When Love And Death Embrace
19 Capítulo 19
Notas iniciais
POV EMILY
Acordei com os raios de sol entrando pela janela batendo direto em meu rosto. Havia me esquecido de fechar a persiana na noite anterior. Tirei os braços de Brian de cima de mim bem devagar para não acorda-lo e caminhei cobrindo os seios com os braços para fechar aquela porcaria.
-Juro se acordar todos os dias com essa visão vou achar que morri e estou no paraíso...
Levei um baita susto ao ouvir sua voz rouca e me virei de supetão quase caindo pra frente. Tentei puxar o xale da poltrona ao meu lado para me cobrir, mas não deu certo já que aquilo era costurado no estofado.
-Não acredito que ainda tem vergonha de eu te ver nua depois de ontem?!-falou parecendo se divertir com meu constrangimento.
-Ah... é que...não estou acostumada a ficarem me olhando nua andando pelo quarto. –as maças do meu rosto queimavam.
-Posso me sentir privilegiado então?-sorriu safado e correu os olhos pelo meu corpo.
Foi aí que me dei conta que continuava sem roupa alguma e nem estava mais com os braços sobre os seios.
Andei apressada e peguei a camiseta dele que estava jogada aos pés da cama e a vesti rapidamente.
-Tudo que é bom, dura pouco. — suspirou fingindo ter ficado magoado.
Fiquei parada em frente à cama feito uma idiota por não saber o que fazer. Ele tinha o poder de me deixar desconsertada e sem palavras.
-Vai ficar aí parada?-abriu os braços me chamando para abraça-lo.
-Sabe... Eu...
-Vai me deixar ficar com dor nos braços?-perguntou arqueando uma sobrancelha.
Fui até ele meio hesitante e me sentei ao seu lado na cama, puxou-me pelos ombros me fazendo cair em seu colo.
-Já disse que você é linda demais?-encostou seu nariz no meu. Respondi que não com um aceno de cabeça, mas nem pensava direito com sua aproximação.
-Pois você é!-me deu um selinho demorado-Não precisa usar isso. -levou às mãos a barra da camiseta e tentou levanta-la enquanto beijava meu pescoço.
-Brian... Não... Pare por favor!-implorei já sentindo meu corpo mole.
-Por que devo parar Emily? –continuou beijando meu pescoço e subiu as mãos dentro da camiseta acariciando minhas costas.
-Por que... Bem por que... -droga porque ele devia parar mesmo?
Puxou a camiseta a tirando e me sentou em seu colo de frente pra ele, segurando-me pelas coxas colocando-as uma de cada lado do seu quadril. Voltou a me beijar e enquanto uma mão segurava minha nuca à outra descia para tocar entre minhas pernas.
-Syn?
-Ham?
-O que tá fazendo?
-Te dando prazer. -Disse como se fosse algo obvio demais.
Começou a acariciar meu sexo liso, deslizando os dedos de cima para baixo por toda sua extensão e voltando fazendo o mesmo movimento torturante.
Enterrei o rosto na curva de seu pescoço. Estava morrendo de vergonha por estar tão exposta a ele, mas seus dedos em mim estavam me enlouquecendo.
Comecei a gemer baixinho e minha respiração ficou acelerada. Ele soltou minha nuca e virou meu rosto para que eu olhasse para ele.
-Por favor, me deixe ver seu rosto quando gozar... -sussurrou em meu ouvindo.
Quase gritei quando ele pressionou os dedos com mais força, ainda fazendo os mesmos movimentos, mas apertei os lábios para me conter.
-Você me deixa louco-Falou mordiscando minha orelha.
Você que está me enlouquecendo! -pensei.
Minha respiração estava cada vez mais rápida e quando ele me sentiu estremecer em seu colo colou sua testa na minha e me pediu:
-Não feche os olhos... -acabei não me segurando e gemi alto quando me senti explodir em sua mão. Mordi seu lábio inferior com força, mas não fechei os olhos como ele me pediu.
-Incrível... -seu tom de voz soou sexy demais.
Mas quem deveria estar dizendo isso não era eu?Porque quem fez tudo sozinho foi ele.
Encostei meu rosto em seu ombro, esperando minha respiração voltar ao normal.
-Minha vez agora?- o olhei assustada. E antes que pudesse responder me levantou um pouco de seu colo e me fez sentar em seu membro, que entrou de uma vez em mim. Gritei mas dessa vez foi de dor, ele me havia pego de surpresa.
-Shiiii,calma.-acariciou meus cabelos, encostando a testa na minha e ficou parado até que a dor passasse-Sentada em meu colo com a garota pulando em cima de mim...
Jogo da verdade novamente.
Assenti com a cabeça e comecei a me mover em cima dele. Ele segurava minhas coxas e me ajudava nos movimentos quase saindo de dentro de mim. Ele jogou a cabeça para trás e afrouxou o aperto em minhas pernas. Continuei sozinha os movimentos tentando fazer como ele disse que gostava. Ouvi seus gemidos e não conseguia desgrudar meus olhos dele.
Coloquei as mãos nas laterais de seu rosto fazendo-o olhar pra mim, puxei seu lábio inferior com os dentes.
-Quero ver seu rosto quando gozar... -sussurrei em seu ouvido imitando-o. Já não estava mais sentindo vergonha dele. E resolvi ousar um pouco mais.
Ele gemeu alto e voltou a agarrar minhas coxas. Por um breve momento, tive um lapso de consciência e parei. Ele me olhou com cara de dor. Mas continuei parada.
-Por que... -ofegou-você parou? Estou te machucando?
-É que...
-Não está gostando?-respirou pesado sem me deixar responder. — Podemos mudar de posi...
Pus a mão em seus lábios para que ele parasse de falar e eu pudesse me explicar.
-Você não está usando camisinha. Desculpe, fico meio insegura com isso.
Ele encostou a cabeça em meu ombro e respirou fundo.
-Tem razão. -ficou respirando como se estivesse muito cansado.
Levantei-me de seu colo e sentei ao seu lado na cama. Ele se jogou pra trás apoiando a cabeça nas mãos e ainda respirando fundo. Puxou o lençol até a cintura.
-Está bravo?-perguntei baixinho.
-Comigo mesmo por ter trago apenas uma. Sou um idiota.
Deitei ao seu lado e encostei a cabeça em seu peito.
Deslizei a mão por baixo do lençol e segurei seu membro começando a fazer movimentos de vai e vem. Ouvi-o gemer baixo.
-Não precisa... -gemeu de novo-fazer isso...
-Mas eu quero. -disse já ficando corada, mas continuei com o rosto enterrado em seu peito para que ele não percebesse que eu estava embaraçada.
Depois de alguns minutos senti um liquido quente e pegajoso lambuzar minha mão e o ouvi gemer longamente.
Ficamos um tempo em silencio. Eu na mesma posição até o rubor em meu rosto passar e ele não perceber que tinha ficado constrangida. Afinal não sou nenhuma criança para agir assim. Ele acariciando minhas costas.
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