Whisky.

6 Capter Five- She needs time


Notas iniciais
Não me matem, pelo amor de Deus! Eu sinto muito pela demora, mas é que semana passada eu estava fazendo provas e no final de semana eu não consegui terminar o capítulo e essa semana que passou eu estive um tanto ocupada com a escola, sem contar que ganhei um novo vício "Grey´s Anatomy" ♥ , meu mais novo xodó! ♥ Bom, o capítulo não está tão grande quando deveria estar e não está totalmente claro e direto, mas é que eu preciso que vocês passem por capítulos chatos e entediantes para eu começar a explodir umas bombas por aqui. Eu prometi a mim mesma que iria postar apenas mais tarde, pois iria chegar junto com os capítulos de "What is the reason you smile? " (Minha mais nova fanfic) e outra que eu irei postar hoje (Baseada em Grey´s Anatomy ♥ ) , que estará disponível mais tarde em minha conta ♥ , mas como eu sou uma boa pessoa resolvi postar antes :V Bom, é isso! Obrigada a todos que comentaram (pretendo responder os comentários logo logo) GOOD READ! ♥ ENJOY! ^-^

“Queria esquecer, mas esquecer não é questão de escolha.”

—Tio Google ♥

Allyson não tinha a opção de esquecer Austin ou não, ela não podia. Simplesmente não podia. Ambos havia ligações, ligações para toda a vida, e por mais que ela estivesse morrendo por dentro, não poderia expressar, não poderia esquecer, apenas teria de continuar, mesmo sem ninguém entender.

—Acompanhantes de Allyson Moon? —A voz do médico era grave.

—Aqui. —O loiro levantou-se da cadeira desengonçadamente.

—Como ela está?

O médico não falou nada, apenas passou uma folha do devido prontuário e começou a analisá-lo.

—Allyson está bem. Sua pressão caiu por isso ela chegou a ter um desmaio. —Ele respondeu.

Aquilo foi como um peso retirado das costas de Austin.

O homem de cabelos grisalhos falava enquanto observava sua prancheta.

—Ela tem que se alimentar melhor, ou pode acabar adquirindo Anemia ou Hipoglicemia... —O médico falava entre pausas, na esperança de que o garoto pudesse compreender, mas logo viu que na verdade o mesmo estava no mundo da lua.

—Pai de primeira viagem? —O homem sentou ao lado de Austin.

—Quem dera fosse... —Austin suspirou pesado passando as mãos suadas por seus jeans. —Na gravidez de minha primeira filha estava tudo perfeito, eu ainda a tinha... A tinha ao meu lado. Agora eu nem sei o que fazer!

O médico não pareceu entender, então apenas arqueou a sobrancelha, mas permaneceu em silêncio ao notar a angustia do loiro.

—Estou me divorciando de Allyson. —A voz de Austin era trêmula, deixando claro que ele estava á ponto de desabar ali.

—Sinto muito... —O médico falou e passou a mão pela barba suspirando. —Caso queira desabafar, sou todo ouvidos... Er... Caso queira, posso lhe abrir uma sessão para psicoterapia. —O homem de cabelos grisalhos falou observando o loiro que parecia puxar o ar.

Austin não sabia ao certo do porque estava falando de sua vida pessoal com médico, apenas sentiu que deveria falar aquilo a alguém, ele queria mais do que tudo desabafar, ou então simplesmente acordar num domingo e ver que tudo havia sido um enorme e terrível pesadelo e sua esposa fosse acalmá-lo lhe dizendo que tudo ficaria bem com sua voz dócil e reconfortante. Em seguida sua filha lhe obrigaria á assistir Frozen pela vigésima sexta vez, mas ele não se importaria. Tudo o que ele queria mesmo era ter sua família de volta.

Mas o problema é que foi ele quem a perdeu, que a jogou fora a trocando pela primeira oportunidade que apareceu a sua frente. Austin havia simplesmente largado um amor para toda vida por algum passageiro e momentâneo que era seu caso.

(...)

—Austin? — A voz de Allyson era serena, mas cabisbaixa.

—Oi. —O loiro se virou para a garota que afagava seu próprio braço.

—Pode me levar para casa? —A morena pronunciou as palavras com uma certa dificuldade enquanto encarava o chão, na tentativa falha de cavar um buraco e se enterrar.

—Ahn... Claro. —O loiro se aproximou e tentou tomar a mão da morena —Como de costume—,mas ela apenas soltou um suspiro e colou os braços ao seu corpo com a intenção de evitar quaisquer toque com o loiro.

—O que acha de uma parada para tomar um cappucino? —Austin falou com os olhos brilhando, mas Ally negou recuando um passo.

—Eu só quero ir pra casa. —Admitiu a morena passando a mão esquerda por seu braço direito.

—Tudo bem. —Murmurou Austin e caminhou em direção ao estacionamento, logo sendo seguido por Allyson que vinha logo atrás.

—Temos que falar sobre o bebê. —O loiro falou após ambos adentrarem o veiculo.

—O que quer falar? —Allyson falara encarando um ponto qualquer.

—Sobre como iremos fazer nestes próximos meses... —Austin virou-se para encarar

Allyson, mas ela virou o rosto novamente.

—Eu vou passar um tempo fora.

Austin engoliu em seco.

—Não pode fazer isso.

—Não só posso como vou. —Ally disse cobiçosa.

—Iria lhe propor ficar um tempo comigo e meus irmãos na casa de meus pais... Queria acompanhar sua gravidez. —O loiro falou entre suspiros enquanto estacionava o carro.

—Mas não vai dá... Estou partindo para Inglaterra daqui uma semana. —Falou a morena enquanto descia do automóvel.

—Ahn... Tem certeza de que ir é a melhor opção? — A voz do loiro soou trêmula.

—Eu só preciso de um tempo, um misero tempo para pensar. —Allyson suspirou. —Será que não pode me conceder isto?

—Desculpe. —Murmurou Austin e levantou o olhar. —Então Anna irá ficar comigo.

—O quê?! —Allyson berrou. —Ela vai comigo.

—Não, não vai. —Austin a encarou.

—Você nem ao menos sabe tomar conta dela direito! —Allyson resmungou cruzando os braços.

—Dane-se! —Austin falara enquanto passava a mão por seu rosto.

—Olha como fala! A vida da minha filha que está em jogo caso ela fique com você. —Allyson falava enquanto abria a porta e tentava retirar o cinto de segurança.

—Eu não vou matá-la!

Um silêncio se estabilizou.

—Eu conversei com a assistente social e pedi guarda compartilhada. —Austin murmurou. — Será bom Anna ficar comigo por este meio tempo, quem sabe ela se acostuma com o fato de que nós já não estamos mais juntos.

—Certo. Eu ficarei um mês fora, então vê se não mata minha filha.

—Nossa filha.

—Que seja.

ALLYSON

—Mamãe? —Anna balbuciou.

—Oi meu amor... —Sentei-me ao lado de minha loirinha

—Não vai embora... —A criança pediu chorosa e eu respirei fundo.

—Eu prometo não demorar muito meu amor... Mas a mamãe realmente precisa ir.

Admito, eu só não estava indo para outro pais para pensar em toda a burrada que foi meu casamento ou qualquer relacionamento em que eu estive, mas eu precisava desparecer e por conta disto além de ficar longe de Austin Monica Moon por um tempo eu irei gravar um filme em Toronto, ,as desta vez eu não aceitei protagonizá-lo por estar sem tempo, então apenas irei gravar uma participação.

—ALLY! VEM AQUI! RAPIDO! —Ouvi gritos e rapidamente olhei para Austin que estava ao meu lado, tão confuso quanto eu.

—Já volto. —Olhei Austin e Anna rapidamente e saltei da cama de Anna em um pulo,corri até a escada e encontrei uma coisa que realmente me paralisou no momento, mas eu não havia nada a fazer, tinha apenas que ser rápida, rápida demais, porque qualquer desleixo meu, eu a perderia. Para sempre.