Wir Sterben Niemals Aus
11 Dark Side Of The Sun
Notas iniciais
PARABENS PRA GENTE, E PRA QUEM TEVE AQ COMIGO SEMPRE!!
AMO VOCêS!
FANTASMINHAS APAREÇAM!!
Você vai me acompanhar
Na noite?
Eles não vão nos pegar,
Nós ficaremos bem
E um dia
O lado escuro vai brilhar...
(Dark Side Of The Sun– Tokio Hotel)
Meu mundo, meus pensamentos, meus desejos, meu lugar. Onde não devo explicações nem obrigações para ninguém, onde não tenho que me apaixonar por ninguém. Era onde eu estava enquanto balançava os braços suavemente conforme a música e mexia meus lábios quase imperceptivelmente enquanto acompanhava o a voz do cantor.
Era meu lugar favorito, um lugar só meu. Era o meu mundo. Eu estava dançando no jardim da casa dos Kaulitz, tecnicamente o lugar não era meu, mas em minha mente não era ali que eu estava. Estava tudo ótimo, solitário e silencioso. Estava. Passado.
– O que você está fazendo?
–Dançando – respondi com os olhos ainda fechados, sem interromper o ritmo de passos constantes de acordo com a música.
– Aqui?
– Tom, se você quiser que eu saia é só falar.
– É claro que não quero que você saia, é lindo ver você dançar – meu coração perdeu umas batidas – Pensei que você iria jantar com seu namoradinho hoje – seu tom era de escárnio.
– Porque, está com ciúmes?
– Você sabe que não. – sim, eu sabia que não, mas sempre doía um pouco quando eu ouvia saindo isso pela boca dele.
– Bom, então eu vou me arrumar – sai andando em direção à casa.
– Eu também, tenho um encontro hoje – parei de andar na hora.
– O que você disse?
– Que eu tenho um encontro, não é só você que pode sair Deba.
– Eu não quero que você vá. – isso saiu antes que eu pudesse segurar
– E porque não? Me diz? – reclamou quando eu fiquei em silêncio – Por que você pode sair e eu não? – ele estava com raiva?
– Por nada Tom, eu falei errado. – sai antes que ele pudesse me fazer mais perguntas e fui me arrumar.
Vesti de acordo com meu humor, um vestido preto com a saia meio pêssego e uma sandália linda. Terminada de me arrumar fui até a cozinha beber um copo d’água, quase trombei em Tom no meio do caminho. Por Deus ele estava lindo! Queria tanto poder abraçá-lo e beijá-lo na hora que eu quisesse... Expulsei esses pensamentos da minha mente quase imediatamente.
– Tom... – sussurrei.
– D-d-e-eba-a! Nossa, vo-cê está linda – ele gaguejando era tão lindo.
– Obrigada, você também.
– Tem sorte o cara que vai sair com você.
– É o Dirk.
– Eu sei quem é, só quero evitar falar o nome deste idiota.
– Idiota? Você nem o conhece! Não pode falar assim.
– Ele está com quem eu queria estar. É um idiota.
– O-o q-que quer dizer com isto? – maldita hora para gaguejar.
– Nada. – e saiu, deixando esta fala enigmática no ar.
A cada vez mais Tom me deixava mais confusa.
~* ~
O encontro com Dirk não é algo que mereça ser descrito. Foi ridículo, falamos sobre coisas que não eram do meu interesse e sobre Dirk. Ele era um idiota, só falava de si mesmo, se amava e idolatrava. Eu devia parar de sair com ele, mas não. Eu aceitei uma nova saída para semana que vem, demos mais uns beijos que eu não gostei, ele passou a mão na minha coxa e eu o odiei por isso. Eu precisava mesmo esquecer Tom, este era o único motivo que eu encontrava para ainda estar com Dirk. Falando em Tom, segundos depois em pensar nele – de novo- ele entra na sala.
Com duas garotas – feia, horríveis e bêbadas – no seu enlaço. Ele também estava bêbado, e eu fiquei assustava por vê-lo assim.
– Tom, qual era o combinado sobre garotas na casa? – levantei do sofá onde estava sentada e ralhei com ele, as garotas me olharam estranhas.
– Vai fazer o que? Me bater mamãe? – ele estava falando tudo embolado.
– Não me chame assim!
– Por quê? Só o Dirk pode te chamar assim? – o que deu neste garoto?
- Tom... – ele me interrompeu
– Ah, mas o Dirk tem olhos azuis e dança balé.. Ah, mas o Dirk... – ele tentava, inutilmente, imitar a minha voz.
– Pare já com isso! Vocês duas vão embora agora! – mandei seria aquelas garotas que estavam onde eu queria estar saírem, elas iam começar a reclamar, mas acho q meu rosto as assustou. – E você, venha tomar um banho gelado.
– Não quero – levantou o queixo numa atitude mimada.
– Ah sim, você quer, venha logo.
Eu meio que o carreguei pela escada, ele se apoiava totalmente em mim e estava meio impossível levá-lo para o quarto sem acordar Bill, ele ficava reclamando a todo o momento. Tirei primeiro a bandana da testa, depois o boné, o relógio, o cinto. Passar da blusa para a calça foi quase impossível, não conseguia desviar os olhos daquele abdome. Tom percebeu isso, passou a língua nos lábios e me puxou pela cintura colando nossos corpos, fazendo com que uma corrente elétrica corresse pelo meu corpo.
– Me solta Tom! – minha voz estava fraca.
– Você gosta – ele falava suavemente, com os lábios quase grudados nos meus de tão perto. Ele levemente encostou os lábios dos meus quando de repente eu me dei conta do que estava fazendo, eu estava beijando um cara bêbado! Soltei dos braços dele.
– Vamos, venha tomar banho. Você não me parece tão bêbado. – ele riu e andou em direção ao banheiro, deu uma cambaleada e quase caiu. Repensei sobre ele não estar tão bêbado.
Já dentro do banheiro eu terminei de tirar a roupa dele, deixando-o só de cueca, eu estava fazendo de tudo para ignorar isso. Liguei o chuveiro no frio e o empurrei lá para dentro, ele reclamou e resmungou, mas no final consegui deixá-lo um pouco mais são. Meu vestido ficou ensopado, por culpa de Tom.
Peguei uma blusa e uma calça de moletom para ele, estava terminando de por a blusa quando Bill entrou no quarto.
– O que está acontecendo aqui? Tom chegou bêbado de novo?
– É, mas Bill amanha vocês conversam certo? Vou fazer um café para ele. – ele parecia meio nervoso e Tom não estava num estado em que pudesse brigar.
– Pode deixar que eu faço. E pego uns remédios.
Deitei Tom na cama e ele rapidamente fechou os olhos, estava quase dormindo quando Bill entrou com uma xícara de café e uns comprimidos, me entregou e saiu sem falar nada.
– Tom? Tom, meu querido acorde. – ele abriu os olhos lentamente e eu entreguei a xícara e o café para ele, ele reclamou dizendo que estava forte, mas eu me mantive firme o obriguei a tomar até o fim. Rapidamente dormiu de novo.
Estava saindo do quarto quando não resisti, eu tinha que poder olhar novamente para aquele rosto sem ter o medo de ser descoberta, sem ter o medo de ser pega admirando aquela perfeição. Fiquei bem próxima e lentamente, suavemente passei as costas das mãos por suas bochechas, ele nem mexeu. Quando me dei por satisfeita e estava saindo senti algo segurando minha mão. Pronto, fui pega.
– Fica aqui comigo. – falou com a voz baixa e rouca.
– Meu vestido está ensopado. – minha vontade era dizer sim, mas tinha que dar a voz à razão.
– Pega uma blusa minha, você já fez isto antes.
Não tive resistência ao pegar a blusa me trocar no banheiro e deitar suavemente ao seu lado. Mas tive certo arrepio quando suas mãos se encontraram atrás da minha cintura e me puxaram para mais perto. Eu sabia que iria me arrepender disto depois, mas eu estava onde queria. Nos braços de quem amo.
Notas finais
mais já está tudo beem!!!
eu amei esse cap ! e vs? oq acharam??
DIGAM
e se alguma fantasminha aparecer eu posto mais rápido pq o outro
tá quase pronto! ushuahs
amo vocês e desculpe novamente ! (:
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