Who Knew
10 Unfaithful
Notas iniciais
UASIASUHAISUHAISUHAIUSHAIUSHAIUHS
Axl_Rose não me dê um murro na cara D;
Vai ser foda postar com a cara amassada
UYAUASUHSAUHASUHASUHSAUHSAUSHAUSAHAUHS
*Faz carinha de anjo* geeeente, quem quiser tipo assim recomendar a fic *-* eu ficaria mt feliz, ^^
a caixinha de recomendar não morde gente, eu juro
IUAHSIUAHSIAUHSIAUHSIAUHS
Está aí mais um cap *-*
Sua irmã mais nova estava sem roupa, de bruços, dormindo ao seu lado, que também estava sem o mínimo de roupas. William se desesperou. Saiu da cama as pressas, quase tropeçando nos próprios pés, sem tirar os olhos dela. Era tão linda, parecia tão serena, mas não podia. Era sangue de seu sangue, era comprometida, assim como ele também era. Onde estava Renan e Larissa naquela hora? O ruivo fechou a porta do banheiro do cômodo consigo dentro. Olhou-se no espelho, e sentiu vontade de nunca mais ver aquela cara. O que havia feito? A bebida subiu sua cabeça, e o fez agarrar sua irmã. "Maldito!" Pensou. Jogou água fria no rosto, desejando que tudo fosse uma ilusão, e como se precisasse de forças para aquilo, olhou o seu reflexo no espelho, novamente. Queria olhar no fundo de seus próprios olhos, e ver que tudo não passou de um susto, de um aviso do que pode acontecer se não se afastarem de uma vez. Queria ver através deles, que a única coisa que aconteceu foi terem dormido sem roupa, um ao lado do outro. Por que não? A embriaguez teria o deixado capaz de transar com sua irmã dessa maneira? Temia que quando suas lembranças voltassem lhe revelassem o indesejável. Temia que aquilo se acertasse em cheio. Mas... seria mesmo necessário esperar um tempo pra saber o que realmente ocorreu?
- William?! — Perguntou apavorada ao abrir a porta, cobrindo-se com o lençol.
- O que? — Perguntou sem saber como reagir, virando-se imediatamente de frente para a mais nova, com o rosto ainda molhado.
- Eu... — Ela o fitou, sem roupa, parecendo se chocar ainda mais — Eu...
- Apenas dormiu comigo! Se acalma, eu não acredito que a gente tenha transado! Nós apenas dormimos, não há bebida que possa fazer um bloqueio tão grande ser...
- Não! — Exclamou o interrompendo, suspirando mordendo o lábio inferior apreensiva — William... eu... eu achei que Renan estava aqui no banheiro, eu... eu era virgem! — Revelou andando de ré, envergonhada e confusa, fazendo o ruivo sair do banheiro e ir atrás de si.
- Espera! — Segurou seu braço, vendo-a caminhar para a saída — Onde está indo?
- Meu quarto — Engoliu em seco, o olhando — Eu... estou confusa, quero me vestir...
- Tudo bem... — Concordou, soltando-a, esfregando as mãos no rosto molhado — É melhor mesmo, quero dizer... depois conversamos... com mais calma...
Amy assentiu, e um tanto conturbada, saiu do quarto. William suspirou nervoso, e se deitou sobre a cama. Estava perdido, nem ele mesmo se perdoaria por isso. Sabia que se afastar era o melhor a ser feito, por mais covarde que isso pudesse parecer. Não aconteceria uma coisa dessas se houvesse mantido sua proposta para si mesmo, não estaria atordoado e com aquele sentimento ruim no peito. Sua irmã era virgem ainda por cima, tinha lhe tirado a virgindade. Não poderia estar pior. Correu para o banheiro chorando nervoso, e começou a vomitar.
- Eu sou um monstro... eu sou imundo... — Ele soluçava arranhando as coxas, enquanto estava agachado em frente a privada — O que eu vou fazer agora... — Choramingou regurgitando mais, limpando a boca com as costas da mão, sentindo seu corpo todo tremer tanto de fraqueza quanto de medo, repulsa de si mesmo — Eu deveria me matar... — Chorou levando as mãos sobre os olhos, apoiando os cotovelos no assento da privada — DROGA! — Gritou socando o último, logo se levantando e dando descarga — Pra isso eu não serviria... mas pra usar a minha irmã... — Disse consigo mesmo, indo até a pia, debruçando-se nela — Eu vou tentar esquecer... vou tentar me afastar de novo, e viver a minha vida... — Se olhou no espelho — Se eu tiver sorte, enlouqueço e me mato depois... acho que seria perdoado por Deus, não raciocinando bem... — Sussurrou olhando para cima — Eu espero que tudo dê certo...
William saiu do banheiro e se deitou novamente na cama. Acabou cochilando, e quando acordou poucas horas depois, preferiu ficar com os olhos fechados, daquele jeito quando estamos meio que dormindo, meio que acordado.
- Onde está sua noivinha? — Perguntou em um tom enojado, sorrindo de canto.
- Está se divertindo por aí... — Respondeu sorrindo do mesmo modo, finalizando sua tequila — E o seu noivinho? Está feliz porque está crescendo? — Questionou soltando uma gargalhada exagerada, debruçando-se sobre o próprio corpo. Amy soltou um riso pelo canto da boca e o puxou pela mão, fazendo-o se levantar.
- Eu disse pra ele que você iria me levar pra casa... — William a olhava confuso. Amy se aproximou do ouvido dele, ainda segurando sua mão, e sussurrou — Eu estou um pouquinho bêbada... ele achou bem melhor eu ir embora com o meu irmãozinho tão responsável... — E se afastou, sorrindo, trazendo-o consigo para o estacionamento do local.
- Ele fez uma boa escolha então... eu vou cuidar bem de você, não se preocupe...
O ruivo abriu os olhos e se sentou na cama, assustado. Disseram-lhe que uma bebida de boa marca não apaga a memória de ninguém, e de certa forma, era verdade. Suas lembranças voltaram tão claras quanto água, tanto que nem acreditava que houvesse ficado bêbado alguma hora.
- Por que não quer dormir no seu quarto? — Perguntou enquanto ela o empurrava da porta do quarto dela, para o de hospedes alí próximo.
- Porque dormimos juntos aqui, da última vez que nos vimos... — A morena já havia aberto a porta e o jogado sentado sobre a cama — Não vai dormir comigo mais uma vez? — Perguntou tirando os sapatos de salto, em seguida subindo sobre o colo dele, ajoelhada sobre a cama, com uma perna a cada lado.
- Não sei... eu acho que o Renan não gostaria de ver isso... — Sorriu de canto.
- E por que não? — Disse com desdém, sentando-se com força sobre o membro dele, fazendo-o ofegar — Porque você quer transar comigo? — Sussurrou contra os lábios dele, segurando-lhe pela gravata, fazendo-o engolir em seco.
- Acho que é por isso mesmo... — Respondeu olhando fixamente nos olhos dela, em seguida para os lábios — Eu sei que é eu quem você quer... que só me passa ciúmes de idiota... só por isso que deixo você tirar proveito...
- Você é tão bonzinho — Disse de maneira meiga, dando-lhe um selinho molhado e longo — Fico feliz que eu possa fazer o que quero com o que deveria ser só meu... — Continuou arranhando-lhe o peitoral até o cós da calça, desfazendo-lhe o cinto com rapidez — Me de um minutinho... — Pediu se levantando, correndo até a porta e trancando-a. William se livrou da gravata, logo dos sapatos, e subindo até a cabeceira da cama, viu ela vir de volta. — Agora sim... onde paramos? — Perguntou sentando-se novamente sobre ele, como antes, apertando-lhe os ombros. O ruivo segurou-a pelos quadris, contraindo seus dedos com força sobre eles, e colando seus lábios aos dela, respondeu.
- Acho que você ia me dar isso...
Ele a beijou com fúria, iniciando uma briga entre sua língua e a dela. Amy abriu com desespero os botões da camisa dele, despindo-lhe a parte de cima, e jogando-a para o lado, arranhou e apertou-lhe o tronco. William suspirou, mordendo-lhe o lábio inferior, subindo-lhe o vestido, e se livrando dele. Ainda de olhos fechados, beijando-lhe a curva do pescoço agora, deslizou as mãos para os ombros dela, até os cotovelos. Percebeu que ela não usava sutiã, e imediatamente abriu os olhos, fitando-lhe os seios, curioso. Eram branquinhos como toda sua pele e muito convidativos. Apalpou-lhe eles, passando os polegares sobre os seus mamilos rosados, despertando-lhe um desejo ainda maior. A morena ofegou e gemeu baixo com os atos, fechando os olhos e mordendo o lábio inferior, em seguida.
— Own William — Disse parecendo ter dificuldades em pronunciar algo — Você é tão bom...
William se excitou ainda mais ouvindo isso. Virou-a deitada na cama, com a cabeça voltada para os pés do móvel, e retirou a calça, jogando-a junto com as outras roupas. Se colocou de quatro sobre ela, olhando-a fixamente nos olhos, e se sentando sobre suas coxas, que aproximou os lábios do que desejava. Chupou-lhe os mamilos com delicadeza de início, molhando-os, mas logo aprofundou o ato. Sugava com força e passava a língua diversas vezes, lambendo-lhe com vontade, deixando-a arrepiada e energica. Ela contraia-se e murmurava em deleite, mantendo os olhos fechados e as expressões de acordo com o que sentia, correspondendo assim aos seus atos. Isso o enlouquecia... em seu interior, era de tempos que desejava ver isso.
- Você é tão gostosa quanto eu imaginava... — Disse arfante, com os lábios já vermelhos, por completar seus beijos até as coxas da mais nova.
- Então você imaginava? — Perguntou parecendo muito excitada, colocando-se sentada, empurrando-o para se sentar também, encostado a cabeceira.
- Claro... — Sorriu de canto, afastando bem as pernas com um bom volume entre elas — Vai dizer que nunca pensou em mim...
- Na verdade... pensei sim... mas coisas muito mais leves do que você... — Ela puxou a cueca dele para baixo, deixando a mostra um membro ereto e grosso — O pesado deixo para o agir... se é que me entende...
Amy colocou-se de bruços entre as pernas dele, e levou uma das mãos para seus testiculos. Massageou-o com vontade, olhando-o nos olhos durante o feito, vendo-o inclinar a cabeça para trás e morder o lábio inferior, em resposta. Ficou mais ofegante do que de início, mais nervoso também, e isso a fez o desejar mais ainda. Levou a outra mão para seu pênis, e virando-o para si, começou a massageá-lo, aproximando os lábios entreabertos do mesmo.
- Eu nunca fiz isso... não me dá uma bronca se eu for mal, tá? — Pediu de maneira doce, contornando-lhe a glande com a língua. William soltou um baixo gemido em resposta e a olhou.
- Chupa logo... chupa que eu sei que você sabe...
A morena então preencheu a glande dele com os lábios e a língua. Chupou com força, fazendo um estalo com a boca, deixando-o escapar um gemido. Começou a ir e vir com a pele de seu membro calmamente, fazendo-o ofegar parecendo ansioso, e colocando a boca na extensão do mesmo, começou a sugar com força, deixando-lhe a pele toda para baixo. William não evitou mais seus gemidos, contorcia-se levemente com as investidas de Amy, e chegava a sentir seu pênis doer de tesão, precisando tê-la, precisando gozar. Esperou que ela parasse de lhe chupar por si mesma, controlando-se para não se despejar antes da hora, e ao vê-la parando já arrancou-lhe a calcinha, deixando-a nua. Deitou-a novamente com a cabeça aos pés da cama, colocando-se em cima, e sentindo suas pernas lhe envolver o tronco, penetrou-a lentamente, sentindo uma certa dificuldade. Pensou se estaria pouco dilatada, ou se estava ansioso demais para isso, mas ignorou assim que sentiu a vagina dela apertar-lhe o membro. Gemeu alto, ouvindo-a fazer o mesmo, e beijando-lhe ardentemente, se pôs a ir e vir, de início lentamente, mas depois agilizando e aumentando sua força.
Ele estava estático lembrando-se de tudo, e agradeceu por não ter se excitado recordando do ocorrido. Havia errado, errado até demais, mas menos do que pensou, antes de ter sua memória de volta. Não forçou Amy a nada, pelo contrário, ela quem havia começado.
Sua única pergunta então, era: Como ela ficaria assim que se lembrasse?
Notas finais
AIOUSHAISUHAISUHAIUSHAIUSHIUAHSIAUHS
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