Foi só quando viu o rosto por trás das flores que Rose ficou constrangida por abrir a porta naquelas condições. Cabelo oleoso preso, meias com furos, boca com resquícios de salgadinho e cara de quem estava adorando as últimas horas do dia super romântico que passara sozinha. Tentou sorrir sob o olhar confuso do (lindo) rapaz que estava em sua frente.

— Você não é a dona Rosalina então? — ele perguntou um pouco sem graça.

— Não que eu saiba — "patética", ela pensou consigo.

— Sabe em qual andar ela mora?

— Hã… Não. Eu sou nova aqui no prédio.

— Eu também.

Notas finais
Quem nunca abriu a porta toda sebosa que atire a primeira pedra kakakaka