When You Learn to Devide
7 Súbita coragem, a simples vontade.
Notas iniciais
Hyoga entregou um beijo na testa de Shun. "Enquanto estiver com esse colar, eu jamais lhe faltarei com respeito, muito menos, o tocarei sem que se dirija a mim. Esta será minha lei..." Hyoga enfim, se dirigia ao banheiro para relaxar, revigorar-se.
Enquanto Hyoga tomava seu banho, Shun estava num sonho...
~ Dream:
— Oi... Andrômeda! — Uma voz na escuridão. Shun estava acorrentado, ele sentia as correntes. — Ah... P-por favor, não... Não me machuque! — Ele implorou no sussurro. Não se via nada, só sentia. A voz riu. — DEVOLVA MINHA BELEZA!!! — Uma explosão de um cosmo vermelho surgiu na escuridão.
~ Dream End.
Shun acordou tremendo, soando frio, arfante. — Hyoga!... — Ele gritou assustado. Seu corpo doía. Ele estava péssimo, que chorava. — Hyoga? Hyoga! ... — Ele chamava o amigo se levantando da cama devagar, com certo desespero. Hyoga ouvira Shun, e rapidamente cessou a água de cair do chuveiro, colocou a toalha e saiu do banho para vê-lo. Assim que abriu a porta — Shun, o que houve?! — Ele pergunta. Shun levantava meio manco, ele não notou Hyoga só de toalha cobrindo as partes inferiores, logo o abraçou. — Hyoga... Eu vou morrer! ... — Ele estava com frio e tremia. Hyoga ficou trêmulo, sentia o rosto de Shun junto ao seu tórax. Seu coração disparou. Ele estava de toalha, sentiu um pouco de calor no momento — Erh... Não Shun, não diga isso! Eu te protegerei! Não fique com medo. Foi apenas um sonho... Eu vou... Colocar, uma roupa! ... — Shun olha para Hyoga e percebe que ele estava de toalha, ele fica corado rapidamente. Hyoga segurou os braços de Shun, olhou em seus olhos, queria tanto beijá-lo, mas ele olha o colar, lembra-se de sua lei "Não!" E conduz Shun a se sentar na cama. Shun parecia confuso, mas estava atordoado com o sonho e chorando, abraçou um travesseiro. "Por que ele não me beijou agora?" Ele estava muito assustado. "Queria ser beijado e abraçado por você..." Shun ficou um pouco envergonhado, realmente nem notou o loiro de toalha cobrindo o ganso. O loiro procurava roupas que lhe agradava, pegou sua box preta favorita e uma bermuda de pano leve e uma regata. Voltou para o banheiro e se trocou. Saiu de lá com a toalha secando os cabelos. Olhou Shun agarrado ao travesseiro. Shun escondia metade do rosto, só dava pra ver os olhos vermelhos de choro, o brilho das lágrimas. Hyoga olhou o corpo de Shun, o antebraço com marcas roxas avermelhadas. Shun pensou "Por que ele está me olhando desse jeito?" Hyoga aproximou de Shun, olhava o corpo de Shun... Tão magro, tão... Desnutrido! — Você não comeu nada, nem eu. Aquelas maçãs... Eu as deixei lá. Você não quer almoçar comigo num restaurante? — Hyoga convida Shun, mas preocupado com o jovem. — Não... Prefiro comer em casa. — Shun falou baixinho, mantinha o travesseiro ocultando a boca e o nariz. Hyoga achou fofo e riu. Nesse momento Shun fica na posição fetal. — Ah, então quer desfrutar dos meus dotes culinários... Olha que eu entendo disso, hein! — Ele disse para Shun que riu exprimindo os olhos. Hyoga realmente mandava vê no fogão?
Ikki e Seiya não se entendiam. — Seiya, daqui a pouco terei que levar seu corpo pesado pra Saori se continuar assim, tão impaciente! — Ikki falou. — Ah, você torna essa missão difícil desse jeito! — Ikki olhou sério para Seiya. — Sua Saori nos mandou aqui sem nenhum mapa ou instrução! Estou tentando achar uma forma de entrar na Catedral, seu tolo! — Seiya bufou. — Ah, eu não vou ficar perto do seu gênio enfezado! Licença. — Seiya ia passar quando Ikki o empurrou contra parede. — Cuidado seu imbecil! — Seiya quase passou os pés sobre linhas de silicone cortantes. Quando Ikki empurrou Seiya sobre a parede um bloco que estava bem camuflado a parede afundou um pouco e retornou, Seiya sentiu. — Foi mal Seiya... — Seiya não ligou. — Olha Ikki. — Seiya mostra a Ikki o bloco. — Deixa que eu aperto isso. — Seiya afundava o bloco e Ikki sentira o chão tremer um pouco. — Olha Seiya! O, chão! — Ikki olhava o chão ao lado se abrir conforme o esforçado Seiya empurrava o bloco. Havia uma plataforma ali e a areia camuflava a plataforma. Quando ele terminou o bloco parecia voltar, e o chão se fechar. — Eu seguro e você... vê o que tem... lá dentro! — Seiya mantinha o braço pressionando o bloco. Ikki deu uma olhada no local, tinha uma alavanca e uma caixa, ele entrou descendo pela escadinha, pegou a caixa e puxou a alavanca. Nada aconteceu, ele saiu de lá com a caixa. Seiya tirou a mão e arfante, observava o chão se fechar. Sentou-se no chão e Ikki também. — Veja Seiya. — Ele mostrou uma caixa pequena. — O que Será que tem aqui? — Ele olhava a caixa pequena, feita de pedra, sem fechadura alguma, só decorada com barras de ferro banhado a cobre. — Parece... Uma caixa de bronze. — Seiya falou ofegante. Ikki ficou pensativo. — Se tem de bronze... Tem de prata e de ouro. Será? — Ikki raciocinou. — Escondidas dentro da Catedral? Pode ser que sim. — Seiya conclui o raciocínio do amigo. Eles se levantaram juntos. — Então, pra qual lado nós vamos? — Seiya questiona. [...]
Hyoga decidiu fazer Yakissoba. Shun ajudava com o que podia, desde contar o tempo de cozinhar os alimentos até de descascar e cortar alguns legumes. Hyoga desfiava o frango. — Nunca comi Yakissoba com frango... — Shun falou. Hyoga o olhou surpreso. — Nossa... Hoje você prova! Mas, o que você come? — Ele questiona para Shun.
— Ah... Eu costumo comer... Legumes, frutas, e... Cereais. — Shun falou tímido. Hyoga achou estranho. — Não gosta de frango? Carne? — Ele questionou Shun que parecia um pouco triste. — Não... É que sou... Vegetariano, não sei se vou... — Hyoga riu. — Ai, ai! Por essa eu não esperava! Shun! Por isso tão magro. Você precisa de proteína! — Hyoga ria discretamente. Parecia debochar de Shun. — Ah, mas é que não consigo... Eu tenho... — Ele ficou quieto achando que Hyoga estava debochando dele. Ficou nervoso. — Sério! Você vai gostar de frango! — Ele viu Shun cortar sem querer a ponta do dedo indicador. — Ai! Hum... — Shun descansou a faca ao lado, olhou o sangue em seu dedo escorrer, Hyoga foi ao lado dele, ver o ferimento. Pegou o dedo machucado de Shun, sangrando, e colocou na boca. Shun ficou boquiaberto, corou. — Hyoga... ? — Ele pôs a outra mão na cabeça de Hyoga com leveza. Deu um curto sorrisinho, olhou Hyoga nos olhos, este fechou os olhos, com a ponta do dedo de Shun na boca. Shun deu um beijo no rosto dele e ele parou o que estava fazendo, olhou Shun, que estava corado e de cabeça baixa, ia retirando a mão lentamente de perto de Hyoga, até que as juntou, com a outra mão segurando a mão lesionada. — Tem... Uma caixa de primeiros socorros no criado mudo lá no meu quarto. — Hyoga falou sem graça. Shun foi lá de cabeça baixa, um pouco com vergonha. "Por que ele não reage da forma que eu espero?" Shun entrou no quarto, acendeu a luz, foi em direção ao criado mudo, ele viu a caixa. Quando ele pôs as mãos sobre a caixa, do lado dela, tinha um frasco de um remédio. Ele leu, até que leu a substância se chamava sertralina. Ele se assustou. "Por que ele tomou isso? E quantos?" Shun se lembrou do dia em que Hyoga estava estranho na mansão Kido, que parecia até febril. Fora a última vez que viu Shiryu... "Eu nem liguei pro Shiryu. Acho que me esqueci de depois da queda." Ele colocou o frasco no lugar. Abriu a caixa e pegou um esparadrapo, colocou no dedo e voltou à cozinha. Hyoga já estava misturando os legumes ao miojo, junto com o frango. Shun observava a rapidez do amante. Ele não ia dizer nada, foi para o sofá descansar um pouco, se sentia fraco...
— Agora vamos ao outro lado, vamos enfrente! — Ikki e Seiya seguiram atentos, jogavam pedras no chão, observavam os altos e paredes. Derem atrás da Catedral, não tinha nada além de uma corda, uma porta pequena de fundo. — Vamos arrombar? — Seiya sugeriu. Ikki fez um não com a cabeça. — Melhor não. Essa Catedral não parece abandonada coisa nenhuma. Você puxa a corda? — Ikki questionou segurando na corda. — Va em frente! — Seiya disse ao amigo. Não queria cair numa daquelas armadilhas novamente. Ikki então puxou a corda, era pesado, ele ia puxando até que nada acontece. — Onde será que a corda foi lançada? — Ele questiona. Seiya duvidoso: — Parece que ela vai — A corda foi puxada de volta com força e Ikki estava segurando nela, Seiya tenta puxar o amigo e acaba indo junto. A reação fora a mais esperada, eles gritaram na velocidade que a corda subia, até que eles chegaram numa espécie de terraço. Eles olharam em volta, foi aí que um cão enorme de três cabeças latiu bravo e rosnou para Seiya e Ikki. — CREDO! Que bichinho mais feio! — Seiya horrorizado, o bicho tinha três cabeças. — Aí, são três contra dois. — Ikki falou. O cão maior monstruoso era Cerberus, que rugiu soltando-se da corda e ele ia atacar se Seiya não atacasse em sua defesa: — Meteoro de Pégaso! — O cão voou longe, levantou com muita fúria, rugiu pulando fazendo ali tremer, demonstrando sua fúria, as três cabeças abriam suas bocas babosas com caninos afiados, ele Ficou maior, e mais assustador. Rugiu feroz e daquele tamanho tentou subir em Seiya que rolava e tentava ataques. Ikki viu um alçapão, ele correu na direção do equipamento e subiu no alçapão com a corda que os subirá ali pronta em suas mãos, usando o alçapão, ele se lançou contra a fera em uma de suas cabeças, era difícil se segurar ali, e Seiya rolando pra vários lados escapando da fera, brava que queria o capturar, tornando mais difícil laçar a cabeça da fera. Aproveitou o momento certo para laçar a cabeça da fera, foi quando Seiya atacou com seus meteoros. Ikki sentiu o impacto, mas a fera não saiu do lugar mesmo tendo recebido os ataques nas três cabeças, à fera ficou tonta, rugia irritada, ele então laçou a cabeça da fera e saiu descendo pela corda. Ele pegou a mesma e a prendeu numa barra de ferro perto do alçapão, Ikki subiu no alçapão: — NÃO SERVIREMOS PARA SUA DISTRAÇÃO! — Ikki fez a força que pôde para dar impulso ao alçapão, assim que se lançara para a fera, já tontinha pelo ataque de Seiya: — AVE... FÊNIX! — Ele atacou a fera que não resistiu. Seiya cansado parabenizou o amigo. — Uau, mandou vê! Botou o cãozinho pra dormir! — Seiya cansado... O sol ainda brilhava forte e o estômago de Seiya roncou. Ikki vasculha o local. — Aí, entendi. Esse cão protegia aquilo. — Ikki apontou para a caixa pequena com detalhes negros, nas mãos da estátua gêmeas, o segurando, nas mãos de ambos. — Mas... Por que uma fera diabólica protegeria algo numa Catedral? — Seiya questiona. — Eu não sei. — Ikki responde subindo na estátua com cuidado e pegando a caixa. Já tinham a de bronze e a preta. — Toma. — Ikki tirou duas maçãs do bolso. Uma para Seiya e outra para ele. Seiya pegou contente. [...]
— Shun! ... Acorda! — Hyoga balançava Shun que ia acordando.
— Sai! — Shun não queria acordar. Hyoga achou estranho. — Acorda! — Hyoga levantou Shun que tentava se afastar dele. — Não... Me solta! — Shun parecia irritado. Hyoga já estava ficando sem paciência, ele chacoalhou Shun, e quando parou, ele parecia em si. Olhou fixamente Hyoga. — Que é? — Hyoga olhou sério com a sobrancelha franzida. — Está pronto. — Ele levou Shun para à mesa, o sentou na cadeira. O prato era lindo. — Se não quiser comer o frango, tudo bem. — Hyoga avisou. Ele se sentou para comer com ele. Shun olhava para Hyoga, para a comida, nada de comer. Ele revirava a comida no prato, e Hyoga comia observando aquilo. — Para, isso é irritante. — Hyoga falou ficando enfurecido. — O que deu em você? — Hyoga questionou à Shun que parecia frustrado. — Eu só, estou me sentindo... — Ele olhou para o prato. O moveu para o lado. — Péssimo para comer... — Ele estava fraco e abatido. — Shun... Por favor. Você está péssimo de tanto não comer, por favor, coma! Por mim... — Hyoga pediu terminando a refeição. Levando o prato à pia, o lavando. — Olha... — Hyoga assim que terminou, foi ao lado de Shun. Hyoga fez um carinho nos cabelos de Shun, afastou umas mechas que cobriam seus ouvidos e sussurrou para ele: — Como vou namorar uma pessoa sem energia? — Shun corou. — Vai desmaiar sempre que eu for te beijar? — Hyoga não obteve resposta, viu apenas a vermelhidão nas bochechas de Shun, que fechou os olhos. Hyoga moveu o prato de volta para Shun. — Se você rejeitar isso, estará me abandonando. — Hyoga virou o rosto de Shun para si, o olhou nos olhos que se abriram, e o beijou na boca, com muita delicadeza. Shun foi surpreendido, pelo beijo de Hyoga. “Mas?... É só quando ele quer? Mas..." Hyoga cessou o beijo, encostou o rosto no de Shun, respirou fundo. — Eu não quero perder você... — Shun não entendia. Ficava cada vez mais confuso e inseguro. Ele não queria isso, mas o amava "Então não demonstrarei nada a Hyoga." Pegou no garfo e deu sinal de que ia comer Hyoga foi se sentando ali devagar, olhou Shun sem nenhuma expressão facial. Se Hyoga pudesse ver Shun prestes a explodir, correria, mas ficou ali, sentado aos pés de Shun apoiando a cabeça em suas coxas. "Por que Hyoga não faz nada que eu desejo, na hora certa? Por que me deixa tão... Tão confuso e inseguro?" Shun estava com um pouco de vergonha, com Hyoga ali, com a cabeça em suas coxas. — Por favor, Hyoga... Não fique no chão... — Hyoga olhou para Shun, Hyoga estava com cara de choro. Mas não havia derramado lágrimas. Shun não olhou para ele. Virou a face escondendo seu rosto entre os cabelos. "Por que ele parece querer me dominar? Ele mostra querer tudo na hora que quer e... Fica zangado quando eu não faço!" Ele levantou e saiu dali. Talvez ele quisesse assim. — Estou te esperando no meu quarto, Shun. — Hyoga falou sério, se retirando. Shun se espantou. "Que será que ele quer?" Shun volta a comer e quando ele finalmente termina de comer, (menos o frango) "Realmente o loiro tem bons dotes culinários!" Shun levou o prato a pia, lavou. Ficou pensativo se ia para o quarto ou não. Ele foi para o outro banheiro no final do corredor da sala, escovou os dentes, se olhou no espelho, parando devagar a escovação, quando viu o colar no pescoço. "Mas... Esse colar?... Por que está comigo?" Shun ficou curioso. Tratou de terminar a escovação. "Será que ele vai me pedir em namoro sério?" Shun saiu de pressa do banheiro, correu pelo corredor até a porta do quarto de Hyoga, parou frente à ela. Respirou fundo, tentando não rir. Abriu a porta devagar. Bem devagar... — Entra logo, Shun... — Hyoga estava olhando da janela, o Sol da tarde ainda radiante. Shun entrou tímido, fechando a porta. — O dia está lindo, não? — Shun se achegava ao lado de Hyoga. — Não gosto de calor. — Hyoga abraçou Shun. — Só o seu... E a beleza do dia não se compara a sua! ... — Hyoga olhou para Shun, o abraçou com doçura. Shun queria ouvir mais de Hyoga, o russo o interessava muitíssimo. Estava gostando dos afagos. Shun olhou Hyoga com um olhar meigo, apaixonante! “Ele me olha como... Um anjo!" Hyoga se aproxima da bela feição de Shun, sentia a respiração dele, que era tão pequeno, adorável! Passava a mão nos cabelos dele. Como o desejava! — Shun... — Ele o chamou baixinho. — Shun queria tanto algo que lhe confirmasse o que sentia. Queria que o russo abrisse seu coração para ele, e só então se entregaria ao amor que o mesmo sentia. — Eu... Estou perdidamente apaixonado por você... — Hyoga falou em seu ouvido, descendo a mão até a cintura de Shun, olhando o nos olhos esmeraldas que emanava um brilho tão gracioso quanto o colar em seu pescoço. Shun deu um sorrisinho inocente — Hyoga... Sabe o quão vai ser — Hyoga pegou nas mãos de Shun — Eu sei. — Chegou mais perto do rosto belo do virginiano — Estou disposto a enfrentar e encarar, como um guerreiro implacável, qualquer coisa que tentar nos separar, só para ter você em meus braços eternamente... — Shun ficara encantado com as palavras do russo, eles estavam tão próximos, que Shun não resistiu a um beijo. Um beijo apaixonante e quente, que o deixou certo do que queria, em cada pausa para respirar ele se sentia seguro. — Sim... Hyoga! ... Sim! — Hyoga o beijava apaixonado, a ternura de Shun, aquele ser tão sensível e de pés no chão estava cedendo a seus encantos. — Shun... Te desejo mais que tudo! Ah... — Ele deitou Shun na cama, devagar, ficando sobre ele, dando beijos por toda a face, e fazendo carícias em seus braços, cintura, ele ia entregando beijos ao pescoço de Shun que fazia carícias em seus cabelos loiros, quando beijou o colar, ele abriu os olhos, olhou o colar " Não!" Ele olhou Shun, totalmente entregue à ele, quente de paixão. Não podia deixá-lo esfriar. Hyoga não desceu, subiu para olhar Shun, tirou o cabelo de seus olhos... — Shun... Eu... Amo você. — Shun abriu os olhos, fixou no azul profundo de Hyoga que era como diamante, ficou emocionado com a declaração do amado, colocou a delicada mão na face de Hyoga que fechou os olhos, e virou o rosto para beijar a delicada mão de Shun. Ele deitou ao lado de Shun tomando-o em seus braços. Shun apertou os braços de Hyoga, ficando bem encostado a ele, Hyoga beijou a testa do menor. Shun corou exprimindo os olhos, sorriso escondido, levemente corado. Seu rosto era sob o queixo do amado. Que escapa um sorriso. Dava pra sentir as batidas do coração dele... Do russo que amava. Ele estava tão feliz e nas carícias de Hyoga, adormecia tranquilo se sentindo seguro e amado. Hyoga viu que Shun adormecera e o deixou descansar, indo beber água. Alguém bateu na porta. — Hyoga?! Você está em casa? — A pessoa batia a porta como que desesperada.
Continua...
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