White Chocolate.

1 Capítulo 1 - White Chocolate.


Notas iniciais
Olá pessoal! Primeira fanfic junto com a LehHollowayOverstreet! Esperamos que vocês gostem!

Quinn estava furiosa. O namorado vem chegado tarde faz duas semanas. Eles haviam decidido passar um mês juntos na mesma casa para poderem ir se acostumar com a companhia um do outro, pois segundo Finn eles se casariam em breve. Mas, parece que a experiência não estava sendo muito boa.

– Onde você estava Finn?

– Eu estava trabalhando.

– Até a essa hora? São quase nove da noite!

– Você e mais um ataque de ciúmes! Eu já disse, estava trabalhando...

– Ataque de ciúmes? Você chega tarde todos os dias e sem contar que nem me procura mais, porque parece que já chega bastante cansado!

– Ah Quinn, não seja por isso.

Ele foi na direção dela, beijando-a e a encaminhando para a cama.

– Eu não quero, Finn!

– O que? Agora eu não entendo. Eu não quero transar e você reclama, quando eu quero, você rejeita!

– Você é ridículo! E ainda diz que quer casar! Eu quero fazer amor Finn!

– E não é a mesma coisa?!

Ela saiu do quarto tentando conter as lágrimas que insistiam em cair.

Quinn pegou seu celular e digitou o número do telefone de sua amiga, Santana Lopez.

– Alô, Sant?

– Que voz é essa Quinn Fabray?

– Eu e Finn brigamos.

– De novo?

– Sim. Acho que ele está me traindo, na verdade, tenho quase certeza. Mensagens, chegando tarde, nem me procura.

– Eu corto o órgão reprodutor dele se isso for mesmo verdade!

Quinn não pôde deixar de rir.

– Eu sei como te deixar melhor Q.

– Como?

– Se arrume rápido, em uma hora chego na casa da minhoca ambulante.

– Tudo bem.

Quinn sabia das maluquices da amiga, mas ela precisava desparecer.

QUINN PDV.

Fui direto me arrumar, ignorando as perguntas de Finn.

Entrei no carro de Santana e ela logo me abraçou. Sim, ela era minha melhor amiga. Sempre estava do meu lado, sem importar a situação.

– Pra onde vamos?

– Acho melhor você mesma conferir.

Demorou mais um pouco e nós chegamos. Desci do carro e me dei de cara com um clube, daqueles que as mulheres gritam enquanto os homens ficam dançando. Eu nunca fui num desses.

– Você é louca, Santana Lopez.

– Não vai entrar?

– Eu não sei.

– Quinn, ele está te traindo. Ele chega bem mais tarde em casa do que o normal, recebe ligações estranhas, não te procura mais pra uma sessão de sexo selvagem. Eu sei que é duro ouvir isso, mas é a verdade.

– Vamos entrar logo Sant.

Santana sorriu maliciosa quando entramos. Tinham lá, em sua maioria, mulheres da nossa mesma faixa etária, mas ainda poderíamos encontrar algumas que podemos chamar de “coroas”.

– O que vão querer? – Perguntou o rapaz do bar.

– Eu...

– Deixa que eu pego pra você Q.

– Tá ok.

Continuei observando o local. A iluminação era baixa e foi anunciado o...

– White Chocolate!

As mulheres gritaram e três homens apareceram no pequeno palco. O palco ficou mais iluminado do que antes e pude observá-los um pouco melhor.

– Apreciando a visão? Acho que fico com aquele da esquerda. Você fica com o tal White Chocolate, o loirinho gostoso. – Ela me entregou a bebida. Eu não fazia ideia do que era, mas resolvi beber.

– Sant! Eu não vou ficar com ninguém! Sem contar que eu acho que eles só estão ai pra dançar!

– Você acha que eles resistem a duas gostosas como nós?! – Eu ri e Santana me puxou indo pra mais perto do palco.

Eles continuaram dançando, até que nos puxaram de encontro a eles. Santana foi puxada pelo do lado direito. Ela parecia ter ficado feliz, mesmo que não fosse o que ela estava interessada. Na verdade, ela se interessa por qualquer homem bonito que apareça. Já eu, fui puxada pelo loiro. Eles dançavam ao nosso redor. Passei minhas mãos pelo seu “tanquinho”. Suspirei. Finn não tinha um desses.

– Está gostando do show?- Falou em meu ouvido e me arrepiei completamente.

– Muito. – Ele segurou na minha cintura e me ajudou a descer.

– Ai ai! Homem gostoso é uma coisa séria. Gostou do Chocolate?

– Ah Sant!

– Tá interessada nele sim. Também só olhar pra ele é excitante. – Ela se abanou com as mãos e nós rimos. – Você o quer na cama! – Ela já estava afetada.

– Santana, pega mais dessa bebida que você me deu!

– Tudo bem.

Assim ela fez. Bebi quase tudo de uma vez e pedi outra. Já estava quase, mas para falar a verdade, estava completamente bêbada. Eu, quando fico desse jeito, não falo coisas com sentido e rio por besteira.

Estava atrás de Santana, quando tropecei no pé de alguém. Imaginei batendo minha cara no chão. Mas isso não aconteceu. Estava sendo segurada por braços fortes.

– Cuidado! – Falou no meu ouvido, aquela mesma voz sexy. Era o meu “interesse sexual”, segundo Santana..

– Obrigada. – Sorri e ele também, assim que me soltou. O olhei de cima a baixo e vi que ele ainda estava de cueca. Provavelmente havia descido do palco para beber algo. Mordi meu lábio, sem me conter. A visão era ótima.

– Nunca vi você aqui.

– É porque eu nunca vim aqui. Mas depois que vi seu show, frequentarei mais.- Eu disse que falava coisas sem sentido, eu estou me atirando demais!

– Ótimo! É sempre bom ter frequentadoras tão bonitas como você. – Corei no mesmo instante.

– Aquela é Santana? – A vi encostada na parede, beijando um dos dançarinos.

– Sua amiga?

– Sim. Ela não perdeu tempo. Disse que vocês não resistiriam a gostosas como nós. – Falei rindo descontroladamente, junto com ele. Depois de um tempo pausei, respirando fundo. O que a bebida não faz? – Eu não me acho gostosa.

Me pegou pela cintura e me colou a ele.

– Sério? Eu acho você gostosa, até demais. – Me arrepiei novamente. Ele me soltou e saiu, indo pegar alguma bebida. Depois o vi passando de roupa normal e saindo do clube.

– Q, pode pegar um táxi pra casa pra nós. Meu carro, eu pego amanhã. Eu quero ficar mais... mas você quer ir não é?

– Pode ficar Sant.

– Você vai sozinha? De jeito nenhum amiga.

– Vou sim. Você está se divertindo depois de uma semana inteira lotada de trabalho.

– Q...

– Não se preocupe Santana Lopez, eu sei me cuidar!

– Tá bom, obrigada lindinha! – Arqueei minha sobrancelha pelo apelido mas apenas ri, descontroladamente de novo e saí cambaleando. O álcool me afetava mais a cada minuto.

Um táxi passou e eu acenei para pegá-lo. No mesmo instante alguém segurou a porta pra mim.

– Se importa se eu pegar o mesmo táxi? É que está difícil passar um.- Me virei e dei de cara com o dançarino de novo.

– Sem problemas.

Ele entrou e ficamos em silencio por alguns minutos, depois que dei meu endereço ao taxista.

– Você trabalha lá a muito tempo, Whit...

– Sam.

– Sam?

– Meu nome.

– Ah, você trabalha lá a muito tempo, Sam?

– Não. Faz dois meses.

– Legal. Adorei seu show. – Sorri, como uma boba.

Eu sou um idiota! Não era pra eu ter bebido e ficar falando merda!

– E o seu nome?

– Quinn.

– Hum. – Vi que já estava chegando em casa, então fui procurar logo minha chave. Do jeito que eu estava, procurá-la quando tivesse já na porta do apartamento não seria bom.

– Eu vou acender a luz pra procurar a chave.

– Tudo bem. – Respondeu o taxista. Procurei e nada.

– Não conseguiu achar? – Perguntou Sam. Olhei pra ele e pude ver melhor seu rosto. Ele era lindo.

– Não. Vou procurar de novo.

Por fim, achei a chave e desci do carro, logo tropeçando novamente, só que dessa vez, caindo no chão.

– Merda! Eu sou muito desastrada! – Disse, gargalhando.

– Tudo bem com você? – Ele perguntou, me levantando e rindo junto comigo.

– Não, eu estou péssima.

Havia decidido ir pro meu apartamento, ao invés do de Finn e isso não soava como uma boa ideia. Eu iria ficar sozinha, ainda mais daquele jeito. Mas meu orgulho era grande demais pra voltar pra lá. Soaria como desculpas para ele. Eu não o desculpei!

– Eu estou tonta.

– Eu te ajudo. O senhor pode esperar? Eu vou levá-la até o apartamento.

– Meu filho, eu tenho muitas corridas pra fazer ainda nessa madrugada. Não posso esperar. Vou deixar o cartão da empresa.

– Tudo bem.

– Não é certo deixar os estranhos entrarem em casa. – Ele riu.

– Mas do jeito que você está é até bom. – Ele riu novamente e me pegou no colo. Encaixei meu rosto, no seu pescoço.

Ele entrou no prédio, me levando até o elevador. – Qual o seu andar?

– Dezessete. – Me agarrei mais a ele e lhe dei a chave, que estava na minha mão.

Esperamos mais um pouco, até o elevador parar no meu andar e Sam abrir a porta.

– Pronto, está entregue.

– Muito obrigada Sam. – Ele me colocou no chão. Tentei andar, mas estava meio tonta.

– Tá, eu te levo pra cama. – Me pegou no colo de novo e saiu abrindo as portas que encontrava no apartamento. – Esse é o seu quarto?

– É.

Ele me colocou na cama e por eu estar agarrada a ele, Sam caiu por cima de mim.

– É verdade mesmo que você me acha gostosa?

– Você tá bêbada, é melhor dormir. Eu já vou. Vou passar a chave por baixo da porta. – Ele levantou e saiu do quarto.

– Não sei como te agradecer White Chocolate! – Gritei e pude ouvir ele rir.

Ouvi a porta bater, me virei na cama e dormi.

Notas finais
Deixem reviews para sabermos se vocês gostaram e para que nós continuemos!