Why Dont You Come On Over, Valerie?
7 Verdade ou Desafio? Sério?
Notas iniciais
LEIAM ALI EM CIMA, PRIMEIRAMENTE!
P.O.V Louis.
Cara, vocês não sabem como eu senti falta da minha Eleanor, sabe a gente até que conversava por celular, por skype, mas ter ela ali em meus braços era completamente diferente. Eu podia senti-la, podia dizer cara a cara que eu a amo, poderia ver seus olhos, seu cabelo e por aí vai. Ouvi Elly rir enquanto se separava de mi, pra que se separar do super abraço gostoso do Louis? Senti então que estava esquecendo-me de apresentar minha namorada as garotas, já que Liam já tinha apresentado Dani que conversava animadamente com Bia.
— Elly a ruiva é a Valerie. Valerie essa é a Elly. A loira é a bia. Bia essa é a Elly. A vergonhosa ali ao lado do Harry é a Tori. Tori essa é a Elly. Aquela que ta do lado da Dani é a Lya. Lya essa é a Elly... CADÊ A SAM? – Todos então me olharam estranhamente. Tadinha, ninguém sentiu falta da Sam... E cadê o Niall? Só eu que estou pensando besteira aqui? Pelo jeito não, porque Harry e Valerie tinham sorrisos maliciosos no rosto... Nada que se comparasse com o sorriso malicioso de Tori.
Olhei em volta, sem tirar minha mão de cintura de Elly e lá estavam os dois. Conversando alegremente, enquanto voltavam com uma, o que é aquilo? Ah, sim uma tortinha de chocolate. Esfomeados!
— Que é? – Sam e Niall perguntaram juntos, quando perceberam que todos olhavam pra eles. Uma risada ecôo pelo aeroporto: Valerie.
— Você haha vocês haha tem haha chocolate haha na haha na haha na cara haha – Mal a pobre coitada terminou de falar e todos já estavam rindo. Dúvida cruel: O que ta mais rosa avermelhada, a blusa da Sam ou ela mesma? Nem preciso mencionar que o Niall já tem as bochechas avermelhadas e que agora pareciam que foram tingidas de vermelho a lá pimentão.
— Você é a Sam? Eleanor. Hey Nialler! – Minha namorada top na balada se apresentou e sorriu. Ah, que sorriso lindo. Valerie riu mais um pouco. Vi Niall á olhar com raiva e eu sabia o que ele ia fazer, por isso mordi a língua pra não rir. Niall passou o dedo na torta de chocolate dele, e se aproximou meigamente de Valerie que o olhou com os enormes olhos azuis e então Niall passou seu dedo no nariz de Valerie manchando ele com chocolate.
— Você haha vocês haha tem haha chocolate haha na haha na haha na cara haha – Sam riu com sarcasmo, e bateu na mão estendida do Niall. Valerie bufou baixinho, olhou pro nariz (ficando vesga) e riu... Como alguém ri disso? Só Valerie mesmo.
— Eu também te amo Nialler! – Comentou sorrindo. E depois pegou a torta do Niall na mão e tacou em seu rosto.
— MEU DEUS, GUERRA DE COMIDA NO AEROPORTO? COMO ISSO? – Comentei, e lá veio Lya pra cortar o meu barato.
— Podem parar! – Ela estava quase gritando. Suspirei derrotado, junto a Elly... Amamos guerra de comida, fazer o que né?
P.O.V Lya.
Casa minha doce casa, Lar doce lar e qualquer coisa a mais... Eu não agüentava mais esses sapatos e não agüentava mais Valerie e Louis reclamando que eu estraguei o barato deles, e não agüento mais risadinhas daquela tal de Eleanor, me processe, mas quando (N/A: pra deixar claro, eu amo a Elly, então acalmem as tetas aí) quando eu não vou com a cara de alguém, eu não vou mesmo. Tirei os sapatos ao entrar na sala e os chutei delicadamente pra um canto qualquer. Seria tão bom tomar um banho e trocar de roupa, não agüento mais aqueles paparazzi e não quero nem pensar o que vão inventar sobre mim, enfim... Banho! Preciso de um banho!
— Eu preciso de um banho! – Gritei, antes que alguém mais resolvesse tomar banho, já que só temos dois banheiros nessa casa e um no quarto grande só que ficou proibido da gente pisar lá, já que fizemos um acordo. Mesmo eu merecendo aquele quarto, por que dividir um cômodo minúsculo com o Louis, não é fácil não viu? Suspirei e corri até as escadas, e fui ao meu quarto, peguei uma roupa e fui até o banheiro ao lado do meu quarto e de Louis.
Ah, banho demorado e quentinho... Coisa boa, que só ficaria melhor com a banheira do quarto maior, mas sou uma pessoa de palavra ok? Se eu falo que não farei uma coisa, posso garantir que eu não vou fazer. Terminei meu banho e troquei de roupa, ah... Nada de calça, nada de blusa de frio, dádiva!
Sabe, já disse que eu e as meninas somos brasileiras né? Então, somos brasileiras... Oi Brasil! Enfim, então eu amo música brasileira... Mentira, não são todas as músicas eu só amo MPB, mesmo. E lá vai mais um motivo pra me chamarem de cafona. Enfim, como eu disse que gosto de música mais antiguinha, sai do banheiro secando meus cabelos com a toalha e cantarolando 50 receitas do Leoni. É uma música realmente boa, a adoro.
— Você tem a voz linda, sabia? – Puta merda, quase defequei nas calças de susto. Dei um pulo, e me virei para o lado... Liam. Nossa senhora, quase me mijei aqui por nada, eu hein! Mas calma, ele disse que minha voz é bonita? Vá limpar os ouvidos Payne! — Mesmo eu não entendo nada do que você ta cantando!
— É uma música brasileira, Liam, claro que você não iria entender! – Sorri meigamente para ele e tal soltou uma risadinha baixa. Então ele me olhou com aqueles olhos castanhos... Sabe, sou meio do contra, aliás, sou irmã da Valerie, e não sou apaixonada em olhos verdes ou azuis e sim por castanhos, sim olhos castanhos claros me fazem babar... Droga de olho azul que eu tenho! Suspirei e abaixei a cabeça.
— Então você é brasileira? Louis jurou que vocês eram francesas! – Ri francesa? Olhei novamente para Liam que riu junto comigo.
— Nem cheguei a pisar na frança cara, quanta viagem! – Comentei fazendo Liam rir abafado. Acompanhei-o enquanto tacava a toalha na minha cama, aliás, a porta do meu quarto estava aberta.
— Mas o que música que a brasileirinha estava cantando diz? – Brasileirinha. Niall costumava ma chamar assim... Enfim, falando em Niall vocês devem se perguntar... Como somos prima dele se somos brasileira? A tia dele se casou com meu pai, que foi no cartório e pagou pra colocarem Horan no nosso nome... Eu jurei que minha mãe iria matar meu pai, mas ela não matou... Só o xingou em mil línguas diferentes. Pois é, história estranha não?
— Eu já ouvi 50 receitas prá te esquecer que só me lembram que nada vai resolver porque tudo, tudo me traz você e eu já não tenho prá onde correr... – Cantarolei claro... Em inglês. Liam me olhou com um brilhinho no canto dos olhos... — Eu sei, é bonita. É perfeita.
— Aham. Nossa... É bonita... É... Meu deus... – Ri baixinho e abaixei a cabeça.
Liam coçou a cabeça, deve ter percebido que exagerou né. Mentira, ele não exagerou porque todas as músicas do Leoni são perfeitas... Sem mais.
— É... Eu só vim mesmo te chamar porque o Harry inventou de jogar verdade ou desafio e ele parece não entender o que a palavra “não” significa. – Assenti. Verdade ou Desafio? Sério? Não sou a maior fã desse jogo, mas sei que o Hazza e a Bia (que ama esse jogo) vão me matar se eu não jogar. Pois é, gente teimosa é uma coisa brava!
— Eu nem sei mais, o que o Harry sabe. – Comentei jogando as mãos para o alto como se me rendesse á alguma coisa. Liam riu e então descemos até a sala. Estavam todos em uma rodinha e Harry com uma garrafa na mão. Sam e Niall conversavam sobre suas comidas preferidas, Bia conversava com Dani e Elly. Tori irritava Harry, junto com Zayn e por fim Valerie e Louis comiam cenouras enquanto riam e conversavam sobre todos os tombos de Valerie, e olha que são muitos!
— Depois quero que me conte sobre mais músicas, brasileirinha. – Liam sussurrou ao pé do meu ouvido e logo depois me afastei. Droga, sussurrar ao pé do ouvido é sacanagem, eu me arrepio pra burro! Assenti com a cabeça e sentei entre Zayn e Valerie.
— Aleluia, Liam e Lya! – Harry bufou colocando a garrafa no chão, mas então parou. Olhou pra mim, olhou pra Liam, pra mim, Dani, Liam, pra mim, eu de novo, Liam, Dani, Liam, Dani, Eu e sorriu maliciosamente para mim. — Aliás, o que estavam fazendo? – Tori virou tão rápido o pescoço que nem sei como não fez um estralo. Fiz uma cara ofendida.
— Não faço essas coisas com caras comprometidos, Harry! – Elevei a mão ao peito, e fiz uma voz como se estivesse realmente ofendida. Ouvi uma risada abafada de Dani, graças ela não me matou!
— Então quer dizer que você faz com caras que não são comprometidos? Estou livre, leve e solto Lya. – Harry piscou pra mim. Alguém me segura pra eu não matar esse garoto?
— Primeiramente: Ta querendo informação de mais em moleque? E segundo: Livre, leve e solto? Ui abriu o pote de purpurina bi? – Comentei a última parte com uma voz, meio que... Estranha. Harry me fuzilou e levou um tapa no ombro de Tori e ria escandalosamente, como todo mundo. Harry ignorou e colocou a garrafa no carpete e a rodou... Merda, odeio esse jogo! Sempre sou a primeira a ser escolhida!
Dito e feito, a garrafa parou em mim e em Bia, que estava na minha frente. Porque justo com a Bia? Ela sabia literalmente tudo sobre mim, até coisas que eu não sabia ela já sabia. Se eu escolhesse verdade eu me arrependeria, se escolhesse desafio me arrependeria também. Ficar vermelha e ser zuada ou ter que beijar alguém? Suspirei e então Bia fez a pergunta. Maldade transbordava de seus olhos e sorriso! Sua má!
— Verdade! – Disse rapidamente. Droga, o que ela vai me perguntar deus?
— É verdade que perdeu a virgindade com Alex Berguni, quando viajamos pra nova York? – Sabe quando você tem vontade de matar alguém? Olhei de relance para a almofada alaranjada ao meu lado... Seria tão fácil se eu a sufocasse com a almofada, mas eu sei que depois eu iria me matar me jogando na frente de um trem, pois é. Suspirei, contei até dez, fuzilei Harry com o olhar por que ele soltou uma risadinha, olhei para Bia a matei em minha mente mil vezes e então suspirei mais uma vez.
— Sim. Que porra, é verdade! – Só não levei um tapa da minha irmã, porque ela engasgou com a cenoura. Todos me olharam estranhamente, o que me fez ficar vermelha igual pimentão e abaixar a cabeça. Droga, droga, droga... Eu odeio esse jogo, eu odeio a Bia, odeio todo mundo... Suspirei e coloquei meus dedos (que tremiam para caralho) na garrafa e a rodei. — Licença. – Disse me levantando... As vezes eu posso ser mais tímida e vergonhosa que a Tori. Subi as escadas apressadas, ouvi um: “obrigada Bia” que vinha de Valerie e depois passos na escada, ignorei até ouvir um estrondo. Olhei pra trás e Valerie tinha tropeçado nos próprios pés, ou na burrice dela, mas por sorte a segurei pelo braço antes que ela caísse. Senti ela me abraçar, não por eu ter salvado ela de cair da escada e sim pelo que aconteceram segundos atrás. Valerie pode ser doida, idiota, falar nada com nada, mas mexa com alguém que ela gosta que primeiro ela console a pessoa e depois de mata e por mais incrível que pareça, nem o C.S.I descobriria quem matou a pessoa.
Retribui o abraço.
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