Where Do We Go From Here

1 Capítulo Único — Hands Are Cold


Notas iniciais
Boa leitura, meus lindoooooos!

Capítulo Único — Hands Are Cold

Eu não quero brigar, mas você está me deixando sem escolha.

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Suas mãos tremiam, geladas. Ela sabia que sua vida estava a ponto de mudar; um passo adiante e tudo a sua volta mudaria. Sentia frio na boca do estômago, causado pelo nervosismo e pelo ar condicionado da sala. Uma mão repousava em cima da mesa de vidro, enquanto a outra abraçava a si mesma. Os cabelos lisos e castanhos caíam pelos ombros, enquanto seu rosto mostrava confusão e decepção. Wanda Maximoff levantou os olhos e encarou os poucos heróis naquela sala de reuniões — Scott Lang e Samuel Wilson pareciam pensativos, enquanto Clint Barton estava sentado ao seu lado. Cruzar os braços e se preocupar com o mundo a sua volta já eram coisas comuns para o Gavião Arqueiro, pelo menos nos últimos dias. Desde que os primeiros sinais de uma futura guerra entre Stark e Rogers começaram a aparecer, nada era como antes — e Barton sabia que nunca mais seriam as mesmas. O arqueiro se virou, encontrando o olhar da feiticeira e vendo a grande aflição que percorria suas feições. Descruzando os braços, Clint deslizou sua mão pela mesa até encontrar a dela, apertando com força. A garota deu um meio sorriso com o gesto, sentindo sua mão fria sendo aquecida pela mão do rapaz.

— Vamos dar um jeito, Wanda. — ele sussurrou para a garota. — Sempre damos.

— Como chegamos a esse ponto? — ela sussurrou de volta, sua voz fraca e tímida. — Somos heróis, Clint, ou pelo menos éramos. Como podemos ser heróis se brigamos entre nós mesmos?

Barton desviou o olhar, se sentindo mal com a situação. Sabia que ela tinha razão, e não conseguia deixar de ficar paralisado com tudo o que estava acontecendo.

— Nós deveríamos estar juntos nessa. — continuou a morena. — Todos nós. Mas eu encaro as cadeiras vazias dessa sala de reuniões, e não consigo parar de sentir falta de cada um que deveria estar aqui. Natasha, Rhodes, Tony, Visão... — a voz dela falhou ao dizer o nome do androide.

— Eu sei. — o homem apertou com mais força a mão dela, suspirando ao lembrar das noites em que passava com Natasha na sala de treinamento, lutando e rindo. — Só espero que Steve e Bucky voltem logo para resolvermos tudo isso. — concluiu, dando um longo suspiro em meio ao silêncio.

— Tem noção do quão mal eu estou? — Wanda questionou baixinho, fitando suas mãos entrelaçadas em cima da mesa. — Desde que isso começou na semana passada, as coisas estão diferentes. Os treinos diários com Nat acabaram, assim como minhas aulas de tática com Tony e Rhodey. Visão pisou em cima de nossa amizade quando deixou a sede, e agora estamos em lados opostos. E ele nem se despediu... — piscou lentamente, tentando controlar sua voz enquanto apertava com força a mão de Clint. — Achei que éramos amigos.

— Isso não é uma questão de amizade. — falou ele, melancólico. — Se as coisas funcionassem assim, Romanoff estaria ao nosso lado agora. Isso é uma questão de princípios, e as pessoas costumam ignorar seus sentimentos pelo orgulho. — ao finalizar, viu que a feiticeira continuava mal. — De qualquer forma, eu estou aqui. Pode contar comigo para o que for.

— Obrigada. — ela inspirou e expirou fundo, sentindo o ar se esvair de seus pulmões. — Eu só queria saber como ele está em relação a tudo isso. Se ele se sente mal, ou se não está nem aí.

— Saber disso poderia te machucar, Wanda. Não quero te ver pior. — disse Barton, preocupado. Ele e a Maximoff eram como irmãos nos últimos cinco meses, dividindo tudo e apoiando um ao outro, e ver a garota triste daquela forma o deixava irritado.

— Eu não me importo. — disse a morena, o encarando séria. — Se eu o visse e ele dissesse que isso não o afeta, seria a última vez que eu me machucaria. Doeria até no fundo da minha alma, mas eu superaria.

Barton encarou o chão, pensativo. Sabia que ela ficaria machucada de qualquer jeito.

— É isso mesmo que você gostaria? — questionou ele, voltando a fitá-la. — Conversar com ele?

— Sim. — assentiu Wanda.

— Então nós vamos até ele, uma única vez. — disse Clint, fazendo a feiticeira arregalar um pouco os olhos em uma atitude surpresa. — Vocês vão conversar, e depois vamos embora.

Wanda Maximoff suspirou e sorriu fraco, mordendo o lábio inferior enquanto encarava o amigo. Conseguia ver que o arqueiro só queria ajudá-la, e ele certamente tinha alguma noção de que ela não considerava Visão um simples amigo, nem um melhor amigo — era mais que isso. Acariciou a mão dele com o polegar, ainda sorrindo.

— Obrigada. Eu realmente precisava disso. — disse ela, se levantando sem soltar suas mãos. — Quando podemos ir atrás dele?

— Ele migrou para a Torre Stark e continua lá, enquanto a guerra não se inicia de verdade. Mas os outros, até onde sei, estão em uma base temporária da S.H.I.E.L.D. enquanto negociam essa. — falou o Gavião. — Vamos ter que arriscar, já que Tony bloqueou nosso acesso a maior parte das coisas aqui e continua bloqueando. Sua sorte é que eu tenho um quinjet particular. — Clint piscou para ela, se colocando de pé também. Suas mãos continuavam entrelaçadas, em um gesto amigável de conforto e carinho. — Temos que aproveitar que Steve ainda não chegou com Bucky.

— Me deixa colocar o uniforme? — a Maximoff deu um meio sorriso.

— Também vou vestir o meu. — falou o homem, saindo com ela da sala de reuniões. Ao chegarem no corredor, ele a fitou rapidamente e soltou suas mãos. Ambos caminharam para lados opostos, indo em busca de seus uniformes, enquanto Barton questionava a si mesmo se estava fazendo o certo.

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O frio que sentia na boca do estômago voltou enquanto o quinjet pousava, bem longe dos sensores da Torre Stark — porém, ela ainda podia ser vista pela dupla. O coração da mulher saltava de preocupação no peito, enquanto um arrepio percorria todas as partes de seu corpo. Se levantou quando Clint terminou de pousar a nave, ambos descendo dela e encarando o norte, fitando a grande torre na qual entrariam. Barton olhou Wanda pelo canto dos olhos, um pouco preocupado enquanto ela suspirava fundo e começava a caminhar, sendo seguida por ele. Andavam em silêncio pelas sombras, sorrateiros e silenciosos, rumando em direção ao lugar onde Visão estaria. Algumas lembranças passavam pela mente da feiticeira, a assombrando enquanto caminhavam. A Maximoff travava uma batalha interna contra as memórias, mas elas insistiam em invadir sua cabeça — o que a fez se render.

Lhe veio à tona o momento em que se viram pela primeira vez, o androide se erguendo do chão e a fitando; e ela se lembrou de como seu coração pulou, em uma mistura de medo, receio e fascínio. A voz robótica dele ecoou em sua mente, quando ela duvidou dele e ele pediu para ela "ver de novo". E, logo, várias outras memórias invadiram sua mente: as risadas, os sorrisos, as vezes em que precisaram um do outro e as vezes em que ela o deixou sem graça. Todos os momentos maravilhosos que passaram, agora ignorados pela guerra e sendo jogados na brasa ardente, queimando e virando cinzas no esquecimento eterno. Tremeu com o pensamento, piscando lentamente.

A verdade era que, nos últimos cinco meses, o homem robótico havia chamado sua atenção mais do que deveria, e por mais que ela tentasse negar, sabia que ele era mais do que um melhor amigo. Pelo menos em seu ponto de vista. Na verdade, na verdade, ela sentia medo — medo de ter depositado sua esperança e sentimentos mais escondidos nele para, no fim, ter o laço que tinham rompido por uma guerra estúpida de valores e orgulho. Tudo isso acabava a fazendo duvidar da própria capacidade de raciocínio — afinal, iria ela fazer o que quando visse Visão? Se ele a atacasse, ela seria capaz de revidar? E se ele se sentisse mal com tudo, seria ela corajosa o suficiente para admitir o que sentia?

Seu corpo se arrepiou quando Clint tocou seu ombro. Wanda o encarou assustada e logo notou que já estavam de frente para a Torre Stark, grandiosa a sua frente.

— Vou entrar primeiro. — o arqueiro falou, retirando uma grande placa de metal da frente de uma abertura pequena. — Conte até dez e me siga. — ele disse e feiticeira assentiu, um pouco desnorteada, enquanto ele entrava pela passagem secreta e estreita nos fundos da torre. Respirando fundo, a morena logo começou a contar.

Um, pensou ela, se lembrando da primeira troca de olhares que tivera com Visão. A cada número, uma boa lembrança invadia sua mente.

Dois, e lhe veio a mente o momento em que ele levantou o martelo de Thor, a deixando assustada.

Três, ele a pegava no colo antes da cidade em Sokóvia ser reduzida a cinzas.

Quatro, o sorriso dele quando a viu chegando na sede dos Novos Vingadores.

Cinco, o androide a consolando no enterro de Pietro Maximoff.

Seis, a primeira vez em que ela ouviu a risada de Visão.

Sete, o dia em que ele a ensinou mais sobre magia e eles acabaram saindo para tomar um café.

Oito, Visão segurando forte sua mão no dia do aniversário dela, a confortando quando ela sentiu falta do amado irmão.

Nove, um abraço apertado quando ela finalmente se tornou boa no combate corpo-a-corpo.

Dez, a última conversa que tiveram antes dele partir, sobre prioridades, e a voz do androide ecoando em sua mente "você é uma das minhas prioridades agora".

Tomou coragem e entrou na passagem, se encolhendo um pouco para passar. Chegando ao final dela, pôde ver uma porta de ferro no chão, presumindo ter sido derrubada pro Clint. Entrou na torre e viu os elevadores desligados, o que a fez bufar ao ver a enorme escadaria pela qual teria que subir. Reparou em volta, estranhando o fato da Torre Stark estar vazia, porém começou a subir os degraus. Sua resistência ajudava um pouco, mas conforme o tempo ia passando, ela ia perdendo a conta de quantos andares já tinha passado — e estranhava o fato de não ter cruzado com Barton ainda. Eles só tinham tomado 10 segundos de diferença, era impossível ele ter avançado tão rápido assim.

Chegando no vigésimo andar, a garota arfou, mas ficou paralisada ao ouvir um estrondo vindo do fundo do corredor a sua direita. Correu de forma desesperada até chegar ao fim do local, passando por uma porta caída e entrando em uma grande sala de reuniões, se deparando com o caos. Barton se contorcia no chão, soltando alguns gemidos de dor, enquanto Wanda ficava desesperada. Porém, ao levantar o olhar para a frente, viu Visão a encarando de forma confusa.

Seu coração parou quando o olhar de ambos se encontrou, porém a feição assustada da feiticeira se transformou em raiva e irritação.

— Mas que droga você pensa que está fazendo, Visão? — ela falou, sua voz saindo mais forte do que o planejado. Até segundos atrás, a nostalgia tomava conta de seu corpo, mas tudo mudou quando ela viu o androide machucar seu amigo. Aquilo não podia ser aceito por ela.

— O que faz aqui, Wanda? — questionou o robô, ainda confuso e dando alguns passos para trás.

— O que você faz aqui? — a morena enfatizou o 'você', dando alguns passos na direção dele. — Como pôde atacá-lo? Visão, o que acha que está fazendo?

— Estou seguindo ordens. — a expressão dele se tornou nula, sem nenhum traço de emoção. — Seguindo princípios.

O androide ficou em posição de batalha, sem demonstrar sentimentos em sua feição. A surpresa em ver a feiticeira ali era enorme, e a única vontade dele era sentar e conversar com ela. Mas as câmeras o observavam, junto com os olhos de Stark que o cercavam por onde ele andava.

— Princípios? — a Maximoff falou alto, mostrando irritação enquanto apontava para Clint. — Isso é seu princípio, Visão? Ferir seus amigos?

— Vá embora antes que você saia ferida também. — disse o homem robótico, sério.

A mulher contraiu o rosto, em uma mistura de angústia e decepção, enquanto uma das mãos se enroscava em seus cabelos. Não podia acreditar no que ele dizia, e realmente duvidava de que ele fazia aquilo por vontade própria.

— Eu sei que você não quer fazer nada disso. — levantando as mãos na frente do estômago, a garota fazia sinal para que ele parasse. — Você não é assim.

— Eu sigo ordens. — reafirmou ele. — E sinto muito por isso.

— Somos amigos, Visão! — Wanda falava alto. — Não precisamos fazer isso.

— Eu não quero brigar. — disse, encarando uma câmera escondida na sala. Ele realmente não queria brigar, mas se queria seguir seu criador, Tony Stark, teria que fazer o que considerava certo para isso. Voltou a fitar a feiticeira. — Mas você está me deixando sem escolhas.

A Maximoff negou várias vezes com a cabeça, seu rosto dando sinais de que surtaria a qualquer momento. O que você vai fazer agora? questionou uma voz em sua mente. Vai se render ao time de Stark e ir contra tudo o que acredita, para ficar com ele? Ou vai ferir quem você ama por orgulho? Respirando fundo e tirando forças de onde não achava encontrar, a garota também ficou em posição de combate ao ver o Gavião se contorcendo no chão mais uma vez. Fitou Visão e, com o olhar, implorou que ele mudasse de ideia e esquecesse tudo isso; mas ele apenas desviou o olhar e ajeitou a postura.

— Então vamos ter que brigar. — sussurrou ela.

O androide se viu perdido por um instante, porém avançou até ela. Tentou segurá-la, porém ela recuou, as mãos começando a brilhar em vermelho enquanto eles andavam em círculos, encarando um ao outro.

— Não posso. — a Feiticeira Escarlate sussurrou, a voz angustiada de choro. — Não quero machucar você.

A pedra que o androide carregava na testa brilhou e ele avançou, planando no ar. No entanto, a morena foi mais rápida e balançou as mãos, o envolvendo em um feitiço que o fez parar no lugar, a aura vermelha o envolvendo. Pela primeira vez, o homem robótico descobriu o que era dor de verdade, se contorcendo e caindo de joelhos lentamente.

— Não precisamos fazer isso! — gritou a Maximoff, desesperada ao ver que machucava-o.

— Você vai ter que fazer. — Visão falou com dificuldade.

Wanda fechou os olhos e aumentou a intensidade do ataque, o fazendo arfar de dor. Sabia que, se aumentasse mais uma vez sua força, poderia deixá-lo inconsciente e fugir dali com Barton — mas não fez isso. Parou o feitiço bruscamente, fazendo o androide caindo no chão enquanto ela soltava um soluço de desespero e agonia. Encarou o local a sua volta e viu várias câmeras os cercando, desativando todas com um único estalar de dedos. Correu até o androide e se abaixou, fazendo com que ele a encarasse.

— Eu não quero te perder. — a garota falou fraco, seu tom um pouco esganiçado. — Não quero machucar você.

— Também não quero. — respondeu o androide. — Mas Stark é meu criador, e eu fui programado para segui-lo, Wanda. Não posso ir contra ele.

— Podemos sim, juntos. — a feiticeira tentava convencê-lo. — Ou a guerra vai acabar conosco.

— Eu preciso que você entenda que eu não quero nada disso, mas não tenho escolha. — disse fraco. — Não consigo ir contra ele e não vou, e peço que não me odeie por causa disso.

— Não poderia te odiar nem se eu quisesse. — a mulher riu fraco, o fitando nos olhos. — Sabe disso.

— Você tem que saber que, se fosse minha escolha, eu estaria com você lá. — Visão confessou. — Você sabe que é uma das minhas prioridades.

— Sim, eu sei. — quase não conseguia falar, soluçando novamente. — Só que eu não quero lutar.

— Então pegue-o e vá embora. — pediu o androide, angustiado.

— Não posso te deixar. — a garota se aproximou mais do rosto dele. — O que vai acontecer a partir de hoje? Para onde vamos depois daqui?

— Não faço ideia. — disse Visão. — Mas sei de uma coisa: estar ao lado oposto do seu não me faz deixar de pensar em você todos os dias, me perguntando se você está bem e saudável. Se está viva.

A Maximoff repousou uma das mãos gélidas no ombro dele, curvando a cabeça para olhá-lo quando ele desviou o olhar. Aquilo doía mais do que tudo.

— Nos últimos cinco meses, eu não pude deixar de reparar na beleza da humanidade. — o androide tentou sorriu. — Mas, de todos a minha volta, você foi quem chamou mais atenção. A primeira com quem eu tive contato, a primeira que sorriu para mim. A primeira que confiou. — o homem robótico a encarava um pouco constrangido. — E não posso deixar de sentir-me ridiculamente apaixonado por alguém que certamente não sente o mesmo, afinal, nem humano eu sou. — ela se surpreendeu com a confissão dele. — Agora vá embora, antes que as câmeras sejam ativadas de novo. Não quero que você esteja aqui quando isso acontecer.

Wanda inclinou a cabeça e segurou o rosto dele com as duas mãos, sentindo a textura de seu rosto — uma mistura de metal com maciez — enquanto o forçava a encará-la. Em um ato precipitado, a mulher selou seus lábios devagar. Visão se sentiu confuso, porém fechou os olhos e repousou a mão na nuca da feiticeira, correspondendo ao gesto dela enquanto sentia a textura macia e humana dos lábios dela. Após se beijarem por um tempo, ela se separou dele e colou suas testas, suspirando.

— Agora sabe o motivo de eu ter vindo aqui? — a Maximoff questionou com a voz fraca. Visão ficou sem resposta, porém sabia que ela deveria sair dali o mais rápido que conseguisse.

— Quando tudo isso acabar, se acabar... — ele deixou a frase no ar, porém ela assentiu, entendendo o que ele queria dizer. — Vá embora rápido, sem olhar para trás.

Ela concordou, se afastando dele e levantando. Não queria deixá-lo ali, mas conseguira a resposta que procurava e sabia que, mais do que nunca, precisava que aquela guerra acabasse. Foi até Clint, que estava inconsciente, e colou o braço dele em torno de seu pescoço, andando com ele até a porta. Encarou Visão mais uma vez, antes de deixá-lo. Seu coração batia forte, e suas mãos eram geladas.

Notas finais
Espero que tenham gostado da one, amores, deixem um comentário dizendo o que acharam S2 Obrigada se leu até aqui!
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!