu arranhava seus braços e suas costas e puxava seus cabelos sedosos para mim. Eu estava entregue. Ele poderia fazer de mim o que quisesse, eu não resistiria. Suas mãos me apertavam de forma brutal, podia sentir o volume dentro de sua calça quando ele me pressionava contra seu corpo. Pelo amor, aquilo era a perdição. Não há quem resista. Suas mãos subiram minha blusa, para que pudesse apertar meu seio coberto pelo sutiã. Soltei um gemido baixo e com o pé Justin fechou a porta que ainda estava aberta. Puxou-me para si, e voltou a tomar meus lábios. Sorri, não sei por que, mas sorri. Ele riu baixo e me puxou para seu colo. Giramos até o espelho que cercava a cama. Minhas costas chocaram-se no material gelado e estremeci. Desci de seu colo e Justin voltou a explorar meu corpo. Ele não tinha limites, eu não tinha limites, estava completamente entregue. Suas mãos escorregaram para dentro de meus shorts, e conseqüentemente para minha calcinha, agora úmida. Tirei suas mãos de lá, e voltei à tomá-lo para mim. Mas que droga, o que eu estava fazendo? Nós, quer dizer, ele, na verdade, eu... Puta merda!

- Sai! – o empurrei, corada. Quem ele deveria estar pensando que eu era? No mínimo alguém bipolar, mas não descartava a hipótese da puta carente de sexo, e super fragilizada. Não era eu que há pouco estava dando uma de moralista e tudo mais? Agora eu estou agarrando-o? Alice, sua imbecil!

- Alice... – Justin disse segurando minha cintura.

- PORRA, SAI DAQUI! – gritei. Mas porque eu gritei? Se eu não estivesse gostando eu poderia ter parado antes. Poderia tê-lo impedido. Ok, mas eu estava gostando. Mas a verdade é que não podemos... Assumir algo com ele seria a mesma coisa que colocar na capa de um jornal, e o que eu menos quero é atenção.

- Desculpe... – sussurrou Justin antes que pudesse colocá-lo para fora. Assim que ele passou pela porta a bati e tranquei-a. Respirei fundo e bateram na porta.

- Eu já mandei sair daqui! – gritei e um homem vestido de branco e vermelho se assustou.

- Desculpe senhora, só vim trazer seu suco. – disse erguendo a bandeja.

- ÓTIMO! – disse entre dentes. Inferno, porque Justin consegue me deixar com os nervos à flor da pele? – Pode deixar lá em cima. – apontei para a cama e o garoto assentiu e se retirou. No mínimo envergonhado ou com medo. Tudo o que eu menos precisava. Agora, como eu faço para recuperar a calma e serenidade que estava antes? Como vou encontrar Anna estando nesse estado? Puta que pariu Justin, você não poderia ter dado um de super-homem-gostoso-que-seduz-todas-e-leva-as-para-cama-facilmente, depois? Droga! Peguei as primeiras peças que vi e que meio que combinavam e separei-as. Não estava a fim de me arrumar. E outra, quem que vai reparar em uma garota de quase 18 anos e uma menina de 7 e meio ou 8? Ninguém! Vesti-me apressada e separei algumas coisas que estavam espalhadas pela cama para colocá-las na bolsa. (http://www.polyvore.com/alice/set?id=56465341) Pronto, que assim seja. Tento me reconstruir no caminho, já passa das 19h e preciso mesmo buscar Anna. Tirá-la de lá enquanto sei que Justin não está lá, seria melhor e mais fácil. Peguei minha bolsa e algumas coisas que ainda estavam jogadas sobre a cama e sai do quarto, sem nem ao menos preocupar-me em trancá-lo. Parei com o elevador direto no estacionamento. Não estava com paciência e nem tempo para esperar levarem meu carro até mim. A chave estava não contato, mas nem se quer me importei. Girei a chave e sai do estacionamento acelerando, passando por todos os sinais vermelhos e amarelos. Em questão de minutos já estava à porta da mansão dos Bieber. Passei pela portaria facilmente, todos já me conheciam. Desci do carro às pressas, e avisei que seria rápido, para não se preocuparem em estacioná-lo. Do pé da escada já podia ouvir ruídos de conversas paralelas, respirei fundo, certifiquei-me de que o carro de Justin não estava ali e nem ele e entrei. Como previsto, todos pareciam entrosados em suas conversas. Anna não estava à vista, o que dizia que teria de procurá-la e não daria para escapar sem ter de falar com todos. Sorri para Ryan G. que no momento acenava para mim, levando à atenção de todos para a garota parada à porta. Senti minhas bochechas ficarem vermelhas.

- Parem de constranger a menina pessoal. – Pattie disse caminhando até mim. – Como vai querida?

- Bem, obrigada Pattie.

- Cadê o Justin? – perguntou olhando para os lados à procura de seu filho, e estranhamente achou que este estaria comigo.

- Estou aqui mãe. – disse Justin irrompendo pela porta. DROGA! Meu coração congelou.

- Ótimo, ainda bem que estão todos aqui.

- Selena ainda não chegou. – disse Fredo da sala. E estranhamente senti meu estomago revirar. Ela!

- Podemos começar sem ela. – respondeu Pattie indiferente. Ah, Pattie, sua diva! (senti-me como uma criança convencida ao sorrir após suas palavras).

- Começar o que? – Justin perguntou passando por mim e esbarrando em meus ombros. – desculpe. – sussurrou, mas não respondi.

- Marta fez um jantar especial, na verdade é algo simples, mas é sempre bom ter todos reunidos. – Pattie sorriu.

- Oh, não. Não, Pattie. Só vim pegar Anna. Tenho planos... – disse sorrindo, mas no fundo me martirizando por ter de acabar com os planos de um jantar perfeito.

- Ah querida, vamos lá. Só hoje. Além do mais, Anna está louca para comer a lasanha e principalmente a sobremesa. Foi até tomar banho por vontade própria. – brincou Pattie e me senti forçada a sorrir. E mais uma vez meus planos vão por água a baixo. Mais uma vez Pattie toma as decisões por mim. Mais uma vez Anna opta por ficar aqui do que comigo... Senti-me derrotada.

- Tudo bem. – disse dando os ombros.

- ÓTIMO! – Pattie disse em um gritinho estridente.

- Pedirei à Marta que acrescente mais um prato à mesa.

- Obrigada. – agradeci e Pattie sumiu pela porta ao lado, passando a outro cômodo, deixando-me ali, à sós com seu filho que há pouco me agarrara e que por uma estranha coincidência estava tentando evitar. Acho que Justin iria falar algo, pois abriu a boca, mas tornou a fechá-la logo em seguida. Não desejando aumentar aquela tensão, caminhei até a sala onde todos estavam reunidos e sentei-me ao lado de Kenny, que assim que me aproximei fez questão de me prender em seus grandes e fortes braços.

- K-Kenny, você está me sufocando – disse com a voz fraca. Todos riram e Kenny me soltou pedindo desculpas.

- E então, bela adormecida, como anda a vida? – perguntou Ryan G.

- Bem. Mas para com o “bela adormecida”. Não sou bela e nem durmo tanto. – disse brincando, mas acho que soou mais como algo opressor.

- Ok. Mas só para constar. Você já foi adormecida, e é bela, muito bela se me permite dizer. – retrucou sorrindo e em algum lugar ali perto escutei alguém, na verdade ele, bufar.

- Obrigada Ry.

- Não por isso princesa. – Ryan sorriu e depois colocou as mãos no rosto de forma que apenas eu pudesse enxergar sua boca. – Mas acho que alguém ficou com ciúmes. – sibilou e apontou para Justin, jogado no sofá teclando no celular. Fiz o mesmo gesto que Ryan e sibilei.

- Deixa ele!

Ryan começou à rir, mas apenas até Anna descer e pular em meus braços, porque depois todos riam.

- Hey pequena, como foi seu dia? – perguntei sentando Anna em meu colo.

- Ótimo Lice, e o seu. – perguntou sorrindo e mexendo na barra de sua blusa.

- Aposto que não foi melhor que o seu. – disse apertando suas bochechas.

- Não faz isso, eu não sou mais neném para ficar apertando minhas bochechas. – Anna disse brava e fazendo um bico engraçado. Todos voltaram a rir. De fato, ela não era mesmo mais um bebe.

- Desculpe moça! – brinquei e ela jogou seus bracinhos ao redor de meu pescoço.

- Eu te desculpo.

- Vamos jantar? – perguntou Pattie e todos assentiram.

Anna me acompanhou até o cômodo, inquieta. Andando à minha frente pude reparar em como seus cabelos loiros estavam maiores do que me lembrava, agora passavam da cintura. Em como seu corpo já estava tomando alguma forma, mesmo que mínima. Como andava e vestia-se, mais principalmente como parecia feliz e à vontade com tudo aquilo. Minha menina está crescendo. Sentamo-nos todos nos lugares que nos foram destinados. A mesa estava linda, e Marta aparentemente caprichara na lasanha, estava com uma cara ótima. Estávamos fazendo a oração inicial, agradecendo pelo alimento quando uma voz irritante, estridente e insuportavelmente conhecida irrompeu pelo cômodo.

- Desculpem a demora, é que eu passei para pegar uma amiga. Á propósito, espero que não se importem. – Selena disse sorrindo, e atrás de si surgiu a pessoa que eu menos esperava, a que menos desejava que fosse ali e com aquela companhia... Ela não!

Notas finais
E então o que acharam? Me contem tudo ok? Agora o próximo eu posto semana que vem ((:
PS: me mandem os números dos seus celulares, quero conversar e trocar sms kkk (((: xxxoo :**