When We Were Young
78 It's Forbidden To Step On The Grass
Notas iniciais
IT’S FORBIDDEN TO STEP ON THE GRASS
HOGWARTS
1976
5th YEAR
Kat olhou para o teto do Salão Comunal, enquanto Rabastan a beijava no pescoço lentamente, apertando sua cintura. Ela suspirou, se sentindo meio mal, e olhou os cabelos de Rabastan, observando como eram bonitos.
Antes Kat se lembrava de como queria que Rabastan a tocasse do jeito que estava a tocando agora. Como o queria, e como queria ser feliz com ele. Mas agora quando ele começava a lhe beijar, ela só pensava em quando que acabaria. As vezes ela fechava os olhos e fingia que era outra pessoa. Que Rabastan era na verdade Theo, e que Theo a estava a beijando.
—Kat? — Rabastan chamou. Ela olhou para ele e sorriu.
—Sim, amor? — ela indagou, carinhosa.
—Você… está gostando? — ele perguntou.
—Claro, amor. Você é um ótimo beijador. — ela riu.
—Você não parece estar gostando. — ele disse, a acariciando na cintura.
—Eu estou com um pouco de cólica, só isso. — ela murmurou. Ela viu Evie, Dido e Leh, sentadas no sofá perto. — Se importa se eu ir ficar com minhas amigas?
—Não. Claro que não. — Rabastan murmurou, com a testa franzida. Kat se levantou, mas ele a puxou pelo braço e lhe deu um selinho calmo. Kat sorriu para ele, e foi para junto das amigas. Kat se sentou entre Leh e Dido, e apoiou a cabeça no ombro de Leh, suspirando.
—O que foi? — Leh indagou.
—Cólica. — Kat murmurou de volta.
—Sua cólica por acaso se chama Theo Nott? — Evie perguntou, a olhando cinicamente. Kat engoliu em seco, vendo Theo e Rabastan rirem de algo, junto dos amigos. — Disfarce pelo menos.
—Ela ama ele, porque deveria disfarça? — Dido perguntou, encarando Evie.
—Porque não é certo. — Evie retrucou.
—Se ela se sente bem, talvez seja certo. — Dido rebateu, nervosa.
—Não estamos mais falando de Theo e Kat, estamos? — Leh riu.
—Eu já disse pra você, supere! — Evie falou, ameaçadoramente.
—Eu não posso superar quem eu sou. — Dido falou, com cara de choro.
—Você não é gay. É estúpida. — Evie falou, com o rosto próximo ao dela. Leh e Kat as observaram quietas. E Dido desviou o olhar. — Ei. — Evie murmurou, erguendo o rosto dela, e o acariciando gentilmente. — Você vai casar com um caro super rico, ter um bando de pestinhas. Vai ser feliz. — ela disse. — Okay?
—Okay. — Dido murmurou em resposta. Leh e Kat se entreolharam, mas não falaram absolutamente nada. Dido suspirou, e sorriu. — Então, quando vai dar um bote no Nott?
—O que? N-nunca. — Kat gaguejou. – Rabastan é o meu noivo.
—Mas você não gosta dele. — Leh riu. — Você vai ser infeliz pelo resto da sua vida. — ela proferiu. — Depois vai ser arrepender…
—Eu não posso tentar nada com o Theo. — Kat retrucou. — Além de eu ter um noivo, ele é o melhor amigo de Rabastan.
—Só faz ficar mais excitante. — Leh gargalhou. — Falando em excitante Yuri Petrovich está solteiro. Agora ele vai provar de o veneno de uma sonserina. — ela disse. As meninas gargalharam. — Evie, quando vai nos dizer quem é o cara secreto que você está trepando?
—Não é ninguém. — Evie murmurou. — E se fosse, não seria da conta de vocês.
—Olha só a sua cara de quem anda fazendo um bom e sujo sexo selvagem. — Leh murmurou maliciosa, ficando de quatro no sofá e aproximando seu rosto do de Evie. — Está até mais feliz, anda tendo quantos orgasmos por dia?
—Cala a boca, piranha. — Evie disse e empurrou o rosto de Leh.
As meninas começaram a conversar, e Kat ficou quieta, e olhou para Theo que gargalhava alto de alguma piada besta de Amico. Ela sentiu o coração bater forte, e suas bochechas corarem, quando Theo a olhou e lhe deu um sorriso de tirar o fôlego. Ela sorriu de volta encantada, e mordeu seu lábio, colocando um cabelo atrás da orelha, e depois o olhou de volta, ele deu um sorrisinho.
—Por Merlin. — Evie riu. — Disfarce.
Kat desviou seu olhar de Theo, mas o olhou de cantos dos olhos, mas ele já tinha voltado a atenção para os amigos.
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—Que bundinha linda. — Kat que estava procurando um livro nas estantes baixas, escutou uma voz atrás de si, e se endireitou. Ela olhou para trás e sorriu. -Hey, baby.
—Oi, Theo. — ela riu. Ele riu também, parecendo brincalhão. — O que você faz aqui? Você não é muito do tipo… que estuda.
—Eu não sou. Só to matando tempo. — ele disse, dando de ombros. — E você?
—Estou procurando um livro de DCAT. — ela respondeu. — Eu tenho um pouco de dificuldade nessa matéria, e dizem que esse livro é muito bom, então vai ajudar nos NOM’s.
—Eu posso te ajudar. — Theo falou. — Eu sou muito bom nessa matéria.
—Sério? — Kat sorriu, os olhos brilhando. — Seria ótimo, Theo.
—Sem problemas, baby. — Theo sorriu, apertando o queixo dela. Kat sorriu mais uma vez, e colocou o cabelo atrás da orelha, como sempre fazia quando ela e Theo conversavam próximos daquele jeito.
—Hey. — eles se separaram minimamente quando Rabastan chegou perto deles. Ele deu um selinho em Kat, que forçou um sorriso, olhando para baixo. — Tudo bem?
—Sim. Eu vou ajudar Kat com DCAT. — Theo contou.
—Não sabia que estava com dúvidas. — Rabastan murmurou, passando um braço pelo ombro da garota. -Podia ter pedido minha ajuda.
—Eu não queria te atrapalhar, amor. — ela respondeu com um sorriso doce. — Tem algum problema Theo me ajudar?
—Não, claro que não. — Rabastan disse. — Kat, você não tem que ficar pedindo minha permissão para tudo, eu vou ser seu marido, mas… você não é uma cadela que eu vou adestrar ou coisa assim. Você vai ser minha esposa.
—Eu… eu sei. — Kat sorriu, o achando fofo.
Porque ela não podia gostar dele como antes?
—Ownnn. — Theo debochou, fazendo Rabastan rir.
Kat deu uma risadinha edeu um beijo na bochecha de Rabastan e depois na de Theo.
— Vejo você depois, amor. E Theo podemos estudar todos os dias depois do jantar?
—Claro. — ele respondeu e piscou para ela.
Kat suspirou mais apaixonada impossível.
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—Então, eu tenho uma prima, ela me mandou uma carta dizendo que foi parar no curandeiro. — Leh contou animada. — Ela fez sexo com um cara super gostoso, não o marido gordo dela… e ele fez a cabeça dela explodir. Ela literalmente gozou até os miolos saírem pelas orelhas e foi para no hospital.
—Uau. — Kat murmurou impressionada. Enquanto Dido e Evie riram, comendo seu almoço.
—Então, eu estive pensando… — Leh continuou. — Eu já tive transas excelentes, muito boas mesmo, mas nunca uma transa que me mandasse para o hospital. Eu sinto como se estivesse perdendo algo. — ela gesticulou. — Eu quero dizer, eu não quero um derrame ou coisa do tipo, mas eu gostaria de chegar perto. É isso que chamam de orgasmo que explode os miolos.
—Isso é impressionante. — Kat comentou. Leh riu dela.
—Tudo é impressionante para uma virgem. — Leh provocou. Kat corou, e as outras duas meninas riram. — Você tem que perder sua virgindade antes que crie teias ai embaixo.
—Eu vou perder minha virgindade, apenas no dia do meu casamento. Com Rabastan. — Kat murmurou.
—Você está desperdiçando. Sexo é a melhor coisa. — Leh a contrariou.
—Ela está certa. — Evie suspirou. — Um pouco de sexo selvagem, que explode os miolos e te deixa no hospital é simplesmente… — ela suspirou novamente e fechou a cara. — Então, tem o amor. E o amor arruiná tudo. Amor faz o sexo que de te deixa com os miolos explodidos no hospital virar um sexo papai e mamãe que te faz sempre quase chegar ao orgasmo.
—Você nunca se apaixonou Leh? — Kat perguntou.
—Clar que não. — ela disse. — Evie está certa.– Leh concordou, comendo uma coxa de galinha. — Amor, amor, amor, para o que serve? Absolutamente nada.
—Vocês são pessimistas. — Kat disse. — Acho que sexo com amor só faz ficar melhor.
—Você está certa, Kat. — Adam riu, se sentando ao lado da menina. — Evie é uma vadia, com um coração de pedra, e Leh só é uma vadia, não ligue para elas. — ele brincou. Evie riu, socando o braço dele. — Sexo com amor… vira outra coisa. É quando a pessoa te deixa a possuir de corpo e alma. Sexo com amor é sexo de verdade, sem amor é só mais um ato carnal qualquer. — ele disse. — Você vai entender, quando acharem a pessoa certa. — ele sorriu, olhando para a mesa da grifinória, onde Adhara estava ao lado de Emmeline e as duas riam.
Kat sorriu para Adam, se enchendo de esperança. E olhou para Theo que estava a alguns metros de distância, também sentado na mesa da Sonserina. Seus olhares se cruzaram e ela sorriu mais uma vez.
E se ela já tivesse achado a pessoa certa?
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Já era o jantar, e Kat estava ansiosa para as sessões de estudos que teria com Theo, naquela noite. Ela comia rápido, com Leh ao seu lado, mas Evie e Dido não estavam a vista, as deixando sozinhas.
Kat abriu a boca, mas corou e a fechou novamente. Então, balançou a cabeça, tomando coragem.
—Leh… — ela chamou. A garota prestou atenção nela. — Me fale sobre… sexo. Dói?
—Na primeira vez? Sim, me deu até vontade de parar, porque doía muito.
—Com quem foi?
—Robert. — Leh disse. — Ele sempre estava pela minha casa. Ele era… o chefe do meu pai.
—Oh. Ele…
—Eu tinha 14 e ele 38, eu achei que o amava ou coisa assim. Talvez Adam estivesse certo… eu deveria ter feito com alguém que eu realmente amasse, pelo menos a primeira vez. — Leh deu de ombros, como se não se importasse.
—Você já fez com alguém, por quem você estava apaixonada? — Kat indagou, curiosa.
—Acho que não, bem teve esse cara que eu era muito afim, tipo muito, então eu deixava ele fazer coisas estranhas comigo durante o sexo.
—Tipo o que?
—Eu sempre fui bem pequeninha. – Leh riu, fazendo um círculo com os dedos. — A vagina se alarga para entrar o pênis e depois volta ao normal, então mesmo quando eu fazia com esse cara que enfiava um sapato nela…
—Como é?
—Não era o sapato que ele usava, ela o nosso sapato especial de transa. Um mocassim. — Leh deu de ombros. Kat a encarou chocada. — O que? Foi logo depois que eu perdi minha virgindade, okay? Eu comecei a usar umas drogas… eu não estava no meu melhor momento. Mas então a vagina ela volta tipo...puff. — ela bateu as duas mãos.
—Menos detalhes, por favor. — Kat pediu.
—Você perguntou. — Leh gargalhou.
—Leh, e se eu já encontrei o amor da minha vida e … ele está logo ali, mas eu não posso tocá-lo… o que eu deveria fazer?
—Bem, você não pode ter seus sentimentos feridos, se não tiver sentimentos. — Leh deu de ombros. — Seja uma vaca.
—Acho que ser uma vaca não vai me ajudar. — Kat suspirou. Leh acariciou suas costas e sorriu.
—Desculpe, Kat.
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Theo tinha lhe ensinado alguns feitiços, e agora tinha lhe passado um pequeno questionário, para exercitar a mente dela. Mas Kat não conseguia se concentrar, enquanto o garoto lia um livro de azarações, concentrado.
Ela batucava a pena na mesa, e observava a pele escura do garoto, parecer brilhar lindamente. Seus lábios grossos e seu cabelo curto. Seus olhos escuros e expressivos e a pequena pinta que ele tinha no lado esquerdo do pescoço.
Kat o achava lindo, e só queria jogar todo aqueles livros e pergaminhos no chão e subir na mesa, para lamber aquela pinta no pescoço de Theo. Ela suspirou, sem controlando, e mordeu o lábio inferior.
—Theo. — ela chamou. Ele voltou a atenção para ela.
—Precisa de aju…
—Você já amou? — ela indagou de súbito. — Já amou tanto alguém que não conseguia comer, ou dormir, ou fazer nada além de pensar naquela pessoa? Já se sentiu assim?
—Talvez. — ele disse. — As vezes eu me pego pensando na pele dela, e como ela é macia. Nos olhos castanhos, cor de chocolate. E na risada fofa que ela da…
—Você não está falando sobre a Valentine, está? — ela perguntou baixinho. Theo se aproximou um pouco dela.
—Não.
Os dois se olharam, e Kat quis chorar. Ela não sabia se o que ela via nos olhos de Theo era fruto da sua mente apaixonada, ou se aquilo estava realmente acontecendo. Que os olhos de Theo, estavam lhe retribuindo os sentimentos, que pareciam gritar dentro de Kat. Ela achou que seu coração iria sair pela boca, quando Theo se aproximou mais ainda.
—Se lembra quando nos beijamos? — ele indagou.
—Sim.
—Foi diferente. — ele contou. — Do que as outras garotas. Você foi diferente, Kat.
Theo colocou a mão em sua bochecha, e desceu até o pescoço. Ele a acariciou com o dedão, e ela pode ver sua pinta, em seu pescoço. Ele a fez o encarar e ele deu um sorrisinho. Não um sorriso safado e maroto, mas sim um gentil. Kat sentiu os pelos eriçarem e suspirou, a medida que Theo, aproximava sua boca da sua. Ela ia fechar os olhos, mas sentiu o peso de sua aliança em seu dedo.
—Não… — ela ofegou, ao sentir a respiração dele assoprar em sua boca. — Não podemos. — ela disse de olhos fechados. — Eu gosto muito de você, Theo, mas...– ela disse, pegando seu material depressa e se levantando, para correr para fora da biblioteca.
Kat correu pelos corredores, e desceu as escadas depressa para as masmorras, sentindo suar e ofegar a cada passo que dava. Ela finalmente chegou, e falou a senha, dando de cara com Rabastan. Ela deixou o material todo cair, e começou a chorar. Rabastan a abraçou, e ela se aconchegou em seus braços.
—O que aconteceu, Kat? Você está bem? — ele indagou, a acariciando nas costas gentilmente. Ela apertou seus braços em volta do pescoço dele, chorando.
—Dorme comigo? — ela pediu. — Por favor.
—Claro. Claro. — ele sussurrou no ouvido dela. – Eu estou aqui com você, Kat.
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—Eu menti. — Leh disse. Kat piscou surpresa, parando de fazer seu dever de Transfiguração.
—Sobre o que?
—Se apaixonar. Eu te disse que nunca me apaixonei. — ela murmurou. — Eu menti. Quando eu te vi, sofrendo por amar Theo e não Rabastan, eu entendi, e isso me fez pensar. — ela contou. — Tem esse garoto, você o conhece… ele… eu gosto dele eu acho, sabe...ele parece ser diferente. E nós nunca nem… Eu me sinto esquisita quando vejo ele. Me coração fica acelerado e minha barriga se remexe toda.
—Esses são os sintomas do amor. — Kat sorriu. — Diabretes na barriga, é o maior deles. Se você sente diabretes na barriga por causa de alguém, é porque você gosta dessa pessoa.
—Você se sente assim com Theo?
—O tempo inteiro. Até quando ele está a 10 metros de distância. E eu acho que ele gosta de mim.
—O que? — Leh quase berrou.
—A gente quase se beijou, e eu queria tanto beijar ele, mas… tem Rabastan. — ela murmurou.
—Esquece ele.- Leh falou, irritada. — Você tem a chance de beijar o possível amor da sua vida e simplesmente não faz nada?
—Leh…
—Quer saber de uma coisa? Eu vi Rabastan beijando Diana Rosier e indo com ela para um armário de vassouras.– Leh disse, pegando suas coisas. — Ele não dá a mínima para você, então, porque você deveria dar a mínima para ele? — ela falou, e se levantou, deixando Kat sozinha no Salão Comunal.
Evie e Dido, riram se aproximando de Kat, e sentaram cada uma do lado dela.
—O que aconteceu?
—Ela ficou brava, porque eu não beijei Theo. — Kat contou. — Quando ele… bem, ia me beijar. Então, ela me disse que viu Rabastan me traindo com Diana Rosier.
—Ela disse isso? — Evie indagou, se entreolhando com Dido. Kat assentiu.
—É verdade. — Dido disse. — Nós vimos também.
—O-o que? Eu achei que ela tinha falado por falar.
—É verdade, Kat. — Evie murmurou, colocando uma mecha do cabelo de Kat atrás da orelha dela. — Rabastan não merece você ou a sua virgindade.
—Você merece ser feliz, mesmo que seja por um tempo. — Dido concordou.
Kat sentiu vontade de chorar, e Evie e Dido a abraçaram, trocando olhares mais uma vez.
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—O por do sol daqui é muito bonito, não acha? — Kat indagou, entrando na Torre de Astronomia. Theo que estava na beirada olhando par ao céu, se virou para ela.
—Porque me pediu para te encontrar aqui? — ele perguntou frio.
Kat mordeu os lábios, e fechou a porta da Torre. Ela voltou a olhar Theo e tirou da bolsa uma manta e a estendeu no chão, depois tirou algumas velas, e com a varinha as ascendeu e colocou pela Torre. Theo a observava curioso. E ela sorriu, tirando da bolsa uma garrafa de hidromel cara, ela abriu, e colocou em duas taças, ela estendeu uma para Theo, e bebeu um gole da sua, antes de colocar no chão.
Kat se encostou na porta, se sentindo nervosa, mas abriu aos poucos abriu a grossa capa de Hogwarts e a deixou escorregar pelo seu corpo, até cair no chão. Ela ergueu os olhos para Theo, apenas com uma lingerie verde, e sorriu, tentando parecer confiante.
—Eu acho que fazer sexo é algo que se tem que fazer com alguém que ama. — ela murmurou. — E eu te amo, Theo Nott, então se você não me ama de volta do jeito que eu te amo, eu sugiro que saia dessa torre, mas… se tem uma possibilidade de você me amar, eu vou ser sua.
Theo piscou parecendo chocado, e correu os olhos sobre o corpo de Kat, mas sua atenção logo voltou aos olhos dela. Theo não era o cara mais romântico de Hogwarts, ou de qualquer outro lugar. Ele era não fazia amor. Ele não sentia nada além de atração, e era assim que ele achava que se sentia sobre Katherine. Ela era bonita e engraçada, e ele não tinha notado que aquele desejo que tê-la não era porque era proibido. Não era porque ele queria fodê-la. Era porque ele gostava dela. Se importava com ela.
Ele se pegava pensando nela antes de dormir, ou ao andar nos corredores. E ficava a olhando quando estavam perto. Theo piscou mais uma vez atordoado, pela avalanche de sentimentos que gritava dentro de seu corpo. Ele não sabia o que dizer, então apenas o fez.
Quando puxou Katherine pela cintura fina e nua, ele suspirou e a beijou. Foi diferente da outra vez, sua barriga pareceu se contorcer, e Kat o abraçou pelo pescoço, o arranhando de um jeito gostoso.
Ele havia a beijado.
Agora não tinha mais volta. Agora não tinha mais Rabastan. Agora tinha apenas os dois e a boca deles coladas uma na outra, e o sentimento que transbordava dos dois.
Theo a acariciou gentilmente com a língua, e colocou uma mão sobre o ombro dela, descendo lentamente a alça de seu sutiã, tão devagar que quando o bico do seio de Kat apareceu, ele suspirou aliviado. Fez a mesma coisa com o outro, e lhe deu beijos carinhosos sobre o ombro e a clavícula, enquanto a abraçava e abria o fecho de seu sutiã. Kat ofegou, quando seu sutiã caiu no chão e Theo passeou a mão de suas costas para suas costelas, e subiu devagar até envolver um seio em sua mão.
Kat gemeu baixinho, sentindo a pele queimar por onde Theo passava a mão. Ela apertou seu seio devagar, e desceu os beijos de seu pescoço, para seu seio. Ela o sentiu sugar seu mamilo, e gemeu um pouco mais alto, corando. Theo a olhou com seu seio na boca, e voltou a beijá-la. Ele pegou suas mãos delicadas e as colocou sobre seu peito. Kat engoliu em seco e o acariciou, e começou a desabotoar sua blusa devagar, até deixar ela cair no chão. Ela voltou a colocar a mão em seu peito, e as desceu sobre sua barriga e depois voltou. Kat beijou o peito de Theo, e depois seu pescoço, colocando as mãos em sua cintura e depois as descendo para a calça. Theo sentiu as mãos delicadas, desafivelarem seu cinto, e empurrarem as calças para baixo, até ela caírem no meio de suas pernas.
Theo voltou a beijá-la, enquanto pulava as pernas para fora da calça, e tirava os sapatos com os pés. Ele a abraçou, e os seios da garota se comprimiram contra seu peito. Ela o abraçou de volta e gemeu seu nome em seu ouvido, baixinho como se tivesse escapado sem querer. Ele sorriu e se separou a deitando em cima da manta, Katherine suspirou, abrindo as pernas, mas Theo voltou a beijar seus seios, e desceu uma mão pelo seu corpo e a infiltrou dentro de sua calcinha. Kat estava tão quente, que os dedos de Theo se melaram, sem ele ao menos a tocar direito. Ele passou os dedos sobre suas dobras devagar, a apreciando se contorcer, depois procurou pelo clítoris e sorriu ao encontrar. Percebeu que com Kat ele tinha que ser gentil, porque ela não era como as outras meninas, então a acariciou tão delicadamente, que ela gemeu frustrada e o arranhou no braço. Os dedos de Theo começaram a se mover mas depressa, a acariciando em círculos, devagar, depois aumentando a velocidade, até que Kat estivesse gemendo baixinho e se derretendo toda. Ele tirou seus dedos de dentro dela, e a viu fazer um biquinho. Theo chupou seus dedos, e ela corou, mas sorriu.
—Você tem um gosto incrível, Katherine. — ele a confidenciou. Theo puxou a calcinha dela pelas pernas, e lhe deu um beijo no clítoris. Kat gemeu alto, e ele tirou sua cueca, ficando pela em cima dela. Ela sorriu, e colocou uma mão sobre a sua ereção, movimentando para cima e para baixo lentamente. Ela queria provar Theo, mas ele segurou suas duas mãos contra a manta, e ela abriu as pernas, os dois se olharam, quando Kat sentiu o pênis de Theo em sua entrada. Ela fechou os olhos, esperando. Mas escutou a voz de Theo. — Quero que olhe para mim.
Isso a fez abrir os olhos imediatamente, e Theo se forçou contra ela, entrando devagar, sentindo cada pedaço de Kat se contrair e se abrir para acomodar sua intimidade. Ele se forçou mais e finalmente entrou todo. Os dois gemeram tão aliviados, que riram depois. Theo se acomodou dentro de Kat, e a observou, ela não fazia careta, apenas sorria para ele, como se fosse a pessoa mais feliz do mundo. Ele se curvou a dando um beijo, e se movimentou em cima dela.
—Theo… — ela suspirou, ele escondeu o rosto em seu pescoço, e estocou mais uma vez. Eles gemeram, e se mexeram juntos. Kat sentiu os dedos de Theo, apertarem suas coxas e as abrirem mais um pouco. Ela gemeu, sentindo o corpo todo tremer de excitação. Seus mamilos ficarem duros, e sua intimidade ficar ensopada a cada estocada forte de Theo em si.
Theo ofegou em seu ouvido, e Kat sorriu, o sentindo se mover deliciosamente em cima dela. Ele começou a estocar rápido e duro, ainda delicado, mas agora Kat gemia sem parar e Theo gemia baixinho, sentindo como se fosse explodir a qualquer momento, como se a cada estocada fosse gozar tão forte que ele derreteria.
—Não pare. — Kat gemeu, jogando a cabeça para trás, e abraçando Theo. — Não pare nunca, oh, Theo! — ela o arranhou. Ele agarrou-lhe um seio, e o chupou forte, a fazendo dar um gritinho, ele a mordeu, deixando uma marca.
—Você me deixa louco, Katherine. — ele sussurrou em seu ouvido, e ela achou que piraria. O abraçou tão forte, que o fez colar seu peito no dela, enquanto mexia o quadril. Tão colados que podiam escutar o coração acelerado um do outro, bater em ritmos iguais. — Goza comigo, Kat. — ele pediu, mordiscando sua orelha.
Os dois gemeram em uníssono, sentindo o corpo tremer em conjunto, Kat jogou a cabeça para trás, sentindo seu corpo parecer entrar em combustão. Theo sentiu o familiar comichão, e enfiou seu rosto no pescoço dela. Gozaram juntos, e gemeram o nome um do outro.
—Eu te amo, Theodore. — Kat murmurou, agarrando o rosto dele e lhe dando um beijo.
Mas Theo tinha os lábios crispados, parecendo pensar em algo.
—Rabastan…
—Ele não importa. — Kat o cortou. — Ele está provavelmente se pegando com Diana Rosier agora…
—Não, não está. — Theo falou. Katherine franziu a testa, confusa. — Ele não ficou com nenhuma garota, desde que começaram a namorar… porque? É por isso que fez isso?
—Não. — Kat falou, piscando confusa. Ela beijou Theo. — Isso é sobre eu e você. Não tem mais ninguém nisso.
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Kat andou em passos duros, até as amigas, que estavam sentadas no lugar de sempre no Salão Comunal, rindo e fofocando. Quando chegou perto as amigas a olharam.
—Rabastan nunca beijou Diana Rosier. — ela falou, e cruzou os braços.
—Não. Ele nunca a beijou. — Evie disse, e deu de ombros. Kat suspirou, querendo chorar.
—Porque?
—Porque você ia ser infeliz pelo resto da sua vida. — Leh falou. — Nós te ajudamos.
—Você devia nos agradecer. — Dido concordou. Kat sentiu lágrimas descerem pela sua bochecha, a qual ela rapidamente enxugou.
—Eu odeio vocês. — ela disse.
—Não, não odeia. — Evie a contrariou. Ela olhou para atrás de Kat. — Seu namorado está vindo.
Rabastan a abraçou por trás, e a deu um beijo no pescoço. Ele virou Kat para ele e sorriu.
—Tudo bem?
—Sim. — ela forçou um sorriso, e deu um beijo em Rabastan. Ela abriu os olhos lentamente, e viu Theo no canto, a encarando. Ele lhe deu um sorriso doce, mas safado. E ela sorriu, no meio do beijo com Rabastan.
Ela não se arrependeu de nada.
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