When You Got A Good Thing
1 Você pode me fazer sorrir quando eu quero chorar
Notas iniciais
Espero que gostem desse ultimo capitulo dessa trilogia feita a partir de ideias vindas dessas musicas de Lady Antebellum.
Enjoy ^-^
POV Percy
Nervoso. Essa é a palavra para descrever como estou me sentindo nesse momento e não é para menos que estou assim, afinal hoje é o dia do meu casamento com a mulher que eu amo. Da para acreditar?
Eu não sei como tanta felicidade cabe em mim, mas sempre tem aquela coisa menorzinha que diz que minha noiva vai embora, fugindo com algum cara que não sou eu.
– Cara, relaxa. – disse Grover tocando o meu ombro sorrindo para mim.
Grover é um velho amigo e um de meus padrinhos. Sim, eu tenho três padrinhos assim como Annabeth, que se Deus quiser será minha futura esposa, tem três madrinhas sendo uma daquela que ajudou a minha noiva a organizar algumas coisas Thalia Grace, minha prima que eu amo muito.
– Ela vai vir, cara. Relaxa. Respira fundo e expira. Annabeth não vai te deixar plantado aqui, Percy. – continuou Grover me animando.
– Infelizmente para um monte de caras solteiros e alguns casados também e até mulheres, ela te ama priminho. – disse Nico sorrindo de canto se aproximando de mim e de Grover.
Nico é um de meus padrinhos sendo o terceiro Charles namorado da Silena que é uma das madrinhas de Annabeth. A outra madrinha de Annabeth é Juníper que é namorada de Grover.
Se for pensar nisso, até que poderia sair um casamento quadruplo hoje já que Thalia e Nico também estão namorando firme.
Depois do que aconteceu comigo e com Annabeth, treze meses atrás, Nico e Thalia resolveram colocar as diferenças de lado e admitir o que sentiam um pelo outro percebendo como o futuro é imprevisível e devemos aproveitar o máximo que podemos o nosso presente.
É claro que eles ainda brigam, mas bem menos agora.
– Nervoso filho? – a voz de meu pai, Poseidon, soou ao meu lado me assustando. Grover e Nico riram da minha cara. – É, você esta bem nervoso. – constatou meu pai abrindo um sorriso de canto.
– Sabe a onde tem um remédio para isso? – perguntei esperançoso.
– Sim. – respondeu ele ainda sorrindo me deixando ansioso esperando ele dizer o que é.
Meu pai passou um braço sobre meus ombros e virou nós dois de modo que víssemos a entrada por onde Annabeth passaria junto com seu pai que a conduziria até mim.
– Bem ali. – olhei cético para meu pai. – Quando ela passar por ali. Você não ficara mais nervoso. Ficara entorpecido por ver a mulher que ama vindo em sua direção, tão bela que o ar lhe faltara. – continuou Poseidon e se virou me olhando sem tirar o sorriso. – O melhor remédio de todos. Acredite em mim. O melhor. – meu pai ampliou seu sorriso. – Você vai provar disso agora.
Poseidon apontou para frente da igreja antes de sair do meu lado. Engoli em seco ao ver Silena posicionando a daminha de honra e o pagen, os primeiros a entrarem.
Nico segurou no meu braço e me puxou me colocando no lugar que era para eu ficar no altar. Os padrinhos se despediram rapidamente de mim e foram, pelas laterais, a onde Silena estava chamado por eles freneticamente.
Sentindo meu coração bater cada vez mais rápido. Meu cérebro não processava o que estava se passando na minha frente, ele só resolveu funcionar e distinguir as coisas, as pessoas ao meu redor, quando a marcha nupcial começou os primeiros acordes.
Meus olhos estavam completamente voltados para a entrada da Igreja e foi como meu pai disse assim que a vi aparecer ao lado de seu pai.
Everybody keeps telling me I'm such a lucky man
Lookin at you standin there I know I am
Barefooted beauty with eyes that blue
The sun shine sure looks good on you
I swear
Todos continuam dizendo que sou um homem sortudo
Olhando para você parada ali eu sei que sou
Beleza descalça com olhos azuis
O brilho do sol fica bom em você
Eu juro
– Percy é um cara muito sortudo. – ouvi alguém comentar.
Não seu porque, assenti a isso, meio que automático. Respirei fundo e me concentrei em meu mundo adentrando na Igreja tão linda e sorrindo para mim que era impossível para mim ser capaz de fazer qualquer coisa que não admira-la.
POV Annabeth
Eu estava respirando fundo tentando manter meus nervos calmos, mas eu não conseguia. Apesar de terem me deixado um momento a sós eu conseguia ouvir conversas vindas do lado de fora e isso atrapalhava minha concentração.
Tudo a minha volta parecia entrar em foco, cada som, cada imagem, como se meus sentidos estivessem aguçados além da conta e isso me fez quase ter um ataque cardíaco.
Com brusquidão a porta foi aberta me dando tamanho susto que achei que meu coração tinha parado de bater, mas foi justamente o contrario, ele batia tão rápido que nem sentia as batidas.
Olhei para o ser que ousou fazer isso comigo – eu sou a noiva, hoje é um dia especial para a noiva e o noivo, sustos assim não devem acontecer principalmente antes da cerimonia – e fiz uma carranca ao ver a punk da minha amiga fechando a porta com a mesma delicadeza com a qual a abriu.
– Thalia, isso não é coisa que se faça. – falei por entre os dentes, brava com ela.
– Sei. – disse ela brava também. – E isso é coisa que se faça comigo, Chase? – ela apontou para si mesmo, para o vestido que estava usando.
Sem conseguir me segurar comecei a rir. Thalia odeia vestidos, mesmo que eles fiquem lindos nela como esse, um lindo vestido azul petróleo tomara que cai com algumas pedras decorativas e uma echarpe caída em suas costas com as pontas envolta de seus braços.
– Você esta linda, Thals. – eu ainda não tinha visto ela com seu vestido de madrinha que a proposito é diferente dos das outras duas madrinhas, Silena e Juníper. Modelos diferentes de vestidos, mas com a mesma cor.
Qual é? Todo mundo odeia ir com a roupa igual à de outra pessoa, porque em casamentos as madrinhas tem que ser forçadas a se vestirem iguais?
Silena amou isso. Minha amiga sentimental que no momento estava no banheiro retocando a maquiagem com a Juníper, as duas estavam aqui, há poucos minutos me ajudando a colocar o vestido e me preparar, mas foi demais para o coraçãozinho romântico de Silena me ver pronta para casar.
– Cala a boca. – elogie o quanto quiser ela de vestido, Thalia nunca vai parar de odiar eles. – Você já esta pronta? Quero me livrar desse vestido logo.
Me olhei no espelho que tinha atrás de mim. Alisei o meu vestido de organza tomara-que-caia e decote coração, tiras drapeadas e sobrepostas no corpo, finalizadas com um romântico laço, leve brilho proporcionado por delicados bordados de vidrilhos laser e a cauda removível também em organza.
– Não acredito que finalmente chegamos a esse dia. – sorri sentindo meus olhos lacrimejarem.
Oh I can't believe I finally found you baby
Happy ever after, after all this time
Oh there's gonna be some ups and downs
but with you to wrap my arms around
I'm fine
Oh eu não acredito que finalmente encontrei você
Felizes para sempre, depois de tanto tempo
Oh haverá alguns altos e baixos
Mas com você para envolver meus braços
Eu estou bem
– É, e vai ser com aquele Cabeça de Alga. – resmungou Thalia, mas pelo seu reflexo no espelho eu vi que ela tinha um sorriso no rosto. – E pensar que vão se casar quando vocês brigam por coisas mais pequenas que grão de areia.
– Ah nem vem Thalia. – me virei novamente para a minha madrinha.
– Claro, é você que vai vir. – disse Thalia me deixando confusa. Ela me deu as costas e abriu a porta. – A noiva esta pronta. Eu sei que quer enrolar as coisas o quanto puder para que seu futuro genro sofra um ataque cardíaco fulminante, tio Fred, mas eu quero tirar esse vestido. – essa punk não é nada delicada com suas palavras.
– Thalia! – varias vozes vieram do corredor soando reprovadoras.
Mas estamos falando da Thalia, ela não esta nem ai para isso. Deixando que falassem o quanto quisessem dela, minha amiga foi até o sofá a onde estava meu véu e o pegou com uma delicadeza dramática que me fez rolar os olhos.
– Todo cuidado é pouco. – comentou ela sarcástica levantando os braços sobre minha cabeça.
Enquanto Thalia ajeitava o véu em minha cabeça meu pai entrou sorrindo. Seu sorriso aumentou quando me viu e seus olhos brilharam.
– Sua mãe e eu realmente caprichamos muito na hora de fazer você. – disse meu pai vindo até mim com os braços abertos.
– Pai! – gritei indignada aceitando seu abraço enquanto Thalia gargalhava ao nosso lado.
– Sei pai só esta dizendo a verdade. – a voz doce de minha mãe me fez afastar de meu pai. Realmente meus pais estão precisando ter “tato”. – Como sempre, esta linda minha filha.
Minhas duas outras madrinhas entraram logo depois e recebi mais elogios ao qual eu devolvi na mesma moeda tanto a elas quanto ao meu pai e minha mãe, todos estavam mais que lindos, antes de todos nós irmos para as nossas posições.
O nervosismo que eu estava sentindo antes da chegada de Thalia havia voltado com força total quando meu pai e eu nós postamos na entrada da Igreja. Minhas pernas tremiam levemente e minhas mãos estavam suando.
– Fique calma meu bebê. – sussurrou meu pai ao pé do meu ouvido. – Eu estou bem aqui ao seu lado. – sua mão livre tocou reconfortantemente a minha que estava envolta de seu braço. – E vou entrega-la ao homem que à ama tanto quanto eu, então relaxe minha filha.
So baby, hold on tight
Don't let go
Hold onto the love we're making
Cause baby when the ground starts shakin
You gotta know when you've got a good thing
Então, baby, segure firme
Não solte
Segure-se no amor que estamos fazendo
Porque baby quando o chão começa a balançar
Você precisa saber quando você tem algo bom
Respirei fundo assentindo ao pedido de meu pai. Eu precisava me acalmar e eu tentei, juro que tentei quando a marcha nupcial começou a tocar e meu pai começou a me conduzir para o altar, mas assim que vi Percy todo lindo naquele fraque me esperando no altar todas as minhas tentativas foram em vão.
O som na marcha desapareceu assim como qualquer outro som, meu coração batia tão forte e rápido em meu peito que eu “escutava” cada uma de suas batidas em meus ouvidos.
Apertei o braço de meu pai e respirei fundo maldizendo a hora em que eu aceitei me casar justo em uma Igreja com um corredor tão grande, deveríamos ter diminuído a lista de convidados um pouco.
POV Percy
Desci os dois degraus que davam para o altar quando Annabeth e seu pai estavam a três passos de alcançar os degraus.
– Espero que seja um homem que ame a sua vida mais que tudo nesse mundo. – disse Frederick me olhando serio quando ele e Annabeth pararam a minha frente.
– Eu a amo. – falei sorrindo olhando para minha futura esposa pegando sua mão que seu pai me oferecia. – Mas do que tudo. – beijei sua mão sem tirar os olhos dela e meu peito se encheu de felicidade ao ver ela sorrir para mim e seu rosto ficar levemente corado.
Senti Frederick dar uns tapinhas em minhas costas e ir para o lado da mãe de Annabeth.
Estendi o braço e envolvi a mão de Annabeth nele. Tomando cuidado subimos os dois degraus ficando de frente para o padre.
You know you keep on bringin out the best of me
And I need you now even more than the air I breathe
Você sabe que continua revelando o meu melhor
E eu preciso de você agora mais do que o ar que respiro
A cerimonia teve inicio. Comfesso que não prestei atenção muito ao que ele dizia. Ficava constantemete distraido com a tamanha beleza da minha noiva ao meu lado, olhando para ela o tempo todo.
A mulher que é tudo para mim.
Só voltei à realidade quando vi os labios de Annabeth se moverem, formando a palavra que tornaria ela para sempre minha.
– Aceito.
POV Annabeth
– Perseu Jackson, aceita Annabeth como sua legitima esposa, para ama-la e respeita-la, na saúde ou na doença, na riqueza ou na pobreza, até que a morte os separe? – perguntou com sua voz calma e serena o padre olhando para Percy.
– Aceito. – respondeu Percy me olhando diretamente nós olhos, como ele estava fazendo desde que entrei pela Igreja. Seus olhos verdes tão claros e brilhando como nunca vi.
Meu peito estava “inundado” de felicidade e realização e ao ouvir ele dizer essa simples e única palavra me perguntei como eu estava aguentando conter esses sentimentos dentro de mim.
– As alianças. – pediu o padre e o pequeno pajem, filho de uma amiga, veio em nossa direção com a almofada que continha as alianças. O padre pegou a almofada do pajem, que voltou correndo para o colo da mãe, e inclinou ela em minha direção. – Vá em frente, minha filha.
You can make me laugh when I wanna cry
This will last forever I just know,
Você pode me fazer sorrir quando eu quero chorar
Isso vai durar para sempre eu sei,
Sentindo vontade de chorar e sorrir ao mesmo tempo peguei a aliança maior e Percy me estendeu sua mão esquerda ao qual eu segurei com a mão tremendo, o nervosismo não queria me deixar. Percy apertou levemente minha mão me transmitindo conforto.
– Aceite essa aliança como símbolo do meu amor. – comecei a colocar a aliança em seu dedo anelar esquerdo. – E da minha felicidade. – terminei de colocar a aliança em seu dedo e depositei um casto beijo em cima dela.
Percy pegou a outra aliança e enquanto colocava-a em meu dedo repetiu as mesmas palavras que eu depositando no fim um beijo sobre ela.
– Eu agora os declaro marido e mulher. – o padre abriu os braços e com um sorriso no rosto olhou para mim e para Percy. – Pode beijar a noiva.
POV Percy
Graças a Deus. Soltei em meus pensamentos, queria beija-la desde o momento que a vi, mas agora que finalmente tinha a permissão não faria isso afoitamente, o momento requeria algo mais especial.
Toquei gentilmente no rosto de minha esposa enquanto ela espalmava suas mãos contra o meu peito e devagar me aproximei dela selando seus lábios nós meus sentindo ela sorrir, assim como eu estava.
I know
eu sei
Depois do beijo rebemos uma benção final do padre e teve fim a cerimonia de casamento, mas o dia ainda só estava começando.
Annabeth e eu tivemos que recepcionar todos no lugar que seria a festa. Foi cansativo e ouvia Annabeth agradecer a Deus por ter tirado o salto alto que estava usando durante a cerimonia.
As horas foram passando, a festa do casamento com suas tradições foram rolando e quando não aguentava mais ter que dividir minha esposa com um monte de pessoas e depois de ter a confirmação da Silena eu simplesmente peguei minha esposa no colo, arrancando um grito assustando dela no processo.
So baby, hold on tight
Don't let go
Hold onto the love we're making
Cause baby when the ground starts shakin
You gotta know when you've gotta good thing
Então, baby, segure firme
Não solte
Segure-se no amor que estamos fazendo
Porque baby quando o chão começa a balançar
Você precisa saber quando você tem algo bom
– Já ficamos tempo demais aqui. Hora de irmos embora. Quero ficar a sós com minha esposa. – falei alto para todo mundo ouvir começando a caminhar indo em direção à saída do salão de festas com uma Annabeth completamente envergonhada em meus braços ao ouvir todos rirem do que eu tinha dito.
– Percy! – Annabeth ralhou comigo me dando um fraco soco no peito antes de esconder o rosto contra meu pescoço. – Isso não é coisa para se dizer.
– Mas o que foi amor? Só estou falando a mais pura das verdades. – falei sorrindo e senti ela morder o meu pescoço. – Minha mãe sempre me disse para dizer a verdade.
– Esperem até chegar ao hotel para fazerem sexo, não torturem o motorista. – gritou Thalia. Eu estava feliz demais para ficar bravo por Thalia ter gritado isso e era o que iriamos fazer mesmo, mais uma das puras verdades.
Mas íamos fazer isso em um lugar que nunca fizemos antes.
– Argh, punk idiota. – rosnou Annabeth e ela mordeu novamente o meu pescoço me fazendo travar o maxilar gemendo enquanto senta ela fazer um carinho na minha nuca.
Poxa, eu estava com saudades dela, fazia três noites que não tivemos tempo para nada além dos preparativos para o casamento, roupa para o casamento, recepção de parentes para o casamento. Foi bem torturante esses dias.
We got a good thing, baby, woah
So hold on tight
Baby, don't let go
Hold onto the love we're making
Cause baby when the ground starts shakin
You gotta know, oh you gotta know
Oh you gotta know, you gotta know
When you got a good thing
Nós temos algo bom, baby, Ooh
Então segure firme
Não solte, baby
Segure-se no amor que estamos fazendo
Porque baby quando o chão começar a balançar
Você precisa saber, oh, você precisa saber
Oh você precisa saber, oh, você precisa saber
Quando você tem algo bom
O motorista, Philip, já estava nós esperando com a porta de trás aberta e um sorriso caloroso no rosto. Quando chegamos perto ele fez uma leve mesura para nós fazendo a gente rolar os olhos, peça o quanto quiser para ele não fazer isso que parece que ele se empenha mais inda para fazer isso.
– Direto para o aeroporto particular. – falei enquanto entrava com minha esposa no banco de trás. – O mais rápido que puder.
– Como desejar, jovem Percy. – disse ele fechando a porta.
– Aeroporto? – perguntou Annabeth confusa. – Não tínhamos reservado um quarto no hotel para essa noite e somente amanhã iriamos viajar para Fernando? – Sorri arteiro o que fez Annabeth me olhar com os olhos semicerrados, brava. – Perseu.
– Relaxa, amor. – lhe dei um selinho. A porta do motorista se fechou e logo o carro estava em movimento. – Estava tudo programado para viajarmos hoje, todas as nossas malas já estão lá, só esperando por nós. O hotel só foi uma distração inofensiva. Criado pela Silena, vou deixar claro isso. Da Silena, não minha.
– Argh. – ela batei em meu peito. – Porque fizeram isso?
– A Silena fez isso. – a corrigi. – Ela me ameaçou para fazer o que ela pedia. Eu não sei o que se passa na cabeça dela para querer fazer isso. A Silena é uma das pessoas mais difíceis de se entender nesse mundo. Coitado do Charles.
– Não fala assim da nossa amiga. – Annabeth deu um peteleco na ponta do meu nariz.
– Só estou dizendo a verdade. – falei fazendo Annabeth rir.
Senti algo vibrar em meu peito rapidamente.
– Meu celular. – pediu Annabeth estendendo sua mão para mim, por um momento fiquei confuso até me lembrar que eu estava com o celular dela no bolso interno do paletó.
Entreguei o aparelho para ela vendo que havia uma mensagem para ela. Ela abriu a mensagem e por alguns segundos ela ficou seria enquanto lia a mensagem até começar a rir.
– O que foi? – perguntei esticando um pouco o pescoço para ver se conseguia ler a mensagem.
Annabeth jogou o celular no banco ao nosso lado antes que eu conseguisse ler qualquer coisa e segurou meu rosto entre suas mãos olhando diretamente em meus olhos.
– Parece que o que eu tinha preparado para quando fossemos para o hotel vou ter que fazer em um avião. – ela disse essas palavras calmamente e capturou meus lábios com seus dentes me olhando maliciosamente.
Oh meu pai.
Pensei até em falar essas palavras, mas minha boca estava muito ocupada no momento e não queria que ela ficasse desocupada.
We got a good thing baby
Woah, woah, woah, woah
Nós temos algo bom baby
Woah, woah, woah, woah
Quando falei que queria voltar para Fernando de Noranha, não pensei que seria em minha lua de mel e que novamente seria como um presente de nossos pais, em um jatinho particular que pertencia a familia de Annabeth e que durante a viagem estariamos aproveitando tão bem ela.
A vida reserva muitas surpresas que você nunca esperava que acontecesse. Eu não esperava nada do que havia me acontecido nós ultimos tempos e pensar que tudo isso realmente começou com algumas taças de vinhos, lembranças de exs, de viagens e de pessoas que queriam estar em nossos lugares... Definitivamente não esperava.
– Estamos quase no aeroporto. – a voz de Philip fez Annabeth e eu nós separarmos ofegantes. – Presumam que queriam se recompor antes de chegarmos lá.
Minha esposa e eu sorrimos um para o outro mais felizes que nunca.
E eu só tinha que agradecer aos céus. Annabeth e eu estavamos em um bom caminho. Reforçando de todos os lados e crescendo a cada batida de nossos corações esse algo bom que descobrimos sentir um pelo outro.
Minha vida estava se tornando mais do que completa e ainda tinha muito pela frente, ao que eu rezo para o que quer seja que nós espera nesse novo futuro seja algo tão maravilhoso quanto esse momento.
Fim...?
Notas finais
Para os que acompanham SDH e NaBE, vou atualizar as fics daqui a pouco.
Muito obrigada por lerem essa one. Bjs ^.^
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