When Love And Death Embrace
18 Capítulo 18
Notas iniciais
POV BRIAN
Saí lentamente de dentro dela e a vi sorrir quando gemi um pouco alto demais.
Nunca havia sentido tanto prazer em toda minha vida. Já tive várias outras mulheres, às vezes até mais de uma por vez, mas nada se comparou com o que senti com ela.
Seus dedos acariciavam meus cabelos e fiquei um tempo repousando minha cabeça em seu peito. Queria dizer algo para que soubesse o quanto foi incrível fazer amor com ela. Mas não consegui pensar em nada que expressasse aquilo. Apenas aproveitei a sensação do seu toque em meus cabelos e meu rosto encostado em meio aos seus seios ouvindo seu coração disparado. Poderia ficar assim pra sempre...
-Brian?-chamou baixinho.
-Sim?-levantei a cabeça para olha-la e vi que ainda estava com as bochechas rosadas e a boca muito vermelha. Linda demais...
-Por que ficou tão calado? -sua voz soou insegura.
Será que ela achou que eu não gostei?!
-Só estou tentando prolongar um pouco mais o que me fez sentir. Não sou muito bom com as palavras... Desculpe.
-Tudo bem, também sou assim...
Apesar de ser uma mulher extremamente sexy, pareceu uma menininha quando me disse isso.
Acabei ficando excitado de novo, olhando para aquela boca vermelha, um contraste perfeito com sua pele muito clara. Cada centímetro do seu corpo sob o meu, me fazia sentir que estava deitado em brasas. Mas não queria cansa-la mais. Seu dia foi cheio, trabalhou muito na organização da festa e parecia exausta quando a encontrei no corredor. Entendi que precisava deixa-la descansar.
Rolei para o lado a puxando para meu peito. Seus braços abraçaram minha cintura e ficou assim até adormecer.
Fiquei olhando pra ela e seu rosto de feições delicadas parecia sereno. Não consegui evitar analisar seu corpo: seios firmes e grandes, de formato perfeito e as argolas nos mamilos rosados deixavam-os ainda mais atraentes. As tatuagens combinavam tanto com sua personalidade e aparência que parecia ter nascido com elas. O cabelo vermelho com mechas pretas caia por suas costas me fazendo lembrar uma súcubo que vi em uma pintura certa vez. A pele branca e aveludada, cintura fina e quadris arredondados... Tudo nela era perfeito demais. Sua aparência, a personalidade, seus princípios... Jamais imaginei que conheceria uma garota assim. A garota certa, como diria o meu pai, Papa Gates. Aquela que conseguiria amarrar o garanhão Synyster Gates.
Deslizei meus dedos por suas bochechas, delicadamente para não acorda-la, enquanto ainda a observava encantado. Ela se moveu virando um pouco para o lado deixando suas costelas a mostra. Havia cicatrizes ali provocadas por ferimentos profundos. Lembrei-me da história contata por ela sobre como se cortava para aliviar a dor na alma usando dor física, após a morte do irmão e do amigo. Passei um dedo pelas cicatrizes e prometi a mim mesmo que jamais a deixaria voltar a se machucar daquele jeito e com esse pensamento adormeci sentindo sua respiração quente em minha pele.
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