Who Is Dead?

14 Cap.13 Segredos


Notas iniciais
Oi pessoas,aqui está um capitulo novo que estou postando hoje de cabeça porque eu não sabia que iria posta-lo.motivo:vim para a casa dos meus primos e não fazia ideia que aqui tinha um notbook que desse para eu postar,então não trouxe o caderno,vou fazer só o que eu lembro,e depois reescrevo,se faltar muita coisa. A,e Nayara,muito obrigada pela recomendação,quase tive um ataque cardíaco quando vi :3 Boa leitura

POV Katsume

Aqui estou eu indo para a casa de Terumy com minha irmã,esta fez questão de que fossemos para lá mais cedo,só não sei o porquê.Se bem que já demoramos demais para começar a nossa busca por um jeito de parar a calamidade,ou ao menos uma pista.Como Alexy estava com um mal pressentimento,adiamos para a semana seguinte,e como o pressentimento continuou,adiamos mais uma semana,sendo assim já faz pouco mais de quatro semanas,alias,um mês,desde que decidimos fazer isso,e conhecemos Akise,e felizmente isso não custou mais uma morte.Ainda.

Esse mês a calamidade ainda não fez uma vitima,então devemos ter cuidado redobrado,mesmo que as vezes morra mais de uma pessoa por mês,é bem mais perigoso quando a primeira ainda não morreu,pois sabemos que ela irá morrer,quando a mais de uma por mês,nós não fazemos idéia.

–Ei,mana — Chama minha irmã me tirando dos meus pensamentos,enquanto passamos por uma praça — Você se importa se eu for na casa do Lys? — A,claro,está explicado porque ela quis vir tão cedo...

–Me importo sim,você me fez ir mais cedo para a casa da Terumy,então agora nós vamos para a casa da Terumy

–Esta bem,te encontro lá no horário marcado,se não o Lys esquece de que nós vamos juntos..isso se ele já não tiver esquecido de que tem que ir — Fala ela,ignorando tudo o que eu lhe disse,e sai correndo na direção da casa do namorado

–Natsume!Natsume volta aqui! -Eu grito o mais alto que posso,fazendo minha garganta chegar a doer — Por que será que ela nunca me obedece? — Sussurro passando uma das mãos no pescoço

–Talvez porque ela é a mais velha -Ouço uma voz atras de mim,e como estava distraída,não prestei atenção se era ou não conhecida,e como reflexo coloquei a mão no bolso do canivete e o abri com ele ainda no bolso,antes de virar rapidamente...e dar de cara com Akise

–A...é só você... — eu dou um passo para traz ao perceber a proximidade em que estávamos,e então tiro a mão do bolso,esquecendo de soltar o objeto,que ainda estava com a lamina a mostra.

–Ei ei,não vou lhe causar nenhum mal,não precisa me matar -diz ele com um sorriso de canto ao ve-lo em minha mão.

–Seu bobo,eu não teria coragem de te matar — Informo guardando a arma em seu devido lugar

–Eu sei muito bem disso,você já me falou que só mataria alguém se fosse ou sem querer ou se não houvesse outra forma de se defender,embora eu ache que você não precise disso para se defender — Ele tem rasão,eu já o disse,desde quando nos conhecemos,passamos muito tempo juntos...acho até que tempo demais.

–Eu me lembro,lembro que suas condições eram diferentes,e que se alguém lhe machucasse muito você teria coragem de matar.Lembre-me de nunca lhe dar um soco de presente. — Dou uma leve risada após concluir a frase.

–Eu não estava falando nesse sentido,e também,nunca mataria você.

–E por que não?

–Coisa minha.Vem,ainda temos tempo antes de ir para a casa da Terumy,ainda temos uma hora inteira para estar lá. — ele pega minha mão e nos leva para debaixo de uma cerejeira,e nos sentamos ali. -Quer falar sobre o que?

–Quero saber por que não me mataria.

–E o que faria para ter essa informação?Me contaria seus segredos?

Eu coro um pouco,afinal,meu único segredo,é que acabei me apaixonando por ele,mesmo sendo pouco tempo,é como eu já o conhecesse a meses.

–Eu não tenho segredos — anuncio

–Todo mundo tem segredos,nem que seja apenas um.

–Mas eu não tenho.

–Se em contar,eu também lhe digo um segredo meu.Afinal,confio em você para isso.

–E-está bem,Eu vou lhe dizer. — Eu vou até seu ouvido e sussurro — Eu gosto,de uma pessoa com o seu nome. — Eu volto ao meu lugar.Isso não é mentira,afinal,eu gosto dele,e ele obviamente tem o nome dele,ele até poderia não se tocar,se não fosse pelas circunstancias...e o rubor em meu rosto,que fica visível quando me afasto.

–E eu não lhe mataria,porque gosto de uma com o seu — assim que ele termina,ele sela nossos lábios,mas que logo é quebrado por mim,e minha curiosidade.

–Agora é sua vez,conte-me seu segredo.

Ele chega perto de eu ouvido,e começa a sussurrar,e a cada palavra,mais vontade de correr eu tinha.Ele me contou tudo,detalhe por detalhe,e até mesmo sua voz estava em um tom diferente,um tom que nunca escutei.Ele continuava falando,aquilo me dava nojo,mas eu conseguia aguentar,eu queria escutar tudo,até o final.Mesmo estando desse jeito.Não sei por quantos minutos ele ficou me contando,provavelmente uns vinte,mas apenas no final,algumas lágrimas começam a cair.Até que finalmente,a sessão de tortura acaba,ele se afasta,e ao ver as lágrimas,leva uma mão para secar uma delas,mas que é impedida por mim,que a seguro antes dele encostar em minha pele.

–Não me toque,e não me direcione a palavra. — Eu sai de lá,calmamente,andando,mas ao ver que ele me seguia,comecei a correr,o mais rápido que podia,e me escondi,em um lugar que ele não me achasse,e depois de algum tempo chorando ali,fui para meu destino.

POV Terumy Mei

–Natsume,tem certeza que sua irmã vem?Ela e Akise já estão atrasados — Pergunto pela terceira vez

–Sim,ela vem,e só estão dez minutos atra... — A campainha toca,seguida de três batidas antes dela completar a frase — Deve ser ela.

O Armin abre a porta,e lá estava a morena,com um sorriso,que parecia meio forçado,mas deve ser só impressão minha,já que ninguém comentou sobre.

–Desculpe o atraso gente,a estrela da festa já chegou,já podemos ir.

–Ainda falta o Akise,sabe onde ele está? — Pergunta Alexy

–Ele estava com você Katsume,eu o vi se aproximando de nós lá na praça — informa a Ruiva,o que faz sua gêmea ficar calada por alguns segundos,pensando em algo.

–Ele resolveu ir direto para a escola,e entrará com os nossos primos lá.

–Sendo assim,o que estamos esperando? Vamos logo — Se pronunciou Lysandre,então nós saímos da casa,Armin e Alexy foram para um lado,indo para a escola,enquanto eu,as gêmeas e Lysandre fomos para a direção da biblioteca.

Duas horas depois

O dia foi cheio,reviramos vários jornais,mas não encontramos o que procurávamos,então decidimos voltar. Katsume estava na calçada,passando a mão nas rosas que lá haviam,Lysandre estava na rua,mas bem próximo a calçada,e quase colada em si estava Natsume,e eu caminhava ao lado dela,como a rua não era movimentada,não havia problemas nem em andar no meio da rua.Tudo estava indo bem,até nos lembrarmos da existência da calamidade,e ouvirmos um tiro,seguido de um grito que morreu na garganta.

Que ama tanto alguém a ponto de derramar sangue.

Notas finais
Eai pessoas?Gostaram? Espero que sim.eu também mudei o titulo por que não faço ideia de qual era.e provavelmente eu vou deixar do jeito que está,pois eu mudei o acontecimento,e gostei muito mais desse do que o que eu escrevi no caderno. Mas eai?Quem vocês acham que morreu?
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.