Notas iniciais
Oie!!! Como estão vocês? Estou muito feliz, hoje faz um ano que criei a minha conta no Nyah, disposta a postar as minhas histórias. Fazia anos que lia fanfics, mas nunca me achei capas de compartilhar as minha loucuras... e veja só onde estamos agora. Quem diria né? 10 histórias postadas (2 finalizadas, 1 repostada, 2 ones e 5 em andamento) Muto obrigada pelo carinho que estão tendo comigo, por permanecerem ao meu lado e me apoiarem sempre. Vocês são mais que leitoras, são minha amigas. Muito obrigada de coração! Obrigada pelos reviews vcs estão curtindo o nosso casal faísca? Boa leitura!

Alguém pigarreia e nós nos desconectamos. De novo.

— Bom, interessante este debate. Mas acho que podemos ir, nossos pais já terminaram de cumprimentar o povo. — Alice diz olhando de mim para Edward com um brilho no olhar. — Nós vamos para casa dos Swan. — Ela diz empolgada para Rose e Jasper, que assentem.

— Nós sabemos. Vocês vão amar o Rainbow, é um dos mais bonitos do Condado – Rose diz. — Mostra o pomar para eles amiga. Ele deve estar lindo nesta primavera.

— Você saberia se não me abandonasse. — Eu digo dando uma cotovelada leve em seu braço. — Acho melhor nós irmos. — Eu digo e dou um abraço em Jazz e um beijo em Rose.

— Bella, não esquece de convidá-los pra hoje a noite. — Rose diz quando já estamos mais distantes. Os três Cullens me olham.

— Eu explico em casa. Vamos! — Eu digo e vou para a caminhonete. Eles vão para o carro deles.

Chagamos em casa rapidamente, com os Cullens nos seguindo. Eu desço do carro e vou direto para a cozinha, deixando o meu pai apresentando o sítio para eles. Afinal, eu precisava terminar de organizar as coisas.

Como será um churrasco, nós comeremos do lado de fora. Eu coloco todo o aparato para acender a churrasqueira em seus lugares. Nesta hora, meu pai chega com os convidados.

— Bella, deixe isso conosco! — Meu pai diz — não quero te perder para um incêndio, minha filha! — Eu reviro os olhos.

— Você a deixa competir num rodeio e tem medo que ela acenda a churrasqueira! — Carlisle exclama e todos riem.

— É diferente, Bella é incrível montando. Já lidando com o fogo... — Eu encaro o meu pai bem chateada. Ele ergue as mãos em rendição. — Filha, você não pode ser boa em tudo né? Já basta tudo o que você faz. — Meu pai diz e todos me olham. Eu coro levemente e coloco o meu avental por cima do vestido floral que estou vestindo.

— Sério, o que mais a Bella faz? — Esme pergunta.

— Bella cuida de toda esta casa sozinha, Esme. Tudo mesmo, da limpeza à comida. — Ele diz e eu sinto o tom de orgulho em sua voz mesmo sem encará-lo. — Ela é a responsável pelo pomar inteiro, vocês vão ver como ele é grande. Ela mesma fabrica as nossas compotas. — Ele suspira. — Ela é incrível em organizar tudo, desde as minhas meias à contabilidade do sítio. Ela é maravilhosa. Sofro em pensar que em breve eu a perderei. — Ele finaliza. Eu me viro para ele.

— Como assim, Charlie? — Esme pergunta.

— Olhem para ela. Um dia, um homem vai levá-la de mim. — Charlie diz – Ela vai se apaixonar e deixar este velho por aqui. Mas eu vou garantir que seja o melhor homem para ela. — Ele diz e eu reviro os olhos.

— Pare pai. Mesmo se um dia eu me casar, eu não sairei do seu lado. — Eu digo e volto a organizar a mesa. — E isso ainda vai demorar muito.

— Seu namorado não parece ter cara de que vai te enrolar tanto. Ele parecia muito apaixonado. — Edward diz com uma cara estranha. Oi?

— Que namorado?! — Eu e meu pai perguntamos ao mesmo tempo e todos olhamos para ele.

— O que eu vi te abraçando na frente do hospital na quinta. Ele parecia bem íntimo. — Ele diz com visível reprovação e malícia. Eu coro violentamente.

— Bella... ?

— Foi o Jake, pai. Lembra que encontramos com ele e Billy na saída? — Eu respondo e meu pai gargalha. Os Cullens me olham confusos e eu dou de ombros.

— Eu não tenho namorado. — Eu digo olhando para Edward. — E muito menos seria o Jake.

— O Black tenta ganhar a Bella desde menino. Ele se declarou para ela ano passado, no meio do rodeio. Foi o assunto do Condado por meses. — Charlie diz – Mas Bella disse não.

— Uau! Na frente de milhares de pessoas? — Alice exclama. — Eu amaria uma declaração dessas. — Ela diz empolgada.

— Esse é exatamente o problema. Eu não o amo. Somos só amigos — Eu digo – Ainda mais que eu odeio exposição dessa forma e ele sabe disso. fiquei com raiva dele ter feito isso. Nós treinamos juntos o ano inteiro, porque ele simplesmente não me disse. Eu me senti meio traída, isso sim. — Eu digo e me viro para ir para a cozinha buscar algumas coisas.

Logo depois Alice e Esme aparecem oferecendo ajuda, que eu aceito de bom grado. Nós começamos a conversar enquanto meu pai e os outros homens acendem o fogo.

— Então, Bella, você faz faculdade? — Alice pergunta e eu nego.

— Eu fiz um curso técnico de Agronomia aqui mesmo em Joliet. Não quis me afastar do meu pai. — Eu digo simplesmente. Como estou de costas para a porta, não vejo que Edward está ali escutando. — Aqui a maioria das mulheres não fazem faculdade. Nem mesmo muitos homens. A vida deles é no campo, no pesado.

— E a das mulheres é parindo e cozinhando. É o que Deus quer, não é. — Edward debocha da porta.

— Edward! — A mãe dele o repreende.

— Deixe, sra Cullen, eu não me ofendi. — Eu digo e virando para ele – Deus quer que escolhamos os nossos destinos. Se uma mulher quer ser uma dona de casa eu não vejo problema nisso, ou você condena a sua mãe por ter deixado de lecionar para cuidar da família — Eu jogo para ele e nem percebo que estou indo em sua direção. — Eu quero muito, um dia cozinhar para o meu marido enquanto ele segura no colo um filho que eu pari. Isso será digno da mesma forma do que se eu me formasse em medicina com honras em Cambridge! — Eu digo ficando a centímetros dele.

— Na verdade, eu me formei em Harvard. — Ele diz debochado. — Alice e Emmett que foram para lá.

— Que seja!

Ficamos em silêncio por breves segundos.

Por que existe esse atrito entre nós? Ah já sei, porque ele é um tremendo arrogante!

— Seu pai me pediu para pegar as carnes. — Ele diz do nada e eu demoro um segundo para raciocinar.

— No freezer – Eu digo apontando o objeto e desviando meu olhar. Eu volto para o fogão. — É essa bandeja logo na frente. — Eu digo quando ele abre o equipamento.

Ele pega e logo sai da cozinha. Eu, Esme e Alice vamos em seguida, cada uma com uma coisa. Salada variada, arroz temperado, farofa e pimenta caseira. Eu volto para cozinha para pegar os utensílios que faltam e quando volto todos estão conversando animadamente.

— ... Aí Bella aguentou ainda mais dois segundos, olhando bem para a cara dela. — Meu pai está falando a plenos pulmões e eu reviro os olhos. Sei bem do que ele está falando.

— Pai! — Eu digo irritada.

— Ta bom, eu sei que não gosta. Mas Carlisle precisa saber das coisas. Eles vão morar aqui agora e precisam saber que a Leah te odeia porque ganhou dela no rodeio. — Ele diz dando de ombro – Vai que Billy empurra as sobrinhas para esses dois rapazes aqui. — Eu reviro os olhos enquanto dou uma olhada na carne. Os Cullens estão sentados, todos bebendo cerveja.

— Talvez a Nessie, Leah eu duvido muito. Leah só casará com um homem nesta vida. — Eu digo virando uma das carnes.

— E quem seria? — Alice pergunta. De todos, ela é a que parece mais empolgada em saber das coisas da região, junto com os pais.

— Jake! — Eu e meu pai dizemos.

— E é por isso, também, que ela odeia a Bella. — Charlie diz rindo.

— A culpa não é minha se eles são primos. Ele tinha que ter raiva é do tio que não deixa eles ficarem juntos. — Eu digo me virando para ele.

— É serio que ainda tem isso por aqui? — Carlisle diz surpreso. Eu e meu pai assentimos. — Tem coisas que não mudam mesmo.

— Infelizmente. — Eu digo triste. — É a única coisa desagradável que temos aqui.

— Por falar nisso, como está a Angela? Precisando de algo? — Meu pai pergunta e eu nego.

— Está tudo bem com ela e com a Anne, pai. Só me preocupo com ela sozinha naquela casa, mas ela não quer vir para cá. — Eu digo. — Essas estão boas, acho que podemos nos servir. — Eu digo finalizando com um sorriso.

Todos começam a se servir de tudo o que está disposto na mesa. Meu pai traz as porções que já estão bem assadas da churrasqueira para a mesa. Todos se sentam para saborear. Recebemos muitos elogios de cada um. Fui percebendo um pouco o jeito de cada um ali e confesso que todos ganharam a minha afeição, exceto Edward. Ele é meio... intragável.

— Quem é a moça de quem você falou agora a pouco? — Alice pergunta depois de um momento de silêncio — Fiquei curiosa.

— Alice, contenha-se! — Carlisle a repreende – Desculpem!

— Tudo bem, Carl! — Charlie diz.

— É uma amiga minha, Alice. — Eu digo e olho para a moça a minha frente – Estudamos juntas no colegial. Ela foi para a faculdade em Chicago, ela sonhava grande. — Eu digo — Porém ela precisou voltar para cá.

— Só isso? — Ela pergunta e eu nego.

— Angela voltou grávida nas férias de verão. — Eu digo e todos me encaram – E foi expulsa de casa pelos pais. Os Webers

Silêncio na mesa.

— Sério, em que século nós estamos? — Edward exclama.

— Ela está bem? — Esme pergunta com compaixão.

— Sim, nós a acolhemos, mas ela se sentiu meio desconfortável porque as pessoas começaram a falar de mim. A gente não ligava, mas ela ameaçou ir embora da cidade, porque não queria me prejudicar. Aí nós a deixamos ficar numa casa que nós temos na cidade que alugamos, mas estava vazia na época. — Eu digo triste – Ela se sente melhor assim, mas detesto deixá-la sozinha naquela casa com um bebê pequeno. Anne fez 4 meses semana passada.

— Nossa! — Alice exclama — Mas como assim ela não queria te prejudicar?

— É uma besteira que esse povo ainda cultiva, sabe. — Eu olho para Alice que me encara confusa. — Sabe o ditado ' quem se mistura com porcos, farelo come'? Bom...

— O povo começou a falar que Bella é promíscua e fácil. — Meu pai diz ressentido. — Besteira, a gente não liga pra isso. Mas Angela se sentiu culpada por algumas coisas que aconteceram. — O tom de voz de meu pai muda e eu sei que ele está relembrando o que aconteceu a cerca de um ano. eu toco sua mão para que ele para de falar. Mas eu sei que os Cullens percebem que há algo mais.

— Gente, que horrível! — Esme diz. — Se eu puder ajudar em alguma coisa, Bella, quero dizer, todos nós...

— Obrigada, de verdade. É sempre bom ter apoio. Tem muitas pessoas que a apoiam. Mas a maioria vira a cara, infelizmente. — Eu digo. Ficamos em silencio por um instante. — Nos contem um pouco de vocês.

A partir daí, a conversa girou em torno da família Cullen. Carlisle contou como conheceu Esme e como foi todo o processo para chegar aos dias atuais. Eles moravam em Los Angeles, onde os três filhos nasceram e cresceram. Todos cursaram faculdade em Massachusetts, Edward em Harvard e Alice e Emmett em Cambridge.

— Nossa, vocês foram para bem longe de casa. Eu não sei se eu aguentaria ficar tão longe da Bella. Sei que parece egoísmo, mas sou feliz dela não ido quando as cartas chegaram. — Charlie comenta e eu lhe dou um sorriso.

— Não se ache tanto, pai. Eu não sobreviveria sem o meu pomar e sem a Rainha. Foi por eles que eu fiquei. — Eu faço graça e todos riem.

— Rainha? — Alice pergunta.

— Minha égua de montaria. — Eu explico.

— Quer dizer que você chegou a se candidatar então? Para onde? — Alice pergunta animada.

— Foi a Angela que enviou minhas notas e inscrição. Ela queria que eu fosse com ela, então me inscreveu em todas que ela se escreveu. — Eu digo dando de ombros. — Eu não ia mandar nada.

— Exato. — Meu pai completa – E Bella foi aceita nas quatro: Universidade de Chicago, Columbia em NY, Universidade de Washington e ... qual foi a outra mesmo filha?

— Harvard, pai. — Eu digo com um suspiro e corando de leve.

— Você rejeitou Harvard? — Edward diz desdenhando. — Isso e o cúmulo da loucura!

— Sou obrigada a concordar com Edward. — Carlisle diz rindo.

— Qual curso você faria? — Alice pergunta.

— Medicina. — Digo num fôlego só.

— Uau! — Alice exclama. — Peraê! Você poderia ter conhecido o Edward por lá. — Ela diz como se fosse uma grande coisa.

— Acho que não Alice. Eu me formei no ano em que ela entraria. — Ele diz e dá um gole na sua cerveja me fitando com certo desdém. Ai que vontade de esganar esse cara!

— Foi uma felicidade imensa quando as cartas chegaram. Mas no fim, Bella ficou aqui. — Charlie diz pensativo. — No mesmo ano, ela entrou para as competições maiores.

— Exato. Mas eu perdi naquele ano. — Eu digo — Pai, acho que já abusou o suficiente por hoje. — Eu o repreendo ao ver meu pai começar a se servir de uma quantidade generosa de costela.

— Deixe seu velho se divertir um pouco uma vez na vida. — Meu pai exclama e eu suspiro.

Nós terminamos o almoço e eu me encarrego de retirar a mesa enquanto meu pai leva todos por um tour pela nossa casa. Alice e Esme se oferecem para ajudar, mas eu nego. Eu termino de arrumar tudo rapidamente e já organizo um belo prato para meu pai jantar, já que vou sair mais tarde. Quando eu vou me juntar a eles, meu pai está voltando do andar de cima.

— Bella, porque não mostra o seu espaço aos meninos e depois o pomar. — Meu pai diz — Nós vamos tomar um licor na sala.

— Está bem, mas não abuse, pai. — Eu digo e me viro para os visitantes. — Bom, vocês querem ver o pomar? — Eu pergunto para eles.

— Seu pai falou de uma sala? — Alice pergunta. Eu coro levemente

— Ah...

— Tudo bem se não quiser mostrar. — Edward diz com um olhar de repreensão para a irmã.

— Não... tudo bem. É que não é nada demais. — Eu digo e os guio pelo corredor. Eu abro a porta bem devagar. — Por favor, não reparem muito, tento manter o mais organizado que posso. — Eu digo e os deixo entrar.

— Oh meu Deus, Bella, você toca? — Alice pergunta.

— Eu não diria tocar... — Eu digo envergonhada.

— Edward é fera no piano! — Alice diz dando um leve empurrão no irmão, que pela primeira vez eu vi demonstrar uma expressão agradável.

— Eu não diria fera... — Ele diz debochado, parafraseando a minha fala.

— Com certeza é mais do que eu, sei pouca coisa... faço umas videoaulas às vezes. Nada muito profissional. — Eu digo dando de ombros. — Sou melhor no violão.

— Você podia ensiná-la Edward! — Alice sugere e olha de mim para ele. De onde essa criatura tirou essa ideia? Ela ainda não percebeu que nosso santo não bateu, não?

— Podemos marcar e te passo algumas dicas... — Ele diz sem muita segurança e eu assinto. Sei que ele está somente sendo educado.

— Ei, você faz show?! — Emmett pergunta erguendo uma foto que tem por ali.

— Definitivamente não. Isso foi no Your Song. — Eu digo sorrindo.

— Your Song? — Emmett pergunta.

— É tipo um bar que temos aqui. Tem esse nome porque lá você pode se apresentar musicalmente. — Eu digo e todos me olham curiosos. — Ao chegar lá, se você quiser, é claro, você põe seu nome na lista. Ao longo da noite você é chamado. Pode ser sozinho ou em grupo. E de tempos em tempos tem umas competições. — Eu explico e eles assentem – E logo do outro lado, há uma balada bem legal.

— Parece ser bem legal. — Emmett diz.

— A propósito, foi sobre isso que Rose falou quando estávamos vindo embora. Nós vamos lá hoje. Vocês querem ir? Eu marquei com a Rose, mas acho que o Jazz vai aparecer por lá. — Eles me olham.

— Seus amigos vão mesmo? — Emmett pergunta e sei que ele está se referindo a Rose especificamente.

— Sim. Vamos, vai ser legal e vocês já vão conhecendo um pouco a galera daqui. — Eu digo. Eles se entreolham e assentem. Eu sorrio.

— Droga, eu não estou arrumada para isso! — Alice exclama e eu a avalio. Regata amarela e jeans skinny preta com salto alto.

— Você está ótima, mas acho melhor você usar um outro sapato. Eu posso te emprestar uma bota minha. — Eu digo e ela sorri.

— Serei sua amiga eternamente por isso.

Todos rimos e fomos ao pomar conversando sobre várias coisas. Eles ficam encantados com a beleza da natureza, afinal a vista é de tirar o fôlego. Quando o crepúsculo chega, nós retornamos para casa. Os meninos se juntam aos nossos pais enquanto Alice sobe comigo para o quarto. Eu lhe empresto minha melhor bota de salto e uma camisa xadrez vermelha que combina perfeitamente com a sua regata. Ele coloca a camisa e a amarra na cintura, deixando o look mais sensual.

Eu troco o vestido por uma regata branca, uma camisa xadrez azul e uma saia jeans no meio das minhas coxas. Eu coloco a minha bota e pego meu chapéu. Faço uma trança lateral bem soltinha e Alice pede para que eu faça em seu cabelo também. Como o cabelo dela é menor, chegando nos ombros, eu faço duas tranças embutidas, deixando uma franja lateral. Arrumadas, nós descemos juntas, Alice na minha frente.

Percebo o olhar de Edward se perder ao longo da minha silhueta e eu coro levemente. Percebo que Edward tirou a camisa social azul clara que usava e estava com uma camisa xadrez azul que reconheci ser do meu pai. Já Emmett vestia uma jaqueta jeans, também do meu pai.

— Emmett, Edward, conto com vocês para afastarem os gaviões. — Meu pai diz brincalhão

— Pai! Eu sei me cuidar! — Eu exclamo.

— Não se preocupe, tomaremos conta das duas. — Emmett responde rindo.

— Claro que vão, só até acharem a primeira garota para se atracarem. — Alice exclama e todos riem.

Nós decidimos ir no carro dos Cullens e meu pai fica de levar Esme e Carlisle para casa. Como sou eu que sei o caminho, eu vou na frente guiando o motorista, vulgo Edward. Ali, sentada ao lado dele, eu sentia que seria uma noite interessante. Só não sabia o que isso queria dizer.

Bom, seja o que Deus quiser!

Notas finais
Ah Deus... quem não gosta daquele velho 'os opostos se atraem'? Gostaram? Comentem para mim, por favor, o que esperam dessa noite?? Beijinhos