Winchester - Em Dose Dupla
9 Oitavo Capítulo
Notas iniciais
LEIAM AS NOTAS INICIAIS, POR FAVOR! LEIAM AS NOTAS INICIAIS POR FAVOR! LEIAM AS NOTAS INICIAIS POR FAVOR! LEIAM AS NOTAS INICIAIS POR FAVOR! LEIAM AS NOTAS INICIAIS POR FAVOR! LEIAM AS NOTAS INICIAIS POR FAVOR!
POV Sam
Percebi que Dean estava na cozinha junto de Bobby, sabia que deveria de está tirando 'satisfações' sobre sua escolha.
O que devo dizer que igualmente estava surpreso.
O dono da casa de todos os adjetivos hospitaleiro não seria o qual daria ao pensar em sua pessoa.
Não que não fosse, mas com estranhos não era algo comum de ser fazer.
Estava curioso ao que levará ele a ser oposto ao que normalmente era com seus príncipios, mas sabia que o velho tinha certamente algo á mais por trás disso.
Por conhecê-lo há tanto tempo posso afirmar isso com todas as letras.
E mal sabia o quão certo estava.
POV Dean
Depois que terminamos nossa conversa Bobby retornou a sala de estar e preferível permanecer aqui.
Enquanto bebia minha cerveja encarava a janela á fora.
Já era de noite, dificultando a visão humana ao menos que tenha visão noturna.
A sensação de algo novo está por vim ainda era presente em mim.
O que ajudava a aumentar ainda mais meu nervosismo.
Cheguei a conclusão que o que estivesse por vim iria enfrentar de cabeça erguida sem em nenhum momento me permiti em fraquejar.
POV Jensen
Me perguntava o quão era o grau de loucura daquela gente.
Eles queriam que nós acreditassemos que aqueles monstros, ou melhor bicho papão que pensávamos que ficavam em baixo da cama ou no armário na infância realmente existiam de verdade.
É claro que caso contasse para minha filha ou qualquer outra criança ela facilmente iria acreditar, mas não faria isso.
É como aquela bendita canção infantil que conheci no Brasil quando visitei o país para divulgar uma das primeiras temporadas, quando estava bem no começo(não sei ser isso aconteceu mesmo, mas aqui na fic sim,ok?) e um fã cantou pra mim por algum motivo que até hoje não sei.
Era mais ou menos assim:
"Nana nenem
que a cuca vem pegar
papai foi pra roça
mamãe foi trabalhar".
Quer dizer, o que era para deixar a criança ter um sono tranquilo acabou ficando apavorada tendo pesadelos.
Mas voltando no assunto principal, estava preocupado e caso eles forem aqueles tipos de psicopatas que primeiro fazer tortura psicológica e depois a física?
Talvez seja isso que estejam fazendo conosco, o fato de acreditarem e quererem que nós acreditemos também em fatos surreais.
A única coisa que queria era sair dali o mais rápido que pudesse e sem nenhuma bala de prata se possível.
O mais velho que deu a idéia de fazer aquele interrogatório e o que parecia o mais novo pareciam serem mais agradavéis do que o outro que não fazia a menor questão de 'tentar' nos engolir, certamente ainda achando que somos aquelas criaturas inexistentes.
POV Sam
Olhei de canto de olho Bobby retornando da cozinha em sua cadeira, Dean não vinha logo atrás e tão pouco veio depois.
Estaria tentando encontrar outro modo de fazer nos mudar de idéia e logo deixar fazer o que ele queria: Matar os desgraçados, como o mesmo diz.
Falando neles, estavam quietos sentados no sofá, pareciam está pensativos desde que havíamos chegado aqui.
No o julgo porque normalmente é isso que fizemos, não?
Salvar pessoas,caçar coisas é pelo que lutamos constantemente, dando continuidade no que nosso pai não infelizmente não conseguiu terminar.
POV Bobby
Assim que retornei da cozinha para a sala, percebi que uma confusão de sentimentos pairava no ar.
Os três permaneciam assim dessa maneira.
Sei que Dean e tanto Sam estavam confusos com a minha reação, a cautela que estava tomando.
Mas não dizem que os melhores jogadores são aqueles que visualizam o que possível vai acontecer?
Então, era o que estava fazendo da melhor maneira possível.
Mas o fato deles todos serem muito parecidos me assustava também.
Se fosse qualquer outro pensaria que provavelmente ou o casal Winchester teve outros dois filhos e escoderam suas vidas do mundo ou algum deles dois deu uma escapadinha fora do casamento.
Mas isso estava fora de questão, os dois eram apaixonados um pelo outro.
Nunca poderia julgar um amor assim, era como julgar o próprio amor que tinha com minha esposa a mulher da minha vida.
A nossa dinâmica era simples, compreendiamos um ao outro com uma troca de olhar.
E suponha que com John e Mary não fosse diferente disso.
Não demorou muito e logo escureceu por completo.
O relógio da sala indicava que seria 10h40 PM, mas por mais que fosse considerado cedo para alguns para nós era o contrário pelo menos hoje que o dia foi tão cansativo e cheio de surpresas.
Essas que não pareciam ter acabado ainda.
Os nossos convidados pareciam cansados, depois de Dean ir buscar comida no lugar mais perto daqui e dar-lhes alergando que por mais que a vontade de matá-los fosse forte não negaria comida pra ninguém.
Trancamos as portas e nos desperdimos cada um indo pro seu canto.
Claro que antes deixamos declarado que não tentassem nada, pois estaríamos de olhos abertos.
Me encaminhei para o meu quarto, os irmãos dormiram na sala junto com os outros dois.
POV Dean
Assim que tivemos a absoluta certeza de que os dois estavam dormindo, levantei-me do sofá que estava deitado antes, meu irmão fez o mesmo.
Ouvi um alguns ruídos aproximando-se, percebi ser o Bobby.
Sam: E então qual é o plano dessa vez? — Disse com curiosidade.
Bobby: Não deixe-lhes ficarem aqui porque quero encarnar o tipo bonzinho, até porque sabem que não é do meu feitio — Como seu irmão não tinha reagido muito bem a minha decisão e eu estava admito com pé atrás em relação á eles, decidi que era melhor essa opção porque como sabem metamorfos tem a capacidade de através dos sonhos se transformarem mudando sua forma ou ficando com a própria de como verdadeiramente é(finge que realmente isso existe ok, nesse caso?).
Sam: E acha que através desse meio vamos descobrir de uma vez por toda ser estão falando a verdade ou é uma farsa.
Bobby: Exato! — Respondeu mesmo que o outro tenha afirmado.
Sam: Essa me parece uma boa ideia.
Dean: Tanto que vamos descobrir que é uma verdadeira farsa.
Sam: E se caso não forem? Se fossem humanos, como nós?
E se caso não forem? Se fossem humanos, como nós?
Essas possíveis possibilidades repetiam-se em minha cabeça.
Gostaria de poder acreditar que estivesse realmente errado, mas e se não tivesse.
POV Sam
Nos aproximamos do sofá que eles estavam deitados que era um do lado do outro.
Pareciam está muito cansados, o que é totalmente compreensível levando em conta de tudo o que aconteceu hoje.
Percebíamos que mexiam-se meio inquietos, mas não chegavam ao ponto de acordarem.
Tentávamos fazer o menor barulho possível para não despertarem suas atenções.
Esperamos os olhando e verificando qualquer sinal de que iriam transformasse durante uma hora e meia.
E durante esse tempo não havia nenhuma reação da parte deles que levasse á qualquer suspeita.
Bobby: Os resultados de uma hora e meia velando o sono deles responde por sí só nossas dúvidas, ou pelo menos a maior de todas que sobrepunha as outras.
Sam: Eu tive a sensação de que eles falavam a verdade e não me enganara antes.
Dean: Mas isso não comprova nada — Disse ainda contrariado.
Bobby: De acordo com as pesquisas que temos sobre isso apontam justamente o contrário do que tanto teima em negar — Disse com um olhar severo.
Sam: Porque reluta tanto em aceitar que errou pela primeira ou sei lá quantas vezes?
POV Dean
Talvez seja pelo simples fato de que não posso errar, não por tentar dar uma de perfeccionista.
Ninguém o é!
Mas muitas vezes um único erro, deslize já é o suficiente para lhe metê-lo em maus lençóis.
E como me sinto responsavél tanto por mim como pelo meu irmão e mesmo assim por Bobby, tenho que manter meus olhos abertos o suficiente para perceber qualquer ação suspeita do meu oponente.
A carga de responsabilidade que carrego é muita e que carreguei durante toda minha vida, mas tenho confiança que posso continuar... seguir o caminho carregando-as nas costas.
Mas a culpa de poder acontecer algo com os meus, é maior que tudo, inclusive a confiaça que tenho em mim.
Por enquanto vou "engolir" isso(até porque eles podem mesmo serem humanos como nós), mas não é por isso que vou confiar á ponto de relaxar.
Não mesmo!
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