Notas iniciais
Yo!

Eu achei que este seria o ultimo capitulo, mas acabou que vou postar esse em dois.

A música dessa vez é Let Me Hear You Screm do Ozzy Osbourne.

Enjoy e Boa Leitura!

Londres, Inglaterra

30 de dezembro de 2010

23h 30min

- Já faz um tempo em que o Alexis e a Ninfa estão lá, você não acha, Selina? – pergunta Érik.

- Deixe eles, com certeza a Ninfa deve estar bem triste – Selina responde com um sorriso de canto, bebendo uma taça com o mesmo líquido que de para Érik.

- O que é isto aí, Selina?

- Nada de mais, mas é bom, você experimentou, não é?

- Sim, mas achei um pouco estranho, para uma bebida de festas.

- Você acha? Eu acho que acalma os nervos.

- Quer saber, vou ver o que aconteceu com aqueles dois – ele se levanta e vai em direção a porta do banheiro.

Selina o pára e diz:

- Érik, não é aí que eles estão.

- Não? Então aonde?

- Venha, eu te levo até onde deixei eles.

Selina se virou e começou a seguir pelos corredores da mansão. Érik achava estranho o comportamento da menina, afinal, ela estava com um sorriso no canto da boca, e a voz em um sussurro que era assustador.

Ela, ainda com a taça na mão direita, de costas para Érik, que a seguia, Selina andava com os dedos indicador e do meio arrastando na parede branca, mofada, de repente, os dedos de Selina atingem um liquido viscoso e vermelho, e Érik logo avista o corpo de Ninfa, perfurado por uma espada. Ele fica sem reação.

(http://www.youtube.com/watch?v=PFH0vGYVurI)

Selina se vira e olha Érik por cima do ombro gargalhando.

Todas as lâmpadas que iluminavam os corredores se apagam.

Érik encosta suas costas na parede e grita:

- O que aconteceu com a Ninfa?!

- Ela morreu! Você não viu? É tão bonito, mas ainda sim é burro...

- Foi você quem matou, não é, Selina?

- Quem mais poderia ter sido, ein? – ela gargalha, assustando Érik.

- Então você também matou o Alexis.

Ela começa a rir, baixo, mas Érik não conseguia ver de onde viam os risos, de repente ele sente uma rajada de vento em seu rosto e fecha os olhos, quando os abre, se depara com Selina cara a cara com ele, mas ela estava com os olhos brancos e pele pálida manchada de sangue, com um sorriso no canto da boca.

Ela pega o colar de estrela que usava e aponta a ponta maior em direção ao ombro de Érik. Ele não consegue se mover por puro medo.

Ela afunda a ponta na parte entre o ombro direito e o pescoço de Erik¹, ele grita de dor.

- Quero ouvir você gritar... – ela gargalha mais uma vez e Érik fecha os olhos, quando os abre de novo, ela não está mais lá, mas a dor ainda é forte.

- Por que você faz isso...?

- hmph, tenho que manter a casa cheia o ano inteiro, querido – ele ouve o som de uma taça se quebrando. – e o sangue da Ninfa é realmente bom, não é? Afinal você parece ter gostado muito.

Então ele se dá conta de que o que bebeu foi o sangue de Ninfa.

O loiro tenta achar a espada que perfurou Ninfa e, mesmo no escuro, a acha. E a aponta para vários lugares, pois não fazia idéia de onde Selina estava.

Mais algumas risadas fracas, uma na direita de Érik, outra na diagonal esquerda, outra na frente, e outra na diagonal direita, uma na esquerda e uma alta, muito alta que tomou todo o corredor provocando um eco enorme.

- Você acha que vai me matar com essa espada?! – a voz rouca no mesmo tom que a gargalhada também fez eco no corredor escuro – Querido, eu JÁ estou morta! – desta vez as risadas foram fracas novamente.

- Mas por que nós, Selina?!

- Iii!! Para de me chamar de Selina! É Nymaha, Ny-ma-ha!

De repente, cenas invadiram a mente de Érik, ele conhecia Nymaha, e foi em uma festa de Ano Novo em que ele ouviu falar dela. Pois foi a agência de detetives de Ninfa que investigou seu caso.

Nymaha foi uma menina morta à meia noite, em uma festa de Ano Novo, ela foi assassinada por um Serial Killer, que matava apenas garotas, a intenção dele era matar vinte, por isso começou desde o numero 1, ou seja, uma menina de 1 ano, depois, uma de 2, e assim por diante. Como esse assassino era muito amigo da família de Nymaha, ele a conhecia muito bem, e sabia, que ela tinha 19 anos. Para o assassino, como os detetives já sabiam, faltavam apenas duas garotas, uma de 19 e outra de 20 anos. Quando o assassinato aconteceu, Ninfa, Carrie, Alexis e Érik foram até o local, que era uma casinha pequena, onde acontecia uma festa familiar. Mas às 00h e 00min Nymaha foi morta. Houve um tiroteio e o assassino foi morto, por uma bala do pai de Nymaha, que guardava uma espingarda em casa. O mais provável é que o assassino fazia isso por puro capricho. E a família dizia que ele tinha problemas econômicos, o que acarretou em problemas psicológicos. Depois de 5 anos do assassinato, aquela mansão foi construída no local, mas os moradores começaram a morrer, e ela foi abandonada. Desde então, no Ano Novo, têm tido festas na qual ninguém sabia quem era o anfitrião.

- Você foi a menina de 19 anos!

- Uau! Descobriu isso sozinho ou precisou de ajuda?!

- Por que você ‘tá’ matando ‘a gente’?!

- Eu mato porque não quero ficar sozinha neste local... com ele... – as últimas palavras foram um sussurro, algo para só Érik ouvir, afinal, foi na orelha dele que ela sussurrou.

Érik sentiu o vento gelado em sua orelha esquerda, mas ainda sim ouviu as palavras.

- Por isso, você tem que morrer também!

Érik começa a sentir as pontadas da estrela do colar de Nymaha em todo o corpo, rápidas, a dor era insuportável e o sangue escorria dos pontos onde a estrela era afundada, ele gritava, gritava e gritava, mas tinha que pensar, tinha que pensar de alguma forma, mas como, se ele não tinha tempo nem para respirar?

Continua...

Notas finais
¹ - eu coloquei assim porque eu não lembro se tem um nome, mas acho que tem.

E ai? Gostaram? haha imaginavam essa também? hahahaha'
Acho que sim '-'

Agora sim foi o penultimo capitulo, o proximo já acaba! xD

E bom, tem pessoas que aparentemente estão acompanhando a fic mas não mandam review. Por que ein? ç.ç Review é tão legal! /*-*/

See ya.