Why do You Follow Me?
2 Capítulo 2
Notas iniciais
- O-oque é isto? — perguntei atônita
- Isso é um dragão – ela respondeu retomando a expressão seca – você é a mais nova cavaleira de dragão.
-OOOK, eu me perdi completamente! – eu disse histérica – me explica dês de o começo!! 1º Dês de quando existem dragões, 2º como raios um deles veio parar com você e a ultima pergunta que não quer calar DE ONDE VOCÊ VEIO, QUE APARECEU DO NADA AOS MEUS 12 ANOS?!?!
- Ok, eu te devo explicações, mas eu tenho de chamar alguém antes. – ela me disse com calma, ela deveria saber de que dês de que ela me ajudou com a minha confiança e o meu medo de machucar as pessoas que um dia eu perguntaria isso a ela.
- WIIISDOOOM!! – ela gritou quase estourando meus tímpanos
Quando um gigante dragão branco refratando por suas escamas diversas cores era como se uma aura de arco-íris estivesse em volta dele.
-Wisdom, você poderia me ajudar a explicar para esta confusa cavaleira sobre a Alagaësia e sobre oque aconteceu para chegar-mos aqui?
- Explicarei com todo o prazer queridinha – uma voz retumbou em minha cabeça
- E-esta voz é do dragão? – eu perguntei incerta
- Sim – Diana respondeu de um modo amável – depois temos de arranjar umas barreiras para a sua mente, qualquer um pode invadi-la a qualquer momento, foi isto que Wisdom fez, Wisdom, é a dragão, que me escolheu, dragões não são seres irracionais, é só que poucos se dispõem para abrir suas mentes e se deixar escutar.
- Wisdom, você consegue fazer um tipo de “flashback” para ela em sua mente?
- Claro queridinha. – eu pude jurar que ela sorriu logo antes de umas memórias narradas por Diana começarem a aparecer em minha mente
- Bom – Diana começou – esta é a Alagaësia a minha terra e a de nossa mãe, oque deve saber, é que aqui, o tempo passa muito mais rápido – ela ma mostrou a imagem de uma terra totalmente desconhecida a mim – Aqui, temos diversas raças, Humanos, Urgals, ou uma variação extremamente especial do que vocês daqui chamam de Orcs, Anões, dragões e elfos, cada uma destas raças em uma certa época estava em guerra, até que os dragões fizeram um pacto com as outras raças, neste pacto os dragões dariam sua magia as outras raças, como os primeiros a concordar, os elfos ganharam mais magia, logo após vieram os humanos e os anões, os Urgals, ganharam uma parcela minúscula de sua magia, voltando a paz, os aqui citados queria mante-la assim, alguns dragões cediam cada um, um ovo para que ele escolhesse alguém de coragem, e valores aos quais achasse dignos, criando assim os cavaleiros de dragão, a língua que eu lhe ensinei é chamada língua antiga, é a língua da magia, a língua daverdade, a língua mais comumente usada por uma grande parcela das raças. – ela tomou um breve fôlego e recomeçou – Nossa mãe era humana, seu nome era Níria uma cavaleira de dragão humana, o nome de seu dragão era Kagath (inventado na hora)- ela me mostrou uma mulher morena de olhos castanho-claros montada em um dragão marrom.- Nossa mãe saiu da Alagaësia para cartografar terras desconhecidas de onde haviam vindo diversos objetos. Depois de ler seu diário de bordo vim, a saber, que ela enfrentou tempestades de todos os tipos, até chegar aqui, quase esgotada graças aos seus escudos para escapar das tempestades marítimas, ela caiu na frente de uma casa, a casa de seu pai Hisashi. Após muito tempo juntos, eles tiveram uma filha, você, Hisashi se tornou muito desconfiado e proibiu nossa mãe de vê-la, após 1 ano de tentativas de tirar-lhe dele de muitas maneiras, ela aos prantos retornou a Alagaësia. Descobrindo que lá haviam se passado dois anos, na Alagaësia haviam se passado mais de 70 anos. Este é Kotserur — Ela me mostrou a imagem de um homem com orelhas pontudas, olhos verdes como besouros — 50 Anos depois da chegada de nossa mãe de volta para a alaguësia, eles se apaixonaram. E eu sou sua filha — ela começou a chorar afastando o cabelo da orelha mostrando uma orelha pontuda — Eu sou meio elfa maio humana! No meu aniversario de 17 anos eu fui a frente do conselho dos cavaleiros e fui apresentada a diversos ovos, até que um ovo branco, o único ovo branco que já nasceu se abriu para mim, e comecei a treinar, quando completei 27 anos, vi um cavaleiro de cabelos negros, sair de minha casa embainhando uma espada vermelha cheia de sangue, eu era apenas uma criança, não preciso dizer que fiquei apavorada, eu corri para dentro apenas para ver os meus pais no chão, banhados pelo próprio sangue, há, aquele odor de sangue humano inundou minhas narinas e eu fiquei com os olhos cheios de lágrimas e disse para Wisdom:
- Wisdom! A mamãe, o papai! — eu a abracei desesperada.
- Diana, calma, venha!
Corremos até o único que poderia ajudar-nos Brom, um grande cavaleiro, ele era o meu exemplo, eu expliquei a ele tudo, ele me aconselhou a ir para a cabana antiga no meio da floresta, pois ele achou que estava acontecendo alguma coisa, eu esperei lá durante um ano lendo e aprendendo coisas que eu não suspeitaria, até voltar há minha antiga casa e encontrar os diários de bordo de minha mãe, eu fiquei sabendo de você, e de tudo que aconteceu, eu peguei um ovo que estava lá, o único ovo que não havia chocado na “leva” de Wisdom, peguei minha espada há muito conquistada, pedi uma espada da cor do ovo guardei tudo, selei Wisdom e partimos seguindo as coordenadas representadas nos diários de minha mãe, lá naquele estranho lugar teriam se passado 12 anos, eu lhe encontrei e assim, me revelei, agora, tenho de treiná-la para ser uma boa cavaleira.
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