White Chocolate.
20 Capítulo 20 - Honeymoon.
Notas iniciais
Não sei se vão, mas espero que GOSTEM *O*
- Amor. – chamou ele, sorrindo.
- Sam Evans, confesso que amo esse negócio que você tem no meio das pernas, mas será que a gente pode pelo menos conhecer Londres?
Ele fez bico e ela apertou-lhe as bochechas.
- Pra onde nós vamos, baby?
- Bom, eu quero ver o Palácio de Westminster, porque é lá que fica o Big Ben. Perto de lá, tem o London Eye. – os olhos dela brilharam. – É uma roda gigante, que tem uma visão fantástica do centro de Londres! O passeio dura uns trinta minutos, dá tempo de ainda visitarmos outros lugares! – dizia animadamente.
- Olha baby, nós conhecemos algumas coisinhas já, poucas, eu sei, mas dará tempo de conhecermos tudo o que você quiser, eu prometo. Por hoje, acho que o que você disse já tá bom, não?
- Awn, tem tanta coisa ainda.
- Amanhã nós conhecemos mais lugares. Ainda temos mais treze dias aqui, loira. Conheceremos tudo o que você quiser. – ela assentiu – Você não acha que devemos ir para o London Eye à noite?
- Sim! Vamos visitar hoje o St James Park? Que tal agora?
- Você sabe todos os pontos turísticos?
- É que... Com os que mais me interessaram, eu fiz um roteiro pra gente. Com a ajuda da Sant, é claro, que já veio aqui antes. – ela pulou em cima dele, dando vários beijinhos.
- Hm, quer dizer que você ama esse negócio que eu tenho no meio das pernas?
- Uhum. – ela respondeu e logo depois o beijou.
- — -
- Own amor, aqui é lindo!
Eles andavam pelo parque St James e admiravam cada cantinho do lugar. Era realmente muito bonito.
Sam andava com os braços ao redor da esposa, e a beijava de vez enquanto. Depois de rodar o lugar, tirando muitas fotos – porque Quinn não podia de jeito nenhum deixar de guardar aqueles momentos, e faria, ela mesma, um álbum -, eles sentaram em um banco, ainda abraçados. Apreciavam a vista e às vezes nem conversavam, pois uma troca de olhares era suficiente.
E quando conversavam? Quinn Fabray-Evans era a pessoa mais tagarela do mundo! Ela não parava de falar sobre a beleza do lugar, sobre a cidade, os lugares que conheceriam, sobre quanto o amava, que ainda queria voltar à aquele lugar... Ela estava transbordando felicidade. Já ele, apreciava o sorriso, os olhos brilhantes, as loucuras da mulher. Era um sonho estar ali com ela depois de tudo e ele a amava tanto. Lembrou-se de quando a conheceu. Tinha se encantado à primeira vista. E quem não se encantaria? A beleza estonteante daquela mulher era perceptível de longe e ele ainda era encantado por ela. Todavia, aquele momento era diferente. Ele agora não sentia apenas uma simples atração. Ele sentia amor. Amor daqueles arrebatadores, que arrasam o coração e só deixam espaço pra ela. E pra pequena loira, Caroline, obviamente.
Ela também o amava demais. Não conseguia mais viver sem ele. Era algo tão bom de se sentir, que ela se dizia estar nas nuvens.
- Sam. – chamou.
- Oi, amor.
- Eu amo quando você me chama assim.
- É?
- Aham. – respondeu-lhe sorridente, logo beijou os lábios dele.
- — — — -
- Quinn, você realmente quer ir ao London Eye? – perguntou, enquanto sentava na cama, já pronto.
- Claro, baby!
- Então se apressa, amor! Você sabe do horário, não sabe?
- Claro – respondeu, abotoando o sutiã.
- Mas se você quiser... Nós podemos ir amanhã. Eu já estou bem animado de te ver assim.
Ela mordeu o lábio e foi até ele, sentando-se no colo do loiro.
- Ah é, Sam? Hummm, baby. – eles se beijavam e ela sentia as mãos dele por todo corpo dela. – Mas infelizmente, você vai esperar chegarmos.
Ela levantou-se deixando-o estático.
- Como você faz isso comigo?
- Pra você ficar só na vontade.
- Vamos, vamos logo, antes que eu te agarre. – ela riu e arrumou-se rapidamente.
Saíram de mãos dadas, observando todos os lugares por qual passavam.
Ao chegarem perto à roda gigante, Quinn fez questão de tirar fotos. Ela saiu quase correndo até chegar ao local. Esperaram um pouco e entraram.
- Oh baby, é tão lindo. – disse ela.
Por sorte, ou não, a cabine deles estava vazia. Só havia os dois ali. Supuseram que naquele horário, muitas pessoas não frequentassem o local, além de que era uma das pouquíssimas cabines que estavam vazias.
Enquanto observavam Londres, um flashback passava pela cabeça dela.
- Amor, lembra de quando você era o White Chocolate?
- Como não me lembrar? – falou rindo.
- Você lembra quando nós transamos pela primeira vez? E de quando eu fiquei grávida?
- Lembro. Muito irresponsáveis, nós, hein? Mas eu não me arrependo. Graças àquilo, nós estamos juntos hoje com uma menininha linda.
- Você lembra também quando eu fiquei bêbada e nós estávamos brigados? Naquele dia você e a Sant queriam me pegar. Vocês apostaram certo, porque eu nunca que ia querer desperdiçar um ser tão gostoso como você. Ai, ai. – ela se abanou – Mas que é todinho meu.
Ele sorriu e eles continuaram relembrando momentos da convivência deles. Riam, se entreolhavam, brincavam, calavam.
- Eu te amo tanto. – ela falou, passando a mão no rosto dele. – Tanto, tanto. Foi tão rápida a maneira que começamos. Mas hoje, dois anos depois, eu também não me arrependo de nada, absolutamente nada.
Ele viu uma lágrima deslizar no rosto dela e no mesmo instante sentiu-se mal. Mas logo abriu um sorriso. Sabia que era uma lágrima de felicidade.
- Eu não podia estar mais feliz, Sam. Muito obrigada, tá?
- Você não tem que me agradecer por nada, Quinn. Por favor, minha loira. Eu te amo muito e eu não quero você chorando. Mesmo que seja por uma coisa boa. – ela riu e deu um selinho nele.
- Promete pra mim, meu amor. Promete.
- O quê?
- Promete que vai ficar pra sempre comigo. Promete que vai aturar todos os meus surtos, minhas reclamações. Promete que vai cuidar de mim, da nossa família, que vai ficar com a gente pra sempre. Promete que vai transar comigo mesmo que eu esteja horrível.
- Você nunca vai ficar horrível. E mesmo que fique, — ele revirou os olhos, fazendo-a rir – eu vou continuar te amando, te fodendo, fazendo o que você quiser.
- Sam! – ela repreendeu rindo.
- Eu prometo te amar pra sempre, Quinn. Cuidar de você, aturar você também né.
- Seu chato!
- Foi você quem disse. – Sam levantou as mãos, em defesa.
- — — — -
Mal entraram no quarto, Sam tratou de tirar a roupa dela.
- Awn baby, eu só quero tomar um banho. Vem comigo, vem.
- Claro, linda.
Seguiram para o banheiro e optaram pelo chuveiro. Sam jogou suas roupas por qualquer lugar e entrou junto com a loira, no mesmo instante. Ele beijou Quinn e logo desceu para o pescoço. Abocanhou os seios da esposa e logo depois a levantou, colocando-a no colo e a penetrando com força. Quinn gritou um “oh” longo e Sam continuou chupando o pescoço dela, enquanto penetrava com força. Era uma sequência de gemidos, vindos dele e dela. Quinn gemia mais alto cada vez que ele entrava nela. Ela arranhava as costas dele e com certeza, as marcas apareceriam. Puxava os cabelos loiros dele com força e o bagunçava. Já ele, entrava com brutalidade nela, sentindo o sexo quente da mulher.
Depois de um tempo, ela sentiu-se chegar ao limite e ele a segurou mais firmemente. Logo depois, ele também chegou ao ápice e a colocou no chão.
Eles tomaram banho e ao voltar pra cama, tudo aconteceu novamente.
- — — — -
No outro dia, cedo, eles foram visitar o Palácio de Buckingham. Quinn ficou encantada com todos os tesouros reais. Pinturas, móveis, esculturas e porcelanas.
A loira insistiu para que eles vissem a troca da guarda e Sam não questionou, quando viu o entusiasmo dela. Logo depois, almoçaram e continuaram a explorar a cidade.
- Amor, vamos passar no hotel?
- Pra que, Sam? – indagou beijando-lhe a bochecha.
- Surpresa.
Eles passaram no hotel e a loira observava Sam com uma cestinha nas mãos. Reconheceu o lugar, quando desceram do táxi.
- Aqui é o Green Park?
- Sim. Aproveitei que estávamos perto e lembrei dele. Liguei para o hotel e bom... Aqui estamos.
- Own, você é um fofo, meu amor! Eu te amo – deu um beijo – te amo – beijo – te amo! – e mais um beijo.
- Isso é pouco pra tudo o que você merece, minha linda.
- Ain meu Deus, o que fiz pra merecer você, hein? Obrigada, bebê.
Eles sentaram e começaram um piquenique. Quinn tinha os olhos brilhando e enquanto Sam falava, às vezes nem prestava atenção, pois o estava observando. Beijos, abraços, carinhos, afagos, carícias. Quem passasse e olhasse, diria que certamente era um casal apaixonado. Um casal feliz. Era o que eles realmente eram, não eram?
- Posso dizer mais uma coisa, Quinn Fabray-Evans?
- Hmmmm, pode! – disse com um sorriso no rosto.
- Eu te amo.
Notas finais
Kisses :*
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