White Chocolate.

12 Capítulo 12 - If I Can't Have You.


Notas iniciais
Olha ae mais um capítulo! :D
Achei uma merda total, mas não queria deixar voces sem nenhum capitulo.
Boa Leitura :D

Quinn virou-se assustada.

- Quinn podemos conversar? Por favor?

A loira rolou os olhos e assentiu.

- Tudo bem, mas seja breve!

- Tem que ser aqui?

- Finn, é aqui ou em lugar nenhum. – Ela forçou um sorriso.

Quinn colocou Caroline do bebê conforto que segurava e voltou a encará-lo.

- Eu quero me desculpar por ter sido tão idiota com você.

- Sério? – Quinn o olhou, incrédula.

- Sério demais, Q. – Ela estreitou os olhos ao ouvi-lo pronunciar seu apelido.

Quinn parecia estar alheia à situação, mas na verdade estava bastante pensativa. Ela tinha raiva dele por a ter feito sofrer no passado. Mas já fazia algum tempo, não era? Ela não era do tipo de guardar mágoas de quem quer que seja.

- Eu realmente me culpo e me xingo todos os dias por ter feito tudo aquilo com você. Eu nunca quis te machucar.

- Ah não? Você achava que eu ia ficar super feliz, tipo, soltando fogos de artifício ao saber que você estava me traindo? – Falou irônica. – Você tem o quê na cabeça? Merda?

- Eu sei que fui burro, Quinn. Um verdadeiro idiota.

- Concordo plenamente. Olha Finn, eu gostava de você, mas aí conheci o Sam e me apaixonei sabe? Ele é tão atencioso, carinhoso, é sempre tão pres-

- Esses detalhes eu não preciso saber, não é?

- Enfim, é tudo o que você não foi. Mas sendo direta, eu aceito a oferta de paz, ok? Porque eu sou uma vadia idiota que não consigo guardar raiva de ninguém por muito tempo.

Ela sabia que perdoar alguém não era idiota, mas ela não sentia mais raiva de Finn, enquanto ainda queria sentir. Ela queria gritar e jogar na cara dele tudo o que havia no seu coração, mas não conseguia. E talvez isso seja bom – pensou.

- Paz, você quer dizer, sem ameaças da Santana, sem xingamentos por parte dela, sem-

- Sem nada vindo dela. – Ela sorriu.

- Obrigado Quinn. – Ele a abraçou, mas a loira não retribuiu o gesto.

- Já vou, Finn.

- Quinn, eu- Ele desistiu ao vê-la continuar andando, sem ao menos olhar pra trás.

Ele sentia falta daqueles cabelos loiros.

- — — — — — — — — — — -

- Rachel?

- Que é?! – A morena responde com o tom de voz alto.

- Nossa, precisa dessa grosseria? – Disse Santana.

- Claro que precisa. Faz quatro meses que eu te pedi em namoro! Q-U-A-T-R-O! Não recebi resposta. Sabe como é difícil tentar não cruzar com você por esse apartamento?

- Rachel, eu queria-

- Você não quer nada! Eu não entendo. Você me conquista e não quer?

- Não é isso Rachel!

- Ah não? Claro que é!

- ME DEIXA FALAR RACHEL! – A morena encolheu-se e calou.- Olha, eu precisava desse tempo. Eu queria... queria fazer algo especial, pra te dar a resposta. Demorou muito, eu sei. E-eu nem sei se você vai gostar.

- Me mostre logo, então. – Ela pediu ansiosa.

- Tudo bem.

Santana correu, dentro do apartamento dela – no qual deixou Rachel morar com ela – Pegou o iPod e conectou às caixas de som.

If I Can’t Have You começou a tocar, na voz da latina. Rachel abriu a boca e fechou milhares de vezes. A voz dela era tão linda! Era muito boa, e tudo aquilo era pra ela. Rachel não conseguiu segurar algumas lágrimas que insistiram em cair.

Já Santana estava sorridente, vendo que o trabalho realmente tinha ficado bom. Pela primeira vez tinha admitido isso. Sempre soube que sua voz era ótima, mas nunca mesmo, teve coragem de expô-la.

If I can't have you
I don't want nobody, baby
If I can't have you...uh-hoh
Oh!
If I can't have you!

Rachel ouviu a última parte da música com um sorriso maior do que o normal – quase impossível – e pulou em cima de Santana.

- Desculpa.

- Não peça, Berry. Eu demorei mesmo pra pensar em algo, escolher a música, achar algum lugar pra gravar...

- Cala a boca e me beija logo. – Santana riu e obedeceu.

- — — — — — — — — -

Já era tarde quando Sam abriu a porta do apartamento de Quinn e a encontrou vendo TV, deitada no sofá. Puxou o pé dela, que gritou.

- Seu idiota! Me fez gritar e a Caroline está dormindo.

- Eu sempre faço você gritar. – Ele falou sorrindo safado.

- Mas eu estou vendo Supernatural e esse episódio tá me dando medo.

Ela o puxou pra que o loiro ficasse em cima dela.

- Supernatural não dá medo, Quinn! – Ele riu.

- Mas eu estou e quero que você me proteja. – Ele deu um selinho nela.

- Posso dormir aqui, hoje?

- Claro, ainda pergunta?

Não, eles ainda não moravam juntos. Talvez devessem, tinham uma filha, oras! Eles se amavam, não era?

Falta de coragem, certo? Certíssimo. Sam sentia a insegurança de Quinn quanto a isso toda vez que era tocado no assunto e ele não queria pressioná-la. A loira por sua vez sabia que Sam era diferente de Finn, mas parece que tudo a havia traumatizado. Ela se sentia angustiada nos últimos dias, como se algo de ruim fosse acontecer e isso a deixava aflita. Mas Quinn Fabray era determinada e decidiu pensar – até demais – em morar com ele e já havia decidido isso.

- Amor. – Ele riu ao ouvi-la chamá-lo daquele jeito.

- Diga minha linda.

- Eu quero que você venha morar aqui. – Ela mordeu o lábio inferior.

- Tem certeza?

- Tenho. Eu sei que você sempre quis conversar direito comigo sobre isso e eu não dei espaço suficiente. Eu não sei o que fazer mais sabe? Eu necessito de você cada vez mais e é incontrolável. Não note minha expressão, mas PORRA SAM EVANS, POR QUE VOCÊ É TÃO IRRESISTÍVEL?! – Ele riu mais uma vez.

- Eu só sou. – Sam deu de ombros. – Não tenho culpa de ser tão bonito, gostoso, desejado-

- Convencido também! – Ela o puxou pra um beijo mais uma vez e ele enlaçou as pernas dela em volta dele.

Quinn acordou no meio da noite com o choro de Caroline, estava bêbada de sono. Só pegou a camisola e vestiu. Caminhou cambaleando até o quarto da menina e o choro foi cessado. Observou Sam cantar e a menininha se acalmar.

No outro dia, Sam saiu muito cedo, deixando apenas um bilhete.

Meu amor, bom dia! Não sinta saudades, mais tarde eu volto.

Sam.

Ela sorriu e foi em direção ao banheiro, tomar um banho e logo depois saiu, para tirar umas fotos, deixando a filha com uma babá, ela seria breve.

- Não acredito nisso! Santana, esse idiota tá aqui. – Falou Sam, se referindo a Finn que estava representando o lado oposto ao deles. No mesmo momento pareceu se arrepender de ter se formado a três meses atrás. Todo mundo era advogado naquele lugar?

- Eu acredito que ele está aqui e bem real, por isso, vou arrancar o pescoço dele agora. – Sam puxou a latina antes que elas avançasse mais. – Quinn nunca me deixou fazer nada e oras, faz um ano e meio, e eu também quero fazer isso pela Rachel.

- Pela Rachel? – Perguntou, confuso.

- Nada demais, ok? – Ele deu de ombros.

Finn se aproximou e sorriu, falso, para os dois.

- Boa sorte, pois não vai ser fácil.

- Ah seu filho da-

- Santana. – Repreendeu Sam. – Desejo também muita sorte, porque você vai contar muito com ela, nunca vi seu trabalho, mas confio no nosso. Agora com licença? – Finn riu.

- Não me refiro só a trabalho, chocolate. – Falou com desprezo. – Me refiro à Quinn.

Sam ficou confuso.

- Você já foi a algum médico? É doente! – Falou Santana.

- Eu e Quinn conversamos e ela me perdoou. É só questão de tempo pra ela voltar.

- Como? – Sam não fazia a mínima ideia daquilo. Quinn havia omitido isso dele.

- Sua namorada, ou seja lá o que for, está com você porque eu a traí e ela não suporta isso. Mas agora, nós estamos totalmente na paz, amigos. – A audiência iria começar. – Mande lembranças para ela e a menininha.

- Filho da puta! – Falaram Sam e Santana em uníssono.

Sam não queria, mas se sentia mal, precisava conversar com Quinn.

Notas finais
Final tenso. Finn mal, vish. kkkkk
A fic será uma long, acredito.
Alguém pode mandar reviews dizendo o que achou, o que agradou, o que não gostou, o que quer que aconteça... é importante sabermos. kisses :D girls, sonhem com o Jensen Ackles ^^ e os boys, com a Di ^^