Notas iniciais
Hey! :) Espero que gostem do capítulo *-*

POV Caroline

Entrei totalmente nervosa em casa, esquecendo rapidamente os problemas após ver Klaus. Ele estava parado, olhando o céu estrelado pela janela que ficava próxima ao piano. Parecia perdido em seus próprios pensamentos, tanto que nem percebeu que eu chegara. Ou talvez apenas fingira que não percebera mesmo.

–Oi! -falei, com a voz animada. Ele se virou e me encarou. Vi tristeza em seus olhos. Ele percebeu e rapidamente retomou a posição séria que todos estavam acostumados a ver. -Tem algum problema? -perguntei, obviamente, sabendo a resposta. -Foi uma pergunta estúpida... Sei tudo que está acontecendo, até todos nossos atuais problemas. -suspirei. -Mas, se você quiser, posso acalmá-lo. -tentei dar um beijo nele, mas, ele se virou novamente. Bufei e o puxei carinhosamente. -Me conta o que aconteceu. Não posso vê-lo triste e não fazer nada.

–Não estou triste. -ele respondeu.

–Desde quando virou um homem de poucas palavras? -perguntei, tentando brincar e quebrar aquele clima pesado.

Pensei que havia funcionado, afinal, ele se virara novamente. Estava esperando um beijo e palavras do tipo "estava apenas brincando", mas o máximo que ele fez foi sair da casa, batendo a porta. Suspirei e olhei para a casa: era bonita, mas estava cheia de poeira e teias de aranha. Havíamos chegado há bastante tempo, mas com tudo o que aconteceu, não tivemos tempo para limpá-la.

Ouvi o choro de Hope antes que pudesse pegar qualquer material de limpeza. Corri até seu quarto, troquei sua fralda e desci com ela em meus braços e com seu carrinho.

–Mamãe vai te dar mamadeira, limpar a casa e depois te dar banho, ok? -perguntei para ela, que deu um sorrisinho. A coloquei no carrinho e peguei tudo que era necessário para limpar aquela mansão.

Comecei pelos móveis e terminei limpando o chão. Estava tudo limpo.

Caí no sofá, rindo. Peguei Hope nos braços e dei outra mamadeira para ela.

–Está gostoso,bebê da mamãe? -perguntei, fazendo voz de criança. -Acho que, levando em consideração que você bebeu tudo, a resposta é sim. -dei um sorrisinho, colocando a mamadeira de lado. -Agora temos que tomar um banho. -subi as escadas, preparando tudo e dando banho em Hope em seguida.

Minutos depois, após terminar de dar o banho, coloquei nela uma roupinha bonitinha de frio que comprara há pouco tempo.

–Está linda! -falei, tirando uma foto com ela. -Mamãe te ama muito, Hope! -disse, começando a cantar para que ele dormisse.

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POV Klaus

Olhava o céu estrelado, ou apenas fingia olhar. Caroline chegara nervosa da mansão Salvatore, e me ver pareceh acalmá-la.

Eu continuava com a mesma ideia de que deveria deixá-la, e para fazer com que tudo fosse menos doloroso, resolvi que não tratá-la bem seria o começo da nossa separação. Ela merecia coisa melhor.

Ela tagarelou várias coisas, mas, prestei atenção quando ela dissera que eu estava triste. Apenas disse que não estava, virei-me e saí batendo a porta.

Ela precisava se acostumar. Não vai me ter pra sempre. Planejara partir em breve.

Estava virando a esquina quando tocara meu bolso e não sentira meu celular. Bufei e voltei para casa, encontrando Caroline conversando com Hope, em seguida subindo as escadas. Olhei ao redor e percebi que tudo estava limpo. Tentando ser o mais silencioso possível, segui elas. Caroline deu banho em Hope e colocara uma roupa de frio nela, tirando uma foto logo depois e dizendo que a amava. Eu não podia separá-las. Hayley já havia morrido e Hope ficaria sem mãe. Não podia fazer aquilo com minha filha apenas porque não era a melhor opção para namorar sua mãe.

Bati na porta, fazendo com que as duas me olhassem e dessem um sorriso. Eu era um híbrido de sorte. Tinha uma namorada e filha lindas.

–Sua voz é muito bonita, sweet. Lamento ter acordado nossa filha. Ela já estava quase dormindo. -falei, dando um sorriso.

–Eu canto de novo. -ela disse, dando um sorriso. Parecia pensar se devia se aproximar ou não. A última vez que tentara me beijar, eu me desviei.

–Podemos conversar? -perguntei, apontando para onde a sala ficava.

Ela assentiu, colocou Hope no berço e lhe deu seu brinquedo favorito.

Caminhamos em silêncio. Quando chegamos, finalmente comecei a falar.

–Caroline, você está contente com a vida que está levando? -perguntei, fitando-a. Seu olhar parecia dizer que estava mais feliz do que jamais foi um dia, mas o que ela fez foi me beijar.

–Isso responde suas pergunta? -ela falou, não tendo nenhuma resposta. -Se não, irei respondê-la agora. Primeiro, sim, estou contente. Segundo, por que não estaria? É o amor da minha vida. Terceiro, temos uma filha e uma família maravilhosa, e isso me deixa feliz. Simples assim. Eu amo você e a Hope, e com vocês ao meu lado, tudo se torna tão bom. -ela deu um suspiro, sorrindo logo depois.

–Eu te amo, Caroline Forbes. -a beijei. Minutos depois, fomos interrompidos pelo choro de Hope.

–Eu vou lá. -ela disse, levantando-se e subindo as escadas.

Peguei meu celular e havia 1 nova mensagem. Abri e li. Era de Rebekah e dizia que estava tudo bem, que estava segura e que não precisávamos nos preocupar com ela. Mandei como resposta um "se cuide" e coloquei o celular na escrivaninha.

Caroline descia as escadas elegantemente. Vestia um vestido amarelo que, na minha opinião, ficava maravilhoso nela. Seus sapatos eram salto altos pretos e seu cabelo estava perfeitamente arrumado.

Sorri para ela e ela sorriu para mim. Realmente estávamos muito apaixonados.

Assim que ela se sentou ao meu lado, fitei-a por alguns instantes.

–Quer viajar comigo? -disparei. -Enquanto esse bruxo não aparece, devíamos nos divertir um pouco. Quem sabe ir até Paris, New York...

–Eu aceito! -ela disse, me abraçando. -Mas, só com uma condição.

–Qual? -perguntei.

–Tentaremos convencer os outros a fazer a mesma coisa. -ela me olhou. -Eles podem ir para lugares diferentes, mas, precisamos sair dessa cidade um pouco, pelo menos por um mês. Por favor. -ela me deu um selinho.

Pensei um pouco, mas resolvi aceitar a condição.

–Ok. Tentaremos convencê-los. -sorri.

Eu não iria deixá-la. Não sei como pensara nessa possibilidade antes.

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POV Rebekah

Kai me mantinha presa, sem me dar uma gota de sangue.

Ele me encarou por alguns segundos, dando uma risada maléfica depois.

–A Caroline e o Klaus deveriam saber sobre isso, mas, como ele é um híbrido Original, prefiro que tudo pareça mais uma de suas loucuras. -ele pegou meu celular e digitou algo.

–O que está fazendo? -perguntei, fraca.

–Enviando uma mensagem para o seu irmão, dizendo que está bem. Ele acreditara que é você e não virá te procurar. Não por enquanto. -ele sorriu e foi embora.

–Quando eu sair daqui, eu vou te matar, seu bruxo estúpido. -gritei, esperando que ele ouvisse e entendesse.

Notas finais
Espero que tenham gostado! :) Peço desculpas por qualquer capítulo. xoxo ♡