When A Dream Come True.
4 Capítulo 4 - Rumo à cidade maravilhosa
Notas iniciais
BOA LEITURA, SHAWTY'S!
Era o melhor beijo do mundo, o que é estranho porque eu era BV... tinha gosto de menta, e naquele momento eu me senti mais viva do que nunca. E porque eu? A garota morena de cabelos castanhos e cacheados, que sofria bullying na escola por ser a “nerd” magrela , que sempre sonhou com um garoto que a tratasse como princesa, estava simplesmente sendo beijada por Justin Drew Bieber!.
Eu me afastei confusa, e pude perceber que todos estavam gritando, alguns tristes, outros felizes, outros surpresos, foi uma confusão. As luzes se apagaram, Justin pegou o meu braço, e me levou correndo para o camarim, o show havia acabado e tudo o que restava era eu sentada (ainda de boca aberta) numa sofá branco de seu camarim e ele espojado numa poltrona roxa.
— O que houve? – ele disse curioso.
- Por que você fez isso?
- Ah você não gost... – eu o interrompi – não, não é isso!. É que eu sou só uma fã que você mal conhece e você acabou de me beijar na frente de o quê? 40 mil garotas? Me diz, por quê?
- Em primeiro lugar são 47 mil garotas, e eu só, só estou apaixonado por você. Pela primeira vez eu encontrei uma pessoa que está apaixonada por mim pelo que eu sou e não pelo que eu tenho, só não queria desperdiçar tudo como fiz com a Selena. – ele olhou triste para baixo.
- Como você sabe que eu estou apaixonada por você?
- Seus olhos. Eles se encontram com o meu de uma forma tão linda, e toda vez que você olha para mim você sorri.
- Convencido!
- Então eu tô errado?
- Sabe de um segredo... não. – eu corei. – E aí, o que teve com você e com a Selena? – falei o nome dela como um chingamento.
- Ah cara, você não vai querer saber...
- FALA!
Ele respirou fundo.
- Nos últimos meses eu via ela chorando pelos cantos e eu nunca sabia o porque. E eu tava quase acreditando que o que os outros diziam dela era verdade, aí comecei a desconfiar dela. Semana passada eu fui lá na casa dela pra me despedir porque eu ia fazer uma turnê aqui pela América do Sul e tals, só que ela tava desmaiada no chão do quarto dela, e eu tava tão magoado que tava achando até que fosse armação dela. Antes do avião decolar pra eu começar a turnê, recebi uma ligação da mãe dela a Mandy, falando que ela tava tomando remédios contra indicados, pra tentar se matar porque ela não aguentava mais a pressão dos haters, só que ela escondia isso de mim pra eu não me magoar com as beliebers, e também ela achava que eu não amava mais ela. Enfim... a Mandy me proibiu de falar com ela para o bem da filha e obrigou nós a terminamos.
Comecei a chorar e o disse que sentia muito. Ele pediu pra eu manter aquilo em segredo até que tudo voltasse aos eixos. Olhei no relógio do camarim e já havia dado 21h, e eu precisava ir embora, me despedi dele abraçando e ele me roubou um beijo. Scooter mandou um carro me deixar em casa, e me senti como uma celebridade!.
Abri a porta e dei de cara com minha mãe, meu pai e minha irmã sentados no sofá olhando estranho pra mim, fechei a porta e meu pai começou a falar:
- Engraçado, nós ligamos a televisão agora a pouco e demos de cara com você e o Justin Bieber se beijando.
- E?
- Independente de quem ele seja... – ele desfez a cara de bravo e deu um sorriso – nos diga que você está namorando!
- Minha bebê já é um mulherzinha e está namor... – interrompi minha mãe –
- Eu não estou namorando ele.
- MAGINA MINNIE, E AQUILO FOI O QUE? – Kelly desceu as escadas que davam pra o meu quarto.
- KÉ, VOCÊ VEIO FAZER O QUE AQUI?
- Minha Minnie se agarrando com o Bieber e você acha que eu ia ficar em casa em pleno domingo?
Eu a abracei, fomos para o meu quarto e contei absolutamente tudo, exceto pela parte da Selena.
(...)
No dia seguinte, fui checar meu twitter, (fazia 3 dias que não entrava na internet, aquele era meu novo recorde) milhares de mentions, RT’s de tweets do Justin falando de mim, realmente tinha muito mais elogios do que chingamentos, então levei tudo na brincadeira. O telefone tocou e eu sabia que era ele, porque ele havia atendido com um “hello”. Ele apenas me mandou abrir a porta de casa.
E la estava, Justin de chapéu de palha branco, cabelo pintado de preto, e jaqueta jeans.
- As brasileiras são loucas!. Se eu saísse normal ela me reconheceriam de qualquer jeito – disse ele com a mão no peito respirando, dando a impressão de que estava correndo de alguém.
- Hey moleque! – falou o meu pai acenando pro Jus.
- O que eu perdi? – disse em tom de sarcasmo. – Eu passei aqui ontem pra pedir a sua mão em namoro aos seus pais, e pedir pra eles deixarem você me acompanhar até o fim desse inverno.
- UAU! E pelo visto eles deixaram... e, cara, estamos no Brasil, aqui é verão! – ele zombou de mim e rimos.
- Vamos agora?
- Para?
- Você vai me acompanhar no inv-, verão...
- Mas nem arrumei as malas!
- Você pode comprar tudo o que quiser durante a viagem. – nem discuti, porque sabia que ele ia me obrigar a não levar mala alguma.
- Antes você me leva num lugar? É na casa da minha amiga, quero me despedir dela.
- Como quiser.
E então fomos até a casa da Kelly, ou melhor, a mansão da Kelly.
*Kelly era um ano mais velha do que eu, repetiu o 1° ano por problemas pessoais, era filha de única de mãe e solteira. Sua mãe perdeu o marido logo após o nascimento de Kelly, mas deu a volta por cima, virando uma rica empresária. Seus olhos eram pretos e seu cabelo vermelho como sangue era a coisa mais linda já vista. A conheci na escola, apesar de sermos de grupos diferentes, ela das patricinhas e eu dos chamados nerds.Ela quase cai dura no chão depois de ter visto o Justin, me abraçou, me desejou boa sorte e me cumprimentou com nosso aperto de mão secreto. Entrei na limusine preta do Justin e percebi que de agora em diante em teria de aceitar que minha vida tinha mudado. Chegamos ao aeroporto, e tinham cerca de 1000 meninas gritando nossos nomes. Mesmo com a agonia, fizemos todo o processo pra dar início ao vôo e o nosso destino seria a cidade do Rio de Janeiro.
Era um avião só pra a equipe e os dançarinos. Justin sentou do meu lado e ficamos cinco minutos em silêncio até que tomei coragem de abrir aboca e falar algo.
- Você... me beijou, pediu minha mão em namoro aos meu pais, mas nunca me perguntou se eu queria namorar com você.
- E você não quer?
- Mais do que qualquer coisa – sorri – mas eu tenho medo, de você estar achando que eu não te amo o suficiente. Que eu te vejo como um ídolo ainda, ou que eu me importe com o seu dinheiro, fama ou beleza. Só nos conhecemos faz quatro dias e talvez você esteja indo longe demais.
- Me desculpe!
- Pelo o que?;
- Por tudo. Desde que eu te vi, senti algo estranho em meu coração, e se estiver fazendo tudo errado, me perdoe, só quero aproveitar esse amor. – eu o abracei forte e caímos no sono.
Após 30 minutos o avião pousou e Alfredo veio nos acordar. Saí do avião sonolenta, e o Justin também. Na saída do aeroporto, mais 1000 beliebers gritando... nós paramos para tirar foto, falar com as fãs, e quem diria que dei até autógrafo!. Em menos de uma semana já tinha meu próprio grupo de fãs, as “Jasmimers”. Todos já sabiam da minha história, meu passado e de tudo o que fiz em toda minha vida.
Na porta do aeroporto dei um tchau para as pessoas e havia de 3 vãs vermelhas e um carro estilo Ferrari preto nos esperando. Nas vãs foram os dançarinos e todo o pessoal da produção, e no carro estavamos eu, na janela direita, Alfredo no meio e Justin na outra ponta, Scooter no banco do carona e William o nosso motorista durante a passagem pela cidade maravilhosa.
Uma hora William me perguntou em português se eu era a tal Jasmim e eu afirmei, enquanto Scooter, Alfredo e Justin escutavam nossa conversa em silêncio sem entender nada. Na rádio tocou a música das Empreguetes e Fredo e Jus começaram a dançar enquanto eu morria de rir.
No hotel:
Astro internacional, Justin Bieber no Rio de Janeiro... onde mais poderíamos ficar a não ser o Copacabana Palace? obviamente lugar nenhum. Fomos para os nossos quartos deixando Scooter cuidar de toda a papelada. Parei no meio do saguão mesmo e comecei a rir.
- Por que você está rindo?
- Você se esqueceu do disfarce... – falei colocando a mão na boca para parar de rir.
- Droga, eu ainda to com essa roupa hahaha — o cabelo dele realmente não ficava bem na cor preta
Saímos correndo até os nossos quartos, deixamos as malas e fomos falar com as beliebers na frente do hotel.
•••
Notas finais
vou deixar isso de reviews pra lá, afinal... ninguém me manda mesmo kkk' vou postar todo final de semana mesmo e ta mt bom :P
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