White Chocolate.
15 Capítulo 15 - I Wanna Marry You.
Notas iniciais
Esperamos que gostem :D
-...Você me perdoa?
Os olhos de Quinn brilhavam, ela corava violentamente, suas pernas estavam bambas, ela estava com frio na barriga. Estava verdadeiramente apaixonada pelas palavras dele. Ele tinha sido tão lindo. Ele era lindo. Mas Quinn só queria abraçá-lo e dizer que o amava. Apenas isso, e foi o que ela fez.
Quinn pulou nos braços dele com um sorriso do tamanho do mundo. Ele quase caiu no chão e riu ao constatar que tinha aquela loira em seus braços novamente. Era tão bom vê-la sorrir. Ela começou a enchê-lo de beijinhos na boca e na bochecha. Até que ele gemeu baixo, sentindo-a chupar seu pescoço.
- Claro meu amor. Eu não devia ter omitido isso de você, hum?
- Quinn, você não tem-
- Sam, eu amo você. Isso basta, não basta?
Ele deu o sorriso preferido dela e agarrou os cabelos sedosos da loira, puxando-a para um verdadeiro beijo. Ele pediu passagem para a língua, que foi concedida rapidamente, pois a boca dela tinha fome da dele. As línguas dançavam, mas algumas vezes pareciam guerrear. Ela também agarrou os cabelos do rapaz, que desceu as mãos para as coxas grossas de Quinn, que enlaçou as pernas ao redor dele. Com cuidado, Sam a levou para a cama a deitando devagar. Eles paravam o beijo apenas para tentar recuperar o fôlego.
- Sam! – Ela gemeu, ao perceber que ele havia arrancado sua camisola de cor rosa clara. A loira apenas arqueou as costas, quando sentiu a língua dele passear pelo seu seio direito, enquanto a outra mão enorme do loiro acariciava o esquerdo. Daí, foram uma série de gemidos. Ele chupava, rodeava com a língua e mordiscava de leve os seios da mulher. Ele podia explodir só de ouvi-la gemer seu nome. Quinn mordeu o lóbulo da orelha dele de leve, logo depois sussurrando algo, repetidas vezes.
- Me fode, Sam.
Ele já sentia a calça incomodar. Precisava se livrar dela e invadir aquela Quinn suplicante. Assim fez, tirou sua roupa, mas ainda manteve a cueca. Enquanto ele tirava a roupa, Quinn o observava, passando os dedos por sua própria intimidade e gemendo o nome de Sam. Ele estava louco. Sam rasgou a calcinha dela, após verificar que ela estava bastante molhada. Seus dedos passearam pela intimidade dela, e a penetraram. Ele movimentou-os rapidamente. Quinn deu um longo gemido e Sam retirou os dedos, logo os levando a boca. Chupou cada um dos três dedos. Quinn retirou a cueca dele, que rapidamente pegou a camisinha, no móvel perto da cama. Afinal, eles não poderiam arriscar mais, não é? Pelo menos não agora. Gemeu, ao vê-la colocar a proteção com o auxílio da boca. Ele ficou por cima dela novamente e a penetrou com força. A loira soltou um gritinho. Ele começou a se movimentar, arrancando um gemido mais alto, a cada investida mais forte. Ela puxava os cabelos dele com muita força e ele chupava o pescoço de Quinn, deixando marcas.
Após mais algumas investidas, ela chegou ao ápice. Ele investiu mais um pouco e logo depois, sentiu preencher a camisinha.
- — — -
Ele acordou no outro dia sendo uma pessoa nova. Ao constatar que estava na cama dela, sorriu feito um bobo e riu contra o travesseiro. Percebeu que o cheiro dela – que ele tanto adorava – estava impregnado nos lençóis.
- Bom dia! – ela desejou ao entrar no quarto, vestida com a camisa dele. Ela sorria de orelha a orelha e ele se ajeitou na cama, abrindo os braços, para que ela se aninhasse a ele.
Quinn foi até a cama e se recostou em Sam, logo depois sentindo os braços dele a envolverem. Ele beijos o topo da cabeça dela.
- Me desculpe mesmo Quinn.
- Ah Sam! Nós já conversamos ontem, não foi? – disse ela, sentando na cama.
- Eu sei mas-
- Que história é essa de White Chocolate? – perguntou rindo.
- Longa história, não vai querer saber.
- Nada de longa história, você não quer é me contar! – ela fez bico e levantou da cama.
- Ei! Foi só um dos planos da Santana pra fazer ciúmes a você.
- Eu sabia! Conheço aquela latina muito bem. – ela riu. – Bom, agora temos que buscar nossa filhinha linda na casa da minha mãe.
- Pensei que iria ter uma rapidinha. – ele sorriu malicioso.
- Bem rápida?
- Bem rápida.
7 meses depois...
- Sam, preciso de sua ajuda pra pedir a Rach em casamento. – falou Santana.
- O QUÊ?
- Parece até a Quinn. Pra que esse espanto todo?
- É que vocês estão juntas a um ano só né?
- Oficialmente, quase oito meses.
- Então, é muito pouco tempo pra tomar uma decisão dessas.
- Olha quem fala. Engravidou a Q na primeira transa e vocês nem se conheciam, pode-se dizer.
- É diferente. Olha, Lopez, se você precisa da minha ajuda, vai ter, sou seu amigo. Só não quero que a Quinn fique com raiva ao saber que eu te ajudei a casar com Rachel.
- Elas ainda estão de mal.
- Eu não tenho nada contra Rachel, apesar de tudo. – falou ele, largando o jornal em cima da mesa do escritório e encarando a latina mais intensamente. – Conte comigo para o que precisar. – Santana se jogou em cima dele o abraçando e beijando suas bochechas.
- Obrigada Sam! Mais tarde quero que já tenha uma boa ideia. – ela fechou a porta e logo depois a abriu novamente. – Se por acaso, tentou esconder esses chupões no seu pescoço, devo-lhe dizer que não adiantou, pois então bem expostos. – ela sorriu.
Sam riu e voltou a atenção para algumas notícias que estavam no jornal. Sem motivo algum, lembrou-se de Finn. Por que ele havia apenas ameaçado e ido embora? Era estranho. Muito estranho. Decidiu que teria que fazer uma limpeza geral na sua cabeça, pois não consegui ao mínimo, varrer pensamentos sobre Finn.
- — — — -
Santana tinha tudo pronto em sua cabeça. Primeiro o clássico jantar. Depois, levaria Rachel até o apartamento delas, depois de tudo pronto – velas, flores, luzes – a pediria em casamento.
- Alguma data especial? – perguntou Rachel.
- Não, só queria jantar com você. Em um lugar diferente. Acho que faz tempo a última vez que fizemos isso.
- Você tem razão. – a morena sorriu e corou.
- O que foi?
- Seu sorriso, me faz corar sempre. – Santana sorriu.
- Para Santie!
- Ok. – a latina observou cada traço da mulher a sua frente e sentiu-se completa.
Após muita conversa, muitos risos, muitas declarações e muitas coradas, elas finalmente vão para casa. Lá estava tudo o que Santana havia pedido e Sam tinha feito. A latina NUNCA imaginou que ele pudesse fazer aquilo e tão bem feito. Mas aí imaginou que ele já devia ter feito algumas vezes, algo especial para Quinn.
- Nossa, Sant. Isso tá muito lindo. – Santana abraçou Rachel por trás e logo depois correu, lembrando-se do pedido, antes de qualquer coisa. – O que é isso, Sant? – perguntou a mais baixa quando viu Santana se posicionar na frente dela e abrir uma pequena caixinha. Lá havia as duas alianças, que possuíam o símbolo do infinito. Rachel não fez outra coisa a não ser chorar. Ela estava tão emocionada! Primeiro, ela achava que amava Finn! Segundo, ela nunca se apaixonaria por Santana. Terceiro, nunca imaginou se casar com a latina um dia.
- Eu queria te dizer, antes de tudo, que eu te amo. Amo tanto que nem sei se cabe todo no meu coração. Você é a mais linda, mais doce, mais perfeita mulher de todo o mundo! Quero você ao meu lado pra sempre. Quero que tenhamos filhos pra correr por esse apartamento. Quero fazer você gritar pela sua esposa. Quero ter nosso relacionamento oficializado. Minha linda, eu sou tão sortuda por te ter. Eu amo você. Rachel Berry, você aceita se casar comigo? – pediu sorrindo timidamente. Rachel mordeu o lábio e gritou.
- SIM! Sim, sim, sim! Claro que eu aceito!
- — — — -
Era aniversário de um ano de Caroline. A menina já andava, mas falar que é bom, nada. É cedo ainda, mas Quinn estava tão ansiosa. Eles decidiram convidar apenas amigos e família para uma pequena comemoração. Santana – obviamente -, Judy, Blaine, Sebastian, Brittany, prima de Quinn, Tina, uma fotógrafa amiga sua, com o namorado Mike e até... Rachel.
- Parabéns para a menina mais linda do mundo! – desejou Santana. – Vem cá gostosa, que a titia Sant trouxe muitos presentes. – Caroline riu e a latina a pegou no colo.
- Ei Santana, divide a Carrie com a gente um pouquinho né? – pediu Sebastian.
- Não. – Rachel a olhou feio. – Só um pouquinho.
Sebastian pegou a menininha e Blaine logo deu beijos nas bochechinhas dela.
- Quer dizer que Rachel manda em você agora, Santana? – perguntou Brittany.
- Não, claro que não.
- Não é o que parece. Você é totalmente controlada por ela. – a latina riu baixo.
- Que seja, nós vamos nos casar.
- Casar?!
- Quem é que vai casar? – perguntou Quinn.
- Santana. – respondeu Brittany.
- Bom, gente, é sobre isso que eu queria falar. – pronunciou Santana – Eu e Rachel vamos nos casar! – ela ria como uma criança e todos estavam quietos observando uma Quinn furiosa.
- POR QUE NÃO ME CONTOU ANTES?!
- Só Sam sabia ent-
- Me escondeu isso? Por quê? – indagou.
- Eu tinha medo da sua reação. Pela sua relação com a Rachel e tudo mais. – respondeu tristonha.
- Sant... eu amo você. Não importa. Se você ama Rachel e quer casar com ela, eu apoio. Aliás, venha aqui Rachel. – a morena estranhou, mas foi, recebendo um abraço da loira. – Cuide bem da minha latina, tá? – Rachel sorriu e apertou mais o abraço.
Cantaram os parabéns logo após todos cumprimentarem felizes, Santana e Rachel, pelo casamento. As morenas afirmaram que não demoraria.
Mas tinha alguém que via tudo aquilo e se sentia incomodado. Exatamente, era Sam. Ele ainda não tinha tido coragem para pedir Quinn em casamento. Eles estavam a cerca de um ano e dez meses juntos, tinham uma filha e se amavam tanto. Mas o loiro não havia tido a coragem de Santana, ainda. Pensava seriamente sobre isso, mas deixava seus pensamentos voarem, e sua cabeça ser ocupada por outra coisa. Ele nem queria mais fugir disso. Eles tinham uma vida de casados, mas tinha que oficializar.
Todos foram embora e Quinn estava deitada na cama, vendo as fotos em sua câmera.
- Ficaram lindas, as fotos.
- Você tem talento, gostosa. – ele falou a abraçando.
- Você acha?
- Claro! Você não é tão reconhecida como deveria e-
Na mesma hora Caroline entrou no quarto, acompanhada da babá, que pediu desculpas pela entrada. Os loiros apenas riram e Sam pegou a menininha, dizendo que ela dormiria com eles.
- Ela vai se acostumar a dormir aqui sabia? – disse ela, puxando o cobertor.
- Sei, muito bem.
Eles continuaram conversando besteiras e pararam só ao ouvir a tentativa da menininha de falar “papai”, mas se esquecendo da última vogal. Sam sorria como um idiota e Quinn só os admiravam.
Notas finais
E obrigada a todos pelos comentários lindos*-*
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