Why Dont You Come On Over, Valerie?

11 Hey, alguém pode cantar essa música comigo?


Notas iniciais
PRIMEIRA PARTE, SÓ PRA AIVSAR TÁ?

Leia ali em cima, gracias.

P.O.V Louis.

Flashback On.

Abracei pela milésima vez Eleanor, e apertei-a contra mim, só que dessa vez ela fez algo que me surpreendeu: Senti seus dedos me afastando singelamente, após finalmente ter sido afastado dela pude observar um sorriso meigo em seu rosto. Ta de brincadeira com a minha cara né? Só pode!

— Preciso te falar um coisa. – Elle, colocou a mão em minha bochecha e desceu ela até meu ombros. Não, isso não é verdade. Ta cadê as câmeras? Que piadinha mais ano passado, e não tem graça ta? To quase me cagando aqui, já! Espera informação de mais eu sei, me desculpem. Abri a boca uma, duas, três vezes, mas não consegui falar nada. Até que então Eleanor suspirou baixo e fitou seus pés. — Me desculpe Louis! É sério, me desculpe me desculpe... Eu só... Eu só... Não sinto o mesmo que eu sentia por você. Não é culpa sua ta? É culpa minha, talvez eu me precipitei no que sentir, achei que fosse amor, mas era apenas uma paixão. Eu tenho que ir Louis, e só me fala que não vai fazer nenhuma burrada ta? Podemos ser amigos.

— Amigos? AMIGOS? Ah, vai se danar Elle! – Joguei as mãos pro alto incrédulo. Amigos, aham, só me espera ir ali comprar uma cadeira pra Cláudia aí a gente pode ver esse papo de amigos ta? Bufei, sentindo meus olhos arderem. Não. Chora. Na. Frente. Dela. Ela já ta terminando com você, agora vai te achar um gay!

— Eu tenho que ir, eu te ligo qualquer hora. – Eu queria abraçá-la mais uma vez, mas já era tarde, ela já tinha se afastado de mim. Mas, antes deu uma singela olhada por cima dos ombros e sorriu.

Então, quando ela finalmente virou no corredor de número dois, e entregou sua passagem pra uma moça eu pude sentir lágrimas escorrer por meus olhos. Isso é um pesadelo não é? Vai diz que é um pesadelo! Virei-me e abracei a primeira pessoa que vi na minha frente: Valerie!

Flashback Of.

— Dia do abraço? Eu amo esse dia! – Valerie disse passando os braços sobre meu ombros. Deu uma gargalhada baixa e sem muito animo, só mesmo ela pra me fazer rir. — É dia do choro tamb... Louis? – Ela finalmente percebeu que não era dia do abraço e começou a mexer em meu cabelo tentando me animar, do que nada adiantou, por que... Dude, eu amava Eleanor, como eu duvido que vou amar outra pessoa novamente. Ela era capaz de deixar meu dia melhor apenas com um sorriso, era tão bom saber que ela era minha... Droga porque sempre que eu gosto de alguém a pessoa sempre é “apaixonadinha” por mim e logo se “desapaixona”? Grudei chiclete na cruz?

— Quer cupcake de cenoura? – Valerie se afastou de mim singelamente e olhou em meus olhos. Assenti com a cabeça, como se fosse um bebê manhoso que aceita que a mãe dê beijinho no seu machucado. — Awn, me desculpa... Eu... Esqueci... Acabou a cenoura. – Ótimo! Hoje não é meu dia, com certeza né? — Tenho uma idéia que alegra qualquer um! – Ela sorriu enquanto balançava o corpo em uma dancinha estranha. Antes que eu pudesse responder, Valerie segurou minha mão e me puxou, eu então segurei a mão de Liam, que segurou a mão de Lya, que segurou a mão de Harry, que segurou a mão de Tori, que puxou Zayn e lá fomos nós, um bando de idiota correndo em direção a saída do aeroporto, só que ao sairmos deles ainda continuamos correndo. Até entrarmos em uma rua apagada, que a única coisa que se via era luzes coloridas no final da rua. Valerie me puxou até esse tal lugar, das lanternas coloridas. Era um karaokê. Valerie me puxou pra entrar nele, e só então todos soltaram as mão, ficando um do lado o outro observando o lugar. Deixei meu queixo cair: Tinha um palco enorme, apenas umas três pessoas que eram os garçons que sorriram ao avistarem nós ali. Tinha ninguém, mas o lugar era incrível, faixas coloridas na parede do palco, vários microfones pendurados em tal parede, oito no total: Verde, Azul, Roxo, Laranja, Vermelho, Amarelo, Rosa, Marrom e Branco, todos em cores florescentes que brilhavam na luz roxo-azul do lugar. Sabe aquelas luzes de boates? Essas mesmas! Tinha várias mesinhas redondas e pretas, com cadeiras altas também colorida, e em cima de casa mesinha tinha um vaso em forma de microfone com flores azuis. Ao canto esquerdo, bem ao lado do palco, tinha um bar com várias bebidas. Vodka, whisky, caipirinhas, e por aí vai...

— Eu liguei pra Bia... Ela está vindo pra cá. – Lya nos despertou do nosso transe. Eu assenti e me dirigi como os outros pra uma das mesinhas. Menos Valerie que foi até o bar e segundos depois voltou com quatro (liam e Lya não bebem e Vale é de menor, então eu não sei como entregaram essa garrafa a ela, devem estar desesperados por clientes) copos e uma garrafa de jack daniels.

— Por isso eu te amo! – Tori colocou um pouco em seu copo.

— Duvido que você vire Torita! – Hazza provocou Tori, que sorriu maliciosamente e encheu o copo um pouco mais. Encarou o copo e virou-o, e quando terminou não fez nenhuma, mas nenhuma careta mesmo apenas levantou os braços e sorriu.

— Na sua cara Harry Styles! – Ri de Tori e enchi meu copo, e o dos outros. — Ta certo, vamos virar juntos... Menos vocês dois aí!

— Vamos pedir um suco comigo Liam, nos expulsaram daqui! Depois eu não vou levar ninguém pra casa ta? – Liam riu e seguiu Lya até o balcão do barzinho. Tori deu de ombros ao comentário da amiga e contou até três, pensei em Eleanor e então virei o copo em velocidade recorde. E então bati a mão na mesa.

— Eba, eu vou cantar. MICROFONE LARANJA É MEU! – Valerie correu até o palco, pegou o microfone singelamente e selecionou em um tipo de Ipad a música e então o toque de tal começou a ressoar e... Nossa como a voz dela era bonita! Suspirei observando-a, realmente Valerie era bem bonita: Seus cabelos estavam completamente lisos, sua pele estava com uma coloração um tanto roxa pela luz do lugar, confesso, mas mesmo assim estava bonita. Enchi meu copo mais uma vez e virei-o, antes de me levantar e ir até o palco assim que Valerie saiu dele. Olhei para os vários microfones coloridos, e finalmente optei pelo vermelho. Selecionei a música, mas antes que começasse a cantar levei o microfone até a boca, tentei falar, mas senti minha voz falhar, e pude ter certeza que devia começar a cantar rápido antes que o álcool subisse até meu cérebro e acabasse com tudo.

— Hey, alguém pode cantar essa música comigo?