Notas iniciais
Olha aí o tão esperado segundo capítulo diretamente & exclusivamente para vcs meus amores, rs. Espero que aprencie a leitura, aí vemos mais uma das viagens costumeiras dos irmãos, e estão cada vez mais próximos de suas 'cópias', haha. Bom, sem mais delongas, Boa Leitura!

POV Sam Winchester
Estavámos no carro em mais uma viagem de caçada, não deixa de ser. Afinal, temos que investigar do mesmo jeito para enfim sabemos com o que estamos lidando e o que querem. Claro que é mais provavél que seja um metarmofo, sabemos que eles nunca andam sozinhos e sim em bando(não me lembro ser é verdade, caso não seja na fic é, ok?) e teríamos que está preparados pra tudo.
Eu sempre fui cauteloso, diferente do Dean, ele é mais atitude, ação.
O mesmo estava dirigindo como sempre, ele tem meio que MUITO ciúmes do bendito impala e cuida dele melhor do que pessoas, ás vezes, o que é muito estranho.
A música Back in Black, AC/DC tocava em todo o veículo.
Balancei a cabeça e soltei um suspiro.
Tinha uma leve impressão que Dean nunca mudaria e tão pouco eu.
Quero dizer com os anos passando, e as 'grandes aventuras' que enfrentamos nos levando entre a vida e a morte nos mudou um pouco na personalidade, mas ás vezes temos nossos momentos de maduros, como em outros nem tanto.
Faltava um pouco mais de duas horas para chegamos na cidade dos artistas, tirando é claro Hollywood, lá é a casa deles.
Los Angeles!
Antes de vimos para cá, pesquisei tudo sobre a tal cidade e o lugar que seria o evento.
Encostei-me ainda mais no banco do passageiro, estava cansado.
Confesso que com toda essa doideira de ter mais dois de nós perambulando pelo mundo não foi uma idéia que nos agradou nem um pouco e acabei perdendo o sono.
O que me restou uma madrugada inteira acordado, o que pelo outro lado foi bom pois assim me informei de tudo o que precisaríamos saber.
O café foi outra coisa que me ajudou a mante-me acordado, com o passar dos anos adquiri um vício e esse era o energético: que era o café.
A música foi trocada por outra, que fazia o típico barulho de guitarra que a maioria das músicas de rock faziam.
Suspirei outra vez.
Seria uma longa viagem.
Mas disso não precisaria de muito para saber.
POV Dean Winchester
Uma das coisas que me acalmava além de bebida, mulheres, era um bom e velho rock.
E assim fiz, antes de começar a dirigi coloquei o CD do AC/DC, num dos últimos volume.
Era uma sensação semelhante que um calmante teria, um tanto familiar.
Percebi de canto de olho, Sammy balançar a cabeça com a minha atitude anterior e dar um suspiro.
Sabia desde sempre que não concordava nem um pouco com meu gosto musical, dizia até que era "poluição sonora", o que acontecia á seguir?
Invés de fazer o que o mesmo desejava que era desligar o som ou trocar de música, simplesmente cantava a letra á plenos pulmões para o atormentar ainda mais, ou era um gesto típico de "não estou nem aí pra você, irmãozinho". O que claramente queria transmitir essa mensagem, o que conseguia com êxito.
Sabia que essa bomba de novidades não agradava-lhe e tão pouco á mim, e que por conta disso passou a madrugada toda acordado procurando o máximo de informações que pudesse nos ajudar nessa "missão de dupla identidade" e não precisava ser um gênio para saber que o café, sua nova mania, tinha ajudado a mantê-lo acordado durante a noite toda.
Já comigo foi ao contrário, isso tudo que estava acontecendo também havia me deixado bem pertubado, mas decidi por fim descansar.
Ser íriamos para essa missão desconhecida, o melhor a fazer é ficar sempre alerta com tudo ao nosso redor, e ser um de nós não estiver descansado o suficiente o outro óbvio tem que está para proteger os dois.
Ainda mais que a missão dada por toda a vida, por John Winchester, meu pai, era que em hipótese alguma deixasse de cuidar do caçula da família e esse foi infelizmente seu último desejo.
E sem dúvidas nenhuma faria isso, sempre, até o meu último sopro de vida.
A viagem levaria duas horas para enfim chegamos em Los Angeles, que de acordo com os filmes é a segunda cidade das celebridades, a primeira era Hollywood onde são feitos a maioria dos filmes e tem a calçada da fama.
Sempre tive curiosidade de ir nessa segunda cidade, conhecer os tais sets onde são filmados tantos os melhores filmes como os piores.
Ainda mais conhecer as belissímas atrizes, principalmente as asiáticas e as colegiais loiras.
A música acabara, começando outra, Highway to Hell, uma das minhas preferidas.
Sorri ao ver a expressão de quem está prestes a explodir ou sair correndo do carro de Sam.
Ou seja, se encontrava desgostoso provalvemente pelo meu gosto musical, como o mesmo reclama muitas vez.
Mas dessa vez não reclamou nenhuma vez, talvez por saber que de nada adiantaria.
É claro que não podia deixar de estar preocupado com a situação toda que nos é mostrada, pois ser nem Bobby viu algo assim antes, é porque é algo que deve-se preocupar-se e muito.
É como dizem, daqui pra frente vamos ter que pisar em ovos.
E uma das coisas que não gosto é pisar em algo sem saber o que.
Sabia que tínhamos que ir com cuidado, conhecer o terreno antes de mais nada, mas diferente do meu irmão não sou tão cauteloso com minhas ações.
É muito difícil, perguntar antes de matar, entende?
Ainda mais esses mostros que tanto repúrdio e vivo para matá-los dia após dia.

Assim que estacionei o carro no estacionamento do hotel onde ficaríamos hospedados até concluirmos mais uma caçada, olhei para o banco do passageiro e Sammy estava 'tirando o cochilo da beleza'.
Balancei seu corpo o chamando para o mundo fora dos sonhos que apostava pelo sorriso mantido no rosto que estava sonhando com a Britney Spears tendo um dueto com ela, provalvemente.
Mesmo que não admitia sei que era seu sonho de consumo ter um dueto com a princesinha do pop.
Dean: Acorda, Sammy. Não espere que seja acordado pelo príncipe encantado como acontece nos contos de fadas.
Sam: Que 'belo' jeito de ser acordado — Sendo um tanto irônico.
Dean: Ah, qual, é? Não é que eu não goste de contos de fadas, mas confesso que chapéuzinho vermelho edição porno me agrade mais do que a literatura infantil — Sorrindo sacana.
Sam: Onde estamos? — Perguntou ainda grogue pelo sono.
POV Sam Winchester
Ignorei a dose gratuíta de literatura infantil porno, optei por trocar de assunto para não chegar no assunto proibido, denominado asiáticas, a obsessão de Dean.
Dean: Em Los Angeles, nosso ponto de partida para mais uma caçada eletrizante contra o mal — Imitou um interlocutor de histórias ou filmes.
Saímos do carro, ou como diz o dono seu 'baby'.
Entramos no quarto que permaneceriamos a nossa estadia na cidade.
Caminhei rapidamente ao banheiro, lavei o rosto para espantar o sono ainda presente por conta da minha 'insônia' da noite anterior.
Pelo menos as duas horas serviram para tirar um breve cochilo.
Retornei ao quarto que havia basicamente duas camas, uma mesa redonda pequena ao lado do sofá, em sua frente havia uma pequena TV e o outro cômodo era a cozinha: geladeira, outra mesa dessa vez quadrada para fazer as refeições e um microondas.
Me adiantei em me informar no que aconteceria no mundo, mais precisamente nesta cidade.
Abri o notebook na mesa do lado do sofá, conectando com a Internet.
Assim que Dean saiu do banheiro, que havia entrado logo depois de mim, falou que iria comprar nosso café da manhã, mesmo sendo perto do horário de almoço.
Não dei muita atenção, voltando a concentração de antes no que seria mais importante no momento.

Notas finais
Que tal darem suas preciosas opiniões do que acharam, hein? Até mais babys... Bjs, bjs sabor Winchester.