When you'll open your eyes
1 Capítulo 1
Esta semana esta sendo infernal.
Não estou me saindo nada bem no meu trabalho como modelo, durmo na maioria das aulas e pra melhorar a minha vida, Hawk Moth simplesmente libera vários akumas ao mesmo tempo.
Nós mal aguentamos os cinco de ontem, hoje apareceu a coisa. Sim. a coisa. Com a quantidade absurda de akumas que ele tem criado, a variedade de poderes diminuiu drasticamente, o que é bom já que não é mais tão difícil descobrir e destruir o objeto akumatizado.
Não demorou muito para minha bugaboo bolasse um plano que destruíra a. coisa. (deve ser falado pausadamente pra causar algum efeito de suspense)
Mais uma borboleta purificada, e eu perdi duas aulas, oque me faz pensar que não vou morrer se eu aproveitar um pouco de tempo livre com a minha belíssima senhora.
— sou só eu que tô sentindo ou há um delicioso cheiro de morango no ar?- disse lhe oferecendo uma flor que eu tirei de um arbusto próximo. – você costuma a cheirar a baunilha ou chocolate – dito isso aproveito para chegar mais perto – embora eu goste de morangos também... hnn.. Alisando seus lábios como um batom... – rodopiei ao seu redor pra ter sua total atenção – acho que morango acaba de se tornar a minha fruta preferida – dou uma leve investida perto do seu rosto sendo impedido pela sua mão. Ela tem mãos tão pequenas...
— hoje não chat. –suspirou cansada me empurrando delicadamente. Aproveitei o breve segundo e lambi a palma da sua mão causando o gritinho mais adorável do mundo – o-o-oque diabos você pensa que está fazendo?! – nem preciso comentar de como adoro o seu rosto quando fica da mesma cor que a mascara, certo?
— Ora, m’lady, nunca ouviu falar que os gatos gostam de lamber seu dono? – me aproximei novamente com o sorriso malicioso que se formou em meus lábios – existem vários significados dependendo do jeito... E no lugar em que é feito. Se quiser, eu alegremente estarei disposto a lhe mostrar cada um deles – meu nariz foi empurrado pelo seu dedo e a minha amada estava de volta ao normal.
— Não sei mais o que faço com você... – fingiu descontentamento virando o rosto pro lado. Ela sempre faz isso quando quer esconder a vergonha. – nem pense em me chamar para um encontro! eu só quero uma coisa, minha cama. – disse convicta.
— Posso acompanha-la nisso também –
— Você não foi convidado, gatinho de rua – e saiu andando pretendendo usar seu ioiô pra pular nos prédios, mas eu fui mais rápido segurando seu pulso e colocando minha outra mão “sem querer” na sua cintura. Última tentativa.
— Uma curiosidade dos gatinhos de rua, – sussurrei próximo do seu ouvido – eles entram pela janela furtivamente e conquistam sua vítima com seus olhares de gatinho sem dono – puxei pra mais perto colocando a mão em sua barriga possessivamente – E. Nunca. Mais. Vão. Embora. – saboreei as palavras de um jeito totalmente irresistível que até eu me apaixonaria por mim com tamanho charme.
— não se a cortina esconder a janela fechada, gatinho – e lá se foi a minha senhora, sumindo de vista na mais romântica das cidades.
Ora, mas que rude da minha parte! Nem me apresentei apropriadamente.
Meu nome é Adrien Agreste, tenho 17 anos e sou um simpático modelo parisiense com lindos olhos cor de esmeralda e 1,87 de pura sensualidade e bom gosto.
Bom, é o que pode se dizer se essa fosse a total verdade.
Nos meus tempos livres eu costumo sacrificar a minha vida pra salvar Paris, flertando com certa garota de hipnotizantes olhos azuis enquanto invento piadas e trocadilhos ruins com gatos. Não necessariamente nessa ordem.
Meu anel começou a apitar informando o fim da minha transformação. É, acho que uma soneca não me cairia mal...
Praticamente voei em direção à janela convenientemente aberta do meu gigante e solitário quarto.
No exato momento em que entro pela janela, volto a ser só o Adrien, o garoto bonzinho e perfeito comentado lá em cima.
Plagg, meu amigo/uniforme/super poder/mini-gato, saiu flutuando até o frigobar lotado de queijo e alguns energéticos.
Me joguei na cama pensando na minha dona, esperando ansiosamente pelo próximo akuma aparecer apenas pra passar mais um tempo com ela.
— Acho que você deveria procurar outra garota – disse um pedaço enorme e fedido de queijo flutuante – essa menina nunca vai te dar alguma moral se você ficar na cola dela sempre – e o queijo é logo engolido pela miniatura de gato preto.
— Não é tão simples assim Plagg. É... Como uma torta gigante! Você sabe que não deve comer e sabe que futuramente isso irá te fazer mal, mas você não consegue simplesmente deixar de deseja-la... err... – agora eu sou definitivamente louco, comparando o amor da minha vida com uma simples sobremesa. Estou me tornando o Plagg!
— Você só está falando isso porque não come uma refeição direito há dias – resmungou lendo os meus pensamentos – você já faz um regime, com essa sua mania de esquecer-se de se alimentar vai acabar criando o regime do regime! – ele deitou no meu lado – e antes que você diga qualquer coisa, o queijo é muuuito melhor do que esse seu crush –.
— Você não tem ideia do quão errado você está – bocejei deixando o sono me vencer – não existe queijo mais delicioso e apaixonante que my lady – senti meu olhos pesados, prontos para se encontrarem com ela em meus sonhos.
~sonho~
À noite tudo fica mais emocionante. Isso é um fato.
Saltar pelos prédios numa velocidade desumana e mesmo assim poder captar tudo ao seu redor é incrível! Cada mínimo detalhe, um pássaro pronto pra voar, uma mãe dando um sermão no filho pequeno, grupos de jovens aproveitando a cidade iluminada como se fosse de manhã, pude até ouvir uns suspiros apaixonados perdidos no vento.
E então, tudo ganha cor no momento em que avisto minha senhora, parada em frente à torre Eiffel como uma pintura de Leonid Afremov.
Eu paro bem ao seu lado, mas ela não se mexe. Eu também não digo nada. Não é necessário, o momento é precioso de mais pra ser resumido em palavras.
— Adrien, eu tenho uma coisa pra te falar – nos meus sonhos nós sabemos nossas identidades, mesmo que eu nunca o tenha pronunciando.
— Estou ouvindo M’lady – o vento traz cheiro de chuva e ela tenta segurar o cabelo atrás da orelha
— Vou ficar fora por uns dias, você cuida das coisas por aqui? – observo um de seus laços se soltar e sair voando enquanto engulo um grito agoniado.
— É-é claro minha senhora! Leve o tempo em que precisar – Me ouvi mentindo descaradamente.
— Somente uns... probleminhas que tenho resolver – por favor, não faça isso – ...não vai demorar muito – não me deixe sozinho de novo!
— Sempre que precisar de ajuda eu protejo suas costas! – impeça-a! – seu gatinho de rua estará sempre à sua espera my lady –
O cenário ficou desfocado, se tornando somente uma mistura de cores sem sentido. Provavelmente estaria chovendo ou eu estava chorando, não sei dizer, mas ela não pareceu notar.
— Então, a gente se encontra por ai? – seu cabelo já estava totalmente solto e esvoaçante.
— Eu sou o dono da noite minha senhora, eu saberei a onde te achar – e seu corpo então se torna um borrão vermelho misturado com os pingos de chuva.
E a última coisa em que eu me lembro, é de seu sorriso e então as suas costas caminhando nas ruas de Paris, depois de abrir um guarda-chuva preto.
~fim de sonho~
Acordei com uma sensação de mau presságio, Plagg ainda dormia no meu cabelo.
1:36 am
— O que diabo foi esse sonho? – esfreguei o rosto na tentativa de afastar aqueles pensamentos da cabeça.
Levantei da cama deixando o kwami rolar pelo travesseiro, coloquei um sobretudo nos ombros para mais um refrescante passeio noturno. Como Adrien.
Pular da janela enquanto passa pelos pontos cegos das câmeras de vigilância não é exatamente uma tarefa fácil no meu eu normal, mas consigo me virar.
Não há muito que ver na rua da minha casa, nada além de mansões. Uma maior que a outra, não pode nem comentar isso perto de alguém que já me olham como se eu fosse um metido.
No final da rua há um desvio que serve de atalho para a escola, numa esquina bem movimentada, existe uma danceteria bem famosa, eu acho. Já que nunca entrei lá. O meu interesse é outro.
Entre no beco da saída dos funcionários, desvie dos casais bêbados, e suba as escadas de emergência. E então encontrará o meu pecado.
No outro lado da rua, se tiver sorte, uma janela estará aberta.
Bom, sou um gato preto azarado, então eu só conto com o acaso.
Não demorou muito pra ela ser aberta, revelando uma morena se debruçando sobre a mesma.
Marinette observava distraidamente o movimento da rua com uma caneca na mão, Deus! Eu consigo ver bem mais do que deveria da blusa dela pelo ângulo em que estou! Respirei profuuundamente antes de voltar a olha-la.
Não havia muito que se fazer, eu também não sou nenhum perseguidor estranho, embora eu tenha as minhas duvidas às vezes. Subir um prédio pelo menos uma noite por semana pra tomar a minha dose de culpa não é um hobby exatamente saudável.
Na maioria das vezes eu só vejo a janela aberta, pronta pra ser invadida por um gato com olhos famin- quer dizer – com olhos de gatinho sem dono, eu nem imagino como ela consegue dormir em paz podendo entrar no quarto um tarado, um gato, ou até mesmo um gato tarado! Sério, já perdi a conta de quantas vezes eu já cogitei essa ideia, não que eu vá trair a minha senhora, longe disso! Eu só sou um garoto em plenos hormônios que persegue não só a heroína mais sexy de Paris com uma roupa colada, mas também a garota mais linda da sala de aula. Sendo que sou irritante para ambas as partes, é simplesmente demais pra lidar!
Porém, hoje é um dia diferente. Além do fato que me sinto abandonado pela minha dona e procuro carinho no colo de uma mais amável. (o que está se tornando cada vez mais frequente...) Eu sinto que se eu não fizer algo mais “efetivo” não poderei alcançar os nossos “felizes para sempre”, digo, o meu ao lado da ladybug, ou Marinette, não sei. Eu seria bem feliz nos dois casos, embora a my lady seja o meu objetivo principal.
Embora tenha quase certeza que observando a casa de outra garota não é uma boa tática.
Mas essa parte de pensar e bolar planos é mais com a ladybug. Eu sou o cara que bate e destrói coisas.
O fato é, além de estar carente e morrendo de culpa por quase ter uma ereção com a visão do decote sem a sua permissão, aquele sonho ainda me incomodava. E algo me diz que Marinette é quem me dará a resposta só não sei como ou por que.
Sem contar que ela me acalma de alguma maneira. Quando estou muito triste ou solitário, seu jeito atrapalhado e envergonhado me cativa, me faz imaginar que nenhum dia será igual ao anterior, me lembra de que eu ainda sou um cara normal.
Ela é o meu “e se...?”.
E se eu nunca tivesse conhecido o Plagg e essa loucura toda não tivesse nem começado?
E se eu fosse filho de pessoas normais e passasse a infância com ela e não com a Chloe?
E se ela fosse a minha bugaboo...?
Essa última não poderia acontecer, eu não sou do tipo sortudo. É só a minha mente me dizendo o que eu quero ouvir.
Citando novamente o fato de eu ser irritante pra ela, sempre a deixando sem jeito, assustando-a, nunca a vi agir assim perto de ninguém, então o problema é comigo.
Logo, as minhas chances de ter algum tipo de avanço nem que seja mínimo com Marinette é nulo.
Na sala eu evito qualquer tipo de assunto por parte de mim além da educação, não é por não gostar dela, é claro, quem recusaria qualquer coisa pra garota mais charmosa e adorável da sala de aula?
O problema está no momento em que sou respondido da maneira mais imprevisível possível, é fofinho, mas algumas vezes não sei dizer se ela tá me elogiando ou alguma outra coisa.
Não dá pra entender essa mulher. Isso me deixa ainda mais curioso, o que é perigoso, só que ainda não decidi se é pra mim ou pra ela.
Na sala eu não me permito virar, só imagino a expressão em que ela está fazendo.
Porém à noite, eu posso romper com esse muro que eu mesmo criei.
À noite eu toco na sua pele clara com o olhar.
Acaricio seu cabelo à distância.
Fito seus olhos porque sei que ela não vai olhar de volta.
À noite, finjo que estamos frente a frente, sentados tomando um chocolate quente sem dizer nada.
É precioso de mais pra ser resumido em palavras.
...
Bem... Não posso mentir pra minha mente, eu realmente tenho uma visão privilegiada da comissão de frente dela.
Tuu~ Tuu~
Antes que eu me impedisse me vi ligando para Marinette. Simplesmente por que eu posso fazer isso! Eu com certeza vou me arrepender amargamente disso...
Observei-a entrando no quarto e voltando com o celular na mão.
— A-alô? – Muito provável sua confusão seja pela hora, oque é muito óbvio, seu idiota! Que tipo de acéfalo liga pros outros na madrugada?!
— m-Marinette? – até eu estou tropeçando nas palavras agora.
— A-A-A-A-Adrien?! O-oquê você está f-fazendo, digo, oque houve, quer dizer, aconteceu algo...? – Ela quase deixa cair sua caneca na cabeça de um civil que passava na rua. Ótimo! Parabéns Adrien, você conseguiu deixa-la desconfortável de novo, agora pensa rápido em alguma coisa pra falar!
— Me desculpa te ligar a essa hora... – primeiro as formalidades – mas... Sabe... Você poderia me emprestar a matéria de hoje? – depois as idiotices.
— AAh! C-claro! Bem... – ela some dentro do quarto novamente – e-e-eu também iria fazer isso! Digo, eu cheguei um pouco atrasada e-e-e-e-e-e – Ela deu tilt.
— pode me dar oque você tem? – um grito seguido de um barulho de algo caindo saiu do outro lado da linha – a matéria, digo. – logo quando eu estava quase mantendo um diálogo com ela... Arruinei tudo pra variar.
—Claro que é a matéria! Não oque eu tenho pra oferecer, não que eu tenha algo pra oferecer há-há-há... – suspiro – A que horas você vai me pegar, digo, passar aqui? – okey, é nessa hora em que fujo da conversa e me faço de retardado.
— Pode ser agora? – ou não.
— Agora agora?!?! – não! Diga que vai dormir agora mesmo! Vai ser melhor pra nós dois!
— É que o ensaio fotográfico terminou tarde... – mentira – e eu não sei se terei tempo amanhã... – why you’re fuckin’ lying? Amanhã eu terei boa parte do dia livre, embora passar o tempo livre com a joaninha não seria uma má ideia...
— Por que não falou antes?! – menina você não tem medo do perigo né? – você pode p-passar aqui e e-então p-po-podemos dormir, digo, copiar juntos! – eu devo presar pela segurança dos civis, devo presar pela segurança dos civis. DEVO PRESAR PELA SEGU-
— Acho uma boa ideia! – não é não seu traidor idiota! – isso economizaria tempo e ambos estamos acordados então, porque não? – eu vou te dizer por que não, eu. Sou. Um. Homem. Comprometido!! Embora a garota em questão não saiba disso ainda. MAS! Não vou simplesmente perder o controle e me aproveitar de uma garota quente, digo, inocente só porque estou carente. Não mesmo. – Estou perto de sua casa, posso passar aí? Seus pais irão se incomodar? – Oh nãão, ele vão ficar de boa com um cara indo visitar a filha na madrugada...
— E-eles fizeram uma pequena viagem pra S-Saint M-Malo, só vão voltar a-amanhã – não queria saber disso.
— Eu tô chegando! – na verdade eu não sei nem mais o que eu quero.
Descer a escadaria e atravessar a rua na velocidade da luz como Adrien foi uma surpresa até pra mim, mas, ninguém pensaria duas vezes num momento como esse, embora eu seja totalmente contra essa decisão.
A porta dela me fez lembrar o que eu nunca deveria ter esquecido. Uma coisa é observar de longe outra garota, outra coisa é entrar na casa dela, eu sou o que? Um cafajeste sem coração? Não sou capaz nem de conquistar a garota que eu amo, como vou fazer isso tendo de lidar com outra a quem desejo?
Ela aparece na porta, totalmente convidativa. De todas as maneiras possíveis.
— Saber oque é? – eu olhava pra todas as direções, menos pra ela – acho que não tem necessidade dessa pressa toda... Podemos copiar juntos no intervalo! – Eu não tenho vergonha na cara mesmo...
— É! Tem toda a-a razão! – por algum motivo a sua voz não saiu tão animada quanto no telefone. Merda, eu magoei ela.
—A gente se vê amanhã? – eu já estava me virando quando ela respondeu e então praticamente fugi que nem um covarde que sou.
No que diabos eu estava pensando?! Algum tipo de noite erótica de sexo casual? Eu só tenho 17 anos! Sexo casual nem deveria estar no meu dicionário e outra, convivo com a Marinette somente todos os dias. Atitudes movidas pelo impulso nunca dão certo nessas situações. O pior foi que em nem um segundo eu pensei na Ladybug...
Parei bruscamente em choque me dando conta do quão ingrato eu sou, não só com minha senhora, mas também com Marinette. Eu sou um lixo de pessoa, Eu traí a minha única dona em pensamento enquanto eu pretendia usar uma garota incrível que não tem nada a ver com a situação. Eu deveria ser jogado fora como um estorvo nojento que sou...
Forcei ao máximo aqueles pensamentos fora, daqui a pouco eu viraria um akuma e ISSO não seria de nenhuma ajuda.
Respirei profundamente enquanto descobria onde eu estava – se não dá pra ter pensamentos positivos, então se concentre em qualquer outra coisa – no fim de um beco deserto. Mas havia gatos, muito gatos, tantos que eu não consegui nem contar.
Aquilo era um pouco assustador, principalmente quando você é o Chat Noir, os gatos não gostam de mim. O que é estranho, na verdade. Nenhum tipo de felino quer chegar perto de mim, a menos que seja pra me atacar. Plagg disse uma vez que os gatos são naturalmente superiores, então quando veem um felino mais forte se sentem ameaçados.
Um sentimento de pânico se alojou em mim, eu não teria como lidar com tantos e Plagg nem está comigo fazendo do meu anel apenas um acessório inútil.
Já havia bolado a melhor desculpa possível para Nathalie sobre os meus arranhões quando escuto BOOM de algo pesado se chocando entre os felinos e eu fazendo os mesmos baterem em retirada rapidamente. Eu deveria fazer isso também, mas não estou sendo um gato astuto ultimamente.
— Parece que temos uma dama indefesa – ecoou sua voz de um prédio atrás de mim – Então você tem medo de gatinhos, Garoto modelo? –
Notas finais
Fonte: Wikipédia
algumas pinturas pra dar a ideia do que o chat tava descrevendo
https://afremov.com/image.php?type=P&id=17685
https://afremov.com/image.php?type=P&id=17681
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