Will He Comeback?
19 Relembrando o passado
Notas iniciais
Espero que gostem do cap :D
3 reviews, lá vamos nós!
Vai ser grandinho o cap, então é sorte de vcs!
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Ah, lembrei que eu ia fazer uma campanha: "Doe comida para a Nanicotton, ela viverá feliz e saudável! *---*"
É que essa leitora mal come (na vdd não é bem assim), então eu fiz essa campanha para deixá-la mais saudável, o que precisa fazer é escrever o nome de uma comida em uma review (ou MP pra mim) e quando eu for fazer o cap, eu posto as comidas e quem mandou nas Notas iniciais e nas finais também XD
Como hoje não tem nenhuma sugestão, eu vou te mandar... Um miojo sabor quatro queijos (o meu favorito) espero que goste :3
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Curtam aí 10 páginas e meia do meu Word *---*
Bjoos^.^
**LEIAM AS NOTAS INICIAIS E MANDEM A COMIDA**
- Não, prefiro que viva bastante para me abraçar. — Eu disse sorrindo e ele fez isso, me abraçou.
- Eu te amo.
- E eu mais.
- Não, eu mais. — Ele disse e começamos a "discutir" isso.
Acabei dormindo em seus braços.
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Acordei e fui rapidamente para o meu quarto me trocar.
Coloquei uma saia e uma camiseta roxa, um salto baixo preto combinando com uma presilha preta também, que prendia meu cabelo em um coque bem feito.
Uma leve maquiagem e um perfume doce me deixaram pronta para descer.
Caminhei calmamente e estranhei não ver o Ikuto, mas logo entendi o porquê: Ele e o Nick estavam na cozinha, brigando por algo.
- Bom dia. — Falei e ninguém me respondeu. — O que aconteceu? — Perguntei suspirando.
- Ele disse que faz comida melhor do que eu. — Ikuto disse com voz de criança.
- Meu deus, que malvado! — Falei sarcasticamente.
- Por isso estamos fazendo essa competição e você será a juíza! — Nick completou, sem desviar os olhos da panela.
Bufei e abri a geladeira em busca de suco.
Vi o Takumi entrar na cozinha com uma revista.
- Bom dia. — Falei.
- Bom dia, Amu. — Ele falou e me deu um beijo na testa, o que fez o Ikuto olhar para gente e queimar sua comida.
- HÁHÁ! Eu disse que cozinhava melhor! — Nick se exibia.
- Mas a Amu gosta da minha comida. — Ele disse como um gatinho triste e eu o abracei.
- Você é tão fofo assim! — Falei alto.
- Obrigado! — Ele disse convencidamente.
- Bom dia, pessoal. – Ouvi a voz da Utau. — Amu, já que nós não terminamos os folhetos, iremos acabar hoje.
Hoje era dia 5 e ainda faltavam 14 dias, longos e cansativos dias.
- Claro, eu já cansei de ficar em casa sem fazer nada. – Disse suspirando.
- Ok, mas eu espero você comer. – Ela falou e se sentou à mesa. – O que estão cozinhando?
- Tayaki. – Nick falou ainda concentrado na comida, porque apesar do Ikuto ter queimado um POUCO, ainda estava na “competição”.
- Rápido que eu preciso ir agora! – Falei e eles aceleraram o ritmo.
Conversei um pouco com a Utau e o Takumi, quando ouço um gritinho abafado do andar de cima.
Subo rapidamente e abro a porta, sem nem ver de quem era.
Vejo Misaki olhando corada e assutada para o Usui que estava de quatro (66’) em cima dela.
- D-Desculpa interromper. – Falei e ia sair, mas a Misaki chamou meu nome. – Querem que eu fique de olhos fechados? – Perguntei.
- Não precisa, Amu. Só queria uma roupa emprestada. – Ela falou, tentando não se concentrar no Usui, que respirava em seu pescoço.
- Ok, quer que eu pegue agora?
Ouvi alguns passos de aproximação e logo vi que Ikuto estava ao meu lado.
- Você é rápido, hein. – Falou maliciosamente.
- Ikuto! – O repreendi.
- O que foi? É verdade! – Ele disse inocentemente.
- Pode ser verdade, mas eles que decidem o que fazem, ok?
- Tá, malvada. – Ele disse.
- E-E-Eu posso explicar.
- Pode explicar en... – O interrompi.
- Não precisa, eu já disse, façam o que quiserem.
- Mas não é o que está pensando.
- Tudo bem. – Falei e me lembrei de que o Nick tinha ficado lá em baixo com o Takumi. – Ah, o café da manhã está pronto, quando terminarem aí, podem descer.
- Mas não tem que terminar nada.
- Claro que tem. – Usui falou em um tom malicioso e ela corou mais.
- Ok, eu vou saindo e você também, ouviu Ikuto? – Falei e o puxei para fora.
Eu ia descer, mas ele me encostou na parede e me deu um beijo estonteante.
- Ikuto, alguém pode nos ver assim. – Falei tentando respirar, mas estava com a respiração alta, pelo beijo e quando ele notou isso, sorriu maliciosamente.
- Eu queria tentar ficar com você naquela posição. – Seu sorriso aumentou ao falar isso e eu corei.
- N-Não!
- Mas seria tããão bom. – Falou com uma voz seduzente no meu ouvido.
Não tive a chance de responder, porque ele me beijou novamente.
A cada segundo eu o puxava mais para perto, (como se fosse possível) e ele me segurava pela cintura, com suas mãos passando pelas minhas costas.
Notei o que logo aconteceria e...
- Eu não estou pronta ainda, me desculpe. — Falei triste, nos separando.
- Está tudo bem, eu te esperarei. — Falou e sorriu, dei um sorriso falso, mas não estava nada feliz.
Eu não acredito que neguei o que ele mais queria e por besteira!
PORQUE EU NÃO POSSO ESTAR PRONTA LOGO! QUE MERDA!
Ele deve estar bravo e triste, mas não disse nada para não me magoar!
- Tá. — Falei de cabeça baixa.
- Vamos descer. — Ele disse e pegou minha mão, me levando para baixo.
- Que demora, hein Amu! — Nick reclamou.
- Desculpe. — Levantei a cabeça para falar com ele. — Misaki queria ajuda, então demorou um pouco. — Omiti o que havia acontecido depois, mas era óbvio que eu faria isso.
- Nossa e o que aconteceu para os seus cabelos caírem do coque e os lábios estarem vermelhos? — Ele me perguntou e sorriu maliciosamente.
Corei e olhei para o Ikuto, pedindo ajuda com o olhar e ele entendeu.
- Algo que você nunca vai fazer. — Ele respondeu por mim e eu sorri levemente, apesar de ser o início de suas "briguinhas", ele tinha me ajudado do seu jeito.
- Vou sim! E já fiz isso até com Amu! — Falou e o Ikuto largou da minha mão, indo até o Nick, pronto para bater nele, mas o Takumi impediu que isso acontecesse.
- Ikuto, lembra o que eu disse? Sem bater neles! — Falei repreendendo-o.
- É que eu não aguento saber ouvir isso de outros caras.
- Você sabe que será meu primeiro.
- A menos que o Noriko volte. — Takumi falou consigo mesmo, mas todos ouviram.
- Quem é Noriko? — Ikuto perguntou com ciúmes pelo o que o Takumi tinha dito.
Noriko é um amigo de infância meu e quando Ikuto estava fora, ele voltou.
Nos falamos por um tempo e um dia antes de ele ir para Los Angeles (para convencer a seus pais de ser um cantor, o que eles não queriam aprovar), ele me deu um selinho e disse que voltaria para ficar comigo.
**Flashback**
Era um dia de neve, ou seja, muito frio, mas eu havia prometido não faltar e nem me atrasar.
Afinal, ele iria embora e me deixar, então era a última chance de vê-lo.
Nunca o vi como namorado, mas sim como um melhor amigo com quem eu sempre podia contar.
Ele tinha cabelos pretos bem escuros, olhos verdes clarinhos e uma pele bem branca. Era maior que eu e me tratava como uma boneca de porcelana, como se eu fosse quebrar.
Nunca brigou (de verdade) comigo ou me magoou, sempre era querido e gentil, adorava me ver sorrir e fazia tudo para que isso acontecesse.
Ele estava com uma calça jeans, uma jaqueta cinza (além do que tinha por baixo, obviamente), um all star preto e um cachecol da mesma cor do tênis.
Eu vestia uma calça jeans também, um casaco rosa, grande e quente, um all star branco com listras pretas e uma presilha em forma de um coração, preta também.
- Noriko, porque vai me deixar? – Perguntei, entre lágrimas.
- Não fale assim, que eu não aguento. Só quero ver um sorriso em seu rosto. – Falou.
- Mas eu quero ser sua amiga para sempre, não vá! – Eu falei triste.
- Eu tenho que ir, mas prometo que quando voltar iremos fazer vários shows juntos, ouviu estrelinha? – Ele disse e tocou meu nariz, com seu dedo gelado, o que me fez estremecer.
Estrelinha era um apelido que ele usava quando eu era bem pequena (ou seja, a primeira vez que nos encontramos, na segunda série), porque eu sempre usava uma presilha amarela em forma de estrela e adorava cantar a canção “Estrelinha dourada” (N/a: Eu acabei de inventar o nome da canção, eu sei, está horrível, mas depois eu penso na letra).
- Você promete que vai me procurar quando voltar? – Perguntei quando vi o trem se aproximar.
- Sim, eu prometo que vou voltar para te buscar. – Ele disse e me deu um rápido selinho. – Eu te amo. – Falou e entrou no trem, me deixando triste, confusa e surpresa ao mesmo tempo.
Fiquei parada lá, só vendo o tempo passar.
Depois de receber trinta chamadas (de celular) dos meninos, fui para casa e fiquei a semana inteira triste.
**Flashback off**
- É um amigo.
- Que te beijou e prometeu que voltaria. – Takumi completou e o Ikuto ficou com mais ciúmes ainda.
- Te beijou? – Ikuto falou, para confirmar.
- Sim, mas tudo bem, ele não voltou até hoje, ou seja, um ano. – Eu comentei fingindo estar normal, apesar de ter ficado bem triste.
- Ok então, mas se ele aparecer, deixe claro que é SÓ minha! – Falou ainda com ciúmes.
- Tá, lindo. – Falei e sorri.
- Agora que conversaram até morrer, pode comer logo isso para a gente terminar o trabalho e ir ao shopping? — Utau falou impaciente.
- Claro. — Falei e peguei um Tayaki que ele tinha feito.
- Claro. — Falei e peguei um Tayaki que ele tinha feito.
- HUUUM! Que delicioso! Quem fez? – Perguntei.
- Bom, ele começou e eu terminei. – Nick falou apontando para o Ikuto.
- Esse foi com certeza o melhor Tayaki que eu já comi.
- Então quem venceu? – Nick perguntou.
- Eu venci, por ter dois caras como vocês ao meu lado. – Falei e abracei os dois juntos.
- Ei, Amu! Falto eu! – Takumi disse e nos abraçou também.
- Quer dizer, três homens.
- Três homens e uma mulher. – Utau disse e foi se juntar ao nosso “bolinho”.
Ri e depois fiquei sorrindo.
- Bom, temos que ir agora, mas faltam bem poucos. – Utau falou e eu concordei.
- Até depois, meninos. – Falei e fui atrás de Utau, assim como o Ikuto.
Entramos no táxi especial da Utau e fomos até sua casa.
Vi que tudo estava no mesmo lugar de antes.
- Quantos folhetos faltam? – Perguntei e ela começou a contar mentalmente.
- 75 folhetos e 11 cartazes, assim que eu os terminar, irei te ajudar, mas enquanto isso o Ikuto pode fazer esse favor para mim, né? – Utau falou, forçando-o.
- Claro que posso. – Concordou de má vontade e se sentou para me ajudar.
Começamos a escrever e desenhar.
Passamos a tarde fazendo isso e logo que acabamos a empregada da Utau veio com um lanche, ou no caso, bolo.
Nós três estavamos sentados no chão, comendo.
- Ah, finalmente terminou! – Comentei, entre uma mordida e a outra.
- É, mas esse era só o trabalho de hoje, amanhã vamos distribuir eles por tudo que é lugar e acredite: É divertido também!
- Utau, não tem pessoas que fazem isso para você? — Ikuto perguntou.
- Tem, mas como é o primeiro show dela, quero que passe por todo o processo, mas da próxima vez não vai precisar. — Ela falou e a cara do Ikuto mudou para raivosa.
- Então ela desmaiou para nada?
- Na verdade, foi minha culpa e não da Utau. — A defendi.
- Tá, que seja, espero que essas duas semanas passem rápido. — Ele disse emburrado.
- Não fica assim. — Falei e fui engatinhando até ele.
Ao ficar de joelhos (o que seria seu tamanho, já que estava sentado) em sua frente, ele segura minha cintura, eu coloco meus braços em seu pescoço e o beijo.
- É estranho fazer isso por contra própria. — Ele falou quando se separou de mim, mas não chegava a ser literalmente, porque a gente estava tão perto que se alguém visse de longe ia pensar que estávamos nos beijando.
- Não gostou? — Perguntei, mesmo sabendo a resposta.
- Claro que gostei, é bom ver que me quer também. — Ele disse em tom seduzente.
- E-Eu não disse isso! — Falei corada.
- Mas pensou e sentiu, né?
- Talvez. — Falei e dei a entender que era verdade.
- Quer me beijar de novo para ver se é o que sente mesmo? — Sorriu maliciosamente.
Vi que isso iria longe e notei que Utau olhava para o lado, tentando nos evitar.
- Outra hora. — Falei e lhe dei um selinho.
Ia sair, mas ele me puxou pela cintura e me fez sentar em seu colo, corei, mas cedi.
- Utau, pode virar. — Falei envergonhada. — O que iremos fazer? — Perguntei mudando de assunto.
- Filme? — Utau sugeriu.
- Pode ser, quais tem? — Perguntei.
- Tem todos os gêneros aqui. — Ela respondeu. — Eu queria romance. — Ela falou.
- Por mim, tudo bem. — Comentei.
- Por mim também está tudo bem. — Ikuto falou.
- Então será esse. — Utau disse sorrindo.
Ela escolheu o filme e nós começamos a olhar, depois de fazer pipocas e pegar o refrigerante, sem contar os doces que havia.
O filme falava sobre uma menina que amava o outro muito, mas ele não gostava dela, simplesmente porque ela era feia. Eles acabam formando uma dupla na escola e o cara acaba se apaixonando por ela, mas agora tinha outro atrás da menina e ela estava começando a gostar dele.
"- Eu te amo
- Descobriu isso tarde de mais. — A menina falou triste.
- Eu não irei desistir de você.
- Sorte que a esperança é a última que morre, porque precisará muito dela. — Ela disse.
- Eu juro por tudo que farei você se apaixonar por mim."
Apesar de ele ter sido muito fútil no início, ele acabou reconhecendo seus erros e corrigindo-os, demonstrando ser muito fofo ao não desistir dela e dizer para quem quiser ouvir que a ama.
IKUTO POV on:
Os olhos da Amu brilhavam, ela realmente era romântica por dentro, mas todas as garotas são assim, nem que seja só um pouco.
Todas sonham com o garoto ideal ou a paixão ideal, enfim, querem uma vida amorosa ideal.
Eu me contento em ter a Amu, porque ela é mais do que eu posso pedir e eu realmente não pediria nada melhor, pelo simples fato de não existir algo melhor do que ela.
Com seu rostinho corado, seus olhos que demonstram os sentimentos, o modo que eu fico nervoso e feliz ao chegar perto dela, como adoro beijá-la, como meu coração dispara ao vê-la ou o ciúme que eu sinto quando um cara se aproxima, como fico com raiva e medo só de pensar que alguém ou ele irá tirá-la de mim...
Ah, não posso esquecer o quanto amo abraçá-la, porque assim sinto que posso protegê-la e ainda sim ficar perto dela, sentindo seu doce cheiro de morango, enquanto ela esconde a cabeça no meu peito, envergonhada.
Abraça-la e beijá-la são as duas coisas que eu mais gosto de fazer, além de provocá-la só para vê-la com vergonha e corada.
Olhei para seu rosto e vi como estava fofa vendo o filme, sem nem piscar.
A puxei para o meu colo (porque ela tinha saído para fazer as pipocas) pela cintura e ela me olhou surpresa.
Aproveitei que estávamos um na frente do outro e a beijei, mas cara foi O beijo.
Nos separamos ofegantes, olhamos um para o outro e sorrimos.
Viu, tem como não amá-la? Ela é simplesmente... Perfeita, quer dizer, para mim é mesmo.
Ficamos se encarando em silêncio por um tempo, até ela sussurrar:
- Não quer olhar o filme por quê? Não gostou?
- Claro que eu gostei, mas prefiro te beijar. – Eu sorri.
- Digo o mesmo. – Ela sorriu também.
- Mas é melhor a gente olhar de verdade, porque se não a Utau vai dar piti. – Falei e ela riu levemente.
Ela estava no meio das minhas pernas, de frente para mim, mas agora que ela se virou, está deitada em mim.
- Amu, você esqueceu uma coisa. – Eu sussurrei em seu ouvido.
- O que? – Perguntou e se virou.
- Isso. – A beijei novamente.
Notas finais
Espero que tenham gostado :D
Eu achei bem fofo, mas fui eu que escrevi, então... *---*
O que acham do Noriko?
Me mandem opiniões e reviews (pelo menos 3)
Não esqueçam de que esse cap foi grande e por isso eu quero mais reviews :3
Bjoos^.^
P.S. A comida de hoje foi um miojo quatro queijos, mandado por mim ;D
Leia as notas iniciais para entender e participar.
Quem quiser ler o review, é o do capítulo 27 da Nanicotton.
Eu quero que todos que forem me mandar reviews coloquem isso, é qualquer comida e vc não vai gastar 5 segundos do seu tempo só pensando em uma palavra e escrevendo-a.
Por favor, participem dessa campanha/brincadeira *---*
Fale com o autor