Notas iniciais
Capitulo Hot.. Se nao gosta... espere pelo capitulo 8

(BRUNO POV)

Sandra pediu para parar, mas a minha grande vontade era de beija-la mais. Desde o dia em que nos conhecemos na casa de Nina que ela não saía dos meus pensamentos. Ela mexeu comigo, de forma que ninguém tinha mexido antes, e eu sei que provoco algum efeito na Sandra. A minha vontade era continuar a beija-la mas depois de tudo o que ela me contou na noite de Natal, eu senti-me inseguro para seguir em frente. Eu não queria pressiona-la e muito menos magoá-la, eu preocupo-me com ela… e apesar de a conhecer à tão pouco tempo, de uma coisa eu tenho a certeza: Eu amo-a, de uma forma inexplicável. Quando pensei que teria que parar, Sandra levanta-se e puxam-me… eu não sabia para onde ela me estava levando, mas a ideia agradou-me. Ela levou-me para uma divisão diferente, um quarto, o seu quarto.

­- Acho melhor... – a calei com um beijo a deixando completamente sem palavras e depois descendo para o seu pescoço.
- Não se preocupe – sorri e ela me olhou confusa, dei um sorriso para ela e lhe dei mais um beijo – Seja somente minha esta noite... aqui... agora – falei sussurrando para ela. Sandra assentiu e puxou-me fazendo beija-la.

Deitei-a na cama e deitei-me por cima e passeava uma de minhas mãos por seu corpo, ate chegar em sua cocha onde a apertei com força, dei um gemido rouco em seu ouvido e ela gemeu baixinho. Levantei-me sentando-me na cama e me curvei para retirar os seus sapatos e joguei-os no chão do quarto, voltei a beija-la com carinho vontade de poder estar com ela e ela pareceu estar da mesma forma que eu. Sandra desceu suas mãos por minha barriga por cima da camisa que vestia, ela voltou a subir com suas mãos e retirou meu casaco e o chapéu que usava e começou a beijar meu pescoço, descendo novamente suas mãos por meu tronco e enfiando suas delicadas mãos por baixo da camisa, retirando e jogando-a em algum canto daquele quarto.

A puxei com delicadeza a fazendo se sentar em meu colo com as pernas uma de cada lado de meu corpo. Ela me beijou agora com mais intensidade do que antes e correspondi ao beijo dela, desci minha mão direita por suas costas ate chegar em sua cintura onde apertei com um pouco de força, continuei a passear a minha mão pelas costas ate achar o fim do vestido que usava. Subi-o devagar e aos poucos, com calma e carinho, fui tirando o vestido dela deixando seus ombros e seus seios a mostra, atirei o vestido para um lugar incerto e comecei a beijar o lóbulo de sua orelha descendo por seu pescoço ate chegar em seu seio esquerdo o tomando para mim, ela deixou escapar um gemido um pouco mais alto do que os outros, enquanto chupava seu seio esquerdo eu massageava o outro com a minha mão a fazendo gemer ainda mais.

Ela me abraçou pelo pescoço me trazendo para mais perto de seu corpo, soltei seu seio e comecei a subir beijando seu colo enquanto a abraçava forte. Me curvei novamente a fazendo se deitar na cama e a apreciei somente de calcinha, e que visão era aquela… ela tem um corpo escultural, perfeito, me levantei retirando os meus sapatos e as minhas calças ficando somente com os bóxeres pretos que usava.

- Tu és linda – falei deitando por cima dela novamente. Levantei uma de suas pernas na altura de minha cintura e beijando sua boca com vontade, agora estávamos ainda mais ofegantes, os toques se tornaram urgentes e os gemidos já não eram mais controlados.

- Aahhnn, Bruno – gemeu quando movi meu quadril pra frente a fazendo sentir o tamanho da minha excitação.

Levantei-me tirando minha bóxer e em seguida desci minha cara até à sua cintura e tirei a sua calcinha puxando-a com os dentes, ficando agora nus aos olhos um do outro, voltei a beija-la do pescoço ao ombro fazendo-a gemer baixinho em minha orelha, deixei um sorriso escapar, me preparei para penetra-la mas parei e encarei-a.

-Bruno — Disse num sussurro.

-Tem certeza que quer que continue? – Perguntei a olhando e acariciando seu rosto.

-Tenho – Ela disse-me encarando com um sorriso e beijando minha bochecha

- Me avise se quiser que eu pare, ok? – Pedi e ela assentiu. Afastei um pouco suas pernas a fazendo laçar minha cintura e comecei a penetra-la devagar.

- Vai de...uma vez – pediu com um gemido. Mesmo em dúvida a obedeci e penetrei-a de uma vez a preenchendo, ela soltou um gemido alto e arqueou as costas e apertando meu braço.

Comecei a me movimentar dentro dela devagar e aos poucos fui aumentando a velocidade das estocadas. Seu nome saia de minha boca perto de seu ouvido, e em resposta ela gemia pra mim me deixando ainda mais apaixonado por ela. Sandra suspendeu sua perna na altura de meus ombros me fazendo ir mais fundo.

- Não vou aguentar muito – falei entre uma estocada e outra. Não demorou muito e comecei a sentir Sandra contrair seu interior e tremer um pouco para em seguida relaxar, ela havia chegado ao clímax. Acelerei mais os movimentos e em seguida foi minha vez de atingir o clímax. Continuei dentro dela e ela me abraçou pelo pescoço.

-Amo-te – Falei ainda sem folego. Sorri para ela e lhe dei um beijo caloroso, sai de dentro dela e me deitei ao seu lado passando meu braço em torno de sua cintura.

Ela se virou ficando deitada de lado e sorriu acariciando meu rosto. Apesar de ela não se pronunciar, eu compreendi-a, e de certa forma acho que me precipitei quando disse que a amava, mas é isso que eu sinto, e foi a única coisa que consegui dizer naquele momento. Ela virou-se e ficamos deitados em conchinha. Afastei o seu longo cabelo das costas e comecei a beijar-lhe a nuca, sentindo ela arrepiar-se. Continuei com os beijos e fui descendo pela coluna, olhei a sua tatuagem, uma bailarina, e mais abaixo vi que havia uma outra, que tinha algo escrito. Deixei a minha curiosidade de lado e concentrei-me na trilha de beijos que traçava ao longo das suas costas. Desci um pouco e quando olhei a tatuagem, meus olhos ficaram ali parados, completamente abismados!

­- Porque parou? Estava a adorar! – Mesmo ouvindo o que ela dizia, a minha admiração era tanta que não tirei os olhos da sua tatuagem. Li e reli aquelas três linhas marcadas permanentemente no seu corpo e pensei que estaria a ver mal.

- A bailarina eu ate entendo, mas esta, sinceramente, não! – Sandra virou-se para mim e riu.

- Então foi isso que te fez parar? – Assenti e ela sorriu ­– Eu explico, estava na loja de Tattoos e queria fazer uma que de certa forma homenageasse o Miguel, e não tinha nenhuma ideia. A filha do tatuador estava no computador a pôr musica na loja e começou a tocar Talking to the Moon e eu gostei da letra, e decidi tatuar um trecho. Porque não gostou?

-Gostei só não estava à espera de encontrar uma parte da minha música tatuada nas costas... muito menos nas SUAS costas!

- Eu entendo. Mas foi graças a isso que fiquei a conhecer o seu trabalho, por isso decidi ouvir algumas das suas músicas. E, sinceramente, pensei que fosse um cantorzinho que ninguem conhece, mas percebi a tempo a sua repercussão mundial. – Sandra riu e fez-me rir quando disse cantorzinho.

- Humm, ok. Então e quando ouviu as minhas músicas o que pensou? – Agora estava muito curioso para saber o que ela achava de mim.

- Inicialmente, depois de ouvir uma ou duas, pensei que não passava de um cantor que canta músicas muito… er…. Cliché…. Mas quando ouvi a Grenade, a minha opinião passou de 8 a 80!!

- Porquê?

- Ahh, porque quando a ouvi pela primeira vez, senti-me dentro da musica, e melhor do que isso, senti algo que já não sentia à muito na música.

- Sentiu o quê? — Agora fiquei muito intrigado, que quereria ela dizer com isso?

- Senti o amor, paixão e entrega à música, era como se todo aquele sentimento descrito fosse 100% real. Senti que, de alguma forma, tinha recuado alguns anos e ouvi uma música sincera e não aquilo que se canta só porque enche os ouvidos e vende bastante. Acho que é por isso que ainda hoje me arrepio quando ouço a música.

- Obrigada… eu acho… — Sandra olhava-me com interrogação na sua expressão. – Isso é bom certo? – Ela assentiu – Então muito obrigada, acho que esta foi a opinião mais sincera que ouvi nos últimos meses. — Nesta altura Sandra, que já tinha deitado a sua cabeça no meu peito, olhou-me nos olhos e beijou-me. Alguns minutos depois, Sandra adormeceu abraçada a mim, enquanto eu fazia carinhos na sua cabeça, eu adormeci também depois de olhar o relógio rapidamente e perceber que já eram quase 6:00h. Esta foi sem dúvida a melhor noite de toda a minha vida, nunca me tinha sentido assim com nenhuma outra mulher, nem mesmo com aquelas que mantive uma relação, nunca tinha sido assim, tão sincero e apaixonante.